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Dinca diz que ação federal foi provocada por Sebastião Dias

Por Nill Júnior

Caro Nill Júnior,

Em resposta à matéria vinculada com o título ” Justiça Federal recebe Ação de Imbrobidade contra ex prefeito Dinca”, é necessário esclarecer que todos os convênios citados na matéria foram prorrogados por mim do dia 31 de dezembro de 2012 para 31 de dezembro de 2013, devendo assim, o prefeito em exercício no ano de 2013 concluir as obras.

Os referidos convênios foram executados mais de 80% por mim e também prorrogados por mim. Ainda deixei o dinheiro nas contas dos referidos convênios para que a gestão de 2013 pudesse concluir as obras.

Infelizmente, o Prefeito Sebastião Dias não concluiu as obras dos referidos convênios e devolveu mais de R$ 2 milhões que deixei conveniados, prejudicando nossa cidade com obras paralisadas que poderiam gerar emprego e renda para nossa humilde cidade.

Inclusive, no ano de 2015, a Câmara Municipal de Vereadores de Tabira entrou com um processo de cassação de mandato do Prefeito Sebastião Dias porque devolveu esses recursos, sem concluir as obras que deixei conveniados cometendo assim, crime de Improbidade Administrativa.

É importante frisar que de fato foi feita essa denúncia pelo gestor Sebastião Dias contra mim. Porém, uma denúncia não significa dizer que eu seja culpado ou que tenha sido condenado.

Minha defesa jurídica ja foi apresentada pelos melhores advogados do Brasil com todas as provas que desmancham essa farsa jurídica com cunho político apenas para desviar a atenção da população com relação a todo o descaso e abandono que Tabira esta vivenciando desde 2013.

A população tabirense me conhece e sabe que sou filho dessa terra e possuo uma história ilibada de serviços e conquistas para todo o povo tabirense. Jamais cometi nenhuma irregularidade.

Possuo a consciência tranquila de que tudo será esclarecido juridicamente com base no Artigo 5 da Constituição Federal onde o direito de defesa precisa e deve ser garantido a qualquer cidadão.

Jose Edson Cristóvão de Carvalho – Dinca Brandino

Outras Notícias

No Ventre Imortal da Poesia, Itapetim Diverso chega a sua 7ª edição

Na noite de ontem (27/06), foi realizado a sétima edição do Itapetim Diverso. O evento aconteceu na Praça Simão Leite e integrou a programação cultural da festa do padroeiro São Pedro 2014. O homenageado desta edição do Itapetim Diverso foi o escritor e pesquisador Marcos Nunes, que aproveitou o evento para lançar a 2ª edição […]

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Na noite de ontem (27/06), foi realizado a sétima edição do Itapetim Diverso. O evento aconteceu na Praça Simão Leite e integrou a programação cultural da festa do padroeiro São Pedro 2014.

O homenageado desta edição do Itapetim Diverso foi o escritor e pesquisador Marcos Nunes, que aproveitou o evento para lançar a 2ª edição do livro “Itapetim, Ventre Imortal da Poesia”. Na ocasião, também foi lançado o livro “Cenário de Roedeira”, do poeta Zé Adalberto.

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O Itapetim Diverso ainda contou com a participação dos poetas Lima Júnior, Samuel Aragão, Genildo Santana, Alexandre Morais, Dede Monteiro, Vinicius Gregório e Jorge Amâncio, além de muito forró com Bodegas do Forró, Banda Eclipson e Vozes do Forró. O cantor sertanejo Alê Martins também participou.

O vereador Ailson Alves e as secretárias de Ação Social, Claúdia Patriota, de Educação, Edna Rangel, e de Saúde, Edilene Machado, prestigiaram o evento.

