Depois do Conselho de Serra, casa do estudante de Afogados em Recife tem energia cortada
Por Nill Júnior
por Bruna Verlene
A casa do estudante fica localizada na capital pernambucana, e que serve de apoio para aqueles estudantes do interior que vão para Recife fazer sua faculdade, e que não tem condições de pagar o aluguel de um apartamento.
Só que para a surpresa dos quinze moradores da casa do estudante de Afogados da Ingazeira, na tarde desta quinta (13) eles estavam “nas escuras”, devido falta de pagamento da conta de luz.
Segundo informações, à prefeitura depois de ser avisada do acontecido, informou que a conta vai ser paga nesta sexta (14). E que essa foi a primeira vez que isso aconteceu, só que os moradores da casa não sabem ao certo quando a energia vai voltar, pois amanhã é sexta e a Celpe tem dois dias uteis para religar a energia.
Neste fim de semana, o vice-prefeito Daniel Valadares reuniu diversas lideranças políticas municipais em sua residência para apresentar seus candidatos e traçar um plano de trabalho para as eleições de 2026. “Agradeço a confiança de sempre dessas lideranças, que estão sempre comigo. Este encontro foi apenas o primeiro. Daqui até o dia da eleição, vamos […]
Neste fim de semana, o vice-prefeito Daniel Valadares reuniu diversas lideranças políticas municipais em sua residência para apresentar seus candidatos e traçar um plano de trabalho para as eleições de 2026.
“Agradeço a confiança de sempre dessas lideranças, que estão sempre comigo. Este encontro foi apenas o primeiro. Daqui até o dia da eleição, vamos realizar vários encontros dessa natureza para levar a mensagem dos nossos candidatos às nossas lideranças e aos nossos amigos. Juntos, vamos dar uma grande votação a eles”, destacou Daniel Valadares.
Para deputado federal, Daniel apoia Carlos Veras (PT). Para deputado estadual, seu voto será em Maria Arraes (PSB). Na chapa majoritária da Frente Popular de Pernambuco, Daniel também apoia João Campos para governador, Humberto Costa para senador e Marília Arraes para senadora.
Participaram do encontro os suplentes de vereador Luiz Besourão, Alisson Lira, Alexandre da Rua Nova, Danilo Gonçalves, Pedão Vaqueiro, Núbia do Miguel Arraes, Lúcia da Ponte, Silvio da Rua Nova e Valquíria do Lava Jato; participaram também a presidente do PT de Afogados da Ingazeira, Mônica Souto; além de presidentes de associações, conselheiros tutelares e lideranças de bairros do município.
Parlamentar estava internado no Hospital da Restauração, no Recife, após ser atingido por um veículo em um posto de combustíveis às margens da BR-423. O vereador de Paranatama, no Agreste de Pernambuco, Josemar Luiz de Melo, conhecido como Josa Moita (MDB), morreu na madrugada da segunda-feira (31), aos 63 anos. Ele estava internado no Hospital […]
Parlamentar estava internado no Hospital da Restauração, no Recife, após ser atingido por um veículo em um posto de combustíveis às margens da BR-423.
O vereador de Paranatama, no Agreste de Pernambuco, Josemar Luiz de Melo, conhecido como Josa Moita (MDB), morreu na madrugada da segunda-feira (31), aos 63 anos. Ele estava internado no Hospital da Restauração, no Recife, após sofrer um atropelamento no sábado (29).
O acidente aconteceu nas dependências de um posto de combustíveis localizado às margens da BR-423, próximo ao trevo de entrada de Paranatama.
Após o atropelamento, Josa Moita foi socorrido e levado inicialmente para o Hospital Regional Dom Moura, em Garanhuns. Devido à gravidade dos ferimentos, foi transferido no domingo (30) para o Hospital da Restauração, onde recebeu atendimento especializado, mas não resistiu.
A Polícia Civil de Pernambuco informou que registrou a ocorrência como acidente de trânsito com vítima fatal e abriu investigação para esclarecer as circunstâncias do atropelamento.
“As investigações foram prontamente iniciadas e estão em andamento com o objetivo de esclarecer todos os fatos”, informou a corporação.
Josa Moita exercia o segundo mandato na Câmara Municipal de Paranatama. Ele foi eleito pela primeira vez em 2020 e reeleito em 2024 pelo MDB, quando recebeu 593 votos.
O vereador deixa esposa e quatro filhos.
Fonte: Jornal do Commercio Foto: Divulgação/Câmara Municipal de Paranatama
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Proposta reserva R$ 157,1 bilhões para o programa no próximo ano e mantém benefício mínimo em R$ 600 por família. O Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027 não prevê reajuste nos valores do Bolsa Família. A proposta, enviada ao Congresso Nacional na segunda-feira (31), destina R$ 157,1 bilhões ao programa no próximo ano. […]
Proposta reserva R$ 157,1 bilhões para o programa no próximo ano e mantém benefício mínimo em R$ 600 por família.
O Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027 não prevê reajuste nos valores do Bolsa Família. A proposta, enviada ao Congresso Nacional na segunda-feira (31), destina R$ 157,1 bilhões ao programa no próximo ano.
O montante é inferior aos R$ 158,6 bilhões previstos para 2026 e aos R$ 167,2 bilhões destinados ao programa em 2025. Com a proposta, o benefício mínimo continuará em R$ 600 por família.
