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Djama Alves praticamente crava Rafaela Gomes como sua candidata. “Tenho esse direito”

Por Nill Júnior

O nome de Rafaela Gomes, Secretária Adjunta de Saúde, está praticamente confirmado como o de candidata do prefeito Djalma Alves à sua sucessão, em 2024. Ela é sobrinha do gestor.

Djalma respondeu pergunta de Júnior Finfa no Debate das Dez do Programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, sobre essa possibilidade, e confirmou.

“Está muito bem encaminhado. É quase prego batido e ponta virada. O nome dela tem 90% de aprovação no município. Pelo governo que estou fazendo, acredito que tenho esse direito (de indicar quem encabeça  a chapa). A questão da vice, precisamos conversar. Vamos fechar isso após início do próximo ano”.

Djalma admitiu que o nome da vice pode sair de sua base na Câmara. “Temos o apoio de todos os vereadores. Eles tem conhecimento do que é uma gestão certa”. Ele confirmou que até Edleuza Godê, mesmo se colocando adversária, tem grande conhecimento de gestão pública e vota a favor dos projetos do executivo.

Djalma confirmou a possibilidade de que Solidão tenha candidata única, mas não quis cravar isso.

Foi a primeira vez que o prefeito participou do programa após o grave acidente que quase tirou sua vida em agosto passado. Ele deu detalhes do acidente  disse só estar vivo graças à atuação do Hospital Regional Emilia Câmara e da equipe de plantão daquele 6 de agosto. Também disse não guardar mágoa, mas que houve muita irresponsabilidade do empresário Rildo Barros, que guiava a Hillux envolvida no acidente. “Ele jogou o carro em cima de mim. Pelo histórico, não deveria nem dirigir mais”.

Djalma Alves já esteve cumprindo agenda em Recife esta semana. Ele afirmou que as principais cobranças ao governo Raquel Lyra são a recuperação da PE 309 e um ramal da Adutora do Pajeú para Solidão. Sobre a queda de receita, dise que vem conseguindo manter os salários, mas está tendo que cortar algumas despesas.

Outras Notícias

Parceria com Aché reforça Pernambuco como um hub de distribuição para o Norte e o Nordeste

O Governador Paulo Câmara e  representantes da empresa Aché Laboratórios assinaram no Palácio do Campo das Princesas, o contrato de compra e venda do terreno de 25 hectares onde serão construídos os empreendimentos. A parceria é mais uma iniciativa que reforça a atuação de Pernambuco como um hub de distribuição para o Norte e o Nordeste. […]

O Governador Paulo Câmara e  representantes da empresa Aché Laboratórios assinaram no Palácio do Campo das Princesas, o contrato de compra e venda do terreno de 25 hectares onde serão construídos os empreendimentos.

A parceria é mais uma iniciativa que reforça a atuação de Pernambuco como um hub de distribuição para o Norte e o Nordeste.

“Esse é mais um passo para consolidar Pernambuco como um hub de distribuição das regiões Norte e Nordeste. Será um pólo diferenciado e sabemos que, a partir da instalação dessa fábrica, a cadeia de remédios começará a ter um olhar diferenciado para o Estado, e atrairemos mais investimentos”, afirmou o governador Paulo Câmara, destacando que Pernambuco se consolidará também como um polo farmacêutico.Com um investimento inicial de R$ 500 milhões, a Indústria do Aché vai gerar 500 postos de trabalhos diretos e outros 2,5 mil indiretos.

Paulo  revelou que, assim que acabar o período de chuvas, as obras para a implantação dos empreendimentos do Aché começarão. “Entre o final de 2018 e o começo de 2019, já teremos uma fábrica pronta, empregando pernambucanos e sendo referência em medicamentos”, concluiu.

