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Coluna do Domingão: a elite que mata por ‘diversão’ e o Estado que a premia

Por André Luis

A elite que mata por ‘diversão’ e o Estado que a premia

“Eles acham que o mundo é um playground onde a dor alheia não tem custo”, desabafa o senso comum diante de uma realidade que se repete como farsa e tragédia no Brasil. O paralelo entre o martírio do líder Pataxó Galdino Jesus dos Santos, incendiado em 1997, e a recente morte do cão Orelha não é apenas uma coincidência de crueldade; é o retrato de uma patologia social de classe que goza de uma impunidade hereditária e de uma desconexão absoluta com a realidade.

O “erro” que vira carreira pública

A discrepância entre o tratamento dado a jovens ricos e pobres no Judiciário ganha contornos de escárnio quando observamos os desdobramentos do caso Galdino. Enquanto a juventude periférica enfrenta o encarceramento em massa, os cinco responsáveis por queimar vivo o indígena em 1997 — após uma “reabilitação” célere e repleta de privilégios — hoje estão integrados à elite do funcionalismo público.

Longe das celas, os agressores ocupam cargos de destaque no Senado Federal, no Detran-DF e até na Polícia Rodoviária Federal, com salários que superam os R$ 15 mil. Como revela a investigação da BBC News Brasil, o Estado que eles agrediram ao violar a vida é o mesmo que hoje lhes garante estabilidade. É a prova de que, para os “filhos bons” da elite, o crime não é uma barreira, mas um “erro juvenil” absorvido por um sistema que protege os seus.

A dessensibilização e o status da barbárie

Essa blindagem começa em casa e no ambiente digital. Em entrevista à BBC, a juíza Vanessa Cavalieri, da Vara da Infância e Juventude do Rio de Janeiro, alerta para um fenômeno de “dessensibilização da violência”. Segundo a magistrada, adolescentes de classes média e alta estão sendo alimentados por comunidades digitais (como o Discord) que transformam a tortura em espetáculo e busca por status.

“Eu teria zero surpresa se se concluísse que isso não foi apenas a ação de cinco meninos isolados, mas parte de uma comunidade maior, com liderança e busca por status”, afirma Cavalieri.

O que une os agressores de ontem e de hoje é a parentalidade permissiva: famílias que não impõem limites e que, após o crime, atuam para obstruir a justiça ou minimizar a barbárie — como no caso atual, em que jovens envolvidos seguiram viagem para a Disney enquanto a vítima agonizava.

O fascismo social e a balança viciada

Sempre que a lei ameaça o asfalto, o crime vira “brincadeira” e o sadismo vira “impulso”. Essa retórica é uma ferramenta do fascismo social. Para o rico, o direito ao esquecimento e ao prestígio; para o pobre, o rigor da repressão e o descarte em celas superlotadas.

A democracia só se consolida quando o valor da vida não é medido pelo CEP ou pelo saldo bancário. Tratar esses episódios como “casos isolados” é ignorar que o sistema penal brasileiro tem lado. Enquanto o sobrenome for salvo-conduto para cargos públicos e a permissividade familiar for endossada pelo Judiciário, continuaremos sendo uma nação que incendeia seus próprios alicerces de humanidade em nome do entretenimento de uma elite cruel.

Morde

Em entrevista à Rádio Pajeú, o vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Daniel Valadares, subiu o tom contra a gestão de Raquel Lyra, afirmando que o governo estadual sofre de uma “paralisia de entregas” que já dura mais de três anos. Valadares foi enfático ao dizer que é impossível identificar a marca da governadora nas obras de Pernambuco, atribuindo o protagonismo das realizações ao Governo Lula. “O maior problema não são episódios pontuais, mas a falta de entregas efetivas”, disparou o vice-prefeito, evidenciando o vácuo administrativo que enfraquece a presença do Estado no interior.

