Avião do Armazém Paraíba colide com ave em pleno voo, entre Fortaleza e Terezina
Por Nill Júnior
Uma aeronave de pequeno porte colidiu com um pássaro em pleno voo, na tarde de domingo (19), entre Fortaleza e Teresina, no espaço aéreo cearense. O para-brisa da aeronave ficou destruído, e o copiloto teve ferimentos leves no rosto.
O avião levava um grupo de empresários, proprietários do Armazém Paraíba, rede de varejo do Nordeste.
Apesar do acidente, o avião chegou ao destino e pousou com segurança, segundo o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáutico (Cenipa). A aeronave manteve a rota previamente definida, mesmo após o choque com a ave.
Um dos passageiros filmou a aeronave ainda no ar após a colisão. No vídeo, é possível ver parte da cabine e os passageiros manchados de sangue da ave. O acidente foi registrado pelo Cenipa, na tarde deste domingo.
A Câmara dos Deputados pode votar na terça-feira (24) o projeto que considera essenciais bens e serviços relativos a combustíveis, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo, impedindo a aplicação de alíquotas de tributos iguais às de produtos listados como supérfluos. A sessão do Plenário de terça está marcada para as 13h55. O presidente da Câmara, […]
A Câmara dos Deputados pode votar na terça-feira (24) o projeto que considera essenciais bens e serviços relativos a combustíveis, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo, impedindo a aplicação de alíquotas de tributos iguais às de produtos listados como supérfluos. A sessão do Plenário de terça está marcada para as 13h55.
O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), disse que, neste mesmo dia, fará uma reunião na residência oficial com os líderes da oposição e da base aliada para discutir a votação dessa proposta (Projeto de Lei Complementar 18/22, apensado ao PLP 211/21).
Enquanto o PLP 18/22, do deputado Danilo Forte (União-CE), apenas considera esses bens e serviços como essenciais, proibindo a aplicação de alíquotas de supérfluos, o PLP 211/21, do deputado Sidney Leite (PSD-AM), fixa uma alíquota máxima de 5%, que pode ser aumentada para até 15% quando se tratar de progressividade ambiental, valendo para os tributos federais, estaduais e municipais.
Os agricultores de Iguaracy que estavam inadimplentes com o Banco do Nordeste, assinaram o termo autorizando a quitação dos débito por parte do Governo Municipal. Recentemente o prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres, anunciou a iniciativa de quitar os débitos de agricultores que estavam inadimplentes em relação linha de crédito do PRONAF B. O projeto foi […]
Os agricultores de Iguaracy que estavam inadimplentes com o Banco do Nordeste, assinaram o termo autorizando a quitação dos débito por parte do Governo Municipal.
Recentemente o prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres, anunciou a iniciativa de quitar os débitos de agricultores que estavam inadimplentes em relação linha de crédito do PRONAF B. O projeto foi encaminhado para o Legislativo Municipal.
O Projeto de Lei foi apreciado pelos vereadores e aprovado no dia 8 de janeiro de 2019, autorizando o município a quitar estes débitos. Ao todo, são 151 agricultores familiares do município.
O pagamento dos débitos, segundo o gestor, será condicionado a assessoria técnica para evitar que ao contrair novos empréstimos eles tenham novas dificuldades. Novas operações de crédito terão orientação técnica e apoio na produção e comercialização dos produtos.
A juíza Larissa da Costa Barreto, da Vara Única da Comarca de Flores-PE, acatou o pedido de bloqueio de Contas Públicas feito pelo Ministério Público de Pernambuco, e determinou o bloqueio R$ 220 mil da prefeitura de Calumbi-PE, no Sertão do Pajeú. A informação é do Blog do Júnior Campos. O pedido do Ministério Público […]
A juíza Larissa da Costa Barreto, da Vara Única da Comarca de Flores-PE, acatou o pedido de bloqueio de Contas Públicas feito pelo Ministério Público de Pernambuco, e determinou o bloqueio R$ 220 mil da prefeitura de Calumbi-PE, no Sertão do Pajeú. A informação é do Blog do Júnior Campos.
O pedido do Ministério Público trata-se de Ação Civil Pública de Improbidade Administrativa em desfavor do Prefeito do Município, Erivaldo José, o Joelson (PSB), o e Aurely Adriana, Secretária de Saúde, devido à falta de repasses à Previdência Municipal das quantias retidas dos servidores ativos, e a falta de pagamento de salários aos servidores em atividade.