O diretor de operações do Aché Laboratórios,  Adriano Alvim, elencou os critérios pelos quais Pernambuco foi escolhido para ser sede do grupo no Nordeste. “Além de as regiões Norte e Nordeste serem as que mais crescem no Brasil no segmento farmacêutico, escolhemos devido à infraestrutura, à oferta de profissionais altamente qualificados, às universidades e escolas técnicas”, avaliou.

A expectativa é de que a nova unidade, quando estiver em plena operação, em 2021, aumente a capacidade produtiva do Aché em cerca de 50%.  A nova planta – primeira em solo nordestino – será um importante reforço para o polo Farmacoquímico do Estado, que já conta com 11 empresas. O Aché é uma empresa 100% brasileira com 50 anos de atuação no mercado farmacêutico. Hoje, o grupo paulista, que emprega 4,5 mil pessoas, conta com quatro complexos industriais: em Guarulhos (SP), São Paulo (SP), Londrina (PR) e Anápolis (GO).

Afogados: campanha de Danilo será retomada nesta sexta; a de Sandrinho, após Missa de Patriota

A comunicação da União Pelo Povo confirmou ao blog que a campanha de Danilo Simões será retomada amanhã. A presença na cidade do presidente estadual do PSDB, Fred Loyo, e do ex-senador Armando Monteiro, será  mote de um evento de campanha da Coligação. Outra informação é da retomada do Guia Eleitoral e inserções na programação […]

A comunicação da União Pelo Povo confirmou ao blog que a campanha de Danilo Simões será retomada amanhã.

A presença na cidade do presidente estadual do PSDB, Fred Loyo, e do ex-senador Armando Monteiro, será  mote de um evento de campanha da Coligação.

Outra informação é da retomada do Guia Eleitoral e inserções na programação da Rádio Pajeú. Pelo que foi informado, o programa terá um ritmo mais leve, com mensagem de Danilo Simões sobre a retomada da campanha.

Já a Frente Popular soltou uma nota informando que a campanha segue suspensa “por tempo indeterminado”.

Pelo que o blog apurou, a maior probabilidade é de que essa suspensão se dê até a segunda, dia da Missa de Sétimo Dia por José Patriota.

Em relação ao Guia Eleitoral, não há informação sobre a data de retorno. A coordenação de campanha informou que isso dependerá de uma reunião que ocorrerá nesta sexta.

O blog e a história: quando a Adutora do Pajeú nos salvou da crise

Em 21 de novembro de 2013: a Adutora do Pajeú abastece, desde essa quarta-feira (20), a cidade de Afogados da Ingazeira, levando água à população antes mesmo do prazo previsto para a conclusão do trecho, firmado para dezembro. A iniciativa beneficia cerca de 210 mil pessoas. A chegada a Afogados, que vivia colapso com faltade […]

Em 21 de novembro de 2013: a Adutora do Pajeú abastece, desde essa quarta-feira (20), a cidade de Afogados da Ingazeira, levando água à população antes mesmo do prazo previsto para a conclusão do trecho, firmado para dezembro. A iniciativa beneficia cerca de 210 mil pessoas.

A chegada a Afogados, que vivia colapso com faltade água no seu principal reservatório, a Barragem de Brotas, foi possível graças a uma força tarefa. O Ministério Público por exemplo, agilizou os acordos de desapropriação por onde passariam os tubos que trariam a água.

O projeto da água trazida por tubos e não canais nasceu na época em que Ciro Gomes era Ministro da Integração Nacional do governo Lula, entre 2003 e 2006.  Ele disse que aprovaria a iniciativa após um debate no Cine São José, Afogados da Ingazeira, com várias personalidades. Entre elas o Bispo Diocesano Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho.

A obra do Ministério da Integração Nacional – executada pelo Departamento de Obras Contra a Seca (Dnocs/PE) – tirou da situação de colapso no abastecimento hídrico também as cidades de Calumbi, Carnaíba, Flores, Floresta, Serra Talhada e Quixaba, além dos distritos de Carqueja (em Floresta) e de Canaã (em Triunfo).

