Notícias

Desmatamento da caatinga segue impune

Por Nill Júnior

A caminho de São José do Egito, na sexta-feira, dia 17, um Internauta Repórter fotografou um exemplo da devastação da nossa caatinga.

Um caminhão carregado de toras de angico e juazeiro cruzava a rodovia, impunemente.

O bioma já está muito devastado. Lá em 2015, a denúncia era de que semanalmente, trafegavam pelas vias da região do Pajeú 150 caminhões de lenha nativa da caatinga, frutos do desmatamento ilegal.

Daquele ano até hoje, o Governo de Pernambuco, Ibama e prefeituras da região estão cientes do fato e nada fazem para contê-lo.

Há anos tem se mapeado rotas de circulação dos desmatadores na região do Pajeú.

O Grupo Fé e Política, ligado à Diocese de Afogados da Ingazeira recebeu denúncias de que pessoas que possuem o Plano de Manejo estariam vendendo ilegalmente o Documento de Origem Florestal (DOF), permitindo o desmatamento por pessoas não-autorizadas. E nada acontece.

Outras Notícias

Carnaval: PM terá operações especiais em Triunfo, Afogados e Tabira

A Operação Lei Seca voltará a Afogados da Ingazeira no carnaval. A informação foi confirmada hoje pelo Capitão Costa Brito, coordenador da operação no Sertão,  participando do Programa Manhã Total, da Rádio  Pajeú. “Em Afogados da Ingazeira a partir destra quarta-feira, estaremos visitando e fazendo conscientização. A partir da sexta-feira, começa a operação, funcionando até […]

A Operação Lei Seca voltará a Afogados da Ingazeira no carnaval.

A informação foi confirmada hoje pelo Capitão Costa Brito, coordenador da operação no Sertão,  participando do Programa Manhã Total, da Rádio  Pajeú.

“Em Afogados da Ingazeira a partir destra quarta-feira, estaremos visitando e fazendo conscientização. A partir da sexta-feira, começa a operação, funcionando até o fim do carnaval em locais itinerantes, para dificultar a fuga da operação”. Ele esteve ao lado de Yrla Caetano,. da X Geres, que também defendeu a ação.

Quem for flagrado com 0 a 4 miligramas por litro de sangue, a lei tolera. De 5 a 33 miligramas, é configurada como infração de trânsito, com pena de  recolhimento da documentação e apresentação de novo motorista. A partir daí é crime, com flagrante.

Segundo Costa, a PM em todos os pólos, com prioridade no médio da região a Afogados e Tabira. No baixo Pajeú, o foco priorizado será Triunfo.  “Em Triunfo, o 14º BPM juntamente com a Policia Civil e a Polícia Rodoviária Federal  fará um trabalho forte no carnaval. Nós cederemos material”. Segundo ele, o objetivo é prevenir esses acidentes e evitar que aconteçam. O caráter não é punitivo.

Emissoras de rádio AM não sabem quando vão conseguir migrar para FM

Da Folha Celebrada no final de 2013 após assinatura de decreto de Dilma Rousseff, a migração das rádios AM para a faixa FM emperrou em meio a incertezas e trocas de comandos do Ministério das Comunicações, além da crise que atinge as emissoras. O governo federal planejava iniciar em novembro a migração das estações, mas […]

15283119

Da Folha

Celebrada no final de 2013 após assinatura de decreto de Dilma Rousseff, a migração das rádios AM para a faixa FM emperrou em meio a incertezas e trocas de comandos do Ministério das Comunicações, além da crise que atinge as emissoras.

O governo federal planejava iniciar em novembro a migração das estações, mas nem sequer definiu o valor que cada emissora terá de desembolsar, referente à nova outorga para a transmissão.

O processo de migração pretende resgatar emissoras do AM para o FM, cuja qualidade de transmissão é superior, sem ruídos e interferências, além da possibilidade de captar o sinal em smartphones e tablets, algo impossível para as AM.