Assopra

O ex-prefeito de Flores e pré-candidato a deputado estadual, Marconi Santana, saiu em defesa da governadora Raquel Lyra, minimizando as pesquisas de opinião e classificando o crescimento da gestora como “público e notório”. Para Santana, a força da governadora para a reeleição reside no volume de ações no Sertão, destacando investimentos em cozinhas comunitárias e na recuperação da malha viária como pilares de uma gestão que, segundo ele, está mudando a face do interior pernambucano.

“Janeiro amargo” 

Pernambuco iniciou 2026 sob uma tempestade que nenhum marqueteiro político seria capaz de conter apenas com notas oficiais. O acúmulo de crises em órgãos estratégicos, como: Detran, SDS e EPTI, não é apenas um problema de “gestão de nomes”, mas um desgaste corrosivo que atinge o coração da narrativa de eficiência e ética que elegeu o atual governo. Em ano eleitoral, onde cada erro é multiplicado pela lupa da oposição, o Palácio do Campo das Princesas se vê diante de um labirinto político perigoso.

A erosão da autoridade

O primeiro ponto de desgaste é a quebra da confiança institucional. Quando o presidente do Detran-PE é alvo de denúncias de assédio e hostilidade, a imagem do Estado como garantidor de direitos é a primeira a cair. Para o eleitor, não se trata apenas de uma briga administrativa, mas de uma falha na escolha de quem comanda o dia a dia do cidadão. Esse tipo de escândalo humaniza a falha do governo de forma negativa, gerando uma rejeição emocional difícil de reverter.

O combustível da oposição

A crise da “Arapongagem” e o pedido de impeachment relacionado à empresa familiar da governadora são verdadeiros presentes para os adversários.

  • No caso da SDS, a acusação de uso da máquina pública para monitorar adversários (o secretário do Recife) alimenta o discurso de “perseguição política”.
  • No caso da EPTI/Logo Caruaruense, a oposição ganha a narrativa do “privilégio”, sugerindo que o rigor da lei não se aplica aos de casa.

Em uma pré-campanha, essas pautas dominam o debate, impedindo que o governo consiga vender suas entregas e obras. O governo passa a jogar na defesa, e “quem explica, já perdeu”, como diz o velho jargão político.

O erro de triagem e a pauta identitária

A rápida queda do presidente da EPTI, Yuri Coriolano, por mensagens racistas e misóginas é o golpe final na imagem de “renovação”. Em um estado de maioria negra e com forte histórico de lutas sociais, ter um alto escalão que destila preconceito, mesmo que em mensagens antigas, sinaliza uma falha grave na triagem política. O desgaste aqui é com a base progressista e com as mulheres, fatias do eleitorado que são fundamentais para qualquer vitória nas urnas.

O preço da paralisia

O governo chega a 2026 com a urgência de uma reforma interna profunda. O acúmulo de casos em um curto espaço de tempo cria uma percepção de desgoverno. Se a resposta continuar sendo apenas a troca reativa de nomes após o escândalo estourar, o desgaste será inevitável. Para quem busca a reeleição, o maior inimigo hoje não é apenas o candidato adversário, mas a sombra dessas denúncias que começam a cristalizar na mente do eleitor a imagem de uma gestão cercada por polêmicas e privilégios.

O caminho da recuperação

Para reverter o desgaste que atinge o Palácio do Campo das Princesas em 2026, o governo de Raquel Lyra não pode se limitar a notas de esclarecimento. A crise atual, que mistura assédio, espionagem e suspeitas de prevaricação, exige uma reforma de postura e de método. O tempo da política não perdoa a hesitação em ano eleitoral.

Primeiro, é urgente a implementação de um protocolo de compliance rigoroso. Não basta exonerar após o vazamento; é preciso demonstrar que a triagem para cargos de confiança agora segue critérios éticos inegociáveis. A governadora precisa “abrir a caixa-preta” das investigações no Detran e na SDS, punindo com transparência quem usou a máquina pública para fins escusos ou opressores.

