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Chama o SAMU: saiba quando chamar, ou não, o serviço de emergência

Por André Luis

Por André Luis

O SAMU 192 da III Macrorregião de Saúde de Pernambuco, realizada pelo Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (Cimpajeú), iniciou as suas operações nesta quinta-feira (7).

Em entrevista ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, nesta sexta-feira (8), o secretário de Saúde de Afogados da Ingazeira, Artur Amorim, relembrou toda a trajetória, nestes quase oito anos para trazer o serviço para a região.

Segundo o secretário, no total, 34 cidades da III Macrorregião de Saúde aderiram ao SAMU Consorciado, que funcionará em duas etapas. “Nesta primeira etapa, estão sendo habilitadas 12 Unidades Móveis de Suporte Básico (UBS) das cidades de Serra Talhada, Afogados da Ingazeira, Carnaíba, Tabira, São José do Egito, Ingazeira, Sertânia, Iguaracy, Flores, Manari e Petrolândia. Além de 2 Unidades de Suporte Avançado (UTI) nas cidades de Serra Talhada e Petrolândia”, explicou.

Artur também esclareceu que em até 60 dias, serão habilitadas mais 12 USBs e 2 UTIs, totalizando 24 USBs e 04 UTIs.

O secretário de Saúde de Afogados, aproveitou para esclarecer em quais situações as pessoas devem ou não chamar o serviço de emergência.

Quando chamar o Samu: “problemas cardiorrespiratórios; intoxicação exógena e envenenamento; queimaduras graves; maus tratos; trabalhos de parto em que haja risco de morte da mãe ou do feto; tentativas de suicídio; crises hipertensivas e dores no peito de aparecimento súbito; acidentes/traumas com vítimas; afogamentos; choque elétrico; acidentes com produtos perigosos; suspeita de Infarto ou AVC; agressão por arma de fogo ou arma branca; soterramento e desabamento; crises convulsivas; transferência inter-hospitalar de doentes graves e outras situações consideradas de urgência ou emergência, com risco de morte, sequela ou sofrimento intenso”.

Quando não chamar o Samu: “febre prolongada; dores crônicas; vômito e diarreia; levar pacientes para consulta médica ou exames; transporte de óbito; dor de dente; transferência sem regulação médica prévia; trocas de sonda; corte com pouco sangramento, entorses; transportes inter-hospitalares de pacientes de convênio e todas as demais situações onde não se caracterize urgência ou emergência médica”.

Artur também destacou algumas dicas que podem ajudar a agilizar o atendimento no momento em que a pessoa aciona o serviço. São elas: “em caso de acidente verifique a quantidade de vítimas, o estado de consciência delas e se alguma está presa às ferragens; ligue para o 192 e siga as orientações do médico regulador; sinalize as vias com galhos de árvore e triângulo de sinalização; em caso de acidente com motos, não toque nas vítimas e não retire o capacete e não dê água aos acidentados”.

Outras Notícias

‘Houve imprudência no caso Temer’, diz ex-PGR que denunciou Collor

Collor: ‘Fiz com dor no coração. O admirava’ Sérgio Moro: ‘Há exageros processuais’ STF: ‘É fonte de insegurança jurídica’ Do Poder 360 Procurador-geral da República de 1989 a 1995, o advogado Aristides Junqueira denunciou Fernando Collor ao STF (Supremo Tribunal Federal) pelas irregularidades citadas no impeachment do então presidente em 1992. As discussões no Congresso […]

Foto: Instituto dos Advogados Brasileiros/Divulgação

Collor: ‘Fiz com dor no coração. O admirava’

Sérgio Moro: ‘Há exageros processuais’

STF: ‘É fonte de insegurança jurídica’

Do Poder 360

Procurador-geral da República de 1989 a 1995, o advogado Aristides Junqueira denunciou Fernando Collor ao STF (Supremo Tribunal Federal) pelas irregularidades citadas no impeachment do então presidente em 1992.

As discussões no Congresso levaram à queda de Collor em dezembro daquele ano. Mas, a denúncia apresentada por Aristides à Suprema Corte acabou rejeitada por 5 a 3 em 1994 por falta de provas.

