Caatinga: Secretaria de agricultura visita comunidade exemplo de manejo
Por Nill Júnior
Na manhã desta quinta-feira (05), o secretário, José Pereira, esteve visitando o Sítio Buenos Aires, em Serra Talhada, considerado reserva ambiental e berço do ambientalista Homembom Magalhães (Bonzinho).
O chamadoDia de Campo,contou com mais de (oito) trabalhadores rurais que fizeram a forragem do capim alpiste e do sorgo e estocaram, garantindo pasto de qualidade para o rebanho.
“A estiagem é uma realidade do homem do campo, do catingueiro, então o que ele precisa é encarar com mais seriedade esta característica climática, pois, estocando de forma correta a forragem mantém a qualidade em nutrientes por mais de dois anos”, disse Bonzinho Magalhães, proprietário do Sítio Buenos Aires.
Com um total de aproximadamente 1000 hectares, a reserva Buenos Aires é modelo em manejo, já que uma pequena parte é destinada ao plantio de pastagem, como também para criação de suínos, ovinos e bovinos. O modo sustentável proporciona renda ao homem do campo sem causar devastação no bioma caatinga.
“Vale lembrar que mesmo após este corte e sem chuva de agora em diante é provável que daqui a 90 dias seja possível fazer um novo corte e forragem a partir desta mesma planta, isso graças a umidade do solo”, afirmou o secretário de agricultura, José Pereira, que ainda disse: “Nós estamos à disposição do homem do campo, seja desenvolvendo políticas ou subsidiando-as. Levamos os nossos técnicos e reproduzimos as experiências de sucesso nas demais regiões do município”.
Consumidores terão cobrança adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos. A bandeira tarifária permanecerá amarela em setembro, informou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nessa sexta-feira (28). A medida mantém a cobrança adicional nas contas de luz dos consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional. O acréscimo será de R$ 1,885 a cada […]
Consumidores terão cobrança adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.
A bandeira tarifária permanecerá amarela em setembro, informou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nessa sexta-feira (28). A medida mantém a cobrança adicional nas contas de luz dos consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional.
O acréscimo será de R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora consumidos. Setembro será o quinto mês consecutivo com a aplicação da bandeira amarela no país.
Segundo a Aneel, a manutenção ocorre devido ao período seco, que reduz o nível dos reservatórios e limita a geração de energia pelas usinas hidrelétricas. Com isso, aumenta a necessidade de acionamento das termelétricas, que possuem um custo de produção mais elevado.
“A sinalização reflete condições menos favoráveis de geração de energia no país, com necessidade de utilização de fontes de geração com custos mais elevados”, informou a agência.
A Aneel também recomenda o uso consciente da energia. Segundo o órgão, mudanças de hábito podem contribuir para reduzir o consumo e controlar os gastos com a conta de luz.
Como funcionam as bandeiras
Criado em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias indica mensalmente as condições e os custos de geração de energia elétrica no país.
Quando a bandeira é verde, não há cobrança adicional. Nas bandeiras amarela e vermelha, a conta recebe um acréscimo calculado a cada 100 kWh consumidos.
Na bandeira amarela, o adicional é de R$ 1,885 para cada 100 kWh. Na bandeira vermelha, Patamar 1, a cobrança sobe para R$ 4,46. No Patamar 2, o acréscimo chega a R$ 7,87 para o mesmo consumo.
Programas também apresentaram críticas aos adversários e estratégias para ampliar o eleitorado. A estreia da propaganda eleitoral no rádio, neste sábado (29), mostrou estratégias distintas das campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pela Presidência da República. Com 5 minutos e 31 segundos, o programa de Lula destacou […]
Programas também apresentaram críticas aos adversários e estratégias para ampliar o eleitorado.
A estreia da propaganda eleitoral no rádio, neste sábado (29), mostrou estratégias distintas das campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pela Presidência da República.
Com 5 minutos e 31 segundos, o programa de Lula destacou ações na educação, como a abertura de institutos federais e universidades e o programa Pé-de-Meia, destinado a estudantes do ensino médio.
A campanha do presidente e candidato à reeleição também apresentou a proposta de acabar com a jornada de trabalho na escala 6×1. Ao som de música sertaneja, lançou o bordão “Brasil pronto para mais” e abordou políticas destinadas à população em situação de vulnerabilidade.
Parte do tempo foi utilizada para atacar Flávio Bolsonaro. O programa reproduziu áudios nos quais o candidato do PL pede dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme “Dark Horse”, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. O caso está sob investigação.
