Bolsonaro gasta R$ 4,2 milhões com cartão corporativo em 35 dias
Por Nill Júnior
Segundo dados do Portal da Transparência, o presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), gastou entre o mês de abril até o dia 5 de maio, R$4.208.870,16.
O valor é pouco menor do que o já registrado de janeiro a março, que foi de R$4.649.448,66. O levantamento foi realizado pelo deputado federal por Goiás, Elias Vaz (PSB).
Dentre o montante gasto, R$2.894.851,20 são referentes a despesas da Secretaria Especial de Administração da Presidência da República. A conta da Agência Brasileira de Inteligência foi de R$933.789,24 e o restante, R$380.229,72, do Gabinete de Segurança Institucional. Segundo o parlamentar, os gastos presidenciais são sigilosos.
O deputado irá fazer uma representação ao Tribunal Superior Eleitoral pedindo investigação dos gastos presidenciais. “Há evidências de que Bolsonaro está fazendo campanha de forma irregular, antes do prazo legal, e, para piorar, com dinheiro público. Quem está pagando pelas motociatas em vários estados do país é o cidadão”, destaca. No mês passado, o presidente participou de motociatas em Rio Verde, no interior de Goiás, em São Paulo e em Uberaba, Minas Gerais.
O candidato a deputado estadual e ex-prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, participou de caminhada, na noite desta segunda-feira (19), no bairro da Caxixola, acompanhado pela prefeita do município, Márcia Conrado, e o vice-prefeito, Márcio Oliveira. A informação já havia sido antecipada pela prefeita em entrevista semana passada ao Sertão Notícias, respondendo pergunta desse blogueiro. […]
O candidato a deputado estadual e ex-prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, participou de caminhada, na noite desta segunda-feira (19), no bairro da Caxixola, acompanhado pela prefeita do município, Márcia Conrado, e o vice-prefeito, Márcio Oliveira.
A informação já havia sido antecipada pela prefeita em entrevista semana passada ao Sertão Notícias, respondendo pergunta desse blogueiro. Com a agenda, Márcia e Luciano põe uma pausa nas especulações sobre um provável racha, depois de troca de farpas de aliados de um e da outra.
“Estamos muito felizes fazendo o porta a porta com nosso ex-prefeito e futuro deputado estadual, Luciano Duque. Pedindo voto para esse homem que trabalha muito por Serra Talhada, e que tem força de vontade para fazer muito mais por nossa terra”, disse Márcia.
Também acompanharam o ato, os vereadores Manuel Enfermeiro, Gin Oliveira, Agenor de Melo, Romerio do carro de som, Ronaldo de Dja, Rosimério de Cuca, Antônio da Melancia e China Menezes.
“É emocionante bater na porta das pessoas e receber o reconhecimento por todo o trabalho que foi feito na nossa gestão. Na Assembleia Legislativa, vou trabalhar ainda mais para trazer desenvolvimento para nosso povo. Aproveito para agradecer a prefeita Márcia Conrado pelo apoio e parceria”, falou Luciano.
Emissora convidou representantes de instituições que dialogarão com candidatos à prefeitura de Serra Talhada nesta quinta, 19h Representantes das instituições já confirmadas para acompanhar e interagir no “Último Debate”, que a Cultura FM promove às 19h desta quinta, dia 12, afirmam que esta é a grande oportunidade para que Márcia Conrado, Marquinhos Dantas, Socorro Brito […]
Emissora convidou representantes de instituições que dialogarão com candidatos à prefeitura de Serra Talhada nesta quinta, 19h
Representantes das instituições já confirmadas para acompanhar e interagir no “Último Debate”, que a Cultura FM promove às 19h desta quinta, dia 12, afirmam que esta é a grande oportunidade para que Márcia Conrado, Marquinhos Dantas, Socorro Brito e Victor Oliveira mostrem um tom propositivo, fugindo dos ataques de encontros anteriores.