“Faria hoje a mesma coisa que fiz naquela época (…) A minha denúncia não era tão ruim assim para 3 ministros do Supremo acatarem. Mas para mim, trabalhando no Ministério Público, eu não perdia nunca. Eu sempre ganhava. Por ter cumprido meu dever, eu estava sempre ganhando”, diz.

Para o ex-PGR, houve imprudência da procuradoria nas investigações envolvendo o presidente Michel Temer.

“Eu vejo com muito mais prudência aguardar o término do mandato do que investigar agora. Isto é perturbar, ao meu ver, o andamento normal, da conduta do presidente da República”, afirma.

Aristides critica ainda a superexposição de integrantes da força-tarefa da Lava Jato de Curitiba, acostumados a conceder entrevistas e a se manifestar nas redes sociais.

“Eu vejo uma exibição muito grande, que não é própria do Ministério Público. O Ministério Público deve ser 1 órgão recatado. E não 1 órgão que fique aparecendo para a imprensa”.

Defensor de autoridades com foro privilegiado no STF, como os senadores Agripino Maia (DEM-RN), Eunício Oliveira (PMDB-CE) e Eduardo Braga (PMDB-AM), Aristides Junqueira diz que a Corte é hoje uma fonte de insegurança jurídica para o país.

“Essa cisão que está existindo não pode continuar dessa forma. Causa insegurança jurídica na população, inclusive para os operadores de direito”.

Ele falou com o Poder360 na última 6ª feira (27.abr.2018) em seu escritório e Brasília. Eis a conversa:

Poder360: Houve precipitação da PGR nas investigações envolvendo Michel Temer?

Aristides Junqueira: Precipitação não sei se é o termo. O fato é que no meu sentir houve imprudência com relação a essa conduta. Sabe-se que o presidente da República não pode ser responsabilizado por fatos ocorridos antes do seu mandato.

Você pode até dizer que é possível investigar, mas a investigação tem uma finalidade: responsabilizar. Aí é que está a imprudência.

Eu vejo com muito mais prudência aguardar o término do mandato do que investigar agora. Isto é perturbar, ao meu ver, o andamento normal, da conduta do presidente da República.

Mas o presidente é investigado também por atos supostamente ocorridos no mandato. As ações controladas, a anexação de 1 áudio sem perícia… houve imprudência nesse caso também?

Não. Se o fato é no curso do mandato, aí sim, não vejo problema nenhum. Desde que o fato se relacione ao exercício do mandato. Não sei se houve precipitação no oferecimento de denúncia. Eu não saberia dizer, porque não conheço o processo nem quais os passos da investigação.

Como o senhor avalia a atuação do juiz Sérgio Moro?

É um juiz estudioso. Persegue o combate à corrupção não é de hoje. Há exageros? Eu penso que há. Até processuais. Mas é um juiz competente. Sério. Penso que ninguém discorda que ele foi a causa eficiente desse desnudamento da corrupção no país inteiro. Deve-se a ele.

Quais exageros processuais o senhor apontaria?

Ele próprio já pediu desculpa. As gravações telefônicas realizadas depois do prazo contra a ex-presidente Dilma e Lula.

Há exageros da força-tarefa em Curitiba?

Eu vejo uma exibição muito grande, que não é própria do Ministério Público. O Ministério Público deve ser 1 órgão recatado. E não 1 órgão que fique aparecendo para a imprensa. Penso que se deve, até pelo princípio da transparência, dar satisfação e explicação ao povo. Mas não fazendo daquilo 1 espetáculo midiático.

O famoso powerpoint ao oferecer a denúncia contra o ex-presidente Lula…

Pode até ser em powerpoint, não é esse o problema. Agora, colocar isso na televisão para o Brasil inteiro escutar é espetáculo midiático. Não tem nada a ver com a função do Ministério Público.

Qual sua opinião sobre as constantes manifestações de procuradores e juízes nas redes sociais e em entrevistas?