Afogados da Ingazeira está sendo abastecido com uma vazão de 110 litros/segundo, mais do que previsto no projeto. Para tanto, foram investidos R$ 200 milhões.

A primeira etapa da Adutora do Pajeú tem cerca de 200 quilômetros de tubulação – com diâmetros que variam de 250 a 600 mm – e quatro reservatórios de controle e cinco estações elevatórias, iniciando a captação de água no Lago de Itaparica.

A construção da segunda fase – prevista para atender mais de 230 mil pessoas em outros 14 municípios de Pernambuco e oito da Paraíba – está em processo de licitação. No total, a adutora terá 598 quilômetros de extensão, com a capacidade para beneficiar 400 mil pessoas em 21 municípios pernambucanos e oito paraibanos.

As duas etapas estão orçadas em R$ 547 milhões e fazem parte do conjunto de obras em execução com recursos do governo federal, para construir no semiárido nordestino uma infraestrutura hídrica capaz de reduzir os efeitos causados pelos períodos de seca.

Homem morre após grave acidente entre Afogados e Carnaíba

Edvaldo Guedes, de 62 anos, faleceu na manhã desta quarta-feira (27) após um grave acidente envolvendo um carro e uma moto na PE 320, entre os municípios de Afogados da Ingazeira e Carnaíba. De acordo com as primeiras informações, Edvaldo foi socorrido em estado grave para o Hospital Regional Emília Câmara, onde recebeu atendimento na […]

Edvaldo Guedes, de 62 anos, faleceu na manhã desta quarta-feira (27) após um grave acidente envolvendo um carro e uma moto na PE 320, entre os municípios de Afogados da Ingazeira e Carnaíba.

De acordo com as primeiras informações, Edvaldo foi socorrido em estado grave para o Hospital Regional Emília Câmara, onde recebeu atendimento na sala vermelha, mas não resistiu aos ferimentos.

O acidente gerou grande comoção na região e levantou mais uma vez o debate sobre os perigos nas estradas que cortam o Sertão. As autoridades locais ainda não divulgaram detalhes sobre as circunstâncias da colisão.

A polícia investiga o caso para determinar as causas do acidente.

Coluna do Domingão

Quem é Mandetta, o ministro que peitou Bolsonaro “Quanto a eu deixar o Governo por minha vontade, tenho uma coisa que aprendi com meus mestres: médico não abandona paciente.” A frase de efeito, lançada por Luiz Henrique Mandetta, ilustra a rotina paralela que o Brasil mergulhou desde que começou a crise do coronavírus: acompanhar o duelo […]

Mandetta: de ministro da conta do DEM a pop star: essa noite, foi “garoto propaganda” do “fique em casa” na super live de Jorge & Matheus. Por Afonso Benites – El País.

Quem é Mandetta, o ministro que peitou Bolsonaro

“Quanto a eu deixar o Governo por minha vontade, tenho uma coisa que aprendi com meus mestres: médico não abandona paciente.” A frase de efeito, lançada por Luiz Henrique Mandetta, ilustra a rotina paralela que o Brasil mergulhou desde que começou a crise do coronavírus: acompanhar o duelo tático entre o ministro da Saúde e seu próprio chefe, Jair Bolsonaro, enquanto conhece o boletim sobre o avanço da pandemia no país.

Nesta semana, a declaração teve tom de desafio: apesar das divergências com o presidente, que fez questão de criticá-lo em público, Mandetta reiterava que não pretende pedir demissão. A figura do ministro tem crescido frente às pressões negacionistas de Bolsonaro a respeito da doença, quando as mortes no país já são 359, a cifra mais alta da América do Sul. “Vamos nos guiar pela ciência”, insiste em dizer este médico ortopedista de 55 anos que vem de uma extensa família de políticos e foi deputado por duas legislaturas.