Secretário de Saúde promete acelerar Hospital do Sertão

Preocupado com o avanço da epidemia do Covid-19 no estado, o governador Paulo Câmara (PSB) decidiu acelerar a entrega do Hospital Geral do Sertão (HGR), em Serra Talhada, localizado às margens da BR-232. O anúncio foi feito pelo secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo, durante entrevista exclusiva ao Farol de Notícias.  Ele relatou que a […]

Secretário de Saúde de PE, André Longo

Preocupado com o avanço da epidemia do Covid-19 no estado, o governador Paulo Câmara (PSB) decidiu acelerar a entrega do Hospital Geral do Sertão (HGR), em Serra Talhada, localizado às margens da BR-232.

O anúncio foi feito pelo secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo, durante entrevista exclusiva ao Farol de Notícias. 

Ele relatou que a obra física ficará pronta ate o final deste mês, e que serão abertos, de imediato, leitos para os pacientes acometidos pelo Covid-19, que já matou 76 pessoas no estado até ontem (sábado). Até agora, 816 pessoas foram infectadas.

“Por determinação do governador Paulo Câmara estamos promovendo a ampliação de leitos para o enfrentamento do Covid-19 em todo o estado. O governador pediu para ter uma atenção especial com todos os municípios do Sertão do estado para a gente organizar a nossa rede de forma regional. Aí compreende a 3ª Macro Regional do Estado, cuja sede é em Serra Talhada, que tem um papel crucial para que a gente possa promover a atenção à saúde para as pessoas que venham a adoecer da Covd-19”, disse o secretário.

Ao ser provocado sobre a obra do Hospital Geral do Sertão, um investimento de mais de R$ 60 milhões, o secretário de Saúde acabou dando uma boa notícia.

“Neste momento a epidemia está muito concentrada na região metropolitana, mas é bom que a gente comece todos os preparativos pra isso. Na 3ª Macro Região o planejamento é antecipar a abertura do Hospital Geral do Sertão, em Serra Talhada, Hospital Eduardo Campos, que a gente está construindo, e a gente pediu para acelerar as obras. A ideia é que a gente possa entrega-lo até o final do mês com um conjunto de leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) e enfermaria. A ideia é que a gente possa ter 26 leitos de UTI e 32 de enfermaria. Isso ainda está dependendo da compra de alguns equipamentos, mas a obra física a gente quer deixar pronta até o final do mês”, reforçou André Longo.

Belo Jardim: MP Eleitoral pede cassação e inelegibilidade de Gilvandro Estrela e vice por abuso de poder

O Ministério Público Eleitoral (MPE) apresentou, nesta semana, as alegações finais na Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) nº 0600476-31.2024.6.17.0045, protocolada na 45ª Zona Eleitoral de Belo Jardim, no Agreste de Pernambuco. A ação, ajuizada pela coligação “Belo Jardim para Todos”, acusa o atual prefeito e candidato à reeleição, Gilvandro Estrela de Oliveira (PSD), e […]

O Ministério Público Eleitoral (MPE) apresentou, nesta semana, as alegações finais na Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) nº 0600476-31.2024.6.17.0045, protocolada na 45ª Zona Eleitoral de Belo Jardim, no Agreste de Pernambuco. A ação, ajuizada pela coligação “Belo Jardim para Todos”, acusa o atual prefeito e candidato à reeleição, Gilvandro Estrela de Oliveira (PSD), e seu vice, José Lopes Silveira, de abuso de poder político e econômico nas eleições de 2024.

Segundo o documento, os representados teriam se valido da máquina pública para obter vantagem indevida no pleito. As condutas apontadas incluem o uso promocional dos canais oficiais da prefeitura, a utilização de bens públicos — como veículos e o próprio gabinete do prefeito — em atos de campanha, além da cessão de servidores públicos durante o horário de expediente para atividades eleitorais.

O MPE afirma que a instrução processual reuniu provas, que demonstram tanto a materialidade dos fatos quanto a responsabilidade direta dos representados. Entre os elementos listados estão portarias de nomeação e concessão de férias, contratos de veículos, vídeos e imagens de campanha, comprovantes de pagamento da prefeitura e depoimentos colhidos em audiência.

Mesmo diante de tentativas de desqualificar os indícios, como explicações evasivas de testemunhas e alegações de participação “voluntária” fora do expediente, o Ministério Público entende que há uma prática sistemática e organizada de uso da estrutura pública em favor da candidatura à reeleição.

