Datafolha para o Senado em PE: Marília tem 19%, Humberto 17%, Mendonça 13% e Eduardo 10%
Por Michael Andrade
Pesquisa mostra os três primeiros nomes tecnicamente empatados dentro da margem de erro. Na pergunta espontânea, 58% dos entrevistados ainda não sabem em quem votar.
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (24) mostra Marília Arraes (PDT) com 19% das intenções de voto para o Senado por Pernambuco, seguida por Humberto Costa (PT), com 17%, e Mendonça Filho (PL), com 13%.
Segundo o instituto, os três estão tecnicamente empatados considerando a margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos.
Eduardo da Fonte (PP) aparece na sequência com 10%. Túlio Gadêlha (PSD) registra 6% e Carlos Sant’anna (Novo), 2%.
Pastor Gilvan Costa (Democrata), Mariano Macedo (PSTU), Paulo Rubem Santiago (Rede) e Samuel Timoteo (UP) aparecem com 1% cada. Mailson Neto (PCO) e Gorett Bitu (UP) registraram 0%.
Como Pernambuco escolherá dois senadores nas eleições deste ano, os entrevistados podem indicar até dois nomes na pesquisa estimulada. Por isso, a soma dos percentuais dos candidatos não corresponde a 100%.
Em relação à pesquisa divulgada em 11 de setembro, Marília passou de 18% para 19%, Humberto de 16% para 17% e Mendonça de 12% para 13%.
Eduardo da Fonte permaneceu com 10%, enquanto Túlio Gadêlha passou de 5% para 6%. Carlos Sant’anna manteve 2%.
Entre os demais, Pastor Gilvan Costa passou de 2% para 1%. Mariano Macedo, Paulo Rubem Santiago e Samuel Timoteo permaneceram com 1%.
O percentual dos que responderam branco, nulo ou nenhum caiu de 22% para 19%. Os indecisos permanecem em 10%.
Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, 58% ainda não sabem em quem votar para o Senado.
O Datafolha ouviu 1.204 pessoas em Pernambuco entre os dias 22 e 24 de setembro. A pesquisa foi contratada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo.
A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número PE-08125/2026.
Fonte: Portal G1
Foto: Reprodução
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Blog Dantas Barreto A disputa judicial que vem ocorrendo na Assembleia Legislativa em virtude da saída de três deputados do PSB, na avaliação do prefeito e presidente nacional do partido, João Campos, não é o caminho mais adequado. Apesar das baixas na sua bancada, as saídas de Waldemar Borges (MDB), Diogo Moraes (PSDB) e Júnior […]
A disputa judicial que vem ocorrendo na Assembleia Legislativa em virtude da saída de três deputados do PSB, na avaliação do prefeito e presidente nacional do partido, João Campos, não é o caminho mais adequado.
Apesar das baixas na sua bancada, as saídas de Waldemar Borges (MDB), Diogo Moraes (PSDB) e Júnior Matuto (PRD) fizeram parte de uma articulação que envolveu a própria sigla socialista para enfraquecer a base aliada da governadora Raquel Lyra (PSD) e garantir maioria da oposição na CPI da Publicidade.
“Política se faz na política, não na Justiça”, afirmou, João Campos, durante o Fórum Nordeste 2025. “Questões internas sempre têm que ser discutidas no foro competente interno. Tanto as questões da Assembleia têm que ser tratadas pela Assembleia, quanto as questões partidárias têm que ser tratadas por cada partido. Cada partido tem sua autonomia, suas prerrogativas e suas questões políticas. Da minha parte, acho que quanto mais evitar judicializar, é o adequado”, acrescentou.
Os deputados Joãozinho Tenório (PRD), Débora Almeida (PSDB) e Jarbas Filho (MDB) contestaram na Justiça as decisões dos diretórios estaduais dos seus respectivos partidos, que os tiram das lideranças das bancadas e indicaram os recém-filiados.
