Bar com 50 pessoas é fechado em Santa Cruz da Baixa Verde
Por Nill Júnior
Em Serra Talhada, três bares também foram fechados
Informações: Blog Nayn Netto. Imagem ilustrativa
O final de semana foi de muito trabalho para o efetivo policial do 14º BPM. Somente no final de semana foram fechados sete estabelecimentos por descumprir o decreto estadual.
Os estabelecimentos fechados ficavam nas cidades de Serra Talhada e Santa Cruz da Baixa Verde. Todos eles eram bares que estavam funcionando normalmente.
A ocorrência de maior relevância aconteceu na no Sítio São Bento, na Zona Rural de Santa Cruz. Durante a Operação Carrossel de Fogo, a guarnição foi solicitada para averiguar uma denúncia que um bar estaria funcionando com mais de 50 pessoas. Ao chegar no local foi constatada a veracidade dos fatos. Todos flagrados estavam sem nenhum tipo de EPI.
No local ainda foi apreendido um paredão, que estava tirando o sossego dos moradores e estava causando mais aglomeração. O dono do bar e o dono do paredão, junto com o som apreendido, foram conduzidos à DPC local para serem tomadas as devidas providências.
A Coligação Unidos pelo Brasil, que tem como candidata à Presidência da República a ex-senadora Marina Silva (PSB), lançou uma nota de esclarecimento repudiando a matéria do jornal O Dia. O impresso reproduziu um texto com o título “Depois de morto, Eduardo ‘doa’ R$ 2,5 mi a Marina”, nesta terça-feira (9). De acordo com o periódico, […]
A Coligação Unidos pelo Brasil, que tem como candidata à Presidência da República a ex-senadora Marina Silva (PSB), lançou uma nota de esclarecimento repudiando a matéria do jornal O Dia. O impresso reproduziu um texto com o título “Depois de morto, Eduardo ‘doa’ R$ 2,5 mi a Marina”, nesta terça-feira (9).
De acordo com o periódico, antes mesmo dos restos mortais do ex-governador Eduardo Campos terem sido recolhidos do local onde caiu o avião, os seus correligionários transferiram o valor para o Comitê Financeiro Nacional, administrado pelo PSB. A verba foi repassada um dia depois do acidente, no dia 14 do último mês.
A chapa comandada por Marina relatou que as opiniões da matéria do O Dia são baseadas em “opiniões jurídicas equivocadas” e que contribuem para “confundir a opinião pública”. A coligação se defendeu com uma série de esclarecimentos e, ainda, que a movimentação financeira foi realizada sem nenhuma ilegalidade.
Confira a nota na íntegra:
A Coligação Unidos pelo Brasil repudia a manchete maldosa e inverídica publicada pelo jornal O Dia (“Depois de morto, Eduardo “doa” R$ 2,5 mi a Marina”, edição de 09/09/2014) que, baseada em opiniões jurídicas equivocadas, mostra total desconhecimento da lei eleitoral, contribuindo para confundir a opinião pública. O jornal colocou sob suspeita uma movimentação financeira absolutamente lícita. No rigor da transparência que pauta os atos da Coligação e para recuperar a verdade dos fatos, são feitos os seguintes esclarecimentos:
1. Eduardo Henrique Accioly Campos, “depois de morto” não “doou” R$ 2,5 milhões a Marina Silva;
2. A campanha não se confunde com a pessoa de Eduardo Campos;
3. A movimentação bancária se deu entre a conta do candidato e a do Comitê Financeiro da campanha. Não houve, portanto, “doação à conta de Marina”;
4. O ato da transferência de recursos ao Comitê Financeiro não foi emprego, portanto, de “subterfúgio contábil”;
5. É errônea a informação de que o dinheiro em conta do candidato deveria ter sido “retido” como “sobra de arrecadação”. Segundo a lei, a sobra de arrecadação é apenas a “diferença positiva entre os recursos arrecadados e os gastos realizados em campanha” (cf. art. 39 da Res. TSE 23.406). Os recursos da conta, portanto, não eram sobras, pois se destinaram a honrar os compromissos financeiros assumidos pela campanha.