A propaganda petista também mencionou o caso das “rachadinhas”. Flávio foi denunciado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, em 2020, pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro. As provas foram anuladas após os tribunais entenderem que ele tinha direito a foro privilegiado.
Flávio aborda segurança e economia
Com 4 minutos e 20 segundos, Flávio Bolsonaro concentrou a primeira parte do programa em segurança pública, inflação e endividamento. A campanha afirmou que Lula mostraria “cenas bonitas”, enquanto o candidato do PL apresentaria o “Brasil real”.
As críticas ao governo federal abordaram problemas na segurança pública e o preço dos alimentos. O programa não fez menção direta às investigações envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente, sob suspeita de tráfico de influência.
Flávio também buscou apresentar aspectos de sua vida pessoal e falou sobre a esposa e as filhas. A estratégia procura ampliar sua presença entre o eleitorado feminino.
Michelle Bolsonaro, que havia criticado publicamente a candidatura de Flávio em junho, também gravou conteúdos com o senador em agosto. Jair Bolsonaro foi mencionado no programa, mas não ocupou o centro da propaganda.
Fonte: Estadão Conteúdo Foto: Reprodução
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Programa oferece descontos e condições especiais para consumidores regularizarem dívidas bancárias. O prazo para renegociação de dívidas pelo Novo Desenrola Brasil termina na segunda-feira (31). A iniciativa atende pessoas físicas com renda mensal de até cinco salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 8.105. Para participar, o consumidor precisa ter dívidas contratadas até 31 de janeiro […]
Programa oferece descontos e condições especiais para consumidores regularizarem dívidas bancárias.
O prazo para renegociação de dívidas pelo Novo Desenrola Brasil termina na segunda-feira (31). A iniciativa atende pessoas físicas com renda mensal de até cinco salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 8.105.
Para participar, o consumidor precisa ter dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026 e com atraso entre 91 dias e dois anos. A instituição financeira é responsável por verificar se o cliente e o débito atendem aos critérios do programa.
O prazo terminaria em 2 de agosto, mas foi prorrogado até o fim do mês. Até o momento, não há previsão de uma nova extensão.
Até o início da última semana de agosto, a modalidade destinada às famílias havia renegociado aproximadamente 5,03 milhões de dívidas. Os débitos somavam originalmente R$ 26,33 bilhões e foram reduzidos para cerca de R$ 5,27 bilhões após os acordos.
Quais dívidas podem ser renegociadas
O programa contempla dívidas de cartão de crédito rotativo ou parcelado, cheque especial, crédito pessoal sem consignação em folha e empréstimos pessoais contratados para reunir outros débitos.
A inclusão depende da adesão e da análise da instituição financeira responsável pela operação. Os bancos não são obrigados a participar do programa.
Os descontos variam de acordo com o tipo de crédito e o período de atraso. Para dívidas do cartão rotativo e do cheque especial, o abatimento pode chegar a 90%. Nos débitos de crédito direto ao consumidor e parcelamento do cartão, o desconto máximo pode alcançar 80%.
O percentual de 90% não é aplicado automaticamente a todas as dívidas. As condições dependem das características do débito e do tempo de inadimplência.
Condições de pagamento
Quando o acordo envolve a contratação de uma nova operação de crédito, o programa estabelece juros máximos de 1,99% ao mês, prazo de até 48 meses e parcela mínima de R$ 50.
O limite é de R$ 15 mil por beneficiário em cada instituição financeira, e a primeira parcela pode vencer em até 35 dias. A operação poderá contar com garantia do Fundo Garantidor de Operações.
A retirada da dívida dos cadastros de inadimplentes ocorre após o pagamento da primeira parcela da nova operação, e não apenas com a assinatura do acordo.
Como negociar
Não existe uma plataforma única do governo para formalizar a renegociação. O consumidor deve procurar diretamente o banco ou a instituição financeira onde a dívida está registrada.
O atendimento pode ser realizado pelo aplicativo, internet banking, site, telefone, WhatsApp ou agência física, conforme os canais disponibilizados por cada instituição.
Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Itaú, Bradesco, Santander e Nubank estão entre as instituições participantes.
O programa também permite o uso de recursos de contas ativas ou inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço para amortizar ou quitar dívidas renegociadas. O trabalhador poderá utilizar até R$ 1 mil ou 20% do saldo disponível, prevalecendo o valor maior, mediante autorização pelo aplicativo FGTS.