Acho contraproducente para a seriedade das coisas da Justiça penal. Isso não colabora em nada para que você trate as coisas com mais seriedade. Espetáculo não leva a 1 resultado sério da Justiça penal.

Como o senhor analisa o processo que levou à condenação do ex-presidente?

Houve uma condenação de 1º grau, confirmada em 2º grau. E os juízes são esses. A ordem democrática é essa. Dentro do Poder Judiciário tudo seguiu 1 rito.

Agora, parece que surgiu 1 problema da competência do juiz Sérgio Moro. É algo que precisa ser resolvido. É uma questão séria. Não sei se esse tenha sido, também, 1 extrapolamento da força-tarefa e do juiz Sérgio Moro em Curitiba

A competência em razão do lugar onde crime é praticado, é uma competência relativa. Se não foi alegada a incompetência, morre. Agora, se foi alegada, pode até anular o processo. Estou falando o que diz a lei. Parece que hoje no Brasil nós estamos querendo abandonar a lei e pegar outros critérios de Justiça que não a lei.

Por exemplo…

Ouvir a população, pressão das ruas. Isso é 1 perigo. Enquanto a rua está aplaudindo, é porque não é com ela. Não é aquele que está na rua aplaudindo que está sofrendo qualquer injustiça. Mas quando for ele, as coisas mudam.

Prisão após 2ª Instância fere o princípio Constitucional da presunção de inocência?

No meu modo de pensar, fere. A não ser que você tenha uma forma de interpretar que negue até o que a lei quer dizer. Eu acho que a Constituição diz claramente que não pode. Presunção de inocência é até o trânsito em julgado.

Como o senhor avalia a tentativa de garantir mais 1 degrau ao condenado, permitindo a execução da pena após o STJ?

É uma interpretação em que se chega ao ideal constitucional. Melhor seria que a Constituição dissesse que o trânsito em julgado se dá com a última decisão do Supremo Tribunal Federal.

O STF é fonte de insegurança jurídica para o país?

Eu penso que sim. Decisões unânimes, outras apertadas [sobre o mesmo fato]. Penso que a solução tenha de partir do próprio Tribunal. Essa cisão que está existindo não pode continuar dessa forma. Causa insegurança jurídica na população, inclusive para os operadores de direito.

Prisões preventivas alongadas têm sido criticadas por funcionarem como forma de se forçar uma delação. Como o senhor avalia?

Eu acho isso lastimável. De acordo com a própria lei, a delação premiada deve ser espontânea, ela deve ser voluntária. Ela não pode ser forçada. E usar prisão preventiva, prisão temporária, condução coercitiva, todas essas coerções, ainda que legais, com essa finalidade, me parece 1 desvio de finalidade gritante que não pode ser aceito.

Como o senhor avalia a explosão no número de acordos de delação premiada?

É muito ruim. A sensação que nos dá é que está sendo muito mal aplicada. Primeiro, porque há uma falta de voluntariedade naquele que delata. Normalmente, ele está sendo constrangido a fazer isso, se não pelo Ministério Público, pelo próprio juiz.

É preciso que os órgãos de persecução penal sejam mais inteligentes do que os bandidos. Ir atrás de métodos para comprovar a ocorrência de fatos delituosos por meio de métodos eficientes. E não o cômodo método do ‘fala aí que eu te dou 1 benefício’.

Essa barganha no processo penal não me agrada. Não sou adepto disso. Sempre pensei que todos os órgãos de persecução penal devam encontrar métodos de apuração, e não esse método cômodo, e não sei se muito ético, de barganhar.

O senhor foi criticado na época do impeachment do presidente Fernando Collor por suposta fragilidade da acusação. Faria algo diferente?

Não faria não. Quem fez diferente foi o Supremo. No Mensalão mudaram o entendimento. O que levou à absolvição foi a falta de ato de ofício. Ninguém negou que ele recebia benefícios indevidos. Um carro, reforma na Casa da Dinda. Faria hoje a mesma coisa que fiz naquela época. Mas o fiz com muita dor no coração. Afinal de contas era 1 presidente da República que eu admirava.