Um deles é o Padre Josenildo Nunes, da Paróquia da Penha, que fará pergunta a um deles em nome da Fundação que gere a Rádio Pajeú e que também retransmitirá o encontro. “Irei acompanhar presencialmente o Último Debate. Espero que seja o momento do exercício da cidadania e da democracia, com um debate propositivo e respeitoso, como é respeitoso e ordeiro o povo da nossa cidade, a Capital do Xaxado”.
Presidente do Sindicom, Francisco Mourato, também confirmou sua presença e seu desejo de um encontro . “Espero que seja um momento de aperfeiçoamento, aprofundamento de atitudes democráticas e respeitáveis para o pleito que se avizinha”.
Além deles, Pastor Hélder Torquato, Fabinho do Sindicato, representantes de SENAC, OAB, AESET, Primeira Classe, Grupo Fé e Política da Diocese de Afogados da Ingazeira, CDL, Igreja Presbiteriana, Igreja Batista, MP, Poder Judiciário, jornalistas, Fafopst, FIS, Revista Movimento, GERES, COMPESA e GRE do Sertão do Alto Pajeú. O juiz Marcos César Sarmento e o representante do MP, o Promotor Eleitoral Rodrigo Amorim da Silva, também estão sedo convidados.
Com isso, diante dessa seleta audiência, mais os milhares de ouvintes que nos acompanharão no rádio e pelas plataformas digitais, haja um debate do mais alto nível, demonstrando a qualidade dos candidatos e o credenciamento para gerir Serra Talhada.
“Os questionamentos são inerentes ao debate, mas apelamos para que, quando acontecerem, sejam feitos de norma educada e respeitosa. As últimas análises indicaram que os últimos encontros careceram de bom nível, o que gera a iniciativa da Cultura FM por um encontro dos mais respeitosos”, diz a emissora em comunicado aos candidatos.
Para isso, a emissora também se cercou de alguns cuidados no formato e nas regras, evitando ao máximo margem para agressões pessoais: um assessor jurídico isento irá julgar os pedidos de direito de resposta. Os blocos temáticos não poderão ser utilizados para retomada de temas que ficaram eventualmente em aberto no bloco anterior. Da mesma forma, as perguntas feitas pelos representantes institucionais não poderão ter o tempo de resposta usado para temas anteriormente abordados.
Será rigorosamente proibida a presença de militantes no entorno do prédio da Câmara. Essa medida visa respeitar a determinação do TRE para fim das campanhas de rua, sem nenhuma permissão para aglomerações. No pré debate, as instituições convidadas participarão conclamando candidatos (as) a um bom nível, tal como exige a sociedade serra-talhadense.
Márcia Conrado e Sandrinho Palmeira lidam com parte dos vereadores que divergem do apoio aos seus candidatos a deputado estadual e federal Em um cenário de pré-campanha já aquecido no Sertão do Pajeú, prefeitos da região começam a enfrentar sinais de infidelidade política dentro de suas bases. Em Serra Talhada, a prefeita Márcia Conrado (PT) […]
Márcia Conrado e Sandrinho Palmeira lidam com parte dos vereadores que divergem do apoio aos seus candidatos a deputado estadual e federal
Em um cenário de pré-campanha já aquecido no Sertão do Pajeú, prefeitos da região começam a enfrentar sinais de infidelidade política dentro de suas bases. Em Serra Talhada, a prefeita Márcia Conrado (PT) tem se movimentado para conter o avanço de vereadores que pretendem votar em Charlles de Tiringa, contrariando a orientação de apoiar o deputado Fernando Monteiro, seu aliado.
Situação semelhante ocorre em Afogados da Ingazeira, onde o prefeito Sandrinho Palmeira (PSB) enfrenta resistências entre parlamentares da base, que ainda não sinalizaram apoio a Pedro Campos e ao ex-prefeito Adelmo Moura, nomes defendidos pelo grupo governista.
Durante o Debate das Dez, programa da Rádio Pajeú, comunicadores e blogueiros da região observaram que o comportamento dos vereadores não é novo e reflete uma prática recorrente na política local. Segundo eles, muitos parlamentares ocupam espaços estratégicos nas gestões, mas tendem a se movimentar conforme interesses próprios.
