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Conheça demandas para o Todos por Pernambuco, construídas por MP, Cimpajeú e entidades

Por Nill Júnior

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O  documento que você lê acessando o link abaixo foi elaborado como resultado da contribuição de mais de 50 entidades e instituições, que se reuniram inicialmente desde 2007 para contribuir com propostas da Região do Pajeú no 1º seminário do “Todos por PE” (PPA-2008-2011), posteriormente no 2º Seminário (2011-2015).

Segundo nota, as entidades continuaram se articulando nos últimos dois meses para o amadurecimento qualificado das demandas e apresentação no 3º seminário do “Todos por PE” (PPA – 2016-2019), através de reuniões temáticas.

“Temos a consciência de que Juntos, fazemos mais e que queremos um Pajeú melhor para Trabalhar e para Viver”, diz o documento.

A 3ª Circunscrição do Ministério Público construiu  o documento com entidades/instituições governamentais e não governamentais. O Cimpajeú se incorporou ao debate.  As reuniões que construíram o documento aconteceram na sede do MP, a trataram questões em áreas como Educação, Desenvolvimento Econômico e Sustentabilidade Desenvolvimento e Assistência Social e   Infraestrutura.

Representantes das entidades estarão todas as salas temáticas buscando emplacar as propostas do documento.

Clique aqui e tenha acesso à integra do documento elaborado

Outras Notícias

Ieda Dias ganha assessoria no gabinete de Antonio Moraes

Ex-secretária de Desenvolvimento Social e Primeira Dama no governo do marido Sebastião Dias, Ieda Maria Guedes de Melo e Dias foi efetivada como assessora do Gabinete do Deputado Antonio Moraes. A informação consta do site oficial da Assembleia Legislativa. O valor pago pela assessoria não é disponibilizado. Assessorias de gabinete na Alepe e nos gabinetes […]

Ex-secretária de Desenvolvimento Social e Primeira Dama no governo do marido Sebastião Dias, Ieda Maria Guedes de Melo e Dias foi efetivada como assessora do Gabinete do Deputado Antonio Moraes.

A informação consta do site oficial da Assembleia Legislativa. O valor pago pela assessoria não é disponibilizado. Assessorias de gabinete na Alepe e nos gabinetes de Deputados Federais costumam abrigar aliados.

Sebastião Dias foi prefeito de Tabira de 2013 a 2020, sendo o primeiro gestor a ser reeleito na cidade.  Ieda foi pela maioria do mandato Secretária de Desenvolvimento Social, onde realizou um bom trabalho.

A ex-primeira dama continua residindo na Praça Gonçalo Gomes, em Tabira, onde é vista diariamente.

Professora americana dá sequência a pesquisa no Pajeú

A  professora e PHD em Política Social e Ciência Política Amy Erica Smith, decana de artes e ciências liberais na Iowa State University está no Pajeú dando sequência ao seu trabalho sobre Religião, Política e Meio Ambiente no Brasil. No Pajeú, foram escolhidos Ingazeira, Afogados da Ingazeira e Santa Terezinha. O Projeto terá início em março […]

A  professora e PHD em Política Social e Ciência Política Amy Erica Smith, decana de artes e ciências liberais na Iowa State University está no Pajeú dando sequência ao seu trabalho sobre Religião, Política e Meio Ambiente no Brasil.

No Pajeú, foram escolhidos Ingazeira, Afogados da Ingazeira e Santa Terezinha. O Projeto terá início em março de 2020.

Uma das entrevistadas foi a Presidenteda Câmara de Vereadores da Ingazeira,  Deorlanda Carvalho. “Ela me escolheu para ser entrevistada por ser política e por trabalhar na Extensão Rural Pública”, explicou a vereadora.

“Minha pesquisa examina como as pessoas comuns entendem e se envolvem na política e como cidadãos e políticos interagem. Estou especialmente interessado na maneira como redes informais, organizações religiosas e crenças religiosas informam e mobilizam pessoas” explica a professora em sua página.

Ela estudo regimes democráticos e autoritários em todo o mundo, mas sua principal experiência é na América Latina e, particularmente, no Brasil.

Tem o livro publicado  Religião e Democracia Brasileira:  Mobilizando o Povo de Deus (2019, Cambridge University Press), e seus artigos aparecem em vários veículos revisados ​​por pares, incluindo o American Journal of Political Science , o Journal of Politics , o  British Journal of Ciência Política e  Estudos Políticos Comparados .

Em setembro de 2016, recebeu o Prêmio de Realização Precoce em Pesquisa da Faculdade de Artes e Ciências Liberais do Estado de Iowa.

