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Coluna do Domingão

Por Nill Júnior

Onde tem campanha no Sertão?

A se levarem em contas levantamentos recentes, mapeando as principais cidades da região, já é possível dizer a um mês do pleito, onde tem eleição pra valer e onde é só pra cumprir tabela.

Uma das cidades mais interessantes de assistir o processo é Salgueiro.  Isso porque o prefeito Clebel Cordeiro conseguiu transformar um pleito que seria fácil em um processo dos mais imprevisíveis contra o ex-prefeito Marcones Libório. As pesquisas indicam empate técnico e luta até o dia do pleito. Tudo por conta da gestão mais ou menos do emedebista.

No Alto Pajeú não são poucos os que afirmam ser uma disputa acirrada a de Brejinho, do ex-prefeito José Vanderley contra o empresário Gilson Bento. José Vanderley estaria pagando um preço pela gestão de Tânia Maria, que curiosamente não foi ruim, mas sua condição pessoal mais fechada por sua posição religiosa, um direito, pode ter afetado a avaliação do seu líder. Falam da escolha da vice Elisângela Lucena, a Zan, que não teria agregado tanto. De toda forma, Zé Vanderley é uma das lideranças mais importantes dos últimos 30 anos na cidade. Questão é que Gilson não quer nem saber disso.

Em Santa Terezinha, a impressão é de que, pelos episódios registrados, Vaninho de Danda e Delson Lustosa nivelam o debate por baixo.  Dos episódios de whisky no palco de um a rolos jurídicos do outro, alguns dizem que a população escolherá o menos ruim.

Solidão ainda não teve pesquisa, mas vai ser interessante ver “criador e criatura”, com Cida Oliveira contra Djalma Alves. O atual prefeito diz que será reeleito porque conseguiu pôr a prefeitura no trilho depois de uma gestão desmantelada de Cida. Ela nega e diz que tem votos pra voltar.

Claro, Tabira é novamente um caso para estudo. A impressão preliminar é que novamente o fator jurídico vai guiar o processo.  Tabira terá uma eleição se Dinca Brandino conseguir se desvencilhar do abacaxi jurídico e outra se ele não puder.  No primeiro cenário continua forte.  Com a mulher Nicinha em seu lugar, não. Favorece o petista Flávio Marques e ainda pode melhorar a votação de Nelly Sampaio. Mas isso é analise. E Tabira adora desmoralizar analista político.

Lá vem pesquisa!

A parceria com o Instituto Múltipla vai favorecer a divulgação de mais duas pesquisas essa semana.  O blog divulga a primeira pesquisa com intenção de votos para Afogados da Ingazeira e afere o cenário em Tuparetama.

Super enquete

O programa Revista da Cultura ouviu cerca de 150 ouvintes em uma super enquete: qual a maior liderança contemporânea de Serra Talhada? Luciano Duque foi citado por 69% dos ouvintes. Carlos Evandro, por 30%. E Sebastião Oliveira teve apenas 1%.

De novo

Cobrada mais uma vez pela situação das PEs 275 e 265 , tábuas de pirulito do Pajeú e Moxotó, a Secretária de Infraestrutura Fernandha Batista prometeu de novo que está para ser executado o recapeamento completo das vias.  “Passei por elas.  Não cabe mais tapa buracos”, garantiu.

Das duas, uma

A avaliação negativa do prefeito Osório Filho, da Pedra, que seria derrotado hoje por Júnior Vaz segundo o Múltipla leva à maxima: gestor com caneta na mão com esses índices, ou fez gestão ruim ou foi pra missa esculhambar Jesus…

Novo capítulo 

A Câmara de Tabira recorreu da liminar que anulou efeitos das contas rejeitadas de Dinca Brandino. O relator do caso é o Desembargador  José Ivo Guimarães,  da 2° Câmara de Direito Público. Pode revogar a decisão ou pautar com urgência o Agravo.

