Campanha de Berg faz ato na Avenida Sebastião Anjo
Por Nill Júnior
Na noite deste sábado, 08, a Coligação Carnaíba É Daqui pra Melhor realizou mais um evento de campanha, mobilizando a militância que percorreu a ladeira da Avenida Sebastião Anjo em direção ao Alto Santa Luzia, onde foi realizada uma palestra.
Segundo nota da Coligação, o público estava em clima de grande entusiasmo, especialmente animado pelos resultados da última pesquisa divulgada pelo instituto Data Trends na madrugada de sábado.
O evento contou com a presença dos candidatos da chapa majoritária, Berg Gomes (prefeito) e Cícero Batista (vice), além do atual prefeito, Anchieta Patriota, e candidatos a vereadores. O advogado Clóvis Lira também participou, reafirmando seu apoio à chapa.
Durante a palestra, Berg Gomes reforçou suas propostas para Carnaíba. Ele destacou que o resultado da pesquisa “reflete o reconhecimento do trabalho realizado até agora e o desejo da população de ver Carnaíba seguir avançando”.
A Prefeitura de Sertânia, por meio da Secretaria de Segurança e Mobilidade Urbana, realizou nesta sexta-feira (19), o encerramento do Estágio de Planejamento e Operações em Eventos (E.P.O.E) voltado para a Guarda Civil Municipal. O encerramento aconteceu no ginásio Epaminondas Morais. Para o Secretário de Segurança e Mobilidade Urbana, Vladimir Cavalcanti, o momento foi de […]
A Prefeitura de Sertânia, por meio da Secretaria de Segurança e Mobilidade Urbana, realizou nesta sexta-feira (19), o encerramento do Estágio de Planejamento e Operações em Eventos (E.P.O.E) voltado para a Guarda Civil Municipal. O encerramento aconteceu no ginásio Epaminondas Morais.
Para o Secretário de Segurança e Mobilidade Urbana, Vladimir Cavalcanti, o momento foi de muito aprendizado. “A finalidade da capacitação foi qualificar os nossos agentes para que eles possam atuar de forma correta e segura nos grandes eventos que acontecem no município. A Guarda Civil de Sertânia está cada vez mais equipada, treinada e qualificada para desempenhar bem ações em defesa dos sertanienses”, disse.
Foram certificados 24 guardas, que contaram com aulas teóricas e práticas sobre Legislação; Legalidade dos Eventos; Atendimento Pré-hospitalar com ênfase nas estatísticas dos Grandes Eventos; Instrução Tática Individual; Imobilizações e uso da Tonfa; Radiocomunicação; Abordagem e Busca Pessoal em Eventos; Treinamento Físico; Defesa Pessoal; e Avaliação com Exercícios Simulados.
A equipe de instrutores contou com o suboficial Fred Monte, da reserva da Força Área Brasileira e com os GCMs Albino, Weydson, Ginaldo e R.Luz, da cidade de Ipojuca, além do GCM Evanildo Alves, de Recife e do membro do Samu de Gravatá, Joaquim.
“A população só tem a ganhar, porque esses guardas que estão se formando vão levar os conhecimentos adquiridos para empregar em todo evento que aconteça nesta cidade, o treinamento vai permitir que atuem de uma forma segura”, disse o suboficial Fred Monte, reserva da FAB.
Como forma de integração entre os municípios, foi permitida a participação de outras Guardas. Estiveram presentes profissionais de Carnaíba, Garanhuns, Santa Terezinha, Santa Cruz da Baixa Verde, Buíque e Venturosa. Eles ficaram alojados na Escola Municipal Marcelo Gomes Lafayette (Agrícola).
O prefeito Ângelo Ferreira, que participou do evento de encerramento do estágio, falou sobre o importante trabalho que a GCM vem desenvolvendo em Sertânia.
“Temos uma guarda jovem quando falamos em tempo de atuação, mas que já têm feito muita diferença, para melhor, no dia a dia dos cidadãos. Estamos cada vez mais preocupados em realizar ações, por isso nos empenhamos para o acontecimento desse curso, porque a gente precisa prestar o melhor serviço à população e vamos manter esse compromisso”, destacou o gestor.
Além do prefeito Ângelo Ferreira e do secretário Vladimir Cavalcanti estiveram presentes: Paulo Henrique Ferreira, Secretário de Desenvolvimento Social e Cidadania; Simoni Laet; Secretária de Educação; Marco Aurélio, Secretário de Infraestrutura e Projetos Especiais; Tácio Henrique, Secretário de Juventude, Esporte, Cultura e Turismo; Neto Cajueiro; Secretário Interino de Saúde; e o vereador, Denílson Simplício.
Uol Em um documento de abril de 2020, o presidente do CFM (Conselho Federal de Medicina), Mauro Luiz de Britto Ribeiro, pediu a liberação do uso de cloroquina e hidroxicloroquina, “em condições excepcionais”, para tratamento de pacientes com covid-19. Ele é um dos investigados pela CPI da Covid, que divulgará nesta semana o relatório final com suas […]
Em um documento de abril de 2020, o presidente do CFM (Conselho Federal de Medicina), Mauro Luiz de Britto Ribeiro, pediu a liberação do uso de cloroquina e hidroxicloroquina, “em condições excepcionais”, para tratamento de pacientes com covid-19.
Ele é um dos investigados pela CPI da Covid, que divulgará nesta semana o relatório final com suas considerações sobre eventuais crimes do governo federal durante o combate à pandemia.
O parecer foi aprovado por unanimidade em sessão plenária do CFM em 16 de abril de 2020. Ribeiro assina o pedido como “relator” e, na parte como “interessado” na liberação dos medicamentos, está registrado o próprio CFM.
Essas ações são legais, de acordo com o regimento interno do conselho, mas ex-conselheiros e ex-presidentes do CFM ouvidos em condição de anonimato pelo UOL ressaltam que o parecer não teria tido aval científico de especialistas da área, que o CFM divulgou uma mensagem equivocada à sociedade com a liberação e que o rito seguido por esse documento não teria seguido os passos habituais.
Além disso, os entrevistados ressaltaram a proximidade entre Mauro Ribeiro e o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), defensor do uso desses medicamentos contra a covid-19 —ele mesmo diz ter tomado cloroquina duas vezes—, apesar de estudos comprovarem a ineficácia deles no tratamento contra a doença criada pelo novo coronavírus.
Em nota, o CFM ressaltou que o parecer público foi aprovado de forma legal, seguindo as regras do conselho, e entregue ao presidente Jair Bolsonaro, fazendo com que o conselho comprovasse “seu compromisso com a transparência de seus atos”.
Apesar de não ser obrigatório, os médicos que criticaram o parecer explicam que é de “bom tom” que pedidos de uso de medicamentos, principalmente com efeitos colaterais preocupantes, tenham um parecer técnico de uma equipe de especialistas, como um colegiado de infectologistas e reumatologistas com experiência em hidroxicloroquina e cloroquina.
Também se poderia anexar o aval de uma câmara técnica do próprio CFM, em que médicos especialistas apoiariam ou não os termos. O parecer e o CFM, no entanto, não citam nem explicitam se o texto passou por tais crivos científicos.
Pelo contrário, o documento cita diversas vezes que “não existem evidências robustas de alta qualidade que possibilitem a indicação de uma terapia farmacológica” contra a covid-19.
O exemplo científico citado por Mauro Ribeiro para sustentar a liberação dos remédios é de um documento da Sociedade Americana de Doenças Infecciosas, de 11 de abril, que, segundo o presidente do CFM, recomendava hidroxicloroquina e cloroquina, isoladamente ou associadas à azitromicina (um antibiótico), para pacientes internados sob protocolos clínicos de pesquisa.
A primeira pesquisa de avaliação do terceiro mandato do prefeito de Ingazeira, Luciano Torres, do PSB, mostra alto grau de aprovação. É o que diz mais uma pesquisa do Instituto Múltipla da série divulgada desde a semana passada pelo blog. Quando a população é chamada a avaliar a gestão, 88,2% dizem aprovar o governo, contra […]
A primeira pesquisa de avaliação do terceiro mandato do prefeito de Ingazeira, Luciano Torres, do PSB, mostra alto grau de aprovação.
É o que diz mais uma pesquisa do Instituto Múltipla da série divulgada desde a semana passada pelo blog.
Quando a população é chamada a avaliar a gestão, 88,2% dizem aprovar o governo, contra apenas 7,7% que desaprovam e 4,1% que não opinaram.
Na avaliação por classificação, 31,4% consideram o governo Luciano Torres ótimo, 44,5% bom, 20% regular, 1,4% ruim e 2,7% péssimo.
A pesquisa ouviu 220 pessoas no dia 24 de julho, com margem de erro de 6,6% e intervalo de confiança de 95%.
O blog comparou com a última avaliação, ao final do segundo mandato de Luciano, realizada em 16 de novembro de 2016.
Naquela pesquisa, o governo Luciano Torres fechou seu ciclo com avaliação positiva na casa de 83,2%, pouco mais de 3% percentuais maior que o último levantamento, que havia sido feito em dezembro de 2015.
Quando o entrevistado foi solicitado para classificar a gestão, 75,1% a consideraram ótima ou boa; 19%, regular e 5,9% ruim ou péssima.
O presidente estadual do Democratas, Mendonça Filho, e a deputada estadual Priscila Krause (DEM) entraram com representação no Ministério Público do Estado de Pernambuco (MPPE) e no Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) denunciando pedalada fiscal do governo Paulo Câmara na ordem de R$ 3 bilhões em operação com a Petrobras. Para fazer […]
O presidente estadual do Democratas, Mendonça Filho, e a deputada estadual Priscila Krause (DEM) entraram com representação no Ministério Público do Estado de Pernambuco (MPPE) e no Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) denunciando pedalada fiscal do governo Paulo Câmara na ordem de R$ 3 bilhões em operação com a Petrobras.
Para fazer o acordo com a Petrobras, o Governo aprovou uma Lei que autoriza o Estado a abrir mão do pagamento de impostos devidos e de receitas futuras. Nas representações, Mendonça e Priscila pedem que o TCE e ao MPPE impeçam o Estado de celebrar esse acordo, considerado por eles como absolutamente lesivo aos interesses do Estado.
A Petrobras tem R$ 1,2 bilhão de dívida constituída até 2015, cerca de R$ 320 milhões de 2015 a 2019 e mais R$ 90 milhões anuais a partir de 2020. O que soma, em 20 anos, R$ 3 bilhões de impostos da Petrobrás a pagar ao Estado de Pernambuco.
Segundo eles: o Governo comete a pedalada fiscal ao trocar uma dívida/receita bilionária de R$ 3 bilhões por um recebimento imediato, ainda no atual exercício, de R$ 440 milhões. A Lei Complementar sancionada pelo governador Paulo Câmara, é taxativa ao abrir mão dessa conceituação tributária a partir de 2015, mas vincula esse entendimento à necessidade de a Petrobras pagar o acordo dos R$ 440 milhões nos próximos vinte dias.
“O governo Paulo Câmara está fazendo uma Petrolada, uma pedalada fiscal nesse acordo com a Petrobras. Não podemos deixar o governador comprometer nossos investimentos por má gestão”, afirmou Mendonça, ressaltando que o Governo está “vendendo o almoço para comprar o jantar”.
A deputada Priscila Krause questiona o fato de a maior operação de perdão tributário das últimas décadas em Pernambuco estar baseada em lei com fragilidades que não garantem a segurança jurídica do processo.
“A lei não trata apenas de perdão de juros e multas, mas de cinquenta por cento do imposto, que no caso da Petrobras representa centenas de milhões que estamos abrindo mão. O governo não cumpriu as obrigatoriedades legais para uma operação desse porte, que afeta as receitas dos pernambucanos de agora e do futuro”, explicou a parlamentar, ao presidente do TCE, Marcos Loreto.
Ao receber a representação, o presidente do TCE disse que encaminhará para a área técnica e, na sequência, o conselheiro relator decidirá sobre o deferimento ou não de uma cautelar impedindo o Estado de assinar o acordo até julgamento do mérito.
O projeto de lei enviado às pressas pelo Poder Executivo à Assembleia Legislativa fere à LRF porque não apresentou a compensação exigida para os casos em que há renúncia de receita. Além disso, os dados enviados extraoficialmente à Casa – após a publicação do PL no Diário Oficial – apresentaram informações falsas, a exemplo do registro textual de que tal renúncia estaria prevista no Anexo de Metas Fiscais da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) em vigência no Estado.
Na representação, Mendonça e Priscila questionam o fato de o Governo fazer ginástica legislativa jogando fora as regras da legislação tributárias. Vinculou uma conceituação tributária ao pagamento de um acordo entre partes específicas e isso é claramente irregular.
Os valores referentes à receita futura de R$ 90 milhões por ano que o governo de Pernambuco está abrindo mão são baseados em entendimento do próprio Estado de Pernambuco, que atestou em diferentes instâncias de julgamento que os city-gates – pontos de entrega que compõem o sistema de fornecimento de gás natural – constituem espaços de industrialização, cabendo à incidência de ICMS na saída do produto.
O governador Paulo Câmara foi cobrado por esse blogueiro sobre os problemas na execução da obra da PE 380, conhecida como Estrada de Ibitiranga. A empresa ESSE Engenharia, ganhadora da licitação, sublocou os serviços para a Construpav, acusada de deixar um passivo sem andar com a obra e ainda débitos com comerciantes e fornecedores. “Fizemos […]
O governador Paulo Câmara foi cobrado por esse blogueiro sobre os problemas na execução da obra da PE 380, conhecida como Estrada de Ibitiranga.
A empresa ESSE Engenharia, ganhadora da licitação, sublocou os serviços para a Construpav, acusada de deixar um passivo sem andar com a obra e ainda débitos com comerciantes e fornecedores.
“Fizemos reuniões técnicas com a secretária Fernandha Batista e pelo que ela me passou já foi solucionado. Tá difícil também porque o aumento do preço da pavimentação está sendo muito grande em virtude da questão do petróleo, que é essa questão mundial, mas a gente vai regularizar o andamento da obra. Já conversamos com o prefeito Anchieta Patriota”, informou o governador.
Câmara ainda garantiu que todas as outras obras estão dentro do cronograma e que no Pajeú todas as estradas que estão pactuadas serão feitas. “Vai ajudar muito efetivamente aqui na mobilidade, já recuperamos estradas importantes como a 275, estamos trabalhando na 265. E essas novas também até o final do ano todas vão estar prontas e entregues à população”, afirmou.
Você precisa fazer login para comentar.