Para o cumprimento da liminar, a juíza o determinou que fossem oficiadas as Agencias do Banco do Brasil e Bradesco de Serra Talhada para a retenção dos valores, como forma de garantir os pagamentos em atraso dos servidores inativos regidos pelo regime próprio.
A juíza Larissa da Costa Barreto, da Vara Única da Comarca de Flores
Segundo o Ministério Público, os valores da folha de pessoal em atividade do mês de Janeiro de 2011 era em torno de R$ 174 mil, e que a folha de pagamento de inativos e pensionistas, no mesmo período, perfaziam aproximadamente R$ 46 mil.
A decisão da magistrada prevê multa diária de R$ 50 mil, caso haja descumprimento por parte do município.
Joelson coleciona problemas com o Judiciário: foi caçado em 2013 pelo então Juiz Eleitoral Gustavo Mattedi Regiani, da comarca de Flores, na 92ª Zona Eleitoral, que coloca o prefeito do município de Calumbi, por uso eleitoral da máquina, recorreu e se mantem no poder.
Também ficou famoso por deixar de pagar servidores e ainda assim contratar bandas para shows no seu município, sendo alvo de ainda mais ações.
Depois de Belo Jardim, partido terá evento em afogados da Ingazeira neste sábado A Câmara dos Vereadores de Belo Jardim recebeu o Seminário realizado pelo PV no município no último sábado (30). Intitulado “Água: Agir Hoje para não Faltar no Futuro”, o encontro teve palestra do Gerente de Articulação da Secretaria de Meio Ambiente e […]
Depois de Belo Jardim, partido terá evento em afogados da Ingazeira neste sábado
A Câmara dos Vereadores de Belo Jardim recebeu o Seminário realizado pelo PV no município no último sábado (30). Intitulado “Água: Agir Hoje para não Faltar no Futuro”, o encontro teve palestra do Gerente de Articulação da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Benedito Parente, e do presidente da sigla em PE, Carlos Augusto Costa.
Mais de 20 representações politicas locais, entre eles, o Presidente do Legislativo de Belo Jardim, Gilvandro Estrela (PV) estiveram no Debate.
Neste sábado (6), o PV aportará no Pajeú. A programação está prevista para o meio dia, com a palestra de Parente e debate sobre Reforma Política puxado por Carlos Costa. A ideia do partido é levar o debate a todas as regiões do Estado.
Um convênio cuja situação é de pendência junto ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações está dando dor de cabeça à gestão do prefeito José Patriota. Celebrado em 2006, na primeira gestão Totonho Valadares, o convênio de R$ 650 mil tinha como finalidade implantar um Centro Tecnológico de Habitação Popular .A contrapartida do município […]
Um convênio cuja situação é de pendência junto ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações está dando dor de cabeça à gestão do prefeito José Patriota.
Celebrado em 2006, na primeira gestão Totonho Valadares, o convênio de R$ 650 mil tinha como finalidade implantar um Centro Tecnológico de Habitação Popular .A contrapartida do município era de R$ 65 mil.
O convênio tinha execução prevista para começar em 27 de dezembro de 2006 e conclusão em 30 de abril de 2008. A última liberação, de R$ 46.215,35 aconteceu em 10 de dezembro de 2007.
Segundo o Portal da Transparência do Governo Federal, o convênio tem número no SIAFI 579468 e sua situação é tida como inadimplente. Ou seja, o município não realizou a devida prestação de contas. O problema está gerando problemas para o jurídico e financeiro da prefeitura, já que em virtude disso o município entrou no cadastro de mau pagador das prefeituras, o chamado CAUC.
Inadimplência junto ao Cadastro Único de Convênios (CAUC) impede municípios de celebrar convênios com a União. Cabe agora a prefeitura regularizar e comprovar a regularização do débito. Somente o órgão ou a entidade responsável pela inscrição tem autonomia para efetuar essa baixa.
É importante destacar que apenas as transferências voluntárias estão sujeitas às normas do CAUC. As transferências constitucionais e legais – como, por exemplo, os repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e as cotas do ICMS – não são afetadas pelo registro de pendências no Cadastro. Também não interfere em convênios já pactuados. Não há como celebrar novos.
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