Entre os depoimentos destacados, estão:

Joedna de Souza Santos, secretária de Obras e delegada da coligação, que admitiu o uso de veículo oficial em campanha, mas tentou negar vínculo com sua pasta, o que o MPE considerou sem credibilidade.

Paulo Victor de Espíndola Fernandes, diretor de Comunicação da prefeitura, afirmou que atuou fora do expediente, mas foi contraditório ao admitir que o prefeito tinha acesso às redes sociais da campanha.

Maria Eduarda Leite Vilar, auxiliar administrativa, alegou que participou de vídeos de campanha durante o período de férias, mas não conseguiu comprovar a regularidade dessa ausência do trabalho.

Tiago Manso Holanda da Silva, servidor de apoio de pátio, negou participação em atos de campanha, o que contraria provas documentais apresentadas no processo.

Para o MPE, essas contradições apenas reforçam a gravidade dos atos ilícitos: “A tese da atuação voluntária dos servidores não se sustenta diante da sistematicidade das ações, todas ocorrendo dentro do expediente e com estrutura pública à disposição”, registra o parecer final.

Com base nos artigos 22 da Lei Complementar nº 64/90 e 73, incisos I e III, da Lei nº 9.504/97, o Ministério Público Eleitoral requer a cassação do diploma de Gilvandro Estrela e José Lopes, a declaração de inelegibilidade de ambos por oito anos, além da imposição de multa a Gilvandro Estrela. O órgão também solicita o envio de cópias dos autos ao Ministério Público com atribuição criminal para apuração de falso testemunho e possível falsidade documental nos registros de férias dos servidores.

O caso agora segue para decisão da Justiça Eleitoral, que poderá confirmar ou rejeitar os pedidos do Ministério Público com base nas provas constantes nos autos. A sentença poderá ter impacto direto na composição política do município e na elegibilidade dos atuais gestores. Leia aqui a íntegra da Manifestação do MP.

Queiroz diz que vai explicar ao MP depósitos de funcionários do gabinete em sua conta

Fabrício Queiroz, ex-assessor do deputado estadual e senador eleito pelo PSL, Flávio Bolsonaro (RJ), deu uma entrevista nesta quarta-feira (26) ao SBT. Foi a primeira vez que Queiroz falou depois que o nome dele apareceu em um relatório do Coaf sobre movimentações financeiras atípicas de funcionários e ex-funcionários da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. No caso de Fabrício Queiroz, a […]

Fabrício Queiroz, ex-assessor do deputado estadual e senador eleito pelo PSL, Flávio Bolsonaro (RJ), deu uma entrevista nesta quarta-feira (26) ao SBT. Foi a primeira vez que Queiroz falou depois que o nome dele apareceu em um relatório do Coaf sobre movimentações financeiras atípicas de funcionários e ex-funcionários da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

No caso de Fabrício Queiroz, a movimentação foi de R$ 1,2 milhão durante um ano, segundo o Coaf.

Entre as transações, estão R$ 24 mil depositados na conta de Michelle Bolsonaro, mulher de Jair Bolsonaro. O presidente eleito informou que este valor se refere ao pagamento de parte de uma dívida de R$ 40 mil que Queiroz tinha com o próprio Jair Bolsonaro. O relatório do Coaf foi elaborado para a Operação Furna da Onça, que prendeu dez deputados estaduais do Rio, no mês passado.

Na conta de Fabrício, o Coaf encontrou depósitos de funcionários do gabinete do deputado Flávio Bolsonaro e, também, de parentes de Fabrício, que trabalhavam no gabinete. Queiroz foi convocado duas vezes pelo Ministério Público para prestar depoimento, mas faltou as duas vezes, alegando problemas de saúde. Na entrevista ao SBT, Queiroz alegou que o dinheiro era fruto de negócios que fazia.