A lei eleitoral permite a movimentação de recursos da conta do candidato para o seu Comitê Financeiro, mesmo após o seu falecimento, até para que sejam honrados os compromissos assumidos previamente.
Nesta terça-feira (21) mais de 400 professores se reuniram no auditório da SEST (Secretaria de Educação de Serra Talhada) para assinar o termo de adesão ao programa. Segundo a coordenadora do programa no município, a professora Luíza Rejane Eliodoro, os professores que atuam no programa são “voluntários”, apenas o estado disponibiliza para os mesmos, a […]
Nesta terça-feira (21) mais de 400 professores se reuniram no auditório da SEST (Secretaria de Educação de Serra Talhada) para assinar o termo de adesão ao programa.
Segundo a coordenadora do programa no município, a professora Luíza Rejane Eliodoro, os professores que atuam no programa são “voluntários”, apenas o estado disponibiliza para os mesmos, a título de ajuda de custo uma bolsa de R$ 400,00.
O Programa atende alunos a partir dos 15 anos, sem limites de idade máxima e, conforme informa Rejane a grande maioria dos alunos é formada por adultos acima dos 50 anos, por esse motivo, diz ela, “quase todos não continuam os estudos, eles desejam apenas aprender a ler e escrever. Sentem prazer em poder assinar o seu nome”, explica.
De acordo com suas informações o aproveitamento do curso, que dura 8 meses é muito bom, “em média 70% do pessoal sai sabendo ler e escrever”, diz ela.
Cada professor forma sua turma, que na zona rural pode ser de no mínimo 10 alunos e na zona urbana de 15. As aulas podem ser ministradas em qualquer local. “Podem pedir sala de aula emprestada em alguma escola do bairro ou da comunidade, como também pode ministrar as aulas na sala da própria casa, em garagem, igreja, etc.”, informa a coordenadora.
O Programa terá início no próximo dia 20 de novembro e deverá ir até julho do próximo ano, quando então serão abertas matrículas para novas turmas.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que “o Brasil é um dos países menos afetados pela maluquice da guerra feita contra o Irã”. A fala aconteceu durante a abertura da Feira Industral de Hannover, na Alemanha. “Nós não estamos sofrendo o aumento do preço do petróleo, como muitos países estão sofrendo, porque […]
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que “o Brasil é um dos países menos afetados pela maluquice da guerra feita contra o Irã”. A fala aconteceu durante a abertura da Feira Industral de Hannover, na Alemanha.
“Nós não estamos sofrendo o aumento do preço do petróleo, como muitos países estão sofrendo, porque o governo tomou medidas e o Brasil só exporta 30% do seu óleo diesel”, afirmou o presidente.
Lula ainda fez mais críticas a guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã e integrantes do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas). “Enquanto astronautas sobrevoam a lua, bombardeios matam de forma indiscriminada civis, mulheres e crianças no Oriente Médio (…) Alguns membros permanentes do Conselho de Segurança agem sem amparo da carta da ONU”, disse o presidente.
O mandário ainda citou o uso ilegal de Inteligência Artificial para selecionar alvos militares e citou os prejuízos econômicos da guerra, como o encarecimento da energia, do transporte e aumento da escassez agrícola e aumento da insegurança alimentar. “São os mais vulneráveis que pagam o preço da inflação dos alimentos, o protecionismo ressurge como resposta falaciosa para problemas econômicos e sociais complexos”, afirmou.
Lula chegou na manhã deste domingo em Hannover, na Alemanha, para uma reunião com o chanceler Friedrich Merz. O presidente foi recebido com honras militares no Palácio de Herrenhausen.
Após a cerimônia de abertura da Feira Industral de Hannover – a maior feira de inovação e tecnologia industrial do mundo – da qual o Brasil é país parceiro. A última agenda de Lula neste domingo será um jantar empresarial oferecido pelo chanceler da Alemanha, que contará com a presença de executivos brasileiros e alemães.