O Bolsa Família não recebe reajuste desde seu relançamento, em março de 2023. A legislação permite a revisão dos valores em intervalo de até dois anos, mas, segundo a interpretação do governo, a norma não estabelece uma correção obrigatória.
Além dos R$ 600, permanecem os benefícios adicionais previstos conforme a composição familiar: R$ 150 por criança de até 6 anos e R$ 50 para gestantes, jovens de 7 a 18 anos incompletos e bebês de até 6 meses. Os pagamentos extras são cumulativos.
Para receber o Bolsa Família, a renda mensal por pessoa deve ser de até R$ 218. As famílias também precisam manter o Cadastro Único atualizado e cumprir as condicionalidades do programa nas áreas de saúde e educação.
Em agosto, cerca de 19,3 milhões de famílias estavam atendidas pelo programa. No mesmo mês de 2025, eram aproximadamente 19,2 milhões.
A manutenção dos valores ocorre em meio ao esforço do governo para conter o crescimento das despesas obrigatórias. Durante a tramitação do Orçamento, deputados e senadores poderão apresentar alterações e discutir uma eventual recomposição dos benefícios.
Fonte: Agência Brasil Foto: Reprodução
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Candidato do Missão classificou decisão de Dias Toffoli como “inflexão autoritária”. Medida também suspendeu repasses do Fundo Eleitoral e participação em debates. O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) anunciou, na segunda-feira (31), que sua campanha vai recorrer da decisão do ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que suspendeu sua propaganda […]
Candidato do Missão classificou decisão de Dias Toffoli como “inflexão autoritária”. Medida também suspendeu repasses do Fundo Eleitoral e participação em debates.
O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) anunciou, na segunda-feira (31), que sua campanha vai recorrer da decisão do ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que suspendeu sua propaganda eleitoral.
Renan afirmou que será apresentado um pedido de liminar contra a medida. “Foi uma inflexão autoritária. Não dá para justificar de maneira racional”, declarou o candidato.
Além da propaganda eleitoral, a decisão suspendeu os repasses do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) destinados à candidatura e proibiu Renan de participar de debates em televisão, rádio e podcasts. As medidas permanecem válidas até uma decisão final do TSE sobre o caso.
Segundo a decisão de Toffoli, o Missão deixou de informar à Justiça Eleitoral, dentro do prazo, perfis utilizados para a propaganda da candidatura nas redes sociais. O ministro apontou que 16 perfis ligados a Renan foram comunicados ao tribunal 12 dias após o período previsto para o registro.
As regras eleitorais exigem que candidatos e partidos informem os endereços eletrônicos que serão utilizados durante a campanha, permitindo a identificação e fiscalização dos canais oficialmente vinculados às candidaturas.
O advogado Arthur Rollo, que representa Renan, afirmou que a suspensão praticamente paralisa a campanha fora das atividades presenciais e argumentou que alguns dias sem propaganda podem provocar prejuízo relevante em uma disputa eleitoral de 45 dias.
A defesa sustenta ainda que não teve assegurados o contraditório e a ampla defesa antes da adoção da medida. O partido informou que recorrerá ao TSE.
Fonte: Diario de Pernambuco Foto: Paulo Pinto
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Representação questiona participação da candidata a deputada federal em inserção destinada à campanha de Pastor Júnior Tércio para deputado estadual. A candidata a deputada federal Liana Cirne (PT) apresentou uma representação eleitoral ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) contra Clarissa Tércio (PP), também candidata à Câmara dos Deputados, por suposto uso irregular do horário […]
Representação questiona participação da candidata a deputada federal em inserção destinada à campanha de Pastor Júnior Tércio para deputado estadual.
A candidata a deputada federal Liana Cirne (PT) apresentou uma representação eleitoral ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) contra Clarissa Tércio (PP), também candidata à Câmara dos Deputados, por suposto uso irregular do horário eleitoral gratuito. A ação também envolve o deputado estadual e candidato à reeleição Pastor Júnior Tércio (PP) e o Progressistas.
A representação questiona uma propaganda veiculada na sexta-feira (28), durante o espaço destinado às candidaturas a deputado estadual. Segundo Liana, embora a peça apresentasse a candidatura de Pastor Júnior Tércio, Clarissa teria assumido papel de destaque na inserção.
De acordo com a representação, Clarissa aparece falando diretamente ao eleitorado, menciona que estará “lá em Brasília” e tem nome e número eleitoral exibidos ao final da propaganda. Liana sustenta que a participação teria proporcionado benefício eleitoral à candidata federal em um espaço reservado à disputa estadual.
“O horário eleitoral é distribuído para garantir igualdade de condições entre as candidaturas. Não é aceitável que um espaço destinado a uma disputa seja utilizado para promover outra candidatura”, afirmou Liana Cirne.
Na ação, a petista pede, em caráter de urgência, a suspensão da veiculação da propaganda nos moldes questionados e que os responsáveis se abstenham de retransmiti-la. Também solicita a aplicação ao Progressistas da perda de tempo equivalente no horário eleitoral destinado à candidatura que, segundo a representação, teria sido beneficiada.
Liana requereu ainda a participação do Ministério Público Eleitoral no processo. Os pedidos ainda dependem de análise da Justiça Eleitoral.
O conteúdo publicado pelo Causos e Causas não informa manifestação de Clarissa Tércio, Pastor Júnior Tércio ou do Progressistas sobre a representação.
Fonte: Causos e Causas Foto: Reprodução
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