Até o momento, o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) tem decisão favorável à direção do PSDB de colocar Diogo Moraes como líder. O diretório do PRD já indicou novamente Júnior Matuto para a função, porém a ação movida por João Tenório ainda tramita na primeira instância. O mesmo acontece com a ação movida por Jarbas Filho contra o comando do MDB.
Diretor da Unidade havia garantido mais cedo à Rádio Pajeú que ele não seria retirado. Desesperada, família não tem suporte para recebê-lo. Agora, Direção Clínica está informando que vai mandá-lo pra casa. O Conselho do Idoso voltou a entrar em contato com o blog para denunciar um possível caso de abandono e negligência clínica do […]
Diretor da Unidade havia garantido mais cedo à Rádio Pajeú que ele não seria retirado. Desesperada, família não tem suporte para recebê-lo. Agora, Direção Clínica está informando que vai mandá-lo pra casa.
O Conselho do Idoso voltou a entrar em contato com o blog para denunciar um possível caso de abandono e negligência clínica do Hospital Regional Emília Câmara.
Segundo Márcio Thiago, Presidente do Conselho do Idoso de Afogados da Ingazeira, a unidade quer liberar pra casa o senhor Osni Fernandes de Melo, 62 anos, em fase terminal com um câncer de garganta e metástase para a cabeça. A família não tem condição de recebê-lo em casa. Não há como ter HomeCare ou condição de oferecer suporte clínico mínimo para que ele tenha tratamento digno.
Aparentemente, a argumentação da unidade é o cúmulo da desumanidade, sob a máxima de que ele não pode continuar ocupando um leito por sua condição como terminal. “Querem que ele vá pra casa e, quando a família voltar a precisar, acione a unidade”, diz o presidente do Conselho.
O caso veio a tona mais cedo na Rádio Pajeú e o Diretor, Sebastião Duque, garantiu que ele não seria levado pra casa. Depois do alívio, a família foi informada por uma assistente social chamada Rose que o Diretor não tem toda essa autonomia. “Se o Diretor Clínico determinar, ele é que tem a prerrogativa de liberar pra casa. A família está desesperara. O Conselho do Idoso está a busca do Ministério Público para evitar a liberação”, disse.
O blog voltou a tentar contato com o Diretor Sebastião Duque, com o promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto e o Secretário de Saúde do município, Arthur Amorim, mas ainda não obteve resposta. “Não estão mais nem dando o mesmo suporte medicamentoso ao senhor”, disse Márcio.
Mais um réu da Operação Lava Jato fechou delação premiada junto ao Ministério Público Federal (MPF). Eduardo Vaz da Costa Musa, ex-gerente da Área Internacional da Petrobras, afirmou que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), tem ligação com o esquema de corrupção na estatal. “João Augusto Henriques disse ao declarante que conseguiu […]
O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), já havia sido citado por outro delator da Lava Jato
Mais um réu da Operação Lava Jato fechou delação premiada junto ao Ministério Público Federal (MPF). Eduardo Vaz da Costa Musa, ex-gerente da Área Internacional da Petrobras, afirmou que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), tem ligação com o esquema de corrupção na estatal.
“João Augusto Henriques disse ao declarante que conseguiu emplacar Jorge Luiz Zelada para diretor internacional da Petrobras com o apoio do PMDB de Minas Gerais, mas quem dava palavra final era o deputado Eduardo Cunha do PMDB/RJ”, diz trecho da delação de Musa.
Por meio da assessoria de imprensa da Câmara, Cunha afirmou que não conhece o delator. O advogado Antonio Fernando de Souza, responsável pela defesa do deputado, afirmou que só irá se manifestar sobre a acusação após tomar conhecimento do teor da delação premiada. O G1 tentou contato com a assessoria de imprensa do PMDB, mas até a última atualização desta reportagem ainda não havia conseguido falar com o partido.