Para isso, cada emissora terá de pagar um valor ao governo federal, já que a outorga do FM é mais cara do que a do AM, além de reestruturar equipamentos e antenas.

A migração não é obrigatória, mas, das 1.781 emissoras AM no país, mais de 1.300 querem a mudança.

“O rádio AM vai morrer, é uma tendência para o mundo todo”, diz Luis Roberto Antonik, diretor-geral da Abert (associação que reúne emissoras de rádio e TV).

Para comportar as novas rádios no sistema FM, a Anatel pretende estender o dial do FM, que vai de 87,9 MHz a 107,9 MHz. O plano é utilizar a faixa que vai de 76 MHz a 87,9 MHz, atualmente utilizada pela TV analógica e que será desativada até 2018.

Há um mês, o Ministério das Comunicações-à época comandado por Ricardo Berzoini, que deixou o cargo no dia 2 de outubro- informou que apenas 39 emissoras estão aptas para a mudança, com documentação em dia.

As mudanças no ministério, diz a Abert, têm atrapalhado o processo. Segundo Antonik, as emissoras, sobretudo as pequenas, que representam 98% do setor, estão apreensivas por causa da indefinição do processo. “Muitas se anteciparam e compraram equipamentos, mas esbarram na burocracia”, diz.

Devido à demora do ministério, a Abert criou uma tabela de referências dos valores de outorga, que leva em consideração o porte e o Estado das emissoras, e a enviou como sugestão ao governo.

Por esse cálculo, as emissoras menores e menos potentes, em Estados do Nordeste, teriam de pagar cerca de R$ 10 mil; grandes emissoras de São Paulo podem desembolsar até R$ 2,5 milhões. Procurado, o Ministério das Comunicações não respondeu aos questionamentos da reportagem.

Márcia Conrado prestigia abertura da 23ª Fenearte

A presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), a prefeita de Serra Talhada Márcia Conrado, participou na última quarta-feira (05) da abertura da 23ª Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte). Ao lado da governadora Raquel Lyra, da vice-governadora Priscila Krause, de prefeitos e prefeitas pernambucanas, a gestora percorreu os corredores da maior feira de […]

A presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), a prefeita de Serra Talhada Márcia Conrado, participou na última quarta-feira (05) da abertura da 23ª Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte).

Ao lado da governadora Raquel Lyra, da vice-governadora Priscila Krause, de prefeitos e prefeitas pernambucanas, a gestora percorreu os corredores da maior feira de artesanato da América Latina. A 23ª Fenearte acontece no Centro de Convenções de Pernambuco até o próximo dia 16 de julho.

A feira tem números expressivos: são mais de 5 mil expositores, entre artesãos de Pernambuco, de todo o Brasil e de diversos países, com a expectativa de público de 300 mil pessoas. São mais de 30 setores. O maior espaço é dedicado aos artesãos pernambucanos, com 305 estandes. Outros 68 expositores do Estado vão ocupar o estande do Sebrae-PE. Conta ainda com estandes de oito etnias indígenas, 73 municípios pernambucanos, 40 associações, todos os estados brasileiros e 27 países.

Em derrota para o governo, Senado segue a Câmara e derruba decreto de Lula sobre alta do IOF

Equipe econômica vai ter que buscar alternativas para compensar uma perda de arrecadação estimada em R$ 10 bilhões neste ano. Por Vinícius Cassela, Sara Curcino, g1 e TV Globo — Brasília O Senado aprovou nesta quarta-feira (25) a derrubada de três decretos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que aumentavam o Imposto sobre […]

Equipe econômica vai ter que buscar alternativas para compensar uma perda de arrecadação estimada em R$ 10 bilhões neste ano.

Por Vinícius Cassela, Sara Curcino, g1 e TV Globo — Brasília

O Senado aprovou nesta quarta-feira (25) a derrubada de três decretos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que aumentavam o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), confirmando a decisão tomada mais cedo pela Câmara dos Deputados.

A medida impõe uma derrota expressiva ao governo e obriga a equipe econômica a buscar alternativas para compensar uma perda de arrecadação estimada em R$ 10 bilhões neste ano.

