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Deputado do PSDB quer proibir doação para condenados do mensalão

Por Nill Júnior

Do Uol

O deputado federal João Campos (PSDB-GO) apresentou à Câmara dos Deputados na quarta-feira (12) um projeto de lei que proíbe que pagamentos de multas por condenação judicial seja paga por terceiros.

O tucano apresentou a proposta após a criação de sites para arrecadar doações para os petistas José Genoino, Delúbio Soares e José Dirceu, condenados no julgamento do mensalão. As “vaquinhas” são destinadas ao pagamento de multas aplicadas pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

deputado-João-CamposO texto propõe a alteração dos artigos do Código Penal e determina que a multa seja paga com recursos próprios do condenado, que ainda terá de provar a origem desse dinheiro.

“A criação de sites me inquietou, mas o projeto é para servir para outros condenados também”, disse Campos ao defender o projeto. “A pena é para o condenado e a multa deve ser paga por ele.”

O primeiro petista a arrecadar fundos por site foi ex-presidente do PT José Genoino, que pagou uma multa de R$ 667.513,92, sua campanha arrecadou R$ 30 mil a mais que o valor determinado pelo STF.

O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, que foi multado em R$ 466.888,90, arrecadou mais de R$ 1 milhão com o site. O excedente deve ser doado a Dirceu, que precisa pagar R$ 971.128,92. O ex-ministro já conseguiu quase R$ 60 mil no primeiro dia de lançamento do site na quarta-feira (12).

O Ministério Público Federal recebeu uma representação do PSDB pedindo investigação das doações recebidas pelos petistas para pagar as multas. Segundo a assessoria da Procuradoria, o texto ainda está em análise e se for investigado será feita na 1ª instância do órgão.

Outras Notícias

Dom Limacêdo alerta para risco de desmonte de direitos e critica Flávio. “Se o outro era ruim, esse será pior”

O bispo diocesano de Afogados da Ingazeira, Dom Limacêdo Antônio da Silva, fez uma série de críticas ao cenário político nacional durante homilia celebrada nesse domingo (11), na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios. Ao abordar o segundo turno da eleição presidencial, ele afirmou que a disputa envolve mais do que os dois candidatos […]

O bispo diocesano de Afogados da Ingazeira, Dom Limacêdo Antônio da Silva, fez uma série de críticas ao cenário político nacional durante homilia celebrada nesse domingo (11), na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios. Ao abordar o segundo turno da eleição presidencial, ele afirmou que a disputa envolve mais do que os dois candidatos e alertou para riscos envolvendo direitos sociais, democracia, soberania nacional e a futura composição do Congresso.

Ao longo da homilia, Dom Limacêdo relacionou suas preocupações ao modelo de sociedade que, segundo ele, estará em discussão no segundo turno. Embora nem sempre tenha citado nominalmente os candidatos nos trechos da celebração, fez referências a posições associadas ao campo bolsonarista e demonstrou preocupação com uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro.

“O que está em jogo não são duas pessoas que estão disputando o segundo turno. É um modelo de sociedade, atenção. É muito mais amplo do que duas pessoas, minha gente, ou do que dois ou três partidos. É o nosso futuro”, afirmou.

O bispo também disse enxergar risco de retrocessos democráticos. “Corremos o risco de enfrentar uma ditadura. Digo sem medo de dizer isso. Tenho responsabilidade em dizer isso”, declarou.

Dom Limacêdo afirmou que considera sua manifestação parte de sua responsabilidade pastoral e pediu que os fiéis analisassem o momento eleitoral “sem paixão, com raciocínio”.

Em outro trecho, o bispo questionou propostas de mudança na Constituição e demonstrou preocupação com a composição do próximo Congresso Nacional. Foi nesse momento que fez uma das declarações mais fortes da homilia.

“Mas qual é o problema da nossa Constituição atual que precisa ser mudada? Eis um perigo do fascismo chegar pelo Poder Legislativo. O Brasil já teve o golpe militar, pelos militares, mas poderá ter também uma ditadura querida, aplaudida e permitida pelo Legislativo dessa nação. Olhemos a formação do nosso futuro Congresso. É de preocupar, minha gente. Se o outro era ruim, esse parece que será pior”, disse.

Na sequência, voltou a defender que o voto seja analisado para além dos nomes que disputam a Presidência.