Ê ê ô, Bião do Hospital…

Até agora, o jingle mais comentado  da campanha em Afogados não é de Capitão Sidney, Sandrinho ou Zé Negão.  É de Bião do Hospital, do Podemos.  “Fiz pra ficar mais famosa que caneta azul”, diz Bião, que compôs, gravou voz e até simulou os instrumentos.  “Felomenal!”. Ouça:

 

Frase da semana: 

“Tem muita gente boa que passou pelo governo do PT”.

A frase, acreditem, é do Presidente Jair Bolsonaro, ao comentar a indicação de Kássio Nunes para a vaga de Celso de Mello no STF. Kássio foi indicado por Dilma Rousseff ao TRF 1.

Outras Notícias

Cunha renuncia à presidência da Câmara

O deputado federal Eduardo Cunha, do PMDB do Rio de Janeiro, renunciou no início da tarde desta quinta-feira (7) à presidência da Câmara dos Deputados. Cunha estava afastado do cargo desde o início de maio, quando também teve seu mandato suspenso por tempo indeterminado, por decisão do Supremo Tribunal Federal. Além de ser investigado na […]

Sem títuloO deputado federal Eduardo Cunha, do PMDB do Rio de Janeiro, renunciou no início da tarde desta quinta-feira (7) à presidência da Câmara dos Deputados. Cunha estava afastado do cargo desde o início de maio, quando também teve seu mandato suspenso por tempo indeterminado, por decisão do Supremo Tribunal Federal.

Além de ser investigado na Operação Lava Jato, Eduardo Cunha é réu em duas ações no STF. O deputado também responde a um processo disciplinar no Conselho de Ética da Câmara.

Em seu pronunciamento, Eduardo Cunha leu a carta de renúncia e se emocionou ao falar da família. De acordo com ele, a culpa de sua renúncia ao cargo na Câmara foi conseqüência de ele ter aberto o processo de impeachment contra a presidente afastada Dilma Rousseff.

“Sofri e sofro muitas perseguições em função das pautas adotadas. Estou pagando um alto preço por ter dado inicio ao impeachment. Não tenho dúvidas, inclusive, que a principal causa do meu afastamento reside na condução desse processo do impeachment da presidente afastada”.

A carta de renúncia de Eduardo Cunha ainda precisa ser lida em plenário e publicada no “Diário Oficial da Câmara”. Depois disso, novas eleições vão ser convocadas, em um prazo de até cinco sessões do plenário. Qualquer deputado pode disputar a vaga, mas é preciso conseguir a maioria absoluta dos votos dos deputados que tiverem votado, para se eleger.

Festa para municípios do Pajeú hoje

Além de Iguaracy, Ingazeira, Solidão e Santa Terezinha comemoram emancipação neste domingo Quatro municípios do Pajeú comemoram hoje 57 anos de emancipação política. São eles Iguaracy, Ingazeira, Solidão e Santa Terezinha. Em virtude da pandemia de Covid-19 algumas cidades tem programação mais discreta. Na festa de aniversário de Ingazeira chama a atenção o volume de inaugurações […]

Além de Iguaracy, Ingazeira, Solidão e Santa Terezinha comemoram emancipação neste domingo

Quatro municípios do Pajeú comemoram hoje 57 anos de emancipação política. São eles Iguaracy, Ingazeira, Solidão e Santa Terezinha.

Em virtude da pandemia de Covid-19 algumas cidades tem programação mais discreta.

Na festa de aniversário de Ingazeira chama a atenção o volume de inaugurações anunciadas pelo prefeito Lino Morais.

Ele entrega algumas ruas na sede e em Santa Rosa com iluminação LED, restauração e manutenção do cemitério municipal, recuperação da quadra da Academia das Cidades e serviços de calçamentos em dez ruas, dentre outras ações.

A programação tem a tradicional Missa Em Ação de Graças às 19 horas. O prefeito eleito Luciano Torres acompanha a programação.

esta noite as atrações serão os irmãos Melo: Maciel Melo, Marconi e Maviael. A apresentação será no espaço da Cantilena para marcar mais um ano de emancipação política da Cidade Mãe do Pajeú.