“Eu sou um cara de negócios. Eu faço dinheiro. Eu faço, assim, eu compro, revendo, compro, revendo. Compro carro, revendo carro. Eu sempre fui assim. Sempre. Eu gosto muito de comprar carro em seguradora. Na minha época, lá atrás, comprava um carrinho, mandava arrumar, vendia. Tenho segurança”, disse.

Ao SBT, o ex-assessor Fabrício de Queiroz repetiu a explicação do presidente eleito Jair Bolsonaro sobre o depósito de R$ 24 mil na conta da futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

“Nosso presidente já esclareceu. Tive um empréstimo de R$ 40 mil, passei 10 cheques de R$ 4 mil. Nunca depositei R$ 24 mil”, declarou.

Fabrício disse ao SBT que só vai explicar os depósitos de funcionários do gabinete em sua conta bancária ao Ministério Público. Essa é a principal questão que o MP quer esclarecer e que o assessor não explicou na entrevista exibida nesta quarta-feira. Mas negou que ele e os funcionários repassassem parte de seus salários ao deputado Flávio Bolsonaro.

“No nosso gabinete, a palavra lá é: não se fala em dinheiro, não se dá dinheiro. Toda hora bate alguém no gabinete pedindo R$ 10, R$ 20, pedindo pra remédio. É proibido falar em dinheiro no gabinete, nunca, nunca. Isso é uma covardia rotular o que está acontecendo comigo ao deputado Flávio Bolsonaro. Eu não sou laranja. Sou homem trabalhador, tenho uma despesa imensa por mês”, afirmou.

Na entrevista ao SBT, Fabrício negou que Flávio Bolsonaro tenha alguma coisa a ver com a sua movimentação bancária.

“Eu me abati muito, minha calça está caindo, porque numa noite aí, eu falei caramba, acabou minha vida, eu era amigo do cara, o que ele está passando na rua. Entendeu? Achando que eu tenho negociata com ele. Pelo amor de Deus, isso não existe, eu vou provar junto ao MP”, disse.

Na entrevista ao SBT, Fabrício de Queiroz falou ainda sobre os problemas de saúde que, segundo ele, o impediram de prestar depoimento no Ministério Público.

Ele disse que tem uma cirurgia marcada para fazer no ombro, mencionou um problema na urina e uma tosse forte, e afirmou que descobriu um câncer no intestino.

Segundo Fabrício de Queiroz, o médico disse que o tumor é maligno e que ele precisa ser operado o mais rapidamente possível.

“Quem é essa porcaria chamada Greenpeace?”, diz Bolsonaro

Ao transferir conselho do Ministério do Meio Ambiente para Vice-Presidência, presidente foi criticado pela organização SBT Brasil O presidente Jair Bolsonaro chamou de “lixo” a organização Greenpeace, que desenvolve ações de proteção ambiental, nesta quinta-feira (13). A declaração é em reação às críticas da ONG sobre a reformulação do Conselho Nacional da Amazônia Legal. “Quem […]

Foto: Alan Santos/PR

Ao transferir conselho do Ministério do Meio Ambiente para Vice-Presidência, presidente foi criticado pela organização

SBT Brasil

O presidente Jair Bolsonaro chamou de “lixo” a organização Greenpeace, que desenvolve ações de proteção ambiental, nesta quinta-feira (13). A declaração é em reação às críticas da ONG sobre a reformulação do Conselho Nacional da Amazônia Legal.

“Quem é Greenpeace? Quem é essa porcaria chamada Greenpeace? Isso é um lixo! Isso é um lixo”, afirmou ao deixar o Palácio da Alvorada.

Em nota, a organização não governamental destacou que a o conselho será formado exclusivamente pelo governo federal, sem participação dos governadores dos estados da Amazônia.

Mudança

Em cerimônia no Palácio do Planalto, na última terça-feira (11), Bolsonaro transferiu a coordenação do Conselho Nacional da Amazônia Legal do Ministério do Ambiente para o Vice-Presidente Hamilton Mourão.

Desde 1995, o conselho era formado por representantes dos estados Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Mato Grosso e Maranhão.