Heniques é apontado pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Federal como um operador ligado ao PMDB no esquema de fraudes, corrupção e desvio de recursos da Petrobras. Ele foi preso na 19ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada na segunda-feira (21), e é tido como o maior operador da área Internacional descoberto pelas investigações. O partido nega ligação com Henriques.
A delação de Musa foi homologada em 10 de setembro pelo juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas ações penais da Lava Jato em primeira instância. Os termos da colaboração foram anexados ao sistema judiciário na noite terça-feira (22).
Conforme informado pelo Ministério Público Federal, Musa se comprometeu na delação premiada a depositar em conta judicial R$ 4,5 milhões, além do repatriamento de US$ 3,2 milhões.
Musa é um dos réus da ação penal oriunda da 15ª fase da Operação Lava Jato, que também prendeu o ex-diretor da área Internacional Jorge Luiz Zelada, em junho deste ano. Ele responde pelo crime de corrupção passiva em liberdade.
Segunda citação
Esta não foi a primeira vez que Cunha foi citado por um delator. Em julho, o ex-consultor da Toyo Setal Júlio Camargo disse, em depoimento à Justiça Federal, em Curitiba, que foi pressionado pelo presidente da Câmara a pagar US$ 10 milhões em propinas para que um contrato de navios-sonda da Petrobras fosse viabilizado.
Do total do suborno, segundo o delator, Cunha disse que era “merecedor” De US$ 5 milhões.
Conforme Camargo, além dos US$ 5 milhões diretamente para ele, Cunha exigiu pagamento de propina ao lobista do PMDB Fernando Soares, conhecido como “Fernando Baiano”, um dos presos da Lava Jato já condenados na Lava Jato.
“Tivemos um encontro. Deputado Eduardo Cunha, Fernando Soares e eu. […] Deputado Eduardo Cunha é conhecido como uma pessoa agressiva, mas confesso que comigo foi extremamento amistoso, dizendo que ele não tinha nada pessoal contra mim, mas que havia um débito meu com o Fernando do qual ele era merecedor de US$ 5 milhões”, enfatizou.
No relato à Justiça Federal, o ex-consultor da Toyo Setal afirmou que Eduardo Cunha era sócio oculto de Fernando Baiano. À época, Cunha desafiou Camargo a provar que ele pediu propina de US$ 5 milhões e que o delator estava sendo obrigado a mentir.
Investigado pelo STF
Cunha já é investigado na Operação Lava Jato. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou uma denúncia contra Cunha, em agosto, ao Superior Tribunal Federal (STF) por suposto envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras. O senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) também foi denunciado.
Nas denúncias, o procurador-geral pede a condenação dos dois sob a acusação de terem cometidos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. De acordo com a Procuradoria, eles receberam propina de contratos firmados entre a Petrobras e fornecedores da estatal.
Na denúncia contra Eduardo Cunha, a Procuradoria também pede que sejam devolvidos US$ 80 milhões – US$ 40 milhões como restituição de valores supostamente desviados e mais US$ 40 milhões por reparação de danos. Os dos parlamentares negam as acusações.
As propinas
Aos procuradores, Musa afirmou que sempre ouviu falar que havia na petrolífera um esquema de propina. “Que desde que o declarante entrou na Petrobras, se ouvia falar no esquema de vantagens indevidas nas mais diversas áreas, mas somente em 2006 o declarante passou a tomar conhecimento de forma direta”, diz outro trecho da delação.
O ex-gerente afirmou em delação premiada que foi indicado para o cargo por Nestor Cervéro, ex-diretor da Área internacional já condenado pela Lava Jato, e por Luiz Carlos Moreira que era gerente executivo da mesma diretoria.
De acordo com Musa, Luiz Carlos Moreira mostrou uma planilha de divisão de propinas na área internacional. Nesta planilha, inclusive, constava Passadena. Musa reconheceu ter US$ 2,5 milhões na off-shore Nebraska, no Banco Cramer, e também outra off-shore no Banco Pictec, sendo que nesta última ele não recordava o saldo.