O prazo de 31 de agosto vale para a formalização do acordo. Como o banco precisa verificar a elegibilidade e apresentar as condições, a orientação é procurar a instituição financeira antes do último dia.
O Ministério da Fazenda alerta que não existe um site governamental destinado à formalização dos acordos e que não envia links ou mensagens para oferecer renegociações. As regras estão disponíveis na página oficial do programa.
Fonte: Agência Brasil Foto: Marcello Casal Jr.
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Ato percorreu ruas da cidade e foi encerrado na Praça da Bandeira. O prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti, participou, nessa sexta-feira (28), de um arrastão com apoiadores e candidatos respaldados por seu grupo político. A concentração ocorreu no Água de Beber, no bairro São Geraldo. De lá, o cortejo percorreu ruas da cidade ao som […]
Ato percorreu ruas da cidade e foi encerrado na Praça da Bandeira.
O prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti, participou, nessa sexta-feira (28), de um arrastão com apoiadores e candidatos respaldados por seu grupo político.
A concentração ocorreu no Água de Beber, no bairro São Geraldo. De lá, o cortejo percorreu ruas da cidade ao som da Carreta Exibida e foi encerrado na Praça da Bandeira.
Zeca esteve acompanhado de Gustavo Gouveia, candidato a deputado estadual; Marcelo Gouveia, candidato a deputado federal; e Mendonça Filho, candidato ao Senado. Também participaram o vice-prefeito Siqueirinha, vereadores da base governista e lideranças políticas e comunitárias.
Durante o ato, o prefeito defendeu as candidaturas apoiadas por seu grupo e afirmou acreditar que os nomes apresentados poderão contribuir para a obtenção de investimentos destinados ao município.
“Estou nas ruas ao lado de Gustavo, Marcelo, Mendonça e Raquel porque são pessoas que podem continuar ajudando Arcoverde a abrir portas, buscar investimentos e fazer nossa cidade avançar”, declarou.
Zeca também manifestou apoio à reeleição da governadora Raquel Lyra e afirmou que a presença de aliados na Assembleia Legislativa de Pernambuco, na Câmara dos Deputados e no Senado poderá ampliar a articulação política do município.
Entre os vereadores presentes estavam Rodrigo Roa, Célia, Paulinho Galindo, Luiza Margarida, Wellingon Siqueira, João Taxista, João Marcos, Sargento Brito e Heriberto do Sacolão.
Foto: Divulgação
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Candidato à reeleição discursou para apoiadores em Salvador e defendeu a continuidade dos governos petistas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu aos apoiadores, nessa sexta-feira (28), um “esforço incomum” para impedir que candidatos da oposição vençam as disputas pela Presidência da República e pelos governos estaduais. Durante discurso em Salvador, Lula afirmou […]
Candidato à reeleição discursou para apoiadores em Salvador e defendeu a continuidade dos governos petistas.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu aos apoiadores, nessa sexta-feira (28), um “esforço incomum” para impedir que candidatos da oposição vençam as disputas pela Presidência da República e pelos governos estaduais.
Durante discurso em Salvador, Lula afirmou que os 36 dias restantes até a eleição serão decisivos para consolidar o desempenho de sua candidatura no Brasil e na Bahia.
“São 36 dias que a gente tem de fazer um esforço incomum para que a gente não deixe o povo ser vítima de mentira, não deixe o povo ficar sendo enganado pela internet e para que a gente não permita que o Brasil tenha um retrocesso”, declarou.
O presidente reconheceu que seu governo ainda tem “muito a fazer” e afirmou que as administrações petistas possuem um histórico de cumprimento das propostas apresentadas durante as campanhas eleitorais.
Entre os compromissos mencionados por Lula estão a melhoria da qualidade da educação e a formação de profissionais para atuar no desenvolvimento da inteligência artificial. Ele também defendeu que o Brasil se torne uma referência no combate à violência contra as mulheres.
Ao falar sobre a Petrobras, o candidato à reeleição afirmou que a estatal deve ampliar sua atuação e se transformar em uma empresa de energia, em vez de permanecer concentrada apenas na exploração de petróleo.
A defesa da soberania nacional também esteve presente no discurso. O tema passou a ocupar espaço na campanha de Lula após os recentes embates do governo brasileiro com a política externa dos Estados Unidos.
O presidente afirmou que pretende manter uma política externa “ativa e altiva” e declarou que as decisões sobre o país devem permanecer nas mãos dos brasileiros.
“Quem dá ordens são os brasileiros”, afirmou.
Fonte: Folha de Pernambuco Foto: Evaristo Sá
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