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Carreras, Tadeu, Milton e Danilo pedem cabeça de Clodoaldo Magalhães no PSB

Por Nill Júnior

Por Houldine Nascimento – Blog do Magno

Quatro deputados federais do PSB de Pernambuco assinaram uma dura carta com queixas sobre o deputado estadual Clodoaldo Magalhães, que tem feito articulações para disputar uma vaga na Câmara em 2022.

No comunicado direcionado ao presidente estadual do PSB, Sileno Guedes, os parlamentares Felipe Carreras, Danilo Cabral, Tadeu Alencar e Milton Coelho pedem a expulsão do correligionário e classificam seu modo de agir como “traiçoeiro e desleal”.

Na carta datada de 19 de novembro, a que o Blog teve acesso com exclusividade, os deputados acusam Clodoaldo de fazer uma “escalada agressiva” que “desafia as direções estadual e até nacional” e “a autoridade política do governador” que, segundo o texto, chegou a advertir o deputado sobre a “impropriedade dos seus atos”.

“Chegamos a dezembro de 2021 e o deputado Clodoaldo Magalhães continua sua sanha de deslealdade e desprezo pela ética partidária e pelo estatuto do partido. Nesse contexto, solicitamos que o referido parlamentar seja desligado do partido, em vista da ausência de qualquer condição de diálogo e convivência interna do referido deputado estadual com quatro deputados federais da bancada de Pernambuco”, traz o trecho final do comunicado.

Além de Sileno, a carta foi enviada com cópia para o presidente nacional da sigla, Carlos Siqueira, o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, e o prefeito do Recife, João Campos.

Outras Notícias

Zé Gomes e Paulo Câmara participam do primeiro debate eleitoral de Pernambuco

O candidato a governador Zé Gomes (PSOL) participa nesta terça-feira (22/7), às 8h, do primeiro debate entre candidatos desde o início da campanha eleitoral em Pernambuco. Ele e Paulo Câmara (PSB) vão discutir suas propostas para o Estado em encontro promovido pela Associação das Empresas de Planejamento e Consultoria Empresarial do Nordeste (ASSEMP) e Clube […]

Zé Gomes PSOL - crédito Enzo GiaquintoO candidato a governador Zé Gomes (PSOL) participa nesta terça-feira (22/7), às 8h, do primeiro debate entre candidatos desde o início da campanha eleitoral em Pernambuco. Ele e Paulo Câmara (PSB) vão discutir suas propostas para o Estado em encontro promovido pela Associação das Empresas de Planejamento e Consultoria Empresarial do Nordeste (ASSEMP) e Clube de Engenharia de Pernambuco, com mediação do Sindicato dos Jornalistas de Pernambuco. O evento ocorre no Hotel Mercury, localizado na Rua Estado de Israel, 203, na Ilha do Leite.
Para Zé Gomes, esta é uma importante oportunidade para pautar na campanha temas de interesse da população. “Os debates são fundamentais para que, numa situação de equidade, seja possível estabelecer as diferenças entre os projetos políticos representados por cada candidato. Seguramente as pessoas que acompanharem e participarem do encontro desta terça-feira poderão conhecer melhor nossas propostas e perceber que representamos uma alternativa concreta para o Estado de Pernambuco”, afirmou.
O encontro, aberto ao público, terá mediação da jornalista Ana Cláudia Elói, presidente do Sindicato dos Jornalistas de Pernambuco. Nele, após a apresentação, cada candidato terá 20 minutos para se apresentar. Para o debate com o público, foram reservados outros 30 minutos. Outros cinco minutos serão destinados às considerações finais.
Zé Gomes é candidato pela coligação Mobilização Por Poder Popular (PSOL-PMN). O candidato é técnico em administração, trabalha com educação popular, e iniciou sua militância no movimento estudantil. Foi militante do PT e é fundador do PSOL, tendo sido o candidato a Deputado Federal mais votado da legenda em Pernambuco nas eleições de 2006. Também foi candidato a vice-prefeito do Recife em 2008. Tem tido atuação destacada nas últimas mobilizações populares na região metropolitana em relação à luta pelo transporte público e no movimento Ocupe Estelita.
Bolsonaro acusa Moro de barganhar vaga no STF

O presidente Jair Bolsonaro fez um pronunciamento no final da tarde desta sexta-feira (24) no qual afirmou que o ex-ministro da Justiça e Segurança, Sergio Moro disse a ele que aceitaria a substituição do diretor-geral da Polícia Federal, mas em novembro, depois de ser indicado para uma vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal. Mais […]

O presidente Jair Bolsonaro fez um pronunciamento no final da tarde desta sexta-feira (24) no qual afirmou que o ex-ministro da Justiça e Segurança, Sergio Moro disse a ele que aceitaria a substituição do diretor-geral da Polícia Federal, mas em novembro, depois de ser indicado para uma vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal.

Mais cedo, nesta sexta, Sergio Moro anunciou demissão do cargo porque, segundo o ex-ministro, Bolsonaro tentou interferir politicamente na Polícia Federal ao decidir demitir o diretor-geral da Polícia Federal, Mauricio Valeixo.