Principalmente em uma função que era minha ‘menina dos meus olhos’ na Procuradoria da República, cuidar da infância e da juventude. O Collor era 1 presidente da República que deu muito espaço para nós do Ministério Público nessa questão de infância e juventude. Em contato com a Unicef, etc. Foi 1 tempo muito bom.

Essa crítica que se fazia à minha denúncia era anterior ao julgamento. Eu cheguei a dizer que o único condenado seria eu. E realmente, além do Paulo César Farias e alguns outros condenados, eu acabei condenado. Mas comigo tinham 3 votos que eu julgo importantíssimos: José Paulo Sepúlveda Pertence, Néri da Silveira e Calos Velloso.

A minha denúncia não era tão ruim assim para 3 ministros do Supremo acatarem. Mas para mim, trabalhando no Ministério Público, eu não perdia nunca. Eu sempre ganhava. Por ter cumprido meu dever, eu estava sempre ganhando”.

A falta de ato de ofício para configurar a corrupção levou à absolvição do ex-presidente. No Mensalão, no caso Lula e no recebimento da denúncia contra o senador Aécio Neves o entendimento foi outro. É uma jurisprudência que veio para ficar?

 Espero que fique. Porque o dispositivo penal não fala nisso.

Em 1991, o senhor enviou manifestação ao STF pedindo intervenção federal no Pará. Depois, em Mato Grosso. Considera necessária a intervenção no Rio?

O conceito de intervenção federal hoje está cada vez mais brando. Não é preciso mudar o governo do Estado. Faz-se isso parcialmente. Agora, se era necessária ou não, eu não sei dizer.

Campus do IFPE de Afogados da Ingazeira realizará 18ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

O Campus do IFPE em Afogados da Ingazeira, realizará de 19 a 22 de outubro, a 18ª edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), que neste ano terá como tema: “A transversalidade da ciência, tecnologia e inovação para o planeta”. O evento é totalmente gratuito, aberto a qualquer pessoa interessada e mantém o […]

O Campus do IFPE em Afogados da Ingazeira, realizará de 19 a 22 de outubro, a 18ª edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), que neste ano terá como tema: “A transversalidade da ciência, tecnologia e inovação para o planeta”.

O evento é totalmente gratuito, aberto a qualquer pessoa interessada e mantém o formato virtual da edição passada.

As inscrições estarão abertas a partir do dia 11 de outubro, pelo site do evento, a ser divulgado em breve. No endereço, os interessados podem consultar a programação da semana, que terá palestras e minicursos sobre temas variados, transmitidos pelo Google Meet.

A semana será composta por atividades on-line, distribuídas nos três turnos do dia. Os participantes terão direito a certificado, a ser disponibilizado 15 dias úteis após a realização do evento.

A SNCT é promovida anualmente no mês de outubro com a liderança do Ministério da Ciência Tecnologia e Inovações (MCTIC). O objetivo é aproximar a Ciência e Tecnologia da população, promovendo eventos articulando instituições e realizando atividades de divulgação científica em todo o País.

Mais informações: [email protected]

Serra Talhada: Vereadores aprovam antecipação de feriados

Em decorrência da pandemia da Covid-19, a Câmara de Vereadores de Serra Talhada votou, na última segunda-feira (01) a favor do Projeto de Lei nº 024/2020, do Executivo, que dispõe sobre a antecipação dos feriados. De acordo com o projeto, todos os feriados do calendário oficial, seja municipal, estadual ou nacional, bem como os pontos […]

Em decorrência da pandemia da Covid-19, a Câmara de Vereadores de Serra Talhada votou, na última segunda-feira (01) a favor do Projeto de Lei nº 024/2020, do Executivo, que dispõe sobre a antecipação dos feriados.

De acordo com o projeto, todos os feriados do calendário oficial, seja municipal, estadual ou nacional, bem como os pontos facultativos, estabelecidos no Decreto nº 3.3.113, de 30 de dezembro de 2019, serão antecipados durante o período em que se estabelece estado de calamidade pública.