59687642História: O fundador da Fazenda Ingazeira, chamava-se Agostinho Nogueira de Carvalho, que era irmão de José Nicolau, estabelecido na Fazenda Cachoeira, Espírito Santo, da família cearense do Carcará. Os filhos de Agostinho, foram: Agostinho, Dona Iná, que se casou com o coronel Francisco Miguel de Siqueira, vindo de baixo, chefe político e alta personagem, porem maléfica, por cobiça e orgulho. Morreu o coronel Francisco Miguel de Siqueira, em 1878, motivado pela queda de animal na entrada da Ingazeira quando voltava de Afogados, a qual tinha prometido exterminar. Sua filha Leopoldina de Almeida Barbosa, foi esposa do Sr. Antonio Italiano, estabelecido no Riachão, na terra que era do tenente Pedrosa, genro e sobrinho do coronel Francisco Miguel.

Em 1820 Agostinho Nogueira de Carvalho, iniciou a construção de uma capela dedicada a São José da Ingazeira. Morrendo no ano de 1832, seu filho do mesmo nome continuou a obra. Somente em 1849 foi esta, mediante auxílio da província posta mais ou menos no ponto a que vemos hoje. Tinha sido elevada a categoria de matriz, em 1836, para a Freguesia das Cabeceiras do Pajeu. Em 1836 a desobriga dava um total de 2215 confissões por 6500 almas. Ingazeira, pela história é conhecida como “Cidade Mãe do Pajeú”. Virou município em 20 de dezembro de 1963.

Solidão_(Pernambuco)Solidão: teve origem em meados do século XIX, quando o senhor Euzébio, conhecido como o bandeirante, andava a procura de minérios, e chegando a essa localidade montou morada sob um pé de juá, posteriormente comprou terras onde foi morar com sua família.

Tempos depois deu as terras a sua filha chamada Conceição, que depois de algum tempo vendeu a um senhor vindo de Monteiro na Paraíba, chamado Jesuíno Pereira, por volta de 1870, embora só veio morar na localidade em 1907, quando começou a construir algumas casas de alvenaria. Jesuíno era um homem religioso e resolveu convidar o padre Carlos Cottart de Afogados da Ingazeira, para celebrar uma missa em sua casa, no ano de 1910. Quando o padre chegou na casa do senhor Jesuíno, disse: – Que solidão! – Jesuíno não sabia o que significava aquela palavra e perguntou ao padre o seu significado. O padre lhe respondeu que solidão é um lugar deserto, isolado. Desde então o local ficou sendo chamado de Solidão.

Santa Terezinha: é conhecida pela elevada produção de castanha de caju, a cidade é a principal produtora dos produtos da região, outra peculiaridade que a torna famosa é a tradicional festa do “João Pedro” uma das maiores e mais conhecidas festividades juninas do norte de Pernambuco.

A povoação teve início no local denominado Caldeirão das Bestas e as terras foram doadas pelo senhor Virgulino José da Silva no ano de 1928.

Santa-Terezinha-PEOs primeiros habitantes da povoação foram os agricultores: Virgulino José da Silva, Joaquim Martins, Joaquim Romão, José David de Vasconcelos, José Alves de Melo e José Romão de Araújo.

A primeira missa celebrada na povoação, foi em 1929, pelo padre Sebastião Rabelo, vigário da paróquia de São José do Egito. Hoje a igreja encontra-se no mesmo local onde foi construída a capelinha inicial, tendo como padroeira, Santa Teresinha.

Afogados: projeto que estende a prefeito e vice terço de férias e 13º gera debate na Câmara

Oposição diz que projeto nasceu de envio de outro projeto, do Executivo, para favorecer prefeito e vice. Governistas dizem estar reconhecendo um direito e que há tentativa de politizar debate. O Projeto de Lei Ordinária nº 49/2019, assinado por nove vereadores, autoriza o prefeito, o vice-prefeito ao mesmo direito que tem hoje secretários do município […]

Votação já estaria expondo posição política de cada vereador para 2020. Projeto será apreciado segunda.