O delator confessou o recebimento de propina a partir de diversos contratos da Petrobras e citou a participação do lobista Hamylton Padilha, que também é delator da Lava Jato, e de Bernando Freiburghaus, na intermediação de propina. Tanto Padilha quanto Friburghaus também são réus devido à Lava Jato.
Fraude em licitação
De acordo com a delação de Musa, houve fraude na licitação para a contratação da montagem dos módulos e integração de duas plataformas, no início de 2012, com a participação das empresas Mendes Júnior e OSX, que formaram o consórcio Integra para disputar a concorrência. À época, Musa era o diretor de construção naval da OSX, cujo presidente do Conselho de Administração é Eike Batista.
Musa declarou que o CEO da OSX, Luiz Eduardo Carneiro, sabia do esquema e que participou de pelo menos uma reunião referente ao assunto. O delator disse que não sabe se Eike Batista “tomou conhecimento desses fatos”, mas que o presidente mantinha contato frequente com Carneiro.
Pela Mendes Júnior, quem participava do esquema eram o diretor de desenvolvimento de negócios Luiz Claudio Machado Ribeiro e o diretor de negócios industriais Ruben Maciel da Costa Val.
Conforma a delação de Musa, foi Luiz Claudio que informou que o consórcio teria que pagar propina para o lobista Henriques. Em troca, Henriques forneceria informações privilegiadas dentro da Petrobras para orientar a formação da proposta técnica. O valor da propina foi incialmente acordado em torno de R$ 5 milhões.
Procurado pelo G1, o advogado de Eike Batista, Raphael Mattos, disse que não tem conhecimento do conteúdo da delação. A reportagem tenta contato com os demais citados.
Lula Livre não muda cenário em PE O Lula Livre não deve mudar muito o quadro político nas cidades do interior do Estado nas eleições do próximo ano no tocante às composições políticas que deverão ser formadas. Onde o PT está forte, continuará forte, onde está cambaleante, manterá sua condição. Em Pernambuco, por exemplo, a […]
O Lula Livre não deve mudar muito o quadro político nas cidades do interior do Estado nas eleições do próximo ano no tocante às composições políticas que deverão ser formadas.
Onde o PT está forte, continuará forte, onde está cambaleante, manterá sua condição. Em Pernambuco, por exemplo, a alteração mais significativa deve ser mesmo o discurso da importância estratégica da candidatura de Marília Arraes no Recife para reforçar o palanque em defesa do ex-presidente e do partido. Mas isso já estava desenhado antes, mesmo que Humberto Costa torça o nariz.
No interior, o partido perdeu a prefeitura mais importante do interior, com a saída de Luciano Duque. Não há petistas entre os nomes mais competitivos em Petrolina, Caruaru ou nas principais cidades da Região Metropolitana. Odacyr Amorim, pra quem acompanha Petrolina, não parece no momento ter capilaridade para enfrentar Miguel Coelho, por exemplo.
Em 2016, além de Serra, o PT fez as prefeituras de Calumbi (Sandra da Farmácia), Tacaimbó (Álvaro), Jaqueira (Marivaldo Andrade) e Águas Belas (Luiz Aroldo). Desses, só o de Jaqueira não tem direito à reeleição. Mas sem uma “prefeitura vitrine” como Recife, é pouco.
Registre-se, ainda quando estava detido em Curitiba, Lula sinalizou que o partido deveria lançar candidaturas próprias a prefeito no ano que vem para transformar a disputa do ano que vem em um “plebiscito” sobre o governo Bolsonaro.
Em 2016, o partido saiu com 375 prefeituras a menos do que conquistou nas eleições de 2012. Ganhou em 256 municípios. Precisa melhorar e muito. No Estado, por exemplo, não dá sinais de crescimento. Um vereador aqui, uma vice ali, não mais que isso.
