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Câmara de Carnaíba aprova moções de pesar por mortes de Duda Leobino e Jair Almeida

Por Nill Júnior

A Câmara de vereadores de Carnaíba, aprovou, por unanimidade duas moções de pesar.

Apresentadas pelo vereador Victor Patriota (PSB),  em virtude dos falecimentos de Duda Leobino, ex-vereador e ex-vice prefeito de Carnaíba e Jair Almeida, ex-presidente do PT de Afogados da Ingazeira.

As moções são subscritas por todos os legisladores: Nêudo da Itã, Cícero Batista, Alex Mendes, Everaldo Patriota, Irmão Adilson, Antonio Chico, Aloisio Lisboa, Gleybson Roberto e Anchieta Crente.

O ex-vice prefeito de Carnaíba Duda Leobino faleceu na terça, dia 24, aos 69 anos. Foi vice-prefeito por três mandatos e vereador por duas vezes. Jair Almeida faleceu no final da noite de quarta, dia 25. Foi candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira em 2012 como nome da terceira via, obtendo 206 votos. Em 2016 foi candidato a vereador e obteve 249 votos,  ficando na suplência. Estava prestes a completar 46 anos.

Outras Notícias

Jordânia Siqueira anuncia que é pré-candidata em Itapetim

A vereadora Jordânia Siqueira  anunciou sua pré-candidatura à prefeitura de Itapetim. Ela fazia parte da base prefeito Adelmo Moura (PSB). Entretanto,  reclamou espaço e principalmente apoio do prefeito no seu desejo de disputar a prefeitura do município.  Adelmo tem dito ser cedo para anunciar seu nome. Ela falou a um Podcast e apresentou corte do […]

A vereadora Jordânia Siqueira  anunciou sua pré-candidatura à prefeitura de Itapetim.

Ela fazia parte da base prefeito Adelmo Moura (PSB). Entretanto,  reclamou espaço e principalmente apoio do prefeito no seu desejo de disputar a prefeitura do município.  Adelmo tem dito ser cedo para anunciar seu nome.

Ela falou a um Podcast e apresentou corte do anúncio em sua rede social.

Assim,  a vereadora  se lançou candidata. Ela se soma a Anderson Lopes,  nome da oposição,  como atuais nomes na disputa.  Já o prefeito Adelmo Moura segue o mistério sobre quem será seu ungido em 2024.

Santa Cruz da Baixa Verde: Prefeitura substitui ônibus escolar incendiado ano passado

No dia 23 de Julho de 2014, um ato de vandalismo repercutiu na imprensa regional: um homem que até hoje não teve a identidade revelada ateou fogo em um ônibus da frota escolar de Santa Cruz da Baixa Verde,  ao lado do prédio onde funcionava a prefeitura. Desde o ocorrido que a prefeitura municipal de […]

ônibus novo: demora na tratativa com seguradora retardou reposição, diz prefeitura em nota
Ônibus novo: demora na tratativa com seguradora retardou reposição, diz prefeitura em nota

No dia 23 de Julho de 2014, um ato de vandalismo repercutiu na imprensa regional: um homem que até hoje não teve a identidade revelada ateou fogo em um ônibus da frota escolar de Santa Cruz da Baixa Verde,  ao lado do prédio onde funcionava a prefeitura.

Desde o ocorrido que a prefeitura municipal de Santa Cruz informou que o veiculo era segurado. Depois de uma batalha burocrática, a seguradora finalmente  ressarciu o veiculo.

O ônibus incinerado em 2014: vandalismo
O ônibus incinerado em 2014: vandalismo

Com o dinheiro, a prefeitura informa em nota que adquiriu um novo ônibus com capacidade para 60 passageiros, 12 cadeiras a mais que o anterior. “ No período, contratamos e mantivemos o transporte. Isso evitou prejuízo para os  nossos estudantes”, afirmou o prefeito Tássio Bezerra.

PF intima Bolsonaro a depor em caso de vazamento de inquérito sobre ataque hacker no TSE

Caso tramita dentro de investigação das fake news e foi aberto por ordem de Alexandre de Moraes Painel/Folha de S. Paulo O presidente Jair Bolsonaro recebeu uma intimação da Polícia Federal para prestar depoimento no inquérito sobre o vazamento de dados de uma investigação sobre um ataque hacker aos sistemas do Tribunal Superior Eleitoral em […]

Caso tramita dentro de investigação das fake news e foi aberto por ordem de Alexandre de Moraes

Painel/Folha de S. Paulo

O presidente Jair Bolsonaro recebeu uma intimação da Polícia Federal para prestar depoimento no inquérito sobre o vazamento de dados de uma investigação sobre um ataque hacker aos sistemas do Tribunal Superior Eleitoral em 2018.