Oposição diz que projeto nasceu de envio de outro projeto, do Executivo, para favorecer prefeito e vice. Governistas dizem estar reconhecendo um direito e que há tentativa de politizar debate.

O Projeto de Lei Ordinária nº 49/2019, assinado por nove vereadores, autoriza o prefeito, o vice-prefeito ao mesmo direito que tem hoje secretários do município para concessão de férias acrescidas de um terço e 13º salário gerou críticas do vereador Zé Negão na sessão de ontem Câmara de Vereadores, transmitidas pelas emissoras locais.

O projeto busca se alinhar à Lei reconhecida pelo STF, em virtude da fixação de tese no julgamento do RE 650898. Em 2017, o Plenário do Supremo Tribunal Federal concluiu o julgamento do Recurso Extraordinário (RE) 650898, com repercussão geral reconhecida, no sentido de que o pagamento de abono de férias e 13º salário a prefeitos e vice-prefeitos não é incompatível com o artigo 39, parágrafo 4º, da Constituição da República. Por maioria, venceu o voto proposto pelo ministro Luís Roberto Barroso, que divergiu parcialmente do relator, ministro Marco Aurélio. Em suma, diz que prefeito e vice tem direito às vantagens.

Para eles, prefeitos e vice-prefeitos, ministros e secretários, deputados, senadores e vereadores são agentes políticos, diferentes dos servidores públicos em geral.

O problema é que o executivo havia enviado um Projeto de Lei Ordinária 018/2019 requerendo que o Projeto estabeleça a concessão do benefício. A medida valeria para o último ano da gestão Patriota/Sandrinho e a partir daí para todos os prefeitos subsequentes. O envio pelo Executivo da mensagem gerou a polêmica.

Zé Negão e Daniel Valadares atestam que o projeto partiu do Executivo e que na verdade os vereadores governistas “manobraram” para dar legitimidade jurídica ao projeto. “Igor não etá mentindo, mas omite que o projeto partiu do Executivo e a Câmara fez essa arrumação”, diz Daniel.   O vereador Zé Negão vai na mesma linha e direciona para o prefeito José Patriota e o vice Sandrinho o ônus do projeto.

Igor Mariano disse que os vereadores que apresentaram o projeto apenas legitimam um direito constitucional. Também diz que já há um cenário de politização pré-eleitoral. “Qual a injustiça que tem no projeto?” Ele diz que os vereadores apenas estendem um direito legal a prefeito e vice. Apresentaram o projeto além dele, Raimundo do Foto, Reinaldo Lima, Cícero Miguel, Luiz Bizorão, Rubinho do São João,  Rivelton Santos, Augusto Martins e sargento Argemiro. Não assinaram Daniel Valadares, Cancão, Wellington JK e Zé Negão.

Zé Negão diz que condução de Danilo gerou racha e apoio a Fernando Monteiro: “Estava esfacelando o grupo”

Vereador de Afogados da Ingazeira atribuiu mudança de apoio ao afastamento, à falta de diálogo e a divergências internas envolvendo a candidatura de Danilo Simões. O vereador Zé Negão explicou os motivos que levaram seu grupo político, em Afogados da Ingazeira, a deixar o apoio à candidatura de Danilo Simões para deputado federal e anunciar […]

Vereador de Afogados da Ingazeira atribuiu mudança de apoio ao afastamento, à falta de diálogo e a divergências internas envolvendo a candidatura de Danilo Simões.

O vereador Zé Negão explicou os motivos que levaram seu grupo político, em Afogados da Ingazeira, a deixar o apoio à candidatura de Danilo Simões para deputado federal e anunciar adesão a Fernando Monteiro.

Em entrevista à jornalista Juliana Lima, Zé afirmou que a decisão foi resultado de um processo de desgaste interno e atribuiu a Danilo falta de diálogo com lideranças que vinham participando da articulação política do grupo.