“É uma luta grande em que vamos a necessitar muita paciência, muita resiliência”, relembra Mandetta, que não se rendeu aos apelos e estratagemas do Planalto para que diminuísse as aparições públicas na última semana. Paramentado com um colete do Sistema Único de Saúde (SUS), um acessório de praxe para os momentos de emergência da pasta, ele ora saca as credenciais técnicas, ora explora verve religiosa e espiritual para atrair todos os holofotes para si, parte da titânica tarefa de permanecer no cargo mesmo sem conseguir convencer ao chefe de Estado e a parte de seus 210 milhões de compatriotas de que, como orienta a Organização Mundial de Saúde, ficar em casa para reduzir ao mínimo o contato físico é a maneira mais eficaz de frear os contágios enquanto não há cura nem vacina. Atualmente, o ministro, governadores e prefeitos forjaram uma frente informal para implantar um isolamento social que tem semiparalisado o Brasil diante dos chamamentos de Bolsonaro para que os que não são idosos nem doentes crônicos saiam para trabalhar para amenizar a hecatombe econômica que se avizinha.

Mandetta, que já foi respeitado pelo presidente, agora é desprezado pelo chefe, que foi orientado a não o demitir por enquanto para não passar a imagem de total ingovernabilidade. Na última quinzena, Bolsonaro ameaçou dispensar seu ministro da Saúde em pelo menos duas ocasiões. Além das discordâncias técnicas, pesa contra ele uma certa inveja. Hoje, o trabalho de Mandetta diante da pandemia tem o dobro do apoio popular do presidente, conforme atestaram duas pesquisas de opinião recentes, do Datafolha e da XP. Ele ostenta uma aprovação de nível lulista: 76%, de acordo com o Datafolha.

O presidente não se cansa de criticar publicamente seu subordinado. A mais recente crítica foi feita na quinta-feira, em entrevista à rádio Jovem Pan. “O Mandetta quer fazer muito a vontade dele. Pode ser que ele esteja certo. Pode ser. Mas está faltando um pouco mais de humildade para ele, para conduzir o Brasil neste momento difícil que encontramos e que precisamos dele para vencer essa batalha”. Em resposta, o deputado Fábio Trad, primo do ministro, mandou um recado direto a Bolsonaro, via Twitter. “O problema, presidente, é que, se Mandetta ouvi-lo nessa questão, haverá um genocídio no país. Seja humilde o senhor em reconhecer que um médico está mais preparado para combater uma pandemia que um capitão reformado”.

Mandetta está longe de ser apenas um médico ortopedista, um técnico no ministério da Saúde. Ele é de uma família de políticos e entrou na política para defender a causa dos profissionais de saúde e dos ruralistas de seu Estado, Mato Grosso do Sul. Seu pai, Hélio, foi vice-prefeito de Campo Grande, a terra natal do ministro. Já teve um tio e primos como vereadores, prefeitos, deputados estaduais, deputados federais e senador. Foi pelas mãos de um de seus primos, o hoje senador Nelson Trad Filho (PSD-MS), que Mandetta entrou para a política partidária. Era secretário de Saúde quando Trad Filho governou Campo Grande. Por sua atuação na pasta, foi investigado por suspeita de fraude em licitação, tráfico de influência e caixa dois. A denúncia, acusação formal feita pelo Ministério Público, nunca foi apresentada. E é nisso que embasa a sua defesa.

É visto como de perfil apenas técnico quando sua performance comparado a outros ministros da tropa de choque ultradireitista de Bolsonaro, como Abraham Weintraub (Educação) ou Damares Alves (Direitos Humanos). Com Damares, inclusive, Mandetta já havia batido de frente, quando se opôs a alguns itens da campanha contra a gravidez na adolescência, baseada em abstinência sexual.

Antes de chegar ao ministério, foi gestor de uma cooperativa de médicos em Mato Grosso do Sul, Unimed, e deputado federal por dois mandatos (2011-2019). No Parlamento, fez pesado lobby contra o programa Mais Médicos, do Governo Dilma Rousseff (PT). Nesta crise, foi obrigado a lançar edital para reconvocar os médicos cubanos do programa dispensados sob Bolsonaro e corre contra o relógio para cobrir o buraco na assistência básica que deixou o desmonte do programa da era petista.

