Comissão de Segurança Pública conclui trabalhos até 9 de fevereiro
Por Nill Júnior
A comissão especial temporária responsável por analisar matérias em tramitação no Senado que tratam de segurança pública terá até o próximo dia 09 de fevereiro para a conclusão de parecer sobre 44 propostas. Instalada em outubro, a comissão, presidida pelo senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), tinha inicialmente 90 dias de prazo, mas foi necessário prorrogar os trabalhos em função do fim da sessão legislativa, em 22 de dezembro.
O relator, senador Pedro Taques (PDT-MT), disse esperar vontade política para aprovar as propostas que vierem a ser formuladas pela comissão.
Responsável pela análise de proposições que tratam da “Proteção ao Cidadão e à Vítima”, o senador pernambucano Armando Monteiro (PTB) explica como a comissão atuou. “Em vez de ficarmos discutindo coisas novas, fizemos um inventário de todos os projetos que estão em curso nas duas Casas, e verificamos então em que áreas poderíamos contribuir para fazer essa agenda avançar. Desde temas de financiamento da segurança até a integração das policias”, resumiu.
A Comissão Temporária de Segurança Pública já realizou 11 reuniões. O financiamento e a unificação das polícias civil e militar; o controle rígido das armas; a atenção ao cidadão e à vítima; a vigilância privada; e a Defesa Civil foram temas debatidos nas audiências públicas com autoridades e especialistas na área.
O Partido dos Trabalhadores oficializa neste domingo (2), em sua convenção nacional, a candidatura do presidente Lula à reeleição. O evento acontece no Expo Center Norte, na Zona Norte da cidade de São Paulo, a partir das 10h. Aos 80 anos, Lula vai em busca de seu quarto mandato presidencial: foi eleito em 2002, reeleito […]
O Partido dos Trabalhadores oficializa neste domingo (2), em sua convenção nacional, a candidatura do presidente Lula à reeleição. O evento acontece no Expo Center Norte, na Zona Norte da cidade de São Paulo, a partir das 10h.
Aos 80 anos, Lula vai em busca de seu quarto mandato presidencial: foi eleito em 2002, reeleito em 2006 e novamente escolhido como presidente em 2022.
O presidente também disputou as eleições de 1989, 1994 e 1998, quando saiu derrotado: primeiro, por Fernando Collor e, depois, por Fernando Henrique Cardoso duas vezes.
Se vencer neste ano, chegará a 16 anos como presidente e ficará atrás somente de Getúlio Vargas, que governou o Brasil por pouco mais de 18 anos, mas só foi eleito pelo voto direto uma vez.
O petista repetirá a chapa vitoriosa de quatro anos atrás com o atual vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), oficializado em convenção do partido na quarta-feira (29). Lula esteve no evento.
Geraldo Alckmin consolidou sua posição no governo e manteve uma relação de proximidade com Lula, apesar do antigo histórico de disputa em eleições presidenciais, quando era do PSDB.
Em 2026, o PT terá PSB, PCdoB, PV, PDT, PSOL e Rede como aliados na eleição presidencial. O principal adversário de Lula, Flávio Bolsonaro (PL), até o momento não anunciou coligações.
Em 25 de outubro de 2022 Pesquisa do Ipec divulgada nesta terça-feira (25), encomendada pela Globo, aponta que a candidata Raquel Lyra (PSDB) tem 51% de intenção de votos no segundo turno e que a candidata Marília Arraes (Solidariedade) tem 43%. Este é o segundo levantamento para o governo de Pernambuco do instituto após o […]
Pesquisa do Ipec divulgada nesta terça-feira (25), encomendada pela Globo, aponta que a candidata Raquel Lyra (PSDB) tem 51% de intenção de votos no segundo turno e que a candidata Marília Arraes (Solidariedade) tem 43%.
Este é o segundo levantamento para o governo de Pernambuco do instituto após o primeiro turno das eleições. Na pesquisa anterior, divulgada no dia 11 de outubro, Raquel obteve 50%, e Marília, 42%.
As entrevistas desta segunda pesquisa foram feitas entre o domingo (23) e esta terça-feira (25). Foram ouvidas 2 mil pessoas em 75 municípios pernambucanos. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01633/2022.
De acordo com o Ipec, se a eleição fosse hoje, Raquel teria 54% dos votos válidos, e Marília, 46%.
Da redação: o resultado final cinco dias depois foi de 58,7% para Raquel e 41,3% para a candidata do Solidariedade.
As pesquisas divulgadas na semana pré-convenções indicam o óbvio: com uma vantagem que oscila entre dois e seis pontos percentuais, não há margem para erros nem para Raquel Lyra nem para João Campos. Imagine por exemplo o cenário mais folgado para a governadora, com seis pontos de vantagem, aferidos pela Quaest, no 43% a 37%. […]
As pesquisas divulgadas na semana pré-convenções indicam o óbvio: com uma vantagem que oscila entre dois e seis pontos percentuais, não há margem para erros nem para Raquel Lyra nem para João Campos.