Segundo o vereador, ele havia retirado sua própria candidatura dois anos atrás para apoiar Danilo e permaneceu ao lado dele durante o processo eleitoral seguinte. A relação, porém, teria começado a se desgastar após divergências envolvendo integrantes da oposição local.

Zé citou um episódio entre Edson Henrique e um assessor de Romero Sales. Depois da divergência, segundo ele, parte do grupo decidiu não acompanhar Romero, enquanto Danilo manteve sua relação política com o candidato.

“Danilo se distanciou do nosso grupo. Tem gente aqui do grupo e, se você quiser, eu trago cem lideranças para dizer que foi abandonado”, afirmou.

O vereador disse que procurou Danilo em diferentes momentos para alertá-lo sobre a insatisfação entre aliados.

“Eu conversei com ele várias vezes: ‘Danilo, vamos ver tudo isso aí, porque as lideranças já estão insatisfeitas, isso não vai dar certo’”, relatou.

Segundo Zé, atividades realizadas na zona rural também passaram a ocorrer sem a participação de integrantes que anteriormente atuavam em conjunto com Danilo.

Na avaliação do vereador, a maneira como a campanha estava sendo conduzida provocou afastamentos dentro do grupo.

“Ele não teve a preocupação de unir o grupo. Faltou diálogo, faltou procurar”, declarou.

Zé afirmou ainda que defendia uma atuação mais intensa da candidatura nas ruas e uma aproximação maior com as lideranças locais.

“Eu disse: ‘Danilo, a campanha tem que ir para a rua, a campanha tem que ser trabalhada’. […] Eu disse: ‘se não arrumar a casa, vai começar a esfacelar’. E começou”, afirmou.

O vereador também relatou episódios envolvendo a organização de atividades de campanha que, segundo sua versão, aumentaram a insatisfação de integrantes do grupo.

O processo terminou com a decisão de Zé Negão e seus aliados de apoiar Fernando Monteiro para deputado federal.

As declarações representam a versão apresentada pelo vereador sobre o rompimento com Danilo Simões e os motivos que levaram à mudança de apoio.

Confira abaixo, em nosso Instagram, a entrevista. Ative o áudio para ouvir a explicação completa de Zé Negão.

Fonte: Rádio Pajéu
Vídeo: Reprodução

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Motorista é detido transportando 120kg de maconha em Serra Talhada

Um homem, de 27 anos, que transportavam 120kg de maconha foi detido, nesta terça-feira (05), pela Polícia Rodoviária Federal na BR 232, em Serra Talhada, no Sertão de Pernambuco. O veículo havia sido locado para realizar o transporte da substância entorpecente. Durante uma fiscalização no quilômetro 405 da rodovia, os policiais deram ordem de parada […]

Foto: PRF/Divulgação

Um homem, de 27 anos, que transportavam 120kg de maconha foi detido, nesta terça-feira (05), pela Polícia Rodoviária Federal na BR 232, em Serra Talhada, no Sertão de Pernambuco. O veículo havia sido locado para realizar o transporte da substância entorpecente.

Durante uma fiscalização no quilômetro 405 da rodovia, os policiais deram ordem de parada a um carro e durante a abordagem perceberam um forte odor de substância análoga a maconha, após vistoriar o interior do veículo, localizaram seis grandes sacos da droga. Quatro estavam na frente e dois no porta-malas do automóvel. Foi encontrado ainda, 10.0g de cocaína.

O condutor saiu de Recife, na manhã do dia 05/11/2019, dirigindo-se até a região de Ouricuri, no Sertão de Pernambuco, local onde pegou a droga. Ele estava retornando para a capital pernambucana, quando foi detido pela fiscalização da PRF. O motorista não quis informar o nome da pessoa que lhe entregou a droga.

O homem foi encaminhado junto com o entorpecente à Delegacia de Polícia Civil de Serra Talhada, que irá investigar o caso.

*As informações são da Agência PRF.