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Dilma promete pagar R$ 1,5 bi de custeio das prefeituras

Por Nill Júnior

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do JC Online

A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta segunda-feira (08), que ainda este mês o governo pagará a segunda parte da verba destinada para custeio das prefeituras. “Pagamos R$ 1,5 bilhão no ano passado e agora eu determinei que a Fazenda depositasse o outro R$ 1,5 bilhão hoje e, portanto, estará disponível nas contas das prefeituras até amanhã”, afirmou, durante cerimônia de entrega de máquinas a prefeitos de Minas Gerais, na cidade de Contagem. “Tenho certeza que isso vai ser uma contribuição para que os municípios possam custear os serviços que têm de entregar às suas populações”, disse Dilma.

A presidente ressaltou ainda que, até o fim do mês, 100% da demanda de médicos pelo programa Mais Médicos deverá ser atendida. “Até o final de abril, portanto 8 meses depois que lançamos o programa, nós vamos atender 100% do Mais Médicos”, disse. Ela destacou que no Estado de Minas Gerais houve uma solicitação de 1.382 médicos. “Esta demanda vem sendo atendida. Até o final do mês, os 1.382 médicos estarão aqui nos 548 municípios”, afirmou.

Com isso, de acordo com a presidente, será possível cobrir 4,8 milhões de mineiros com assistência médica. “Oitenta por cento dos problemas de saúde da população são possíveis de se resolver num posto médico. Isso significa que nós, ao trazermos os 1.382 médicos para Minas Gerais, estaremos cumprindo o nosso compromisso”, afirmou Dilma.

Outras Notícias

Sessão na Câmara de Arcoverde descamba para o caos e expõe condução controversa da Presidência, reclamam governistas

Uma versão corrente sobre a sessão da Câmara Municipal de Arcoverde, que já nascera esvaziada de sentido jurídico, é a de que ela acabou se transformando em um espetáculo de descontrole e, principalmente, em um retrato incômodo da fragilidade na condução dos trabalhos por parte da presidência da Casa. O ponto central era simples: governistas […]

Uma versão corrente sobre a sessão da Câmara Municipal de Arcoverde, que já nascera esvaziada de sentido jurídico, é a de que ela acabou se transformando em um espetáculo de descontrole e, principalmente, em um retrato incômodo da fragilidade na condução dos trabalhos por parte da presidência da Casa.

O ponto central era simples: governistas dizem que com a renúncia do ex-vereador Claudelino Costa, qualquer processo de cassação estava automaticamente esvaziado. Ainda assim, reclamam, o tema foi mantido em pauta, abrindo margem para um debate que rapidamente saiu do campo institucional e mergulhou em ataques pessoais.

O momento mais crítico veio quando o advogado Eldy Magalhães utilizou a tribuna para ir além da discussão técnica e partir para declarações direcionadas à vereadora Célia Galindo. “Ausente no plenário, ela se tornou alvo fácil de críticas consideradas desrespeitosas, em um episódio que, para muitos presentes, ultrapassou os limites do debate democrático e resvalou em ataques de cunho pessoal”, dfendem governistas.

O ponto mais delicado, e que mais repercute, não foi apenas o teor das falas, mas a forma como elas foram permitidas. O presidente da Câmara, Luciano Pacheco, assistiu ao avanço do discurso sem uma intervenção firme no momento em que o debate claramente se deteriorava. A ausência de contenção imediata acabou sendo interpretada por críticos como permissividade ou, no mínimo, complacência diante de um uso indevido da tribuna.

A reação no plenário foi inevitável. O ex-vice-prefeito Israel Rubis questionou duramente a condução da sessão, enquanto a própria Célia Galindo, participando por telefone com apoio do vereador João Taxista, rebateu as declarações e classificou o episódio como desrespeitoso. O clima saiu do controle, e o que se viu foi uma sequência de interrupções, acusações e perda completa da ordem.

