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Candidatura presidencial de Eduardo deve ser lançada em fevereiro

Por Nill Júnior

A oficialização da candidatura presidencial do governador Eduardo Campos (PSB) deverá ser feita até fevereiro de 2014. A informação foi repassada pelo ex-ministro Fernando Bezerra Coelho. O socialista disse que há uma possibilidade de o lançamento da postulação ser feita em outro Estado, ainda não definido.

Também está prevista a finalização do programa de governo, elaborado por membros do PSB e Rede. Em seguida, haverá a divulgação da escolha candidato em Pernambuco, o que deverá ser finalizado em março.

Segundo Bezerra Coelho, um dos trunfos do PSB na eleição presidencial será o uso da internet. O meio poderá suprir o tempo de TV a que o partido poderá ter direito. Até o momento, a legenda só tem o apoio do PPS, o que não garante tempo expressivo de propaganda.

Outras Notícias

Em áudio, Nikolas chama Vorcaro de ‘lindão’ e pede liberação de ativo de minério

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) pediu que o banqueiro Daniel Vorcaro ajudasse seu advogado e ex-assessor de seu gabinete, Thiago Rodrigues de Faria. Nas palavras do deputado bolsonarista, era necessária ajuda do dono do banco Master para liberar “um ativo de minério”. No áudio, enviado no dia 30 de março de 2025, ao qual […]

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) pediu que o banqueiro Daniel Vorcaro ajudasse seu advogado e ex-assessor de seu gabinete, Thiago Rodrigues de Faria. Nas palavras do deputado bolsonarista, era necessária ajuda do dono do banco Master para liberar “um ativo de minério”. No áudio, enviado no dia 30 de março de 2025, ao qual a coluna teve acesso com exclusividade, Nikolas chama o banqueiro de “Dani” e de “lindão” e diz que “quer ter mais proximidade” com Vorcaro.

No áudio, Nikolas diz: “Ei Dani, tudo bom? Como você está? Como estão as coisas aí? Desculpa te incomodar num domingo aí, é jogo rápido, também não quero tomar muito seu tempo. É o seguinte, meu amigo, meu advogado, enfim, irmão meu aqui, comentou comigo e falou daqui do seu nome. Eu falei: ‘não conheço o Dani, enfim, não tenho a proximidade assim, até mesmo a que eu queria ter, enfim, de conversar e trocar ideia, mas eu o conheço.’ Ele falou: ‘cara, tô com um ativo minerário lá, inclusive já passou pela ficha técnica, o pessoal técnico dele, enfim, tá pendente lá, tem algumas pessoas que sabem disso lá na empresa.’ E eu falei: ‘não, ué, eu posso dar um toque nele’. Então assim, não sei nem do que se trata, mas enfim é como é uma pessoa, enfim, que eu confio totalmente, tô passando aí pra você, pra se for do teu interesse, passar o contato dele aqui pra vocês tocarem isso, beleza? No mais, qualquer coisa tô aqui à disposição”

Nikolas envia o áudio e Vorcaro responde minutos depois com um áudio de visualização única. Na sequência, Nikolas agradece e envia o contato de Thiago Faria. Vorcaro então responde: “Amém irmão. Estamos na guerra juntos”. Nikolas escreve que vai “dar banho na pequena agora” e completa na sequência: “pra amanhã voltar pra guerra”. A conversa termina com Vorcaro dizendo ao deputado para “Thiago me chamar”.

No dia seguinte, 1 de abril de 2025, Nikolas avisa que Thiago estará em Brasília e “qualquer horário ele estará disponível”. O banqueiro responde um dia depois dizendo: “Deixa comigo”.

Pelo conjunto de mensagens, não é possível saber se Vorcaro ajudou no pedido do assessor de Nikolas. No áudio enviado ao banqueiro, Nikolas também fez questão de se desculpar com Vorcaro por postagens que haviam gerado críticas do dono do Master a ele em abril de 2024 quando o deputado criticou um evento financiado pelo banco em Londres e que contou com a presença de ministros do STJ, STF e TSE.