Além disso, Raquel Lyra precisa resgatar a impessoalidade. O pedido de impeachment sobre a empresa familiar tocou em um nervo sensível: a percepção de privilégio. Para desfazer essa imagem, a gestão deve se antecipar aos órgãos de controle, oferecendo auditorias independentes e fortalecendo a Controladoria Geral do Estado.

Em política, o vácuo de resposta é preenchido pela narrativa da oposição. Se o governo não assumir o protagonismo da correção de rumos, chegará às urnas como refém dos próprios escândalos, transformando o que deveria ser um ano de entregas em uma longa jornada de defesa judicial.

Frase da semana

“As pessoas estão divorciadas da realidade. Elas não têm ideia de que o que aconteceu, acontece todas as noites em muitas casas do Brasil.”

Da juíza Vanessa Cavalieri, da Vara da Infância e Juventude do Rio de Janeiro em entrevista a BBC News Brasil sobre o caso do cão Orelha.

A juíza estuda, há anos, a radicalização de adolescentes.

Outras Notícias

Arcoverde: divulgada lista de convocados em seleção para escolas de período integral

A Secretaria de Educação de Arcoverde tornou pública a relação dos convocados do processo de seleção simplificada interna de professores e equipe gestora para compor as escolas municipais de ensino fundamental em período integral. Os mesmos deverão comparecer à SEA, a partir desta quarta-feira (01) até a próxima sexta-feira (03), das 8h às 13h. A […]

A Secretaria de Educação de Arcoverde tornou pública a relação dos convocados do processo de seleção simplificada interna de professores e equipe gestora para compor as escolas municipais de ensino fundamental em período integral.

Os mesmos deverão comparecer à SEA, a partir desta quarta-feira (01) até a próxima sexta-feira (03), das 8h às 13h.

A lista com os selecionados pode ser conferida  pelo site da prefeitura: www.arcoverde.pe.gov.br/pag/secretaria-de-educacao . Mais informações: 3821.9014

No total, 73% não receberam conteúdo no WhatsApp contra candidatos, diz Ibope

Pesquisa Ibope para presidente divulgada nesta terça-feira (23) também perguntou aos eleitores se eles reberam conteúdo com críticas ou ataques a algum candidato à presidência pelo WhatsApp na semana que antecedeu o primeiro turno. A pergunta feita pelo Ibope foi: “Sem considerar a propaganda eleitoral gratuita, o(a) sr(a) recebeu conteúdo com críticas ou ataques a […]

Pesquisa Ibope para presidente divulgada nesta terça-feira (23) também perguntou aos eleitores se eles reberam conteúdo com críticas ou ataques a algum candidato à presidência pelo WhatsApp na semana que antecedeu o primeiro turno.

A pergunta feita pelo Ibope foi: “Sem considerar a propaganda eleitoral gratuita, o(a) sr(a) recebeu conteúdo com críticas ou ataques a algum candidato à Presidência pelo WhatsApp, na semana que antecedeu a disputa do primeiro turno? (Caso sim) E o(a) sr(a) recebeu conteúdo pelo WhatsApp contra qual(is) candidato(s)?”.

Os resultados para a pergunta acima foram:

Não recebeu: 73%

Fernando Haddad (PT): 18%

Jair Bolsonaro (PSL): 18%

Ciro Gomes (PDT): 3%

Marina Silva (Rede): 2%

Não sabe/Não respondeu: 2%

Alvaro Dias (Pode): 1%

Cabo Daciolo (Patriota): 1%

Eymael (DC): 1%

Geraldo Alckmin (PSDB): 1%

Henrique Meirelles (MDB): 1%

João Amoêdo (Novo): 1%

Vera (PSTU): 1%

João Goulart Filho (PPL): 1%

Carnaíba alerta sobre surto de dengue e outras arboviroses

A Secretaria Municipal de Saúde, através da Vigilância em Saúde divulgou comunicado  nas redes sociais da Prefeitura, alertando a população sobre os cuidados com locais que acumulem água parada, sendo criadouros do mosquito transmissor da dengue e outras arboviroses no município de Carnaíba. “Reforçamos que as arboviroses são endêmicas em nossa região e são preocupantes […]

A Secretaria Municipal de Saúde, através da Vigilância em Saúde divulgou comunicado  nas redes sociais da Prefeitura, alertando a população sobre os cuidados com locais que acumulem água parada, sendo criadouros do mosquito transmissor da dengue e outras arboviroses no município de Carnaíba.