Madalena vai de Cybele

Em Arcoverde, como a prefeita Madalena Britto,  apoiará Cybele Roa, que se cacifou para encabeçar o projeto governista contra Zeca Cavalcanti. O fiel da balança no portal do Sertão é o Delegado Israel Rubis. A dúvida é saber de quem ele tira mais votos, da oposição ou dos governistas. Uma outra análise feita é de que, de terceira via, o Delega pode virar segunda ou até primeira. Será?

Engolindo o sapo

Caso seja construída a unidade entre José Patriota e Totonho Valadares, a dúvida é saber como ficam aqueles que tomaram partido antes de um desfecho. Nas redes sociais, totonhistas batiam sem dó ou piedade em Patriota, Alessandro Palmeira e no governo. Não foi diferente no sentido contrário. Caso haja alinhamento, ou engolem e se abraçam, ou partem para o plano “Z”, já que Zé Negão diz que é candidato até o fim.

Não cabem três 

O Presidente da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, Igor Mariano, é em tese, o que mais perde com o alinhamento, já que no acordo, entre Patriota e Totonho, um indicaria o nome pra cabeça e outro para vice, rifando a possibilidade de que ele seja o candidato. A Coluna perguntou como ele reage a essa possibilidade.

Com Sandrinho na cabeça,  ok

Disse Igor: “Meu nome continua a disposição do grupo para compor sendo o vice. Se a Frente Popular considerar a unidade o melhor caminho, defendo Sandrinho para encabeçar.  O trabalho que ele e José Patriota desenvolvem tem aprovação da ampla maioria da população. Cargos políticos são importantes, mas não determinantes”.

Uma medida, duas vantagens

Em Serra Talhada, Luciano Duque mantém por mais dois meses Márcia Conrado a frente da Secretaria de Saúde. Pensava antes em liberá-la para pré-campanha. Mas cá entre nós, primeiro, de fato a Secretária tem tido um protagonismo local e respeito em entidades como o CONASEMS. E, segundo, por tabela, ela pode agregar ainda mais para seu projeto político, pela visibilidade que a missão dá. É o “fator Mandetta”.

“Se abrir, a gente fecha”

O Promotor Lúcio Luiz Almeida Neto, que coordena uma Central de Monitoramento da crise gerada pela COVID-19 avisou em entrevista à Rádio Pajeú que está rigorosamente mantida a fiscalização para cumprimento do isolamento social proposto pelo Decreto do Estado. A linha que ele defende é a de que, quanto mais rápido todos aderirem à paralisação, mais rápido a economia retomará crescimento. E aos teimosos, o aviso foi claro: “quem tentar abrir, vamos fechar”.

Acha feio o que não é…

Na lista de novos filiados do MDB que divulgou no seu blog, Dinca Brandino coloca o Dr Gilson Brito, que sonhava em ter seu apoio pra executiva, como candidato a vereador. O ex-prefeito, como já se sabe, só apoia outro nome se refletido no seu espelho.

Avante!

Sob orientação de Sebastião Oliveira, Zé Pretinho e Tião Gaudêncio,  nove dos onze vereadores de Quixaba se filiaram ao AVANTE. Isso dá praticamente 82% do legislativo.  Só não se filiaram Pezão e Tatiana de Jodilma, essa que não vai à reeleição. Mais um e a lei do coronavirus barrava.

O P de quem

Em São José do Egito,  os quatro pré-candidatos se distribuem assim: Evandro Valadares no PSB,  Romério Guimarães no PP, Roseane Borja no MDB e Rona Leite, praticamente sozinho no PT.

Frase da semana: “Está faltando um pouco mais de humildade para ele (Mandetta), para conduzir o Brasil”. Do  Presidente Jair Bolsonaro sobre o Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.