Alepe repercute tragédia causada por chuvas e deslizamento de barreiras

As chuvas que caem em Pernambuco, principalmente na Região Metropolitana do Recife, desde a semana passada deixaram, pelo menos, 106 pessoas mortas, dez desaparecidas e cerca de 6 mil desabrigadas, conforme balanço da Secretaria Estadual de Defesa Social. O assunto repercutiu nos pronunciamentos da Reunião Plenária desta terça (31), quando parlamentares lamentaram a tragédia, além […]

As chuvas que caem em Pernambuco, principalmente na Região Metropolitana do Recife, desde a semana passada deixaram, pelo menos, 106 pessoas mortas, dez desaparecidas e cerca de 6 mil desabrigadas, conforme balanço da Secretaria Estadual de Defesa Social.

O assunto repercutiu nos pronunciamentos da Reunião Plenária desta terça (31), quando parlamentares lamentaram a tragédia, além de fazer críticas, apelos e sugestões aos governantes para evitar novos desastres.

Na abertura, o deputado Antonio Fernando (PP), que presidiu o encontro realizado por videoconferência, ressaltou que o Poder Legislativo lamenta o ocorrido e está solidário com os pernambucanos vitimados de alguma forma. “Que Deus ajude a  confortar as pessoas que perderam entes queridos”, expressou.

Na sequência, o deputado José Queiroz (PDT) registrou pesar pelas mortes, as quais relacionou a tragédia observadas ao longo do ano em outros estados, como Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia. Para ele, não dá para culpar apenas os prefeitos, mas examinar “o acúmulo de problemas no desenvolvimento do Brasil”, sendo um deles a falta de políticas habitacionais. Também lembrou que, durante as gestões dos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, houve um grande investimento no setor.

“Devemos levar em conta que as chuvas estão fora da proporção em razão da agressão à natureza”, observou o pedetista. “As pessoas estão em áreas de risco porque não querem morar longe dos centros urbanos. Os governos não podem evitar as invasões, mas podem disciplinar e oferecer a mínima segurança necessária”, prosseguiu Queiroz. Ele informou que, por sugestão do líder do Governo na Alepe, deputado Isaltino Nascimento (PSB), a Casa destinará recursos para socorrer os municípios atingidos pelas enchentes.

Recife

Levando em consideração a experiência que teve como prefeito do Recife, o deputado João Paulo (PT) afirmou que parte da tragédia poderia ter sido evitada se as gestões municipais, estadual e federal estivessem dando atenção plena e constante às questões de moradia, saneamento e prevenção de desastres.

“Assim que assumi a Prefeitura, o Recife tinha 10.500 pontos de risco; quando a deixei, esse número tinha baixado para 3.500. Fazíamos a identificação desses locais com base em estudos técnicos e, sempre que havia a ameaça de chuva, a equipe era mobilizada. É uma pena que esse programa, chamado de Guarda Chuva, tenha sido interrompido. Boas iniciativas deveriam permanecer nas gestões posteriores”, avaliou.

Para o petista, as chuvas mostram o tamanho da desigualdade da Capital e de cidades vizinhas. “Enquanto a população com mais dinheiro ocupa lugares seguros, aquela mais pobre é jogada para áreas de risco. Recife também é uma das localidades mais ameaçadas pelas emergências climáticas. O resultado disso só pode ser catastrófico.”

Ainda segundo o parlamentar, é preciso tirar lições da tragédia: “A primeira delas, é que devemos nos preparar melhor para futuros eventos desse tipo”, frisou. Ao final, João Paulo propôs uma audiência pública a fim de discutir medidas emergenciais e de médio prazo para atender às comunidades afetadas.

Planejamento urbano

“Sou ex-moradora de morro e de palafitas, sei pelo que essas pessoas estão passando.” A declaração foi feita pela deputada Jô Cavalcanti, titular do mandato coletivo Juntas (PSOL), ressaltando tratar-se de “uma tragédia anunciada”. “Pernambuco já viveu isso antes, mas, dessa vez, deveria ter sido diferente e as vidas de muitas pessoas poderiam ter sido poupadas”, afirmou.

A parlamentar reclamou do uso de SMS pela Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) para emitir alertas, quando “todos sabem que ninguém usa esse tipo de ferramenta”. “Por que não colocar a mensagem na televisão ou no rádio, de modo que a população pudesse sair de casa?”, indagou. Ela ainda pontuou a falta de política de moradia, citando conjuntos habitacionais no Recife cujas obras estão paralisadas.

“A ausência de planejamento urbano e a de saneamento são outras falhas graves. Só 32% do Estado é saneado, metade da média nacional”, apontou. A psolista reforçou a carência de mapeamento das áreas de risco. “Não dá para culpar a natureza. Esse tipo de evento é previsível e será cada vez mais intenso.”

Antes de concluir, Cavalcanti anunciou que o mandato das Juntas apresentou ao Ministério Público Federal (MPF) uma representação pedindo providências diante da ausência de políticas públicas de enfrentamento às chuvas. “Além disso, solicitamos a desapropriação de imóveis desocupados no centro do Recife para fins de moradia emergencial das pessoas que estão desabrigadas”, finalizou.