Nos bastidores, a leitura é ainda mais dura. Parlamentares avaliam que a sessão não apenas foi mal conduzida, como também acabou servindo a interesses que pouco tinham a ver com o tema formal da pauta. Há quem sustente que o ambiente de tumulto favoreceu o esvaziamento de discussões sensíveis dentro da Casa, inclusive aquelas que poderiam atingir a própria presidência.

O desfecho reforçou essa percepção. Ao encerrar a sessão de forma abrupta, sem votação e já em meio ao caos, Luciano Pacheco evitou um colapso ainda maior, mas também deixou no ar a sensação de que faltou controle no momento em que ele era mais necessário e, para críticos, sobrou conveniência no momento de interromper os trabalhos. E ganhou tempo na estratégia de vitimização.

No fim, o saldo é claro: uma sessão que não deliberou, um debate que não avançou e um plenário que deixou de cumprir seu papel institucional para se transformar em arena de confronto. E mais do que isso, um episódio que levanta questionamentos sérios sobre os limites da tribuna, o respeito entre os atores políticos e, sobretudo, a responsabilidade de quem tem a função de manter a ordem.

Enquanto isso, permanece o fato essencial que acabou soterrado pelo barulho: Claudelino Costa já não era mais vereador. E, ainda assim, o que se viu foi uma Câmara consumindo energia em um conflito estéril, amplificado por falas inadequadas e por uma condução que, no mínimo, falhou em impedir que o plenário cruzasse a linha do aceitável.

A expectativa agora é que a Câmara se pronuncie oficialmente. Mas, mais do que uma nota, o episódio cobra uma resposta prática: como evitar que o espaço democrático volte a ser usado dessa forma e quem, de fato, será responsabilizado pelo que aconteceu.

Sertanejo de Flores, Lázaro Medeiros assume interinamente Ministério da Pesca e Aquicultura

Do Blog Júnior Campos O Diário Oficial da União publicou, na edição extra do dia 17 de abril de 2026, o decreto que designa Lázaro Medeiros Viana da Costa como substituto do Ministro de Estado da Pesca e Aquicultura. A nomeação é válida no período de 19 a 23 de abril de 2026. O ato […]

Do Blog Júnior Campos

O Diário Oficial da União publicou, na edição extra do dia 17 de abril de 2026, o decreto que designa Lázaro Medeiros Viana da Costa como substituto do Ministro de Estado da Pesca e Aquicultura. A nomeação é válida no período de 19 a 23 de abril de 2026.

O ato foi assinado pelo vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, no exercício da Presidência, com base nas atribuições previstas no artigo 84 da Constituição Federal.

Natural de Flores, no Sertão do Pajeú, Lázaro Medeiros construiu uma trajetória consolidada na gestão pública. Ao longo da carreira, acumulou passagens por órgãos importantes como o DETRAN-PE, onde atuou como Coordenador de Articulação Municipal, além da EMPETUR, da Embratur e do Ministério do Turismo.

No cenário político-administrativo, também teve atuação junto à vice-presidência da Câmara Federal, trabalhando ao lado de André de Paula, hoje Ministro de Agricultura, com quem mantém uma relação profissional e política até os dias atuais.

Lázaro trilhou um caminho de crescimento dentro da pasta. Iniciou como assessor de assuntos parlamentares e federativos (ASPAR), passou a assessor especial do ministro e, mais recentemente, ocupava a função de assessor do secretário-executivo.

A designação para assumir interinamente o comando do ministério reforça o reconhecimento à sua experiência e capacidade técnica, além de destacar o potencial profissional de Flores e de toda a região do Sertão do Pajeú no cenário nacional.