“Não vamos votar somente em uma pessoa. É no projeto de sociedade. Nós recebemos o Brasil como está hoje, os acertos e os erros. E o que é que vamos deixar com o nosso voto para aqueles que virão depois de nós?”, questionou.

Soberania e políticas públicas

Outro ponto abordado foi a relação do Brasil com os Estados Unidos. Dom Limacêdo criticou brasileiros que, segundo ele, estariam dispostos a subordinar interesses nacionais ao governo norte-americano.

“Incrivelmente, algumas pessoas do nosso país querem nos entregar aos Estados Unidos. Imagine, somos uma democracia adulta, minha gente. Não é perfeita, porque nenhuma é, mas temos todos os elementos necessários para sermos aquilo que somos”, afirmou.

Ele também criticou manifestações de reverência à bandeira norte-americana em detrimento dos símbolos brasileiros e questionou o uso do discurso patriótico nessas circunstâncias.

“Fico triste quando alguém, ao invés de respeitar a bandeira do Brasil, se curva, homenageia a bandeira dos Estados Unidos. Você é patriota fazendo isso? Está muito longe de ser patriota”, declarou.

A partir desse ponto, o bispo relacionou sua fala à preservação de políticas públicas e citou, entre outras medidas, as cotas e a ampliação do acesso ao ensino superior.

“Quantos de nós estudamos apoiados pelo governo do nosso país com as políticas públicas, as cotas? Quantos negros chegaram à universidade? Quantos são doutores, mestres na nossa região? Quantas pessoas tiveram acesso à universidade?”, perguntou.

Dom Limacêdo disse temer que conquistas desse tipo possam ser interrompidas. “Minha gente, vamos jogar tudo isso fora? Porque é possível que tudo isso pare, que tudo isso deixe de existir”, afirmou.

Em outro momento, disse que o país avançou em diferentes áreas e pediu atenção para evitar retrocessos. “Quanta coisa o nosso país, nós avançamos. Não podemos retroceder, minha gente. Vamos ser responsáveis, conversar com nossa família e ver quem, historicamente, quer bem à nação brasileira”, disse.

Mulheres e feminicídio

A situação das mulheres também entrou na homilia. Sem citar nomes, Dom Limacêdo criticou discursos que, na avaliação dele, naturalizam relações de submissão e questionam a existência do feminicídio.

“Vamos respeitar a nossa mãe, nossa irmã, a esposa, dialogar. O casamento é um diálogo permanente, é uma aliança, é um pacto. Pacto não para machucar, para mandar, para pisar, mas para servir, estar atento, dialogar, aprender junto, trabalhar junto, discernir junto”, afirmou.

O bispo também reagiu a declarações públicas que negam a existência do feminicídio. A fala ocorre em meio à repercussão das posições da deputada estadual eleita por São Paulo Eduarda Campopiano (PL), que questionou a tipificação desse tipo de crime.

“Como é que em nosso país alguém tem a coragem de dizer que não existe feminicídio na nação? Bastaria olhar para a nossa região do Pajeú. Aqui e acolá, um homem está no direito de matar a sua esposa e ainda diz que matou por amor? Não. Chegamos então à loucura. Quem ama não mata”, afirmou Dom Limacêdo.

Armas e formação das crianças

A presença de armas no cotidiano também foi criticada. O bispo relatou ter visto recentemente uma criança segurando uma arma enquanto era acompanhada pelos pais e usou o episódio para questionar os valores transmitidos às novas gerações.

“Como é que dias atrás eu vi, vocês devem ter visto, uma criança com uma arma na mão, comemorando com a permissão dos pais? Aquilo ali, quando eu vi, eu disse: não, o mundo está se acabando. Perdemos o juízo”, declarou.

Para Dom Limacêdo, a forma como crianças são educadas hoje terá consequências para a sociedade que será construída nos próximos anos. A mesma preocupação apareceu no encerramento da reflexão sobre as eleições, quando voltou a perguntar o que a atual geração deixará como herança para as seguintes.

Clique no link abaixo e confira, no canal da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios, a celebração e a homilia de Dom Limacêdo na íntegra.

Imagem: Frame/Reprodução

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Após sequência de disputas no TSE, Nunes Marques convoca campanhas de Lula e Flávio para reunião

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, marcou para esta terça-feira (13) uma reunião com representantes das campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), que disputam o segundo turno da eleição presidencial. O encontro ocorre em meio ao aumento de processos apresentados pelas duas campanhas à […]

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, marcou para esta terça-feira (13) uma reunião com representantes das campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), que disputam o segundo turno da eleição presidencial.