Imagine por exemplo o cenário mais folgado para a governadora, com seis pontos de vantagem, aferidos pela Quaest, no 43% a 37%. Se por fatores políticos e de estratégia na campanha, João Campos converter três por cento dos votos de Raquel, empata o jogo. Se ocorrer o contrário, Raquel foge da margem de erro e dispara sobre o socialista.
Antes do fim da possibilidade de Miguel Coelho ser o ungido de Raquel, a notícia ruim para o bloco governista foi do apoio da da Federação Renovação Solidária, composta por PRD e Solidariedade, a João Campos. Curioso foi ver o Deputado Federal Fernando Rodolfo formalizando a decisão na frente de João Campos. Detalhe: ele apoia e manterá sua defesa de Raquel Lyra. Após a saída de Miguel, foi a vez do União Progressista afirmar que não se coliga com a chapa da governadora, formalizando apenas seus federais e estaduais. Essas decisões tiram tempo de guia e impactam na estrutura dos projetos. Agora, o Palácio luta para conter uma sangria de insatisfeitos com Miguel fora. Era muito difícil a escolha de um nome sem desagradar o grupo do outro, dado o acirramento gerado entre Coelho e Dudu da Fonte.
Analistas defendem que o voto de estrutura continua tendo muito peso, fazendo de Raquel uma espécie de favorita natural, dado o histórico. Mas essas horas o próprio Adriano Oliveira, um dos que cravaram seu favoritismo alertou: “a falta de traquejo político pode levar governos bem avaliados e até favoritos a perder uma eleição? Sim. É uma hipótese que jamais deve ser descartada. A má condução da articulação política pode, por exemplo, reduzir o tempo de televisão do candidato favorito a tal ponto que sua mensagem perca força diante de um adversário competitivo, que nunca deve ser subestimado”. Todo mundo entendeu como mensdagem subliminar.
João Campos por sua vez precisa imperativamente de Lula em seu palanque. e no primeiro turno, até porque não haverá um segundo, dada eleição tão polarizada. Não adianta ele dizer, vídeo frio, recado de aliado, foto com o petista. Essa, Raquel também tem. Lula precisa vir a Pernambuco sob pena de botar o leite socialista a perder. A ausência do petista, somada a nomes do partido que decidiram votar em Raquel, cria uma permissividade do eleitor médio votar em Raquel. Segundo a Genial/Quaest, 56% dos eleitores em Pernambuco não sabem que João Campos é o candidato apoiado pelo presidente Lula. Apenas 44% dos pernambucanos identificam João Campos como o nome apoiado por Lula no estado.
Há outras questões: Raquel tem a máquina, João não mais. O PSB diz que sabe fazer campanha muito melhor que os aliados da governadora e isso vai ajudar João. Ou seja, cada um com sua equação política e projeção, em um cenário muito apertado. Está decretado: errar está proibido nas campanhas de ambos, sob pena do fim.
“Se ele aceitar…”
Marília falou pela primeira vez sobre a conversa que teve com Miguel Coelho e seu bloco, na construção de um possível alinhamento. “Nunca deixei de ter diálogo com Miguel e todo o seu grupo e é importante manter o diálogo e o respeito na convergência e na divergência. Mais adiante vamos conversar se for oportuno. E arrematou sobre o convite ao pai, FBC, para suplência na sua chapa: “pra vir tem que aceitar”, disse ao Ponto de Vista.
Poste mijou no cachorro
Miguel Coelho está de alma ferida. Primeiro, foi preterido por João Campos com a antecipação de Marília Arraes e do PDT. Correu para o palanque de Raquel com a sinalização da vaga. Faltou combinar com a Federação União Progressista, cuja maioria definiu Eduardo da Fonte. Disse que o poste não mijaria no cachorro, referência a Raquel, que teria direito de definir. Mas, mijou…
“Errei, Pernambuco”
Mais uma vez, o discurso mais forte na convenção de João Campos foi o de Álvaro Porto. Ele novamente pediu desculpas pelo apoio à governadora em 2022. Lembrou ter sido o único deputado estadual com mandato a apoiar a então candidata. “Tenho certeza que o povo de Pernambuco vai dar a resposta contra o governo de fachada e vai eleger João”.
Fica ou sai
A dúvida que fica após a definição de Evilásio Mateus é: qual será a posição de Cléber Chaparral, que condicionou seu apoio a Raquel Lyra a depender da presença de Miguel Coelho na chapa.
Aguardando
Embates municipais que aguardam o resultado da eleição estadual: Zeca Cavalcanti x Madalena Britto ou Luciano Pacheco (Arcoverde), Pollyana Abreu x Ângelo Ferreira (Sertânia), candidato de Sandrinho x Danilo Simões, nome de Márcia Conrado x Miguel Duque, dentre outros.