“Se deixar, os vereadores montam”, resumiu um dos participantes, defendendo que os prefeitos reforcem a cobrança de alinhamento político dentro das administrações.
Por Alexandre Morais, especial para o Blog A chamada matemática eleitoral é uma “ciência” entendida por poucos. Daí ser tão questionados os casos de candidatos a vereador com alta votação não serem eleitos, enquanto outros vencem mesmo com menor número de votos. Este ano em Afogados da Ingazeira chamou atenção a eleição de Toinho da […]
A chamada matemática eleitoral é uma “ciência” entendida por poucos. Daí ser tão questionados os casos de candidatos a vereador com alta votação não serem eleitos, enquanto outros vencem mesmo com menor número de votos.
Este ano em Afogados da Ingazeira chamou atenção a eleição de Toinho da Ponte (Podemos). Toinho obteve 260 votos e deixa de fora dez candidatos mais votados que ele. Estão nessa lista nomes como os atuais vereadores Rivelton Veterinário, com 781 votos, Luiz Bizorão, com 760, e Augusto Martins, com 474.
O que explica estes resultados é o chamado quociente eleitoral, que é definido a partir da divisão do total de votos válidos para vereador pela quantidade de vagas na Câmara. Como geralmente esta conta não alcança o total do número de vagas, existe ainda o cálculo das médias ou sobras eleitorais.
Eleitos diretos e pela sobra : o quociente eleitoral é antigo, mas as eleições 2020 trouxeram como novidade o fim das coligações partidárias para vereador. Com isso, para o alcance do quociente os votos são somados apenas entre os candidatos de um mesmo partido.
Com 20.020 votos válidos para vereador e havendo 13 vagas na Câmara, o quociente eleitoral foi de 1.540. Para a chamada eleição direta (sem o cálculo das sobras) o partido elege um vereador (o mais votado), a cada vez que a soma das votações dos candidatos filiados alcance o quociente.
Aplicadas as contas, oito candidatos tiveram eleição direta e cinco foram eleitos pelas sobras. Direto foram eleitos Rubinho do São João, Sargento Argemiro e Douglas Eletricista, pelo PSD, e Reinaldo Lima, Vicentinho e Cícero Miguel, pelo PSB, mais Gal Mariano, pelo PDT, e Cancão, pelo MDB. Nas sobras, pela ordem, foram eleitos César Tenório (PDT), Raimundo do Foto (PSB), Erickson Torres (PSD), Édson de Zé Negão (PTB) e Toinho da Ponte (Podemos).
Outra novidade é que os partidos que não alcançaram o quociente eleitoral ganharam o direito de concorrer às sobras. Foi o que aconteceu com PTB e Podemos, que elegeram vereadores mesmo ficando abaixo de 1.540. O PTB somou 1.276 e o Podemos, 1.273 votos.
Suplentes: a definição dos eleitos define, automaticamente, os suplentes. Em regra, todo candidato não eleito é um suplente, obedecendo-se claro a ordem de votação e desde que o partido ao qual é filiado tenha eleito pelo menos um vereador.
E aí novamente não importa a quantidade de votos. Os não eleitos são suplentes apenas de seus partidos. Assim, ficaram como primeiros suplentes: Cafú (Podemos), Adriana de Renon (PTB), Subtenente Gleidson (MDB), Auxiliadora da Saúde (PDT), Rivelton Veterinário (PSB) e Augusto Martins (PSD).
PT, PV e PSC sem votação mínima: além de todas as outras, foi aplicada este ano a regra da votação nominal mínima. Determina que para se eleger o candidato precisa alcançar o número mínimo de votos equivalente a 10% do quociente eleitoral. Não alcançando, fica fora de todos os cálculos, inclusive das sobras.