O encontro ocorre em meio ao aumento de processos apresentados pelas duas campanhas à Justiça Eleitoral na reta final da disputa, cujo segundo turno está marcado para 25 de outubro.

Segundo a reportagem, a reunião busca contribuir para manter a serenidade entre as campanhas diante da sequência de embates levados ao TSE.

Também existe a expectativa de que seja discutida a controvérsia envolvendo o canal de WhatsApp “Exército do Lula”, criado e coordenado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG).

A campanha de Flávio Bolsonaro pediu ao TSE a suspensão do canal. O corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, solicitou inicialmente informações às partes antes de decidir sobre o pedido.

Posteriormente, Nunes Marques determinou a suspensão do canal, proibindo a entrada de novos integrantes e o envio de novas mensagens.

Cueva, porém, suspendeu a decisão e restabeleceu o funcionamento do canal. Segundo o corregedor, a controvérsia deve ser analisada pelo plenário do TSE.

O caso ainda aguarda a definição de Nunes Marques sobre a inclusão do tema na pauta do colegiado.

Nesta segunda-feira (12), o presidente do TSE também solicitou informações relacionadas ao enfrentamento à desinformação durante a campanha eleitoral.

Fonte: Metrópoles
Foto: Breno Esaki

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“Esquerda precisa ter política muito mais dura contra facções”, diz governador Elmano de Freitas

Reeleito governador do Ceará no primeiro turno, Elmano de Freitas (PT) defendeu mudanças na forma como a esquerda trata a segurança pública e reconheceu que o campo político ao qual pertence precisa avançar na formulação de políticas de enfrentamento ao crime organizado. Em entrevista a O Globo, Elmano afirmou que o combate às facções deve […]

Reeleito governador do Ceará no primeiro turno, Elmano de Freitas (PT) defendeu mudanças na forma como a esquerda trata a segurança pública e reconheceu que o campo político ao qual pertence precisa avançar na formulação de políticas de enfrentamento ao crime organizado.

Em entrevista a O Globo, Elmano afirmou que o combate às facções deve ser tratado como um problema nacional e defendeu a construção de um acordo que envolva diferentes forças políticas.

“Sou da tese de que devemos fazer um grande acordo nacional, inclusive com a direita, para enfrentarmos as organizações criminosas como o maior problema do Estado brasileiro”, afirmou.

Para o governador, governos tanto de esquerda quanto de direita não conseguiram solucionar o avanço das organizações criminosas. Ele disse, porém, que a esquerda ainda elaborou pouco sobre políticas específicas de enfrentamento.

Elmano defendeu a ampliação do sistema prisional, penas mais duras para integrantes de organizações criminosas e medidas que mantenham presos membros de facções responsáveis por ameaças em comunidades.

“Precisamos deixar claro que o Estado precisa de mais presídios, que temos que endurecer as penas contra o crime organizado, e que a ameaça feita por um faccionado em um território não pode ser tratada como uma discussão comum”, declarou.

O governador também apoiou a PEC da Segurança Pública e a criação de um Ministério da Segurança Pública. Segundo ele, a integração entre as forças é necessária para uma nova etapa de enfrentamento ao crime organizado.

Questionado sobre os indicadores de violência no Ceará, Elmano citou dados do Ministério da Justiça de 2026 que, segundo ele, colocariam o estado na 13ª posição no índice de homicídios. Ele também afirmou que houve redução nos índices de roubos e homicídios e reconheceu que o controle territorial exercido por facções continua sendo um problema a enfrentar.

A entrevista também tratou da eleição no Ceará. Elmano foi reeleito no primeiro turno em uma disputa contra Ciro Gomes (PSDB). O petista criticou a reação do adversário ao resultado e disse lamentar que Ciro tenha contestado a eleição.

Segundo Elmano, o ex-governador não telefonou nem o cumprimentou pela vitória e posteriormente divulgou um manifesto questionando o processo eleitoral. Para o governador reeleito, colocar em dúvida um resultado sem elementos que sustentem a acusação contribui para desacreditar o processo democrático.

Elmano também comentou o segundo turno da eleição presidencial. Ele avaliou que, encerradas as disputas estaduais nos principais estados do Nordeste, a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderá concentrar esforços na eleição nacional.