Já era
A decisão de Fredson Britto de apoiar Humberto Costa não dependia do apoio de Raquel nem a Miguel nem a Dudu da Fonte. Já estava tomada independente do desfecho. Tanto que foi gravado bem antes do fim da novela. Era prego batido e ponta virada, assim como a opção por Túlio Gadêlha.
Próxima
Pollyanna Abreu, aliada da governadora Raquel Lyra (PSD) e uma das principais lideranças do Sertão do Moxotó, também deve anunciar apoio à candidatura de Humberto Costa (PT) e Túlio Gadêlha (PSD) ao Senado. O senador integra a chapa da Frente Popular de Pernambuco, liderada pelo candidato ao Governo do Estado, João Campos (PSB). A informação é do Blog Júnior Campos.
Quer mostrar força
A convenção que homologa neste domingo a chapa Raquel Lyra e Priscila Krause promete impressionar, segundo assessores da governadora. A ideia é mostrar de cara força e articulação política no estado, além de estrutura de campanha. Essa será também uma eleição marcada pela guerra das imagens.
A mensagem do Padre Júlio
Ausência sentida na Caravana da Democracia, em Afogados da Ingazeira, o Padre Júlio Lancellotti mandou uma mensagem para o evento, que foi apresentada a todos no Cine São José.
Ele diz ser importante valorizar o trabalho da igreja a partir das organizações populares, sociais, às Comunidades Eclesiais de Base, na defesa da democracia, do bioma Caatinga, na defesa dos direitos humanos, do direito das mulheres, em todas as ações nesse caminho.
Fez uma saudação inicial a todos da Diocese de Afogados da Ingazeira, a partir de Dom Limacêdo Antônio e dos que participaram da caravana, que vai até este domingo. “Lutemos porque a nossa luta não será em vão”.
“Se o meu filho for acusado de qualquer coisa, ele será tratado como filho de qualquer pessoa. É o certo. Não haverá nenhum privilégio. Eu jamais pedirei para um delegado ou para um juiz não fazer as coisas corretas. Se ele estiver certo, ele vai ter ajuda minha”.
Do presidente Lula, sobre o filho Lulinha, ao podcast Inteligência Ltda.
A chapa com a governadora Raquel Lyra candidata à reeleição, com Priscila Krause na vice, será lançada oficialmente esta manhã, na Convenção Raquel, como está sendo chamada. O evento promete reunir de apoiadores, lideranças políticas e representantes de diversas regiões do estado no Parador. A convenção promete impressionar, segundo assessores da governadora. A ideia é […]
A chapa com a governadora Raquel Lyra candidata à reeleição, com Priscila Krause na vice, será lançada oficialmente esta manhã, na Convenção Raquel, como está sendo chamada.
O evento promete reunir de apoiadores, lideranças políticas e representantes de diversas regiões do estado no Parador.
A convenção promete impressionar, segundo assessores da governadora. A ideia é mostrar de cara força e articulação política no estado, além de estrutura de campanha. Essa será também uma eleição marcada pela guerra das imagens.
Outras questão é a do impacto da definição da chapa ao Senado: a expectattiva é saber se e como estará no ato Miguel Coelho, que perdeu disputa na chapa com Eduardo da Fonte. Nas últimas horas, aumentou a especulação de um convite da candidata Marília Arraes a Bezerra Coelho.
Marília falou pela primeira vez sobre a conversa que teve com Miguel Coelho e seu bloco, na construção de um possível alinhamento. “Nunca deixei de ter diálogo com Miguel e todo o seu grupo e é importante manter o diálogo e o respeito na convergência e na divergência. Mais adiante vamos conversar se for oportuno. E arrematou: “pra vir tem que aceitar”, disse ao Ponto de Vista.
O prefeito de São José do Egito, Fredson Britto, gravou um vídeo para confirmar seu apoio a Humberto Costa para o Senado. Além do petista, Britto apoia Túlio Gadêlha para a segunda vaga. Ele é aliado da governadora Raquel Lyra. “Assumo, com muita alegria e responsabilidade, o apoio à reeleição do senador Humberto Costa, um […]
O prefeito de São José do Egito, Fredson Britto, gravou um vídeo para confirmar seu apoio a Humberto Costa para o Senado. Além do petista, Britto apoia Túlio Gadêlha para a segunda vaga. Ele é aliado da governadora Raquel Lyra.
“Assumo, com muita alegria e responsabilidade, o apoio à reeleição do senador Humberto Costa, um grande parceiro que já contribuiu com São José do Egito e renovou o compromisso de trabalhar ainda mais pelo nosso município”, escreveu.
“Seguimos juntos nessa caminhada, ao lado do ex-prefeito Dr. Romério, da liderança política Edivaldo Campos e de todos que acreditam em um projeto de desenvolvimento para São José do Egito, Pernambuco e o Brasil”, acrescentou, citando também o presidente Lula.
“Vamos unidos com Lula, Raquel Lyra, Humberto Costa e Túlio Gadêlha”, concluiu.
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