O presidente da Câmara, Manoel Enfermeiro explica que a antecipação está prevista para se encerrar dia 31 de dezembro de 2020.

Ainda, dentro dos trabalhos realizados pelo poder legislativo, junto ao governo municipal para combater a Covid-19, na última quarta-feira (03/06), aconteceu uma reunião, por videoconferência, com vereadores, CDL e a equipe da prefeitura, para estabelecerem as medidas a serem adotadas para o retorno das atividades comerciais.

“A população está sofrendo com o comércio fechado. Muitas empresas dando baixa nos seus CNPJs, e nós precisamos garantir um suporte para o sustento dessas famílias. Vamos montar um plano de ação, a fim de retomarmos às atividades sem colocar em risco a saúde dos serra-talhadenses”, explica o presidente.

Pernambucano de Futsal será decidido em Afogados

A Federação Pernambucana de Futsal (FPFS) divulgou o local da  final da 56ª edição do Campeonato Pernambucano de Futsal adulto, que contou com 20 clubes, um recorde. ASEC/Caruaru e Garapa Esporte Clube, de Petrolina, vão disputar o título no Ginásio Municipal de Afogados da Ingazeira, quadra localizada no Sertão do Estado e que também foi […]

A Federação Pernambucana de Futsal (FPFS) divulgou o local da  final da 56ª edição do Campeonato Pernambucano de Futsal adulto, que contou com 20 clubes, um recorde.

ASEC/Caruaru e Garapa Esporte Clube, de Petrolina, vão disputar o título no Ginásio Municipal de Afogados da Ingazeira, quadra localizada no Sertão do Estado e que também foi palco da primeira partida do Estadual deste ano. O jogo único da decisão está marcado para o próximo sábado, 7 de dezembro, às 20h30.

A Federação Pernambucana de Futsal (FPFS) escolheu uma sede que ficasse viável para os finalistas. Além disso, a entidade fez questão de valorizar o Sertão pernambucano, que pela primeira vez na história vai receber uma final de Campeonato Pernambucano.

O local da final passou por uma reforma estrutural este ano, inaugurando um novo piso e uma nova iluminação de led, além da instalação do placar eletrônico. A quadra tem um piso esportivo modular em polipropileno. A reabertura oficial do ginásio aconteceu no dia 2 de agosto deste ano.

Será realizado no dia do jogo o 1° Natal Sem Fome da FPFS. A entrada será mediante a entrega de um quilo de alimento não perecível.

O fato e a foto: Luciano Duque “pesca” primo de Sebastião Oliveira para integrar equipe

Em tempos de Semana Santa, onde muito se fala no peixe como símbolo do período, quem tem “lançado suas redes” para pescar mais aliados pensando em 2016 é o prefeito de Serra, Luciano Duque (PT). Hoje, formalizou convite ao vereador Márcio Oliveira para ocupar a Secretaria de Serviços Públicos. Márcio é primo da principal liderança […]

foto
Duque formaliza convite a Márcio Oliveira

Em tempos de Semana Santa, onde muito se fala no peixe como símbolo do período, quem tem “lançado suas redes” para pescar mais aliados pensando em 2016 é o prefeito de Serra, Luciano Duque (PT). Hoje, formalizou convite ao vereador Márcio Oliveira para ocupar a Secretaria de Serviços Públicos.

Márcio é primo da principal liderança de oposição, o Secretário de Transportes Sebastião Oliveira. A ida de Márcio para a Secretaria só será possível porque  o Governo do Estado assinou o termo que assegura a licença de Márcio da função de policial civil.

Com a vaga deixada por Márcio,  assume outro neo-aliado, o ex-vereador Barbosa Neto, que é do PSB.

Enquanto Luciano Duque se movimenta, a oposição busca definição sobre quem irá liderar o processo contra o petista: se Waldemar Oliveira, irmão de Sebastião, Socorro Brito, esposa de Carlos Evandro ou Marquinhos Dantas. A união de todos seria o melhor caminho para enfrentar a ala governista, mas não parece um caminho fácil, com arestas a serem aparadas.