Notícias

Dois casos de morte abalam o Sertão do Pajeú nesta quinta-feira

Por André Luis

Homicídio em Tuparetama

Na madrugada desta quinta-feira (6), Júlio César Alves, conhecido como Nego César, foi morto com um tiro na cabeça no centro de Tuparetama, próximo à Agência do Banco do Brasil. De acordo com informações recebidas pelo blog do Marcello Patriota, o disparo foi feito, provavelmente, com uma arma de grosso calibre (calibre 12).

A polícia está considerando várias hipóteses para o crime, incluindo acerto de contas, vingança ou rixa. O local foi isolado pela polícia até a chegada do Instituto de Criminalística (IC), que realizou os primeiros procedimentos. O corpo de Nego César foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML) de Caruaru. A Delegacia de Polícia Civil está conduzindo as investigações para esclarecer as circunstâncias do homicídio.

Tragédia em Tabira

Também nesta manhã, uma criança de um ano e cinco meses foi encontrada morta em uma cisterna no Bairro da Cohab, em Tabira. O menino, filho de Doba e Jaqueline, foi levado ao Hospital Municipal, mas já estava sem vida ao chegar.

O corpo da criança será levado ao IML de Caruaru para os exames necessários. O IC foi chamado para realizar os primeiros procedimentos no local. A Delegacia de Polícia Civil de Tabira investiga as circunstâncias dessa tragédia, buscando entender como o menino caiu na cisterna e se houve algum tipo de negligência.

Outras Notícias

Empresa de confecções vai se instalar em Brejinho

O prefeito de Brejinho, Gilson Bento, do Republicanos, tem feito constantes visitas e reuniões com empresários do ramo de confecções de Toritama e Santa Cruz do Capibaribe. A ideia, conforme prometeu em campanha, é criar alternativas para que Brejinho se torne um polo de mão de obra para o seguimento. Os primeiros esforços já deram […]

O prefeito de Brejinho, Gilson Bento, do Republicanos, tem feito constantes visitas e reuniões com empresários do ramo de confecções de Toritama e Santa Cruz do Capibaribe.

A ideia, conforme prometeu em campanha, é criar alternativas para que Brejinho se torne um polo de mão de obra para o seguimento.

Os primeiros esforços já deram resultado: segundo nota,  na semana que vem uma empresa do seguimento já estará se instalando em Brejinho. Esta será a primeira com promessa de atração de outras empresas do setor.  “É o caminho para ajudar à retomada do desenvolvimento em Brejinho”, comemorou o prefeito.

TCE-PE determina seleção pública simplificada de Agentes de Saúde em Floresta

Primeira mão Na 23ª Sessão Ordinária da Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), realizada em 23 de julho de 2024, foi homologada uma medida cautelar referente ao Processo nº 24100708-2. A sessão, presidida pelo conselheiro Eduardo Lyra Porto, contou com o relator conselheiro substituto Adriano Cisneiros. A medida cautelar foi […]

Primeira mão

Na 23ª Sessão Ordinária da Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), realizada em 23 de julho de 2024, foi homologada uma medida cautelar referente ao Processo nº 24100708-2. A sessão, presidida pelo conselheiro Eduardo Lyra Porto, contou com o relator conselheiro substituto Adriano Cisneiros.

A medida cautelar foi solicitada devido a irregularidades identificadas na Seleção Pública Simplificada nº 05/2024, realizada pela Prefeitura Municipal de Floresta para a contratação temporária de 24 agentes comunitários de saúde (ACS). O Tribunal considerou que a seleção não atendeu às exigências previstas na Lei Federal nº 11.350/2006, que regula a contratação desses profissionais.

Baseando-se no Parecer Técnico da Equipe de Auditoria e nos requisitos necessários à concessão da medida cautelar, conforme o art. 2º da Resolução TC nº 155/2021, os conselheiros da Primeira Câmara do TCE-PE decidiram, por unanimidade, homologar a decisão monocrática que deferiu a medida cautelar.

A decisão determina que a Prefeitura Municipal de Floresta, sob a gestão de Rosangela de Moura Manicoba Novaes Ferraz (Rorró Maniçoba) ou de quem vier a sucedê-la, realize uma nova seleção pública simplificada, baseada em provas ou provas e títulos, para a admissão de agentes comunitários de saúde em caráter efetivo. A medida deve ser cumprida com efeito imediato.

A informação foi publicada no Diário Oficial do TCE-PE nesta sexta-feira (26), reforçando a importância de cumprir rigorosamente as exigências legais em processos de seleção pública, garantindo a transparência e a legalidade na contratação de profissionais de saúde.

Confirmada nomeação de Alexandre Pires no ministério de Marina Silva

Saiu a confirmação e nomeação do nome de Alexandre Pires para Diretor do Departamento de Combate à Desertificação da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Como o blog antecipou, Alexandre, que coordenou o Centro Sabiá e a Articulação do Semiárido – […]

Saiu a confirmação e nomeação do nome de Alexandre Pires para Diretor do Departamento de Combate à Desertificação da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.

Como o blog antecipou, Alexandre, que coordenou o Centro Sabiá e a Articulação do Semiárido – ASA em Pernambuco, iguaraciense de Jabitacá, ira compor a equipe da ministra Marina Silva. Há poucos dias ele se despediu da equipe do Sabiá.