Foto: Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados Entre as propostas está o PL 5191/20, que cria fundos de investimento para o setor agropecuário Na última sessão de 2020, o Plenário da Câmara aprovou sete projetos ligados ao enfrentamento à pandemia de Covid-19, apoio a setores econômicos, desburocratização e cidadania. Um deles já seguiu para sanção presidencial. Trata-se do […]
Entre as propostas está o PL 5191/20, que cria fundos de investimento para o setor agropecuário
Na última sessão de 2020, o Plenário da Câmara aprovou sete projetos ligados ao enfrentamento à pandemia de Covid-19, apoio a setores econômicos, desburocratização e cidadania.
Um deles já seguiu para sanção presidencial. Trata-se do PL 5029/20, que aumenta os recursos da União no Fundo Garantidor de Operações. Na prática, a medida amplia o volume de recursos disponíveis para empréstimos no Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). O dinheiro virá do Programa Emergencial de Suporte a Empregos.
Outras propostas aprovadas pela Câmara ainda serão analisadas no Senado. Os deputados aprovaram o chamado Fiagro (PL 5191/20), um conjunto de Fundos de Investimento de Cadeias Produtivas Agroindustriais. A intenção é ampliar os instrumentos de financiamento privado da produção agrícola e reduzir a dependência do setor em relação aos recursos públicos.
Desburocratização
Dois projetos aprovados tratam de desburocratização. O primeiro (PL 1422/19) torna o CPF o único registro geral em todo o País. Assim, o número do cadastro de pessoa física passará a ser usado em documentos como as carteiras de trabalho, de habilitação e nas certidões, como as de nascimento, casamento e óbito.
O outro projeto (PL 7843/17) trata da ampliação dos serviços públicos informatizados. Os órgãos que emitem atestado, certidões, diplomas e outros documentos legais deverão usar o meio digital, com validação feita por meio de assinatura eletrônica.
Consumidor e filantrópicas
Os deputados ainda aprovaram uma proposta (PL 5675/13) para deixar claro, no Código de Defesa do Consumidor, que a prova de que produtos e serviços são próprios para consumo e uso cabe exclusivamente aos fornecedores.
Também foi aprovada a prorrogação, até 31 de dezembro, da suspensão da obrigatoriedade de metas de qualidade e de quantidade que os prestadores de serviço têm com o Sistema Único de Saúde (PL 2809/20). Além de beneficiar os parceiros do SUS durante a pandemia de Covid-19, o texto trata de requisitos para a renovação do certificado de entidade filantrópica.
Parcerias
O Plenário aprovou ainda novas regras para parcerias, durante a pandemia, entre o setor público e as entidades do chamado terceiro setor, como as ONGs (PL 4113/20). De acordo com o texto, poderão ser legalizados casos de suspensão parcial ou integral de atividades decorrentes da pandemia.
Também foi aprovado o texto-base do novo marco legal do câmbio, que ainda poderá ser alterado por meio de destaques; e a lista de integrantes da Câmara na comissão representativa do Congresso Nacional, que atuará durante o recesso parlamentar.
G1 O empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, condenado no caso do mensalão do PT, foi transferido nesta sexta-feira (6) da penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, para a prisão de Ribeirão das Neves, para cumprir regime semiaberto. Ele foi beneficiado pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal […]
O empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, condenado no caso do mensalão do PT, foi transferido nesta sexta-feira (6) da penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, para a prisão de Ribeirão das Neves, para cumprir regime semiaberto.
Ele foi beneficiado pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), que o autorizou a progredir para progredir do regime fechado para o semiaberto. O juiz da Vara de Execuções Criminais da Comarca de Contagem, Wagner Cavalieri, determinou nesta sexta a transferência de Valério.
O empresário foi condenado a 37 anos de prisão no julgamento do mensalão do PT e, no regime semiaberto, poderá sair durante o dia para trabalhar.
Marcos Valério foi condenado pelos crimes de corrupção ativa, peculato, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Ele cumpre pena desde 2013. Wagner Cavalieri também reduziu 75 dias da pena de Valério por causa de cursos que ele concluiu na prisão. Valério estudou direitos humanos, segurança do trabalho, higiene e ergonomia, literatura brasileira 2 e matemática.
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