O Coronel Alberto Feitosa (PL) também lamentou as mortes, acusando a Prefeitura do Recife (PCR) e o Governo do Estado de não investirem em moradia popular e em saneamento, assim como de terem demorado a agir para proteger a população que vive em áreas de risco. “Eles receberam avisos diretamente do Ministério da Ciência e Tecnologia na quarta (25), mas só na sexta (27) resolveram iniciar o plano de contingência. O alerta falava em fortes chuvas, inundações e deslizamentos.”

De acordo com o deputado, a PCR reduziu em 60% o orçamento para habitação, acumulando obras sem conclusão há vários anos. “O presidente Jair Bolsonaro assumiu com mais de 65 mil construções inacabadas e já entregou mais casas do que os ex-presidentes Lula e Dilma somados. Foram mais de 1,2 milhão de imóveis”, enfatizou. Ele também criticou os atrasos na entrega das barragens no Estado. “A União manda recursos, mas o governador e os prefeitos não fazem a parte deles.” 

Ao comentar a vinda do presidente da República à Capital pernambucana para anunciar verbas para os atingidos pelas enchentes, o parlamentar condenou a ausência do governador Paulo Câmara: “Ele mentiu, disse que não foi convidado”. Segundo Feitosa, a comitiva com sete ministros, secretários federais e o presidente da Caixa Econômica está “trabalhando para atender o mais rápido possível às necessidades imediatas das vítimas”.

Ao responder uma citação do deputado ao PSOL, Jô Cavalcanti afirmou que os comentários dele são “irônicos”, uma vez que o parlamentar fez parte do secretariado em gestões do PSB. “Já nós temos independência para criticar, pois direcionamos as cobranças a qualquer um que esteja no comando”, assinalou a parlamentar.

Conta de luz e água

O último discurso partiu do deputado Tony Gel (PSB), que fez algumas sugestões ao Estado e aos municípios. “Proponho que o governador e os prefeitos das 14 cidades atingidas articulem-se em prol da suspensão da cobrança da energia elétrica e da água das casas das vítimas, até que essas famílias possam se restabelecer”, disse.

O parlamentar também fez um apelo para que as prefeituras deixem de cobrar o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) desses imóveis, bem como ofereçam linhas de crédito para que as pessoas consigam remobiliar as casas. “Acredito que vai haver sensibilidade dos governantes”, opinou.

Carnaíba tem mais um óbito com suspeita de Covid-19

View this post on Instagram A Prefeitura de Carnaíba informou em seu boletim que um novo óbito suspeito para Covid-19, está em investigação. “Trata-se de uma paciente do sexo feminino, com 36 anos de idade, que veio a óbito neste sábado (02). A paciente não apresentava nenhuma comorbidade”, diz a nota. “O caso foi notificado […]

A Prefeitura de Carnaíba informou em seu boletim que um novo óbito suspeito para Covid-19, está em investigação.

“Trata-se de uma paciente do sexo feminino, com 36 anos de idade, que veio a óbito neste sábado (02). A paciente não apresentava nenhuma comorbidade”, diz a nota.

“O caso foi notificado como Síndrome Respiratória Aguda Grave e foi realizada coleta de SWAB”, diz a nota.

Todo o protocolo sanitário foi adotado para o enterro, considerando que o caso está em investigação, aguardando-se resultado do exame.

Preso da Lava Jato era elo entre o PT e a Petrobras, diz investigação da PF

A Polícia Federal (PF) disse que o empresário Milton Pascowitch, preso durante a 13ª fase da Operação Lava Jato, atuava como elo entre a diretoria de Serviços da Petrobras e o Partido dos Trabalhadores (PT). Segundo a PF, o contato era feito por meio da JD Consultoria, de propriedade do ex-ministro da Casa Civil, José […]

coletivaA Polícia Federal (PF) disse que o empresário Milton Pascowitch, preso durante a 13ª fase da Operação Lava Jato, atuava como elo entre a diretoria de Serviços da Petrobras e o Partido dos Trabalhadores (PT). Segundo a PF, o contato era feito por meio da JD Consultoria, de propriedade do ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu.

A fase mais recente da operação foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (21) em Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro e cumpriu seis mandados judiciais.

Segundo as investigações, Pascowitch era um dos operadores de propina no esquema da Petrobras. Ele atua junto à Engevix, empreiteira com contratos com a estatal e que é acusada de pagar propinas a diretores. Por meio de empresa própria, Pascowitch pagou R$ 1,4 milhão à consultoria de Dirceu, que nega irregularidades.

“A única ligação entre Pascowitch e o Partido dos Trabalhadores que temos hoje é através do José Dirceu. A empresa de Milton fez pagamentos à JD entre 2011 e 2012”, disse o delegado Igor Romário de Paula.

Milton Pascowitch fez o repasse por meio da Jamp Engenheiros Associados LTDA. O ex-ministro José Dirceu reafirmou, em nota, que o contrato com a Jamp “teve o objetivo de prospectar negócios para a Engevix no Peru e não teve qualquer relação com contratos na Petrobras”. (G1)