“Reforçamos que as arboviroses são endêmicas em nossa região e são preocupantes para a saúde pública, especialmente no período de chuvas, quando os ovos postos pelo mosquito, nascem em água parada oriundas muitas vezes da chuva em locais públicos onde há recipientes e locais propícios para tal acúmulo (pneus, garrafas, lixos diversos etc)”, diz o comunicado.

Ainda segundo o comunicado, a vigilância em saúde tem intensificado as ações preventivas para eliminação de criadouros do mosquito. “No entanto, essas ações, somente serão efetivas com o apoio da população. Lembramos a todos que para combater essas terríveis doenças, precisamos estar vigilantes e atentos a situações de riscos como: lixo acumulado em locais a céu aberto (quintais, ruas, terrenos baldios), garrafas abertas, pneus e outros recipientes com água parada. Precisamos limpar periodicamente caixas d’água, reservatórios, tanques… Só assim, juntos, cada um fazendo sua parte, será possível combater esse inimigo”, destaca.

O comunicado alerta ainda para que todos estejam atentos em suas residências: “cubra com tela todos os reservatórios, tanques, caixas d’água e em caso de aparecimento de larvas, procure a Secretaria Municipal de Saúde para fazer o tratamento correto”, informa.

Herança maldita: Gestão Fredson apresenta débitos herdados da gestão Evandro

A nova administração de São José do Egito, liderada pelo prefeito Fredson Brito, revelou um quadro financeiro delicado herdado da gestão anterior, comandada por Evandro Valadares. De acordo com informações apresentadas pela atual gestão, o município acumula dívidas próximas a R$ 12 milhões, abrangendo setores como saneamento, energia elétrica, previdência municipal, saúde e folha de […]

A nova administração de São José do Egito, liderada pelo prefeito Fredson Brito, revelou um quadro financeiro delicado herdado da gestão anterior, comandada por Evandro Valadares. De acordo com informações apresentadas pela atual gestão, o município acumula dívidas próximas a R$ 12 milhões, abrangendo setores como saneamento, energia elétrica, previdência municipal, saúde e folha de pagamento.

Entre os débitos detalhados estão R$ 1,5 milhão em atraso com a Compesa, acumulados nos últimos seis anos, e R$ 300 mil com a Neoenergia, referentes ao fornecimento de energia elétrica. O Fundo Próprio de Previdência Municipal (FUNPRESJE) apresenta uma dívida de R$ 6 milhões, exigindo um aporte mensal de R$ 700 mil para pagamento de aposentados e pensionistas, além de uma pendência imediata de R$ 450 mil para viabilizar o parcelamento de débitos com o INSS, que somam R$ 1,5 milhão.

Na área da saúde, os números são ainda mais preocupantes. Salários atrasados e dívidas com fornecedores totalizam R$ 3 milhões, embora o secretário municipal de Saúde, Dr. Hugo, tenha apontado que os débitos do setor podem alcançar a marca de R$ 10 milhões. Apenas uma ambulância encontra-se em condições de uso, enquanto o tomógrafo do município está inoperante. Postos de saúde da zona rural estão em situação precária, e a casa de apoio para pacientes será substituída devido às condições deterioradas.

Na educação, metade da frota de ônibus escolares está sucateada e todas as escolas municipais necessitam de pintura e reparos. Além disso, um ônibus utilizado para transporte de pacientes precisa de uma reforma orçada em R$ 80 mil.