Curioso observar que o quadro nada tem a ver com a construção política de 2022. O PT resistiu ao impeachment de Dilma, à prisão de Lula e à sua criminalização. Gostem dele ou não, deve vir mais forte daqui a pouco mais de dois anos. A conferir.
Teresa vê Duque forte em 2022
Teresa Leitão quer demover Luciano Duque da ideia de deixar o PT, mesmo em meio às rusgas com Humberto Costa, o processo disciplinar que sofreu por apoiar Armando Monteiro e a própria palavra de que deixaria a legenda. “Em 2022, Duque é um quadro para qualquer disputa”, disse Teresa. Eles vão se encontrar em breve para reavaliar o cenário.
Afunda mas assopra
Em Carnaíba, o fotógrafo Marcelo Patriota voltou a pedir para o prefeito Anchieta Patriota e aliados fazerem o sinal de “Lula Livre” na Festa de Zé Dantas. Até Danilo Cabral, que a contragosto do prefeito foi um dos favoráveis ao impeachment de Dilma Rousseff. Foi uma das poucas vezes que falaram línguas diferentes.
Helo beibe
O prefeito Adelmo Moura, de Itapetim, lançou Galeguinho das Encomendas como candidato a vice-prefeito de São José do Egito. Faltou saber por onde. Galeguinho até não disse em que palanque estará em 2020. Não esconde o desejo e outra certeza: ser vereador, de jeito nenhum.
Faca
O comunicador Geraldo Freire foi mais um a ir pra faca, realizando procedimento de redução de estômago. Está em fase de recuperação, depois do processo bem sucedido. Logo logo deverá voltar a comandar a Super Manhã na Rádio Jornal.
Pega a senha
A revelação do blog de que o ex-prefeito Dinca Brandino tem R$ 1,2 milhão a receber da prefeitura de Tabira em uma ação que já o teve ao mesmo tempo como autor e réu quanto prefeito gerou busca de quem ganhou na justiça indenização contra ele para bloqueio dos valores. Isso porque não há conta ou bem em nome dele.
Tabirenses em São Bernardo
O Deputado Federal Carlos Veras participou e cumprimentou o presidente Lula ontem no ato de seu retorno em São Bernardo do Campo. Ainda se encontrou com outro tabIrense que ganhou espaço no movimento sindical. Wagner Santana, Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC.
Frase da semana: “Eles não sabem o tesão que estou”. Do ex-presidente Lula, dizendo com essa comparação que está dispostoa percorrer o país em oposição a Bolsonaro.
A bandeira tarifária das contas de luz permanecerá na cor amarela em fevereiro, informou nesta sexta-feira (29) a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com isso, o preço da energia fica em R$ 1,34 para cada 100 quilowatts consumidos por hora. O valor é o mesmo que havia sido estabelecido para janeiro. Segundo a agência, […]
A bandeira tarifária das contas de luz permanecerá na cor amarela em fevereiro, informou nesta sexta-feira (29) a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Com isso, o preço da energia fica em R$ 1,34 para cada 100 quilowatts consumidos por hora. O valor é o mesmo que havia sido estabelecido para janeiro.
Segundo a agência, apesar de fevereiro ser um mês tipicamente mais chuvoso, os reservatórios das hidrelétricas seguem em recuperação lenta, o que demanda maior contenção do consumo.
“A combinação de reservatórios baixos com a perspectiva de chuvas abaixo da média histórica sinaliza patamar desfavorável de produção de energia pelas hidrelétricas, pressionando os custos relacionados ao risco hidrológico (GSF)”, informou a Aneel.
O sistema de bandeiras é utilizado para gerir o valor cobrado aos consumidores a partir das condições de geração de energia. Quando o quadro piora, a bandeira pode ser alterada em uma escala que vai de verde (sem taxa extra) para amarela (taxa extra de R$ 1,34 por 100 Kw/h) e, no pior cenário, para a vermelha (R$ 6,2 por 100 Kw/h).
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