Foi o que aconteceu com PT, PV e PSC. Com o quociente em 1.540, a exigência era de votação nominal mínima de 154 votos. O PT apresentou três candidatos. A mais votada foi Mônica Souto, com 152 votos. No PV, com 13 candidatos, o mais votado foi o ex-vereador Zé Carlos, com 149 votos. No PSC, com 09 candidatos, a mais votada foi Rejane Lima, com 57 votos. Os números colocam os três como os piores desempenhos partidários dessas eleições.
PSB e PSD confirmam força: o PSB, do prefeito eleito Sandrinho Palmeira, e o aliado PSD confirmaram as previsões e saem fortalecidos. Cada um elegeu quatro vereadores e juntos somam 10.968 votos, equivalente a 89,5% dos votos obtidos por Sandrinho.
O PSD teve os dois vereadores mais votados, os reeleitos Rubinho do São João, com 1.121 votos, e Sargento Argemiro, com 954. Os outros eleitos pelo partido foram Douglas Eletricista, um dos estreantes, com 896 votos, e Erickson Torres, que volta à Câmara, com 497.
Pelo PSB foram reeleitos os vereadores Reinaldo Lima, 947 votos, Cícero Miguel, 856 votos, e Raimundo do Foto, com 831. O quarto é o ex-vereador Vicentinho, com 857 votos.
PDT renova: sem nenhum vereador na atual legislatura, o PDT figura como a terceira maior votação partidária, o terceiro partido em número de eleitos, elegeu dois novatos e entres estes uma mulher, também não existente na atual composição da Câmara. A sigla reuniu 13 candidatos e somou 3.010 votos. Foram eleitos Gal Mariano, com 672 votos, e César Tenório, com 488.
Voto descasado : o efeito pandemia levou muita gente a acreditar no aumento das abstenções, que é o não comparecimento dos eleitores às urnas. Previsão não confirmada. Os votos válidos para prefeito mantiveram o mesmo percentual (69% do eleitorado), mas numericamente subiram de 18.785 em 2016 para 19.097 em 2020. Para vereador os válidos foram ainda maiores que os para prefeito: 20.020.
Além destas divergências, os números mostram os chamados votos descasados, quando o eleitor vota no candidato a prefeito de uma coligação e no candidato a vereador de outra. No total, 97 candidatos foram votados: 74 pela coligação de apoio a Sandrinho Palmeira, 14 de Zé Negão e nove de Capitão Sidney.
Enquanto Sandrinho teve 12.251 votos, a soma dos candidatos da própria coligação foi maior: 17.222. Inversamente Zé Negão teve mais que o dobro da votação de seus candidatos a vereador: 6.258 e 2.549, respectivamente. Parecido aconteceu com o Capitão Sidney, que teve 588 votos e os candidatos de sua base tiverem menos que a metade: 239.
Justifica ainda esta divergência o maior número de votos brancos e nulos. Para prefeito foram 2.215. Para vereador, 1.292.
Da Assessoria A comunidade de Monte Alegre recebeu na tarde deste sábado (10), os candidatos da Frente Popular para Prefeito e vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira e Daniel Valadares. O bate-papo aconteceu no pátio da associação de Monte Alegre e reuniu também moradores de comunidades vizinhas, como Vaca Morta. Sandrinho e Daniel estiveram acompanhados […]
A comunidade de Monte Alegre recebeu na tarde deste sábado (10), os candidatos da Frente Popular para Prefeito e vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira e Daniel Valadares.
O bate-papo aconteceu no pátio da associação de Monte Alegre e reuniu também moradores de comunidades vizinhas, como Vaca Morta. Sandrinho e Daniel estiveram acompanhados de candidatos a vereador dos partidos que integram a Frente Popular de Afogados da Ingazeira.
Em sua fala, Sandrinho destacou o legado de realizações dos governos da Frente Popular na zona rural de Afogados. “É um desafio muito grande substituir grandes gestores como Totonho Valadares e José Patriota. Mas estou animado e com muita disposição para trabalhar em benefício do nosso povo e fazer ainda mais do que eles fizeram,” disse Sandrinho.
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