Rejeição a Trump é de 62% em meio a guerra no Irã e crise com o Vaticano, diz pesquisa

A taxa de aprovação do presidente Donald Trump manteve-se no nível mais baixo de seu mandato nos últimos dias, revelou um levantamento da Reuters/Ipsos, realizado em meio à guerra com o Irã e a uma disputa com o Papa Leão. A pesquisa de opinião pública de seis dias, concluída na segunda-feira (20), mostrou que 36% […]

A taxa de aprovação do presidente Donald Trump manteve-se no nível mais baixo de seu mandato nos últimos dias, revelou um levantamento da Reuters/Ipsos, realizado em meio à guerra com o Irã e a uma disputa com o Papa Leão.

A pesquisa de opinião pública de seis dias, concluída na segunda-feira (20), mostrou que 36% dos americanos aprovam o desempenho de Trump no cargo, valor inalterado em relação ao mês anterior.

Trump deteve sua maior taxa de aprovação no atual mandato, 47%, logo após sua posse em 20 de janeiro de 2025.

O presidente americano tem estado sob pressão desde que seu governo e Israel lançaram uma guerra contra o Irã em fevereiro, o que elevou drasticamente os preços da gasolina.

Raquel Lyra empossa coronel Eduardo Araripe como novo comandante-geral do Corpo de Bombeiros

A governadora Raquel Lyra liderou, na tarde desta segunda-feira (20), a cerimônia de passagem de comando do Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco (CBMPE). Após quase dois anos à frente da Corporação, o coronel Francisco de Assis Cantarelli Alves transmitiu o cargo ao coronel Eduardo Araripe Pacheco de Souza em solenidade realizada no Quartel do […]

A governadora Raquel Lyra liderou, na tarde desta segunda-feira (20), a cerimônia de passagem de comando do Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco (CBMPE). Após quase dois anos à frente da Corporação, o coronel Francisco de Assis Cantarelli Alves transmitiu o cargo ao coronel Eduardo Araripe Pacheco de Souza em solenidade realizada no Quartel do Comando-Geral, na área central do Recife. A vice-governadora Priscila Krause também participou do evento.

“Hoje nós damos as boas-vindas ao novo comandante do Corpo de Bombeiros Militar, o coronel Eduardo Araripe, que, pela sua trajetória, pelo seu currículo e pela sua capacidade de entrega, já demonstrou que está à altura do desafio. Ao mesmo tempo, o coronel Cantarelli deixa o comando tendo dado sua contribuição para que pudéssemos garantir o maior investimento da história no Corpo de Bombeiros do nosso Estado, assim como estamos fazendo com toda a segurança pública”, destacou a governadora Raquel Lyra.

A transição no comando reforça a continuidade das ações estratégicas e marca um novo momento institucional para o Corpo de Bombeiros, reafirmando o compromisso da corporação com a segurança e o bem-estar da população.

O secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho, agradeceu a atuação do coronel Cantarelli e saudou o novo comandante. “Agradeço ao coronel Francisco Cantarelli. Nós conhecemos as boas pessoas e forjamos as amizades nas dificuldades, e o senhor tem todo o meu respeito e consideração. Coronel Araripe, tenho a mais absoluta certeza de que o senhor está à altura de comandar o Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco”, disse. Na ocasião, Carvalho também destacou os investimentos que foram realizados no Corpo de Bombeiros desde que Cantarelli assumiu o comando da Corporação: mais de R$ 300 milhões para a aquisição de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), viaturas, requalificação de imóveis e outras ações.

“Estou muito feliz e grato, pois tive a oportunidade de ver de perto o maior investimento da história do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Pernambuco. Neste trabalho, aprendi a lidar com situações extremas, a ter empatia e respeito pelo próximo, especialmente em momentos de dor e desespero”, afirmou o coronel Francisco Cantarelli.

Novo comandante-geral dos Bombeiros de Pernambuco, o coronel Eduardo Araripe Pacheco de Souza tem uma trajetória consolidada na Corporação, com passagens pela Diretoria de Gestão de Pessoas (DGP), pela Chefia do Gabinete do Comando, pelo comando da Academia Bombeiro Militar dos Guararapes (ABMG) e do Grupamento de Bombeiros de Atendimento Pré-Hospitalar (GBAPH). “Maior do que o desafio do cargo é o nosso desejo de continuar conduzindo a Corporação no patamar que ela merece, sendo referência regional e nacional na proteção, na prevenção e no socorro ao nosso povo”, afirmou.