Apesar de o ex-prefeito Evandro Valadares ter declarado à Rádio Gazeta que deixou R$ 32 milhões em caixa, a atual gestão aponta contradições. Segundo o secretário de Finanças, Tarcízio Leite, R$ 27 milhões desse montante estão vinculados ao FUNPRESJE, sem possibilidade de uso para outras finalidades. O restante seria destinado a obras inacabadas, enquanto, na prática, a conta destinada à saúde possuía apenas R$ 1.300 no momento da transição.

A gestão anterior ainda arrecadou mais de R$ 30 milhões após o período eleitoral, mas não efetuou o pagamento de funcionários, aposentados e fornecedores, além de ter realizado compras acima de R$ 4 milhões sem licitação, segundo Dr. Hugo.

Fredson Brito, ao comentar a situação, reafirmou seu compromisso com a recuperação do município: “Recebemos uma cidade em caos, mas fomos eleitos para resolver. Com esforço e de mãos dadas com o povo, colocaremos a casa em ordem.” Entre as prioridades da nova gestão estão a regularização das contas públicas, a recuperação da infraestrutura escolar e da frota de veículos, e a melhoria dos serviços básicos, com foco em saúde e educação.

Estiagem no Sertão: MPPE recomenda que Tuparetama abstenha-se de realizar festa enquanto persistirem os efeitos da situação emergencial

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou ao prefeito de Tuparetama, Sávio Torres, que se abstenha de realizar despesas com eventos festivos, incluindo a contratação de artistas, serviços de buffets e montagens de estruturas para eventos, inclusive festas em geral, enquanto persistirem os efeitos da situação de emergência por causa da estiagem no Sertão, declarada […]

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou ao prefeito de Tuparetama, Sávio Torres, que se abstenha de realizar despesas com eventos festivos, incluindo a contratação de artistas, serviços de buffets e montagens de estruturas para eventos, inclusive festas em geral, enquanto persistirem os efeitos da situação de emergência por causa da estiagem no Sertão, declarada por meio do decreto n°43.605/2016 do Governo de Pernambuco. O MPPE tomou conhecimento por divulgação informal que o município vai realizar nos dias 14 e 15 de abril o Tupã Folia 2017.

O MPPE recomenda também que o prefeito de Tuparetama só realize despesas com eventos festivos, incluindo a contratação de artistas, serviços de buffet e montagens de estruturas para eventos no caso de obter verbas de Estado ou da União, oriundas da Secretaria de Cultura Estadual ou Fundarpe, do Ministério da Cultura ou do Ministério do Turismo, desde que a destinação de tais recursos seja especificamente vinculada à realização de festas ou eventos culturais no município, ressaltando que na hipótese não se aplica o artigo 24, inciso IV, da Lei n°8.666/93, por não se tratar de necessário ao atendimento da situação emergencial ou calamidade.

O promotor de Justiça Aurinilton Leão Carlos Sobrinho recomenda, se essa situação anterior for o caso, que o gestor municipal envie ao MPPE (quando as verbas foram estaduais) a documentação relativa à execução do convênio, acompanhada do processo licitatório, inclusive notas fiscais pertinentes, no prazo de 30 dias após a realização do evento.

Para Aurinilton Leão, é logicamente incompatível a declaração de situação de emergência com o emprego de verbas públicas na contratação de bandas e realização de festas em geral. Nos municípios com dificuldades financeiras impõe-se ao administrador o dever de otimizar a alocação de recursos públicos na satisfação das necessidades mais prementes da população, haja vista o princípio da eficiência previsto no artigo 37, da Constituição Federal.

Decreto n°43.605/2016 – o município de Tuparetama está incluído no referido Decreto, que prorroga o reconhecimento da situação anormal, caracterizada como situação de emergência, nas áreas dos municípios do Sertão pernambucano afetados pela estiagem, pelo prazo de 180 dias. O decreto foi assinado pelo governador do Estado no dia 7 de outubro de 2016.