Na mensagem de áudio, Nikolas também reiterou o arrependimento a Vorcaro: “Troquei ideia lá com o Pastor Valadão naquela época, lá naquela postagem, eu falei: ‘Pastor, eu não fazia ideia que era este o Banco do Dani etc. e tudo, se não, obviamente eu não teria postado, já teria conversado anteriormente’, mas enfim, acabou que a palavra dita não tem como voltar, né? Mas espero que tenha sido esclarecido, enfim, depois vamos marcar da gente se encontrar também, tá bem? Um abraço, lindão.”

A coluna enviou  cinco perguntas para Thiago Faria e Nikolas. Faria disse que Nikolas está em campanha e não iria incomodá-lo. “Essas perguntas são nada a ver”, disse. “O Vorcaro é de Belo Horizonte e eu sou de Belo Horizonte e a gente conhece todo mundo. Uma vez eu, enfim, tinha um ativo minério porque eu trabalho nessa área de mineração e mandei um ativo minerário pra todo mundo de um contrato que todo mundo sabe que já saiu de uma pessoa que teve um problema e ao qual eu nunca fui chamado para depor na PF porque eu não tenho nada a ver com isso”, finalizou Faria, em um áudio enviado para a coluna.

Assessor de Nikolas envolvido na Operação Rejeito

Faria teve seu nome exposto por envolvimento com empresas e investigados que foram presos na Operação Rejeito, deflagrada em setembro de 2025, alguns meses depois da troca de mensagens.

A PF prendeu 22 pessoas preventivamente em meio a uma investigação de um esquema criminoso de extração ilegal de minério de ferro na Serra do Curral, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Segundo uma reportagem do jornal O Estado de Minas, Thiago Rodrigues de Faria atuou como intermediário, por meio de um contrato de confiabilidade, de uma negociação envolvendo uma lavra de minério e empresas investigadas pela PF nessa operação. Uma delas é a Gmais Ambiental. Pelo trabalho do assessor de Nikolas, os verdadeiros donos não teriam os nomes publicizados.

De acordo com os investigadores, a Thiago Rodrigues Sociedade Individual de Advocacia  tinha um contrato, assinado em janeiro de 2025 com a Gmais, e receberia 25% do lucro total, estimado entre de US$ 30 e US$ 45 milhões, caso a autorização para que uma área pudesse voltar a minerar e uma lavra fosse vendida.

No inquérito da PF, está descrito: “chamaram a atenção os valores prováveis da negociação sobre os quais os apresentantes seriam remunerados. O valor inicial era de US$ 30.000.000,00 podendo ultrapassar os US$ 45M, valor que geraria 20% de comissão aos parceiros Gmais, Estabil escritório contábil e Thiago Rodrigues advocacia”, diz um trecho do inquérito.

Esse contrato entre a Gmais e a empresa do assessor de Nikolas também tinha como sócia a mineração Topázio Imperial, que detém os direitos minerários de uma lavra onde está localizada uma das barragens de maior risco de Minas Gerais, a barragem Água Fria, considerada um dos sete barramentos com maior risco de rompimento no Brasil. Na época, estava sem operação por ação do MPF.

Ainda de acordo com a PF, o grupo queria vender a lavra da Topázio para exploração. No entanto, era necessário liberar a empresa, detentora dos direitos minerários de lavra em Ouro Preto, no Distrito de Rodrigo Silva.

Real Time Big Data: Marília Arraes tem 29% na disputa pelo Senado; Mendonça e Humberto aparecem próximos

Levantamento divulgado nesta quinta-feira (3) mostra Marília à frente, enquanto Mendonça Filho e Humberto Costa aparecem tecnicamente empatados. Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira (3) mostra Marília Arraes (PDT) com 29% das intenções de voto na disputa pelas duas vagas de Pernambuco no Senado. Mendonça Filho (PL) aparece com 20%, seguido por Humberto […]

Levantamento divulgado nesta quinta-feira (3) mostra Marília à frente, enquanto Mendonça Filho e Humberto Costa aparecem tecnicamente empatados.

Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira (3) mostra Marília Arraes (PDT) com 29% das intenções de voto na disputa pelas duas vagas de Pernambuco no Senado.

Mendonça Filho (PL) aparece com 20%, seguido por Humberto Costa (PT), com 19%. Como a diferença entre os dois é de um ponto percentual, ambos estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro do levantamento.

Eduardo da Fonte (PP) registra 13% e Túlio Gadêlha (PSD), 12%. A diferença de um ponto entre os dois também está dentro da margem de erro.

Carlos Sant’Anna (Novo) e Paulo Rubem Santiago (Rede) aparecem com 1% cada.

Brancos e nulos representam 3%, enquanto 2% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

Como a eleição para o Senado em Pernambuco neste ano preencherá duas vagas, o desempenho dos candidatos deve ser observado considerando a disputa pelas duas primeiras posições.

Metodologia

A Real Time Big Data ouviu 1.600 eleitores entre 29 de agosto e 2 de setembro, por telefone e pela internet.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-09116/2026.

Fonte: UOL

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Real Time Big Data: João Campos e Raquel Lyra têm 43% e empatam no 1º turno

Levantamento divulgado nesta quinta-feira (3) também aponta empate entre os dois em eventual segundo turno. Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira (3) mostra João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD) com 43% das intenções de voto no cenário estimulado para o Governo de Pernambuco. Os dois aparecem empatados numericamente na disputa. Renan Hallais […]

Levantamento divulgado nesta quinta-feira (3) também aponta empate entre os dois em eventual segundo turno.

Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira (3) mostra João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD) com 43% das intenções de voto no cenário estimulado para o Governo de Pernambuco.

Os dois aparecem empatados numericamente na disputa. Renan Hallais (Missão) registra 4%, Ivan Moraes (PSOL), 2%, e os demais candidatos somam 1%. Brancos e nulos representam 4%.

Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Raquel Lyra e João Campos também aparecem empatados, com 23% cada.

Marília Arraes (PDT) é citada por 1%, outros nomes somam 4%, brancos e nulos chegam a 10%, enquanto 39% não souberam ou não responderam.

Segundo turno

A pesquisa também simulou um eventual segundo turno entre João Campos e Raquel Lyra. O resultado novamente aponta empate: cada candidato registra 44%.

Brancos e nulos somam 6%, mesmo percentual dos entrevistados que não souberam ou não responderam.

Metodologia

A Real Time Big Data ouviu 1.600 eleitores entre 29 de agosto e 2 de setembro, por telefone e pela internet. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-09116/2026.

Fonte: UOL

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Oposição esvazia plenário e votação do fim da escala 6×1 fica para depois das eleições

Governo decidiu não levar PEC à votação nessa quarta-feira (2) por falta de segurança sobre os 49 votos necessários para aprovação. A votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6×1 e a redução da jornada semanal de trabalho não ocorreu nessa quarta-feira (2), no plenário do Senado. Sem […]

Governo decidiu não levar PEC à votação nessa quarta-feira (2) por falta de segurança sobre os 49 votos necessários para aprovação.

A votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6×1 e a redução da jornada semanal de trabalho não ocorreu nessa quarta-feira (2), no plenário do Senado. Sem segurança sobre o número de votos favoráveis, a base governista decidiu não submeter o texto à apreciação.

Segundo o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), a oposição atuou para reduzir a presença de parlamentares na sessão.

“Hoje, houve um movimento bem-sucedido da oposição”, afirmou.

Randolfe atribuiu a articulação aos senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição, e declarou que o grupo contrário ao governo também se posiciona contra o fim da escala 6×1.