Com a rejeição dos decretos, o Congresso impõe, pela primeira vez, a revogação de um aumento de imposto feito por meio de decreto presidencial. Segundo o Ministério da Fazenda, sem o IOF mais alto, será necessário ampliar o bloqueio de gastos no Orçamento de 2025 para evitar o descumprimento da meta fiscal.

A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, havia alertado que a derrubada da medida exigirá novos cortes de despesas. “Prejudicando programas sociais e investimentos importantes para o país, afetando inclusive a execução das emendas parlamentares”, afirmou.

Já o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que não quer polemizar o tema.

“Esse decreto começou mal, o governo editou um decreto que rapidamente foi rechaçado pela sociedade brasileira. E reconheço, que muita vezes sem entender o que é o IOF, muitos daqueles foram colocados contrários ao que nele estava escrito. Durante o debate do decreto, da medida provisória, tivemos vários debates apra tentar conciliar os interesses do governo com o da sociedade”, afirmou.

“Sabemos que é sim uma derrota para o govenro, mas foi construída por várias mãos”, completou.

Descontentamento no Congresso

A proposta enfrentou forte resistência no Legislativo, mesmo com o governo tendo recuado parcialmente em alguns pontos. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), incluiu o projeto na pauta da noite de terça-feira (24) e acelerou a votação. O relator escolhido foi o deputado Coronel Chrisóstomo (PL-RO), da oposição.

O texto foi aprovado na Câmara por 383 votos a 98 e, horas depois, confirmado pelo Senado. Parlamentares apontam que a decisão reflete o descontentamento com aumentos de tributos e com a demora na liberação de emendas parlamentares, além de críticas à condução da política econômica de Fernando Haddad.

Impacto fiscal

De acordo com a equipe econômica, a elevação do IOF era uma das principais apostas para fechar as contas públicas e perseguir a meta de déficit zero. Sem os decretos, a estimativa de arrecadação cai em R$ 10 bilhões, o que deve exigir novos bloqueios de gastos.

“O governo informou que, sem o aumento do IOF, o bloqueio no orçamento, de R$ 31,3 bilhões — o maior dos últimos cinco anos — teria de ser ainda maior”, afirmou a Fazenda. A alternativa seria aprovar aumento de outros tributos, mas o Congresso tem se mostrado resistente a essas propostas.

Arquiteta informa que interdição em cruzamento na Avenida Rio Branco é temporária

Por André Luis Nesta segunda-feira (02), condutores de veículos em Afogados da Ingazeira foram surpreendidos com a interdição do cruzamento usado como retorno na Avenida Rio Branco, próximo ao bar de Naldinho. Quem é acostumado a usar o local para cruzar a avenida, ficou assustado ao ver uma intervenção da Prefeitura que dava a entender […]

Por André Luis

Nesta segunda-feira (02), condutores de veículos em Afogados da Ingazeira foram surpreendidos com a interdição do cruzamento usado como retorno na Avenida Rio Branco, próximo ao bar de Naldinho.

Quem é acostumado a usar o local para cruzar a avenida, ficou assustado ao ver uma intervenção da Prefeitura que dava a entender que o cruzamento seria extinto, o que causou muito burburinho e reclamações por parte dos condutores.

Falando ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú FM, a arquiteta da Prefeitura, Marília Acioly, esclareceu que a obra faz parte do projeto de requalificação da Avenida Rio Branco e que estava no planejamento.

Segundo Marília, no local está sedo construída uma passagem elevada, que vai ligar os dois lados das calçadas, dando mais segurança aos pedestres que precisam atravessar o cruzamento.

Ainda segundo a arquiteta, a passarela será construída com piso intertravado de 10cm de espessura, o que permite o tráfego de veículos, inclusive de caminhões, o que não acontece nas outras passagens ao longo da avenida, que são inclusive interditadas com correntes. O prazo para o fim da obra segundo ela é para a próxima quarta-feira (4).