Carnaíba: Hospital municipal volta a realizar cirurgias eletivas
Por André Luis
O Hospital Municipal Dr. José Dantas voltou a realizar as cirurgias eletivas nesta segunda-feira (22).
Os procedimentos cirúrgicos estavam suspensos desde que o cirurgião que atendia no município sofreu um acidente de trânsito, encontrando-se ainda em processo de recuperação.
Foi necessário a contratação de outro profissional para voltar a atender os pacientes que estavam aguardando os procedimentos. A equipe do bloco cirúrgico é composta pelos médicos com as especialidades em cirurgia geral e anestesista, enfermeira, técnicos de enfermagem e equipe de apoio.
Trata-se de Embargos de Declaração interpostos por Luciano Torre Martins, Prefeito de Ingazeira, através de representantes, contra a Decisão que deu provimento, em parte, ao Recurso Ordinário ao qual foi aplicada multa no valor de R$ 18 mil ao gestor. O interessado opôs os presentes Embargos de Declaração alegando haver omissão relevante no referido Acórdão, […]
Trata-se de Embargos de Declaração interpostos por Luciano Torre Martins, Prefeito de Ingazeira, através de representantes, contra a Decisão que deu provimento, em parte, ao Recurso Ordinário ao qual foi aplicada multa no valor de R$ 18 mil ao gestor.
O interessado opôs os presentes Embargos de Declaração alegando haver omissão relevante no referido Acórdão, pedindo o seu provimento e, dessa forma, que se decida pela Regularidade das Contas de Gestão do exercício 2015 prestadas pelo Embargante. Por fim, pugna pela exclusão da multa que lhe fora imposta.
O Pleno esteve reunido na última quarta (14) e, à unanimidade, votou pelo não provimento dos embargos, mantendo a multa ao prefeito. As informações são do Afogados On Line.
Surpreendendo as previsões meteorológicas a chuva caiu na noite da segunda-feira de carnaval em Afogados da Ingazeira somando 30 milímetros. Ouvintes do Rádio Vivo (Rádio Pajeú) informaram ao comunicador Anchieta Santos que houve chuva ainda em Iguaraci, Ingazeira, Tabira e Solidão. Foram registradas chuvas na zona rural em comunidades como Caiçara, Carnaúba dos Vaqueiros, Juá, Pelo Sinal, […]
Praça de Alimentação foi esvaziada em virtude da chuva na cidade de Afogados
Surpreendendo as previsões meteorológicas a chuva caiu na noite da segunda-feira de carnaval em Afogados da Ingazeira somando 30 milímetros. Ouvintes do Rádio Vivo (Rádio Pajeú) informaram ao comunicador Anchieta Santos que houve chuva ainda em Iguaraci, Ingazeira, Tabira e Solidão.
Foram registradas chuvas na zona rural em comunidades como Caiçara, Carnaúba dos Vaqueiros, Juá, Pelo Sinal, Várzea, Dois Riachos, Carnaubinha, Poço de Pedra, Minador, Cachoeira do Cancão, Boqueirão, Góes, São João, Várzea Comprida, Santiago, Capoeiras, Santiago, Baixio e Varzinha. Em Rosário, por exemplo, foram 42 milímetros.
Para hoje, a previsão de chuva é de 90%. Como informamos, em Afogados da Ingazeira, foram interrompidos os festejos do Carnaval por conta da chuva que caiu no município, na noite desta segunda-feira (12).
Por volta das 21h, a Praça Miguel de Campos Goés recebia a apresentação da Orquestra Show de Frevo e acabou esvaziada. Foi suspenso também o desfile dos tradicionais Tabaqueiros, os mascarados que são marcas registradas do Carnaval da região.
Apesar do Secretário de Cultura de Afogados de Ingazeira, Edgar Santos, interromper os festejos, o clima não foi de tristeza total. Isso porque o município sofre com chuvas irregulares há, pelo menos, cinco anos. Então, o povo acabou comemorando esse presente de momo.
A professora de direito da UFPE e vereadora do Recife protocolou o pedido no STF após ato pró-anistia. O Ministro Alexandre de Moraes pediu à Procuradoria-Geral da República (PGR) que apresente uma manifestação sobre a notícia-crime que pede a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), protocolada em 16 de março no Supremo Tribunal […]
A professora de direito da UFPE e vereadora do Recife protocolou o pedido no STF após ato pró-anistia.
O Ministro Alexandre de Moraes pediu à Procuradoria-Geral da República (PGR) que apresente uma manifestação sobre a notícia-crime que pede a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), protocolada em 16 de março no Supremo Tribunal Federal (STF) pela professora de direito da UFPE e vereadora do Recife, Liana Cirne (PT), e pelo advogado Victor Fialho.
Liana Cirne pede a prisão preventiva de Bolsonaro, apontando que as convocações realizadas por Bolsonaro em seu Instagram, onde conta com mais de 26,3 milhões de seguidores, configuram “tentativa inconteste de delito de obstrução da justiça e incitação a novos atos que comprometam a ordem pública e a estabilidade democrática, bem como coação no curso do processo”.
Na manifestação enviada à PGR, o ministro pede que o Ministério Público aponte se a prisão é necessária “a fim de garantir a ordem pública e a instrução processual”. Prisões preventivas duram tempo indeterminado e podem ser decretadas pela Justiça em qualquer fase do processo.