Candidato na Deputado Estadual no último pleito pelo PSOL, ele comemorou há alguns dias a indicação para a função.

“Agenda importante para todo Brasil. A desertificação está em outras regiões, que não apenas no Nordeste. Me sinto desafiado a está neste espaço porque o convite chega em função da minha trajetória na ASA e no Centro Sabiá, uma organização que tem uma história de luta e defesa e promoção da agroecologia, agricultura camponesa, do enfrentamento às mudanças climáticas etc”, frisou ele, se sentindo feliz e honrado em poder levar para o ministério, a sua experiência e contribuir com o Governo Lula.

Petrolina: Simão Durando faz anúncio de obras para marcar seus 100 dias

O prefeito Simão Durando completa 100 dias de gestão na Prefeitura de Petrolina. Segundo nota, o período foi marcado por cerca de 10 ordens de serviço e mais de 16 inaugurações, além da realização do São João. Para marcar a data, nesta segunda-feira (11), o gestor concedeu uma entrevista à imprensa local e assinou uma […]

O prefeito Simão Durando completa 100 dias de gestão na Prefeitura de Petrolina.

Segundo nota, o período foi marcado por cerca de 10 ordens de serviço e mais de 16 inaugurações, além da realização do São João.

Para marcar a data, nesta segunda-feira (11), o gestor concedeu uma entrevista à imprensa local e assinou uma Ordem de Serviço autorizando a pavimentação de mais de 170 ruas.

Com um investimento de R$ 42 milhões, serão beneficiados cerca de 30 bairros em todas as áreas do município, entre elas, a comunidade de Serrote do Urubu, Pedrinhas, Nova Descoberta e Porto da Ilha.

Durante o evento, o gestor ainda anunciou um segundo contrato de R$ 10 milhões também para implantação de pavimento. Além disso, também estão previstas a entrega da Unidade de Saúde do Bebedouro; a feira da Areia Branca e diversas quadras poliesportivas.

O prefeito ainda reforçou a duplicação da Avenida Honorato Viana. Um investimento de R$ 116 milhões e terá uma extensão de 11,3 KM.

“Estamos animados, com a certeza da continuidade do trabalho intenso em nossa Petrolina, mas principalmente com o que vem por aí. Estamos focando na continuidade do trabalho e principalmente, no desenvolvimento da nossa Petrolina. A gente não tem tempo a perder, e sim a trabalhar, para que Petrolina continue ainda com mais força, sendo o Pernambuco que dá certo. Sabemos que fizemos muito, mas temos a certeza que vamos fazer muito mais”, frisou.

Cunha e Geddel denunciados por supostas fraudes na Caixa Econômica

G1 O Ministério Público Federal (MPF) apresentou esta quinta-feira (4) à 10ª Vara da Justiça Federal em Brasília quatro denúncias relacionadas às investigações da Operação Cui Bono, que apura irregularidades em operações da Caixa Econômica Federal em troca de pagamento de propina. Entre os denunciados estão o ex-ministro Geddel Vieira Lima, os ex-deputados e presidentes da […]

G1

O Ministério Público Federal (MPF) apresentou esta quinta-feira (4) à 10ª Vara da Justiça Federal em Brasília quatro denúncias relacionadas às investigações da Operação Cui Bono, que apura irregularidades em operações da Caixa Econômica Federal em troca de pagamento de propina.

Entre os denunciados estão o ex-ministro Geddel Vieira Lima, os ex-deputados e presidentes da Câmara Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves, o operador Lúcio Funaro e o ex-vice presidente da Caixa Fábio Cleto.

Eles são acusados dos crimes de corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro. Os procuradores pedem multa e reparação de danos que ultrapassam R$ 3 bilhões.

De acordo com o MPF, foram identificados repasses que somam R$ 89,5 milhões a Eduardo Cunha de 2011 a 2015, além de R$ 17,9 milhões a Geddel Vieira Lima de 2012 a 2015 e R$ 6,7 milhões a Henrique Alves de 2012 a 2014.

As denúncias estão relacionadas a operações de créditos para os grupos Marfrig, Bertin, J&F Grupo BR Vias e Oeste Sul Empreendimentos Imobiliários. Parte das acusações refere-se ainda a duas operações com recursos do FI-FGTS.

Segundo as investigações, a estrutura que dava suporte à prática das irregularidades no banco era sustentada por três frentes: o grupo empresarial, o de empregados públicos que operavam na Caixa e no FGTS e o grupo político e de operadores financeiros.

Neste caso, as investigações apontam que o sócio da Gol, Henrique Constantino, pagou cerca de R$ 7 milhões em propina a Geddel, Fábio Cleto, Eduardo Cunha, Lúcio Funaro e Alexandre Margotto.

O objetivo, segundo o MPF, seria a obtenção de recursos no valor de R$ 300 milhões, por meio de aquisição de debêntures pelo FI-FGTS.

Os procuradores pedem, em caráter de reparação econômica, moral e social, além de multa, o pagamento do valor mínimo de R$ 111 milhões.

O MPF sustenta que Geddel Vieira Lima, Eduardo Cunha, Lúcio Bolonha Funaro, Henrique Eduardo Alves e Fábio Cleto pediram R$ 57,3 milhões em propina, paga pelos sócios do grupo Bertin, Natalino Bertin, Reinaldo Bertin e Silmar Roberto Bertin. O objetivo seria liberação de um financiamento de R$ 2 milhões.