“Mais de uma vez, o senhor Sergio Moro disse para mim: ‘Você pode trocar o Valeixo sim, mas em novembro, depois que o senhor me indicar para o STF'”, declarou.

Para Bolsonaro, Moro tem compromisso “com o próprio ego”, “consigo próprio” e “não com o Brasil”.

Antes de fazer o pronunciamento, o presidente da República afirmou em uma rede social que iria restabelecer “a verdade” na fala à imprensa.

“Sabia que não seria fácil. Uma coisa é você admirar uma pessoa. A outra é conviver com ela, trabalhar com ela. Hoje pela manhã, por coincidência, tomando café com alguns parlamentares eu lhes disse: ‘Hoje, vocês conhecerão aquela pessoa que tem compromisso consigo próprio, com seu ego e não com o Brasil'”, declarou. As informações são do G1.

“A pandemia escancarou a desigualdade social”, diz professor

Por André Luis   Na última sexta-feira (15), o professor e historiador, Adelmo Santos, participou por telefone do programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú FM. Ele avaliou, assim como a secretária Municipal de Educação, Veratânia Morais, a educação em tempos de pandemia. Adelmo emprestou sua ótica ao debate como professor estadual. Informou que […]

Por André Luis  

Na última sexta-feira (15), o professor e historiador, Adelmo Santos, participou por telefone do programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú FM. Ele avaliou, assim como a secretária Municipal de Educação, Veratânia Morais, a educação em tempos de pandemia.

Adelmo emprestou sua ótica ao debate como professor estadual. Informou que as aulas da Rede Pública estadual, para alunos do 6º ao 9º ano tem acontecido “com grande esforço e comprometimento de todos os professores da rede pública”.

Ele disse que as aulas estão acontecendo on-line onde os professores formam a suas turmas, para passar atividades aos alunos, monitoram estas atividades e os alunos devolvem, depois para a correção.

Explicou que o mais complicado é a questão da articulação com os alunos. O monitoramento para os alunos fazerem as atividades e isso é o que tem gerado uma carga de trabalho muito maior aos professores. “Além de ter que planejar uma aula um pouco diferenciada da presencial. Então isso está acontecendo. Sabemos que os duzentos dias letivos não serão possíveis, mas as oitocentas horas/aula sim”, informou.

Questionado se estariam conseguindo alcançar cem por cento dos alunos, Adelmo disse que não. “Principalmente no ensino médio. As dificuldades são muitas”.

Adelmo informou alguns dados preocupantes, segundo ele “apenas 36% dos alunos da rede pública utilizam o computador para acessar a internet. Na rede particular este número chega a 75%, tem uma disparidade muito grande. E tem um indicador aqui que preocupa muito mais, temos 40% das residências do Brasil que não tem acesso à internet. Como vamos ter um ensino on-line minimante de qualidade?” Questiona?

Ainda segundo o professor: “destes 40% de casas que não tem acesso à internet, temos 70% que são excluídos do mundo virtual, ou seja, de cada dez pobres, 7 não tem acesso à internet. Então me diga como fica a situação, por exemplo, desses alunos nesse momento de dificuldade onde está tendo que ter o ensino a distância. É muito difícil, muito complicado”, destaca.

Para o professor “existe uma situação de vulnerabilidade social de parte desses alunos que são de famílias muitas vezes desajustadas. E tudo isso dificulta o sucesso dos professores. Mesmo com todo esforço que estejam fazendo, atingir a grande maioria ou todos esses alunos. São essas as dificuldades que encontramos no meio do caminho, e estamos aí nessa luta pra ver exatamente se a gente vai conseguir minimamente os nossos objetivos que é manter esse ensino à distância para a grande maioria dos nossos alunos”, desabafou.

Assim como a secretária de Educação, Veratânia Morais, o professor Adelmo não vê possibilidade de que seja mantido o calendário do Enem para este ano.

“Eu acho que essa pandemia veio escancarar a desigualdade social no nosso Brasil e está aí, tá colocada, só não vê quem não quiser. Já vi muitos depoimentos de alunos das periferias, onde eles colocam que estão preocupados agora com o arroz e o feijão dentro de casa. Você imagina se essa família tem condição de comprar um livro para se preparar para o Enem, se ele tem condições de acessar a internet, sem ter computador em casa, às vezes nem o smartphone tem, ou internet, dados móveis, então são muitas as dificuldades para estas pessoas conseguiram, na verdade concorrer, participar de uma prova do Enem, nessa situação que nós estamos, há uma grande desigualdade”, reflete.

Ainda segundo o professor: “vai ter que ter muita pressão da sociedade, muita pressão popular pra que realmente o ministro da Educação com o presidente da República possam fazer o adiamento do Enem, porque vai ser um grande descaso social você pegar alunos da rede pública, alunos pobres, que não se preparam em nada para esse Enem, vai ser um crime fazer uma coisa dessas”.