A PEC já foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Na comissão, Rogério Marinho, Hamilton Mourão (Republicanos-RS), Tereza Cristina (PP-MS) e Jaime Bagattoli (PL-RO) registraram votos contrários.

No plenário, a proposta precisa ser aprovada em dois turnos e alcançar, em cada um deles, pelo menos 49 votos favoráveis, equivalentes a três quintos dos 81 senadores.

A PEC 221/2019 prevê dois dias de descanso remunerado por semana, sem redução salarial, e reduz a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais, com período de transição de 14 meses.

A CCJ havia aprovado um calendário especial para acelerar a tramitação e permitir que a matéria pudesse chegar ao plenário ainda nesta semana.

De acordo com Randolfe, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), consultou a base governista sobre a segurança dos votos. O governo estimava entre 53 e 54 apoios, mas decidiu não colocar a proposta em votação diante do risco de ausências impedirem a aprovação.

A expectativa agora é de que uma nova tentativa ocorra após o primeiro turno das eleições, durante o próximo esforço concentrado do Congresso, previsto para a segunda semana de outubro.

Rogério Marinho é contrário ao texto e apresentou uma proposta alternativa que mantém a jornada máxima de 44 horas e a possibilidade da escala 6×1, permitindo outras jornadas mediante negociação entre trabalhadores e empregadores.

A reportagem do Diario de Pernambuco informou que procurou Rogério Marinho e Flávio Bolsonaro para comentar as declarações de Randolfe, mas não havia obtido retorno até a publicação.

Fonte: Diario de Pernambuco

Foto: Divulgação/Agência Senado

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Lula recebe Leonardo DiCaprio no Planalto e discute clima, florestas e povos indígenas

Encontro ocorreu nessa quarta-feira (2), em Brasília, e também abordou biocombustíveis e mecanismos de financiamento para preservação ambiental. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu, nessa quarta-feira (2), o ator e ativista ambiental Leonardo DiCaprio no Palácio do Planalto, em Brasília. A reunião tratou de mudanças climáticas, preservação das florestas e proteção dos […]

Encontro ocorreu nessa quarta-feira (2), em Brasília, e também abordou biocombustíveis e mecanismos de financiamento para preservação ambiental.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu, nessa quarta-feira (2), o ator e ativista ambiental Leonardo DiCaprio no Palácio do Planalto, em Brasília. A reunião tratou de mudanças climáticas, preservação das florestas e proteção dos territórios indígenas.

A primeira-dama Janja Lula da Silva também participou do encontro, que durou cerca de 40 minutos.

Durante a conversa, Lula apresentou ações do governo federal relacionadas à redução do desmatamento, ao enfrentamento do garimpo ilegal e à demarcação de terras indígenas.

O presidente também falou sobre a matriz energética brasileira e citou a utilização de biocombustíveis como uma das estratégias para reduzir as emissões de dióxido de carbono. Segundo Lula, a gasolina comercializada no país conta atualmente com 32% de etanol, enquanto o diesel possui 15% de biodiesel na composição.

DiCaprio falou sobre sua atuação em projetos relacionados à preservação ambiental e aos povos indígenas. O ator lembrou que conheceu o Xingu há cerca de 25 anos e mencionou sua relação com o cacique Raoni Metuktire.

Também foram discutidas iniciativas desenvolvidas pela Re:wild, organização ligada a DiCaprio, em áreas de proteção de florestas e territórios indígenas no Brasil e em outros países.

Outro tema abordado foi o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, na sigla em inglês), iniciativa voltada à criação de um mecanismo internacional de financiamento para remunerar países pela conservação de florestas tropicais.

Participaram ainda da reunião a ministra da Cultura, Margareth Menezes; representantes dos ministérios dos Povos Indígenas e do Meio Ambiente; e integrantes da Re:wild.

Foto: Reprodução/Instagram

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