Moraes determinou que a Procuradoria opine se Bolsonaro, ao convocar atos pela anistia, “cometeu os delitos de obstrução de Justiça, incitação de crimes contra as instituições democráticas e coação no curso do processo”.
Ao final do despacho, Moraes pediu parecer do Ministério Público Federal sobre se há necessidade da “aplicação de medidas cautelares, nos termos do artigo 319 do Código de Processo Penal, para restringir a atuação do noticiado (Bolsonaro) em novas convocações que possam incitar atos antidemocráticos”.
A Secretaria Judiciária do STF remeteu as determinações de Moraes a Paulo Gonet, procurador-geral da República, no dia 18 de março. A Procuradoria ainda não respondeu.
Além da prisão preventiva, Liana pede que a Procuradoria Geral da República seja intimada para que se manifeste sobre o possível cometimento dos delitos de obstrução da justiça, incitação de crimes contra as instituições democráticas e coação no curso do processo.
O documento também pede a aplicação de medidas cautelares, para restringir a atuação de em novas convocações que possam incitar atos antidemocráticos.
Mesmo reconhecendo que o Prefeito Ailton Suassuna (Cidadania) tinha todo direito de fazer a escolha da chapa para a sua sucessão, o vice-prefeito Luiz Pereira de Souza (Luiz Poeta-MDB) disse também ter consciência suficiente para discordar. Durante entrevista ao comunicador Anchieta Santos na Rádio Cidade FM de Tabira, Luiz Poeta que substituiu Ailton Suassuna no […]
Mesmo reconhecendo que o Prefeito Ailton Suassuna (Cidadania) tinha todo direito de fazer a escolha da chapa para a sua sucessão, o vice-prefeito Luiz Pereira de Souza (Luiz Poeta-MDB) disse também ter consciência suficiente para discordar.
Durante entrevista ao comunicador Anchieta Santos na Rádio Cidade FM de Tabira, Luiz Poeta que substituiu Ailton Suassuna no período em que o prefeito esteve preso durante a Operação República, deflagrada pelo Ministério Público da Paraíba, informou que por 4 meses, a partir de 30 de novembro de 2018, praticou um governo transparente e até manteve esposa e irmãos do prefeito afastado nos cargos de secretários.
O vice-prefeito garantiu ter pago salários dos servidores e aos fornecedores em dia, atendeu pleito dos profissionais de saúde adotando a jornada de 30h, pagamento do piso nacional dos professores, adiantou a obra do hospital, concluiu obras, assinou convenio no valor de R$ 6 milhões para o saneamento da cidade, aquisição de ambulância, renovação da frota que estava em situação de desmanche e deu andamento ao projeto de pavimentação de 11 ruas.
Luiz Poeta respondeu ao prefeito que acusou ter havido uma conspiração de sua parte com a oposição enquanto esteve ausente: “quem conspirou contra o Dr. Ailton está bem perto dele (Coco de Odálio). Ele disse que as denúncias graves que chegaram ao Gaeco que resultaram na prisão do Prefeito Ailton Suassuna e seu irmão, Michael Suassuna, secretário de Finanças do município, não prenderam mais gente em torno de 20 pessoas, porque ele fez a defesa.
Relatou que em nenhum momento foi chamado para tratar de sucessão. Durante a entrevista Luiz Poeta confessou o entendimento com o grupo da oposição e admitiu que será o candidato a vice na chapa encabeçada pelo Doutor Messias.
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou a criação de um documento de identidade específico para notários, registradores e escreventes de cartório. A carteira seguirá os moldes do documento profissional emitido para advogados, jornalistas e outras categorias, que serve como prova de identidade para qualquer fim. O Projeto […]
O Projeto de Lei é de autoria do deputado Gonzaga Patriota
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou a criação de um documento de identidade específico para notários, registradores e escreventes de cartório. A carteira seguirá os moldes do documento profissional emitido para advogados, jornalistas e outras categorias, que serve como prova de identidade para qualquer fim.
O Projeto de Lei 9438/17, do deputado Gonzaga Patriota (PSB-PE), permite que a carteira seja emitida tanto pela Confederação Nacional de Notários e Registradores ou pelos entes sindicais de sua estrutura, para sindicalizados ou não.
O texto segue para o Senado, a não ser que haja recurso de análise pelo Plenário.
A comissão acompanhou o voto do relator, deputado Sergio Toledo (PL-AL), pela constitucionalidade, juridicidade, técnica legislativa.
O texto aprovado pela comissão foi emendado pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público para que a emissão da carteira fosse uma permissão e não uma obrigação da confederação.
Preço
Toledo retirou a exigência de cores distintas das carteiras do notário e do escrevente. “Nos parece suficiente a diferenciação que determina a indicação da serventia no documento de identidade. É importante afastar a possível elevação no preço da confecção do documento”, disse.
O documento perderá sua validade com a extinção da delegação, no caso do titular do cartório, ou com o fim do contrato de trabalho, no caso de escreventes.
É prevista responsabilização civil e criminal para o uso indevido desse documento que deverá ser devolvido à entidade emissora quando perder a validade.
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