VIDEOMONITORAMENTO – Ainda no Quartel do Comando-Geral, a governadora visitou a Sala de Monitoramento Estratégico do Corpo de Bombeiros. O espaço é uma sala de comando e controle operacional equipada com tecnologia que permite o monitoramento em tempo real de ocorrências de maior complexidade. A estrutura possibilita a transmissão de imagens ao vivo, ampliando a capacidade de análise e tomada de decisão estratégica por parte das equipes.

Utilizada principalmente em grandes operações e situações críticas, a sala garante mais agilidade, precisão e integração no envio de recursos, representando um avanço significativo na gestão das ações do Corpo de Bombeiros. Durante o Carnaval de 2026, as operações e o monitoramento foram realizados a partir desse equipamento. A chefe do Executivo estadual anunciou que unidades semelhantes deverão ser instaladas em Petrolina e Caruaru.

Também estiveram presentes na cerimônia o comandante-geral da Polícia Militar de Pernambuco, coronel Ivanildo Torres; o delegado-geral da Polícia Civil, Felipe Monteiro; a secretária de Administração, Ana Maraíza; o defensor público-geral de Pernambuco, Henrique Seixas, e o procurador-geral do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), José Paulo Xavier.

Em PE, Lula tem 51,4% e Flávio Bolsonaro, 21,6%, diz Opinião

Em Pernambuco, o presidente Lula (PT) tem mais que o dobro das intenções de voto em relação ao senador e principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL). De acordo com o levantamento do instituto Opinião para o Blog do Magno, se as eleições fossem hoje, o petista teria 51,4% dos votos no Estado, enquanto o filho do […]

Em Pernambuco, o presidente Lula (PT) tem mais que o dobro das intenções de voto em relação ao senador e principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL).

De acordo com o levantamento do instituto Opinião para o Blog do Magno, se as eleições fossem hoje, o petista teria 51,4% dos votos no Estado, enquanto o filho do ex-presidente Bolsonaro aparece com apenas 21,6%. Os demais pré-candidatos não chegam ao percentual mínimo de 1%, como é o caso de Ronaldo Caiado (PSD), que tem 0,8%.

Caiado aparece empatado com Samara Martins, da UP (Unidade Popular), que vem logo em seguida, com 0,7%. São citados ainda Renan Santos (Missão), com 0,6%, Augusto Cury (Avante), com 0,5%, Romeu Zema (Novo), com 0,5% e Aldo Rebelo (PCdoB), com O,2%, mesmo percentual de Rui Costa Pimenta (PCO). Por último, Cabo Daciolo (PMN), com 0,1%.

Brancos e nulos somam 11,1% e indecisos 12,3%. Na espontânea, modelo pelo qual o eleitor é forçado a lembrar o seu postulante preferido, sem acesso a relação com todos os nomes, Lula desponta com 40,5% das intenções de voto e Flávio 12,6%. Os demais nomes se situam na faixa de 0,2% ou até mesmo abaixo.

No quesito rejeição, Flávio Bolsonaro lidera. Entre os eleitores entrevistados, 44,9% disseram que não votariam nele de jeito nenhum. Já Lula tem 24,6% dos eleitores que afirmaram não votar nele de jeito nenhum.

O levantamento foi a campo entre os dias 14 a 17 de abril, sendo aplicados dois mil questionários em 80 municípios. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro de 2.2 pontos percentuais para mais ou para menos. A modalidade da pesquisa envolveu a técnica de survey, que consiste na aplicação de questionários de forma presencial. A pesquisa foi registrada na justiça eleitoral com o protocolo de número BR-09446-2026.