O governador afirmou que pretende ampliar a votação de Lula no Ceará e disse que eventuais erros cometidos pela campanha presidencial no primeiro turno devem ser discutidos internamente.

Ao ser questionado sobre a defesa feita pela ex-senadora Kátia Abreu de uma campanha com “menos Janja e mais Alckmin”, Elmano classificou a discussão como “tolice”.

Para ele, tanto a primeira-dama Janja da Silva quanto o vice-presidente Geraldo Alckmin cumprem papéis na campanha, embora tenha ressaltado que Lula deve permanecer como figura central.

Elmano também foi questionado sobre futuras lideranças nacionais do PT. Citou Camilo Santana, Alexandre Padilha, Fernando Haddad e Rui Costa como nomes com condições de exercer esse papel, mas afirmou que a construção de uma liderança nacional depende de presença e conhecimento das diferentes regiões do país.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Moraes autoriza retomada de visitas de Flávio Bolsonaro ao pai

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a retomada das visitas de Flávio Bolsonaro (PL) ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Os encontros estavam suspensos havia 90 dias e voltarão a seguir as regras anteriormente estabelecidas para a prisão domiciliar. A restrição chegou ao fim nesse domingo (11). A defesa de Jair Bolsonaro […]

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a retomada das visitas de Flávio Bolsonaro (PL) ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Os encontros estavam suspensos havia 90 dias e voltarão a seguir as regras anteriormente estabelecidas para a prisão domiciliar.

A restrição chegou ao fim nesse domingo (11). A defesa de Jair Bolsonaro havia comunicado ao STF que pretendia retomar os agendamentos diretamente com o Núcleo de Custódia da Polícia Militar, responsável pelo controle das visitas.

Os encontros deverão observar as condições já impostas pelo Supremo e as demais medidas que continuam em vigor.

A suspensão havia sido determinada por Moraes em julho, depois que Flávio publicou nas redes sociais uma carta escrita pelo pai com conteúdo político-eleitoral.

Na ocasião, o ministro entendeu que Jair Bolsonaro havia utilizado o filho como intermediário para divulgar uma manifestação nas redes sociais, contrariando a proibição de comunicação por meio de terceiros.

Flávio ficou impedido de visitar o pai por 90 dias. Outros familiares tiveram o regime de visitas restabelecido anteriormente, mas a restrição específica ao senador permaneceu até outubro.

Antes do fim do prazo, a defesa de Jair Bolsonaro pediu ao STF a retomada dos encontros. Consultada por Moraes, a Procuradoria-Geral da República se manifestou favoravelmente.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou que não foram identificados fatos novos que indicassem descumprimento das condições estabelecidas ou justificassem a prorrogação da medida.

Flávio Bolsonaro disputa o segundo turno da eleição presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT), marcado para 25 de outubro.

Fonte: O Globo
Foto: Brenno Carvalho

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Luciano Duque entra no 2º Turno em defesa de Lula

Do Farol de Notícias Reeleito com mais de 50 mil votos, o deputado estadual, Luciano Duque, entrou de vez na campanha pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Aliado da governadora Raquel Lyra, o deputado serra-talhadense decidiu por não assumir a neutralidade e buscar votos para o presidente. Aliás, ele já vem fazendo isso nas redes sociais. Em conversa com […]

Do Farol de Notícias

Reeleito com mais de 50 mil votos, o deputado estadual, Luciano Duque, entrou de vez na campanha pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Aliado da governadora Raquel Lyra, o deputado serra-talhadense decidiu por não assumir a neutralidade e buscar votos para o presidente. Aliás, ele já vem fazendo isso nas redes sociais.

Em conversa com o Farol,o deputado disse que ‘já entrou em campo’ no diálogo com uma frente de prefeitos que lhe apoiam, e a preocupação, agora; é que os municípios garantam transporte gratuito no dia das eleições. “Estou nas bases no estado, já organizando. Onde tenho bases já estou trabalhando”, assegurou.

A relação entre Duque e o presidente Lula vem desde dos tempos em que foi prefeito de Serra Talhada, pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Em 2021, por exemplo, ele já preparava o retorno de Lula em reuniões no Sertão do Araripe. “Vamos continuar conversando e trilhando um caminho de fortalecimento do nosso partido, focados na eleição de Lula e na retomada de um governo que cuide do seu povo, distribuindo a riqueza gerada pelo país para que as pessoas possam viver dignamente, mais felizes e com qualidade de vida”, reforçou.