Notícias

Artigo: lugar de mulher é onde ela quiser!

Por Nill Júnior

Por José Paulo Antunes*

O título deste artigo é um plágio de campanhas educativas e escolares, debates em rede social, livros e que surgiu a pouco tempo, embora essas ações de empoderamento feminino venha sendo discutida a bastante tempo, essa frase é tão emblemática, quanto o inversamente praticado.

Quando o tema é direcionado para representatividade feminina na política, mostra-se ainda bastante desproporcional, mas simbolicamente tais campanhas trazem mudanças de entendimento, consequentemente de comportamento, onde as mulheres têm conseguido aumentar essa representatividade, independentemente das suas causas e bandeiras.

Num comparativo entre as eleições gerais de 2014 e 2018, cresceu 52,6% o número de mulheres eleitas, tanto para Câmara Federal, quanto para as assembleias legislativas e no senado federal manteve o mesmo número de 2010, quando elegemos igualmente dois senadores em cada estado, conforme informações do Tribunal Superior Eleitoral – TSE.

Entretanto, apesar deste olhar aparentemente demonstrar um aumento significativo, vejamos que a desproporcionalidade ainda é imensa, sobretudo porque as mulheres são 52,5% do eleitorado brasileiro, mas possui apenas 15% de representação no Congresso Nacional e 9% no governo federal, quando a média mundial é de 20,7%, também muito abaixo da expectativa.

Na Câmara dos deputados, dos 513 deputados, só 77 são mulheres, já nos cargos de poder, ou seja, na Mesa Diretora (incluindo os suplentes), as deputadas ocupam apenas dois, de 11 cargos e das 25 comissões permanentes, somente 4 são presididas por mulheres. No senado federal não é diferente, pois foram 12 senadoras eleitas, para 81 vagas, condição essa que põe o Brasil na posição 134ª, entre 193 países pesquisados, segundo relatório da Organização das Nações Unidas e da União Interparlamentar.

No ranking de representatividade feminina no governo, o Brasil ocupa a posição 149ª, entre 188 países pesquisados, com apenas duas mulheres entre 22 ministros, todas as informações extraídas da própria Câmara dos Deputados (www.camara.leg.br), de 29 de março de 2019.

Nos últimos anos houve várias inciativas para estimular a participação na política e, por consequência, cada vez mais apoiar as candidaturas de mulheres. Neste caso, podemos destacar a Lei nº. 12.034 de 2009, onde estabeleceu cota de gênero, ou seja, a norma trazia expressamente a obrigatoriedade das candidaturas aos cargos proporcionais com o preenchimento do mínimo de 30% e o máximo de 70% dos candidatos de cada sexo. Destaca-se, que apesar da nomenclatura de cota de gênero, essa ficou conhecida como cota da mulher, justamente pela pratica política predominantemente entre homens.

No entanto, as candidaturas das mulheres eram mera formalidade, surgindo daí as candidaturas “laranja” das mulheres, dado que não havia qualquer investimento nestas campanhas.

Em decorrência desse jeitinho brasileiro, o TSE, por meio da Resolução nº. 23.553 de 2017, determinou, para as eleições de 2018, que os partidos políticos destinassem ao financiamento de campanhas de suas candidatas no mínimo 30% do total de recursos do Fundo Partidário utilizado nas campanhas eleitorais, bem como fixou que os recursos do Fundo Partidário teriam de ser aplicados “na criação e manutenção de programas de promoção e difusão da participação política das mulheres, criados e mantidos pela secretaria da mulher do respectivo partido político ou, inexistindo a secretaria, pelo instituto ou fundação de pesquisa e de doutrinação e educação política, conforme percentual que será fixado pelo órgão nacional de direção partidária, observado o mínimo de 5% (cinco por cento) do total”.

Junto a resolução indicada acima, houve as determinações da Resolução nº. 23.575 de 2018, que foram efetivadas após decisão do TSE, confirmando que as agremiações partidárias deverão reservar pelo menos 30% dos recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), conhecido como Fundo Eleitoral, para financiar candidaturas femininas.

Pronto, daí as “laranjas” passaram a semear, obviamente com o jeitinho brasileiro, pois as “laranjas” agora fariam doações dessas quantias recebidas dos fundos aqui já