Bolsonaro utilizou o conteúdo do inquérito em uma entrevista em 4 de agosto para atacar sem provas a segurança das urnas eletrônicas e do sistema eleitoral brasileiro.

A apuração foi solicitada pelo TSE ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que entendeu que o caso se relacionava com o inquérito das fake news e determinou investigação.

Após ouvir o delegado responsável pelo inquérito, afastado por decisão de Moraes, e o deputado Filipe Barros (PSL-PR), que teve acesso ao material, a delegada Denisse Ribeiro decidiu intimar o presidente para prestar depoimento.

Essa será a segunda vez que Bolsonaro é chamado pela PF. A primeira foi no inquérito que apura a suspeita de interferência no órgão, acusação feita pelo ex-ministro Sergio Moro.

Como mostrou o Painel, além da responsabilidade pela divulgação dos documentos, a PF apura como o deputado soube da existência do caso sigiloso em andamento na superintendência do Distrito Federal.

Em depoimento à PF, Barros afirmou que soube da apuração por meio de uma denúncia que chegou à comissão do voto impresso, cujo projeto debatido era relatado pelo parlamentar.

Ele também disse que a investigação divulgada por ele e por Bolsonaro não estava sob sigilo.

A entrevista em que Bolsonaro e Barros divulgaram as informações sigilosas foi cinco dias depois da live de 29 de julho em que o presidente havia levantado suspeitas sobre a segurança das urnas.

Assim como a live, a entrevista entrou na mira do TSE, que pediu a abertura de inquérito a Moraes e deu início a um dos momentos mais tensos da relação entre o Palácio do Planalto e o STF.

A tensão teve como auge a manifestação de 7 de setembro em que Bolsonaro atacou diretamente Moraes.

Dias depois, o ex-presidente Michel Temer intermediou uma conversa entre Moraes e o presidente e as coisas ficaram mais calmas a partir dali.

A trégua se mantinha desde então, mas nas últimas semanas Bolsonaro voltou a fazer críticas ao STF, em aceno à sua base mais radical.

Humberto nomeia assessor de Marília para gabinete e acirra briga no PT

Do blog de Jamildo O mais novo episódio da disputa interna no PT está rendendo muita discussão entre os petistas. O até pouco tempo assessor do gabinete da vereadora Marília Arraes Fabian Monteiro Apolinário Junior foi nomeado para o gabinete do senador Humberto Costa. Em outros tempos, a transição passaria despercebida, mas com o racha […]

Do blog de Jamildo

O mais novo episódio da disputa interna no PT está rendendo muita discussão entre os petistas. O até pouco tempo assessor do gabinete da vereadora Marília Arraes Fabian Monteiro Apolinário Junior foi nomeado para o gabinete do senador Humberto Costa.

Em outros tempos, a transição passaria despercebida, mas com o racha instalado no partido com setores defendendo candidatura própria e outros a aliança com o PSB do governador Paulo Câmara, a nomeação virou motivo de discórdia. Humberto Costa é um dos nomes da legenda que defendem a composição com os socialistas e discursou sobre a necessidade do retorno à Frente Popular no Senado. Enquanto isso, Marília Arraes desponta como pré-candidata ao governo.

O movimento é considerado por apoiadores da vereadora como um início de uma “guerra” pelos votos dos delegados da legenda já que Fabian Junior é um dos delegados que votará pela candidatura própria ou apoio à reeleição de Paulo Câmara no Congresso Estadual, no dia 10 de junho. Em reserva, eles questionam o que há por trás da nomeação e se Fabian continuará a apoiar Marília como vinha fazendo nas suas redes sociais.

Segundo outra fonte, a sigla tem 300 delegados e ainda não há como saber para que lado da balança está pendendo o rumo da sigla. De acordo com a mesma fonte, apesar disso, já é claro que a nomeação “enfraqueceu” a pré-candidatura de Marília dentro do PT.

Ela lembra que Fabian Junior é vice-presidente do PT do Recife, tendo sido eleito em uma chapa encabeçada por Demetrius Fiorante, ligado a Oscar Barreto, vice-presidente estadual do partido, que apoia a retomada da aliança com o PSB. Isso também estaria sendo questionado pela ala que defende a pré-candidatura de Marília.