Questionado sobre a herança que a pandemia causada pelo novo coronavírus vai deixar para a educação, Adelmo disse que “uma das lições que estão ficando é da importância dessa ferramenta chamada internet para fortalecer a educação. Mas volta a dizer que pra isso a gente precisa ter mais igualdade social, os pobres precisam acessar mais, bens de consumo que não tem hoje, tipo um computador, smartphone, internet de qualidade na sua casa, então isso que é necessário para gente fortalecer e melhorar a nossa educação pública”, pontuou.

Câmara anuncia retomada das celebrações religiosas dia 22

Atividades retornam na próxima segunda (22). Igrejas e templos deverão seguir à risca protocolo com uma série de medidas preventivas O governador Paulo Câmara anunciou, nesta quarta-feira (17/06), a reabertura gradual, a partir da próxima segunda-feira (22/06), das igrejas e templos religiosos em Pernambuco. A medida, que integra a quarta fase do Plano de Convivência com […]

Atividades retornam na próxima segunda (22). Igrejas e templos deverão seguir à risca protocolo com uma série de medidas preventivas

O governador Paulo Câmara anunciou, nesta quarta-feira (17/06), a reabertura gradual, a partir da próxima segunda-feira (22/06), das igrejas e templos religiosos em Pernambuco.

A medida, que integra a quarta fase do Plano de Convivência com a Covid-19, valerá para o estado todo, com exceção dos 85 municípios do Agreste e das Matas Norte e Sul que não avançaram na retomada das atividades econômicas – por ainda não apresentar a mesma estabilização média da pandemia que vem sendo verificada nas demais regiões pernambucanas.

Esses espaços precisarão seguir um rígido protocolo com uma série de medidas preventivas e limitar o público a 30% de sua capacidade, podendo chegar ao limite de 50 pessoas nos templos com capacidade até mil lugares e 300 pessoas, nos locais com capacidade acima de mil lugares.

” As atividades religiosas têm um papel fundamental para a sociedade, realizando ações sociais relevantes e asseguram o conforto espiritual, sobretudo em um momento tão difícil como o que estamos atravessando. Mas precisam ocorrer com consciência e a colaboração de todos. A pandemia não acabou e precisamos continuar com os cuidados necessários”, destacou o governador Paulo Câmara.

Dentre as regras estabelecidas para a reabertura das instituições religiosas está a limitação do público a 30% de sua capacidade, podendo chegar ao limite de 50 pessoas nos templos com capacidade até mil lugares e 300 pessoas, nos locais com capacidade acima de mil lugares e a adoção de um intervalo entre as celebrações, que deve ser de, no mínimo, três horas, tanto para evitar aglomeração, quanto para garantir uma efetiva limpeza do ambiente. Preferencialmente, devem ser disponibilizados cadeiras e bancos de uso individualizado, em quantidade compatível com o número máximo de participantes autorizados para o local. No caso de bancos de uso coletivo, eles devem ser reorganizados e demarcados de forma a garantir o afastamento recomendado.

Além disso, também deve ser realizado o controle do fluxo de entrada e saída de pessoas, e na hipótese de formação de filas, deve haver demarcação para manter o distanciamento mínimo. Sempre que possível, as portas de entrada devem ser distintas das de saída, havendo sinalização de sentido único, de modo a evitar que as pessoas se cruzem. Antes, durante e depois da realização das celebrações religiosas, devem ser evitadas práticas de aproximação entre as pessoas e outras formas de contato físico, como dar as mãos, beijos, abraços, apertos de mãos, entre outros.

“Todas essas regras foram discutidas com lideranças de cada religião e proporcionarão maior segurança a todos que frequentarem as celebrações”, ressaltou o governador Paulo Câmara.

CLIQUE AQUI E VEJA AS MEDIDAS PARA A RETOMADA DAS CERIMÔNIAS RELIGIOSAS

 

Moraes prorroga inquérito sobre interferência de Bolsonaro na PF

G1 O inquérito foi aberto em 2020 pelo Supremo, que atendeu a um pedido da Procuradoria Geral da República (PGR), e tem como base acusações feitas pelo ex-ministro da Justiça Sergio Moro. O prazo das investigações acabaria no próximo dia 27. Quando anunciou a saída do ministério, Moro disse que Bolsonaro tentou interferir em investigações […]

G1

O inquérito foi aberto em 2020 pelo Supremo, que atendeu a um pedido da Procuradoria Geral da República (PGR), e tem como base acusações feitas pelo ex-ministro da Justiça Sergio Moro.

O prazo das investigações acabaria no próximo dia 27.

Quando anunciou a saída do ministério, Moro disse que Bolsonaro tentou interferir em investigações da PF ao cobrar a troca do chefe da Polícia Federal no Rio de Janeiro e ao exonerar o então diretor-geral da corporação, Mauricio Valeixo, indicado por Moro.

O objetivo, segundo Sergio moro, seria blindar investigações de aliados. Bolsonaro, desde então, tem negado a acusação.

“Considerando a necessidade de prosseguimento das investigações e a existência de diligências em andamento, nos termos previstos no art. 10 do Código de Processo Penal, prorrogo por mais 90 (noventa) dias, a partir do encerramento do prazo final anterior (27 de janeiro de 2022), o presente inquérito”, decidiu Alexandre de Moraes.