Quando trabalhava com Marília Arraes, Fabian fazia a interlocução com a juventude e esse mesmo grupo estaria indo com “gosto de sangue” para atacar a nomeação dele, segundo uma fonte ouvida pelo Blog. Nessa sexta-feira (11) em sua rede social, Fabian reclamou do “ódio” na política institucional.

Ivermectina não foi eficaz em tratar Covid-19, aponta estudo

Vários estudos feitos ao longo da pandemia já apontavam que o remédio, usado para tratar vermes e parasitas, não funcionava contra a Covid-19. Por Lara Pinheiro/g1 Uma pesquisa publicada na sexta-feira (18) na revista “Jama Internal Medicine” constatou que a ivermectina não foi eficaz em tratar a Covid-19 leve ou moderada em pacientes com comorbidades, […]

Vários estudos feitos ao longo da pandemia já apontavam que o remédio, usado para tratar vermes e parasitas, não funcionava contra a Covid-19.

Por Lara Pinheiro/g1

Uma pesquisa publicada na sexta-feira (18) na revista “Jama Internal Medicine” constatou que a ivermectina não foi eficaz em tratar a Covid-19 leve ou moderada em pacientes com comorbidades, todos internados para o tratamento.

Vários estudos feitos ao longo da pandemia já apontavam que o remédio, usado para tratar vermes e parasitas, não funcionava contra a Covid-19. O remédio tem sido motivo de polêmica no Brasil desde 2020, por causa do “kit Covid” – um combo de medicamentos sem eficácia contra a doença que, mesmo assim, têm sido promovidos para tratá-la.

Dessa vez, o estudo da ivermectina foi feito na Malásia, com 490 pessoas. Cerca de metade (241) recebeu o remédio e a outra metade (249), não. Em cada grupo, cerca de 50% dos participantes estavam vacinados com as 2 doses de alguma vacina contra a Covid.

A maioria dos voluntários tinha pressão alta (75%), diabetes (53,5%), colesterol alto (38%) ou obesidade (24%). A definição sobre quem receberia ou não a ivermectina foi aleatória (randomizada), mas os participantes sabiam se estavam ou não recebendo o medicamento.

Dos 490 pacientes, 95 tiveram um quadro grave de Covid-19. Desses, 52 receberam a ivermectina, e os outros 43, não. Também não houve diferença entre o tempo que a doença levou para progredir entre os dois grupos – ou seja, o remédio não foi capaz de adiar a piora do quadro.

“Os resultados do estudo não apoiam o uso de ivermectina para pacientes com COVID-19”, concluíram os cientistas.

Ao discutir os resultados, os pesquisadores pontuaram que ensaios anteriores feitos com a ivermectina eram focados em pacientes que não estavam internados.

“Em contraste, os pacientes em nosso estudo foram hospitalizados, o que permitiu a administração observada de ivermectina com alta taxa de adesão. Além disso, usamos critérios claramente definidos para determinar a progressão para doença grave”, disseram.

O estudo não foi projetado para analisar a capacidade do remédio de evitar a morte pela Covid-19 – porque a mortalidade da doença na Malásia é muito baixa, em torno de 1%, mesmo para grupos de risco.

Apesar de reconhecerem essa limitação, os pesquisadores salientam que outras pesquisas, anteriores, já haviam estabelecido que o remédio não foi capaz de evitar mortes pela Covid.

Novos ensaios

Um dia antes de os resultados serem divulgados no “Jama”, cientistas da Universidade Duke, nos Estados Unidos, anunciaram um novo ensaio clínico para testar a eficácia da ivermectina contra a Covid-19.

A intenção dos pesquisadores é testar doses mais altas do remédio: um grupo de participantes receberá 400μg (microgramas) diários, por quilo de massa corporal, durante 3 dias. Já um segundo grupo receberá 600μg diários por quilo de massa corporal por 6 dias.

A primeira dosagem que será testada pelos americanos, entretanto, é mais baixa do que a que foi dada aos participantes da Malásia – de 400μg por kg por 5 dias.

Já a segunda dosagem, de 600μg, é cerca de três vezes maior do que a que normalmente é dada para tratar parasitas para os quais o remédio é indicado, explica o infectologista Alexandre Zavascki, professor e pesquisador da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Nesse caso, há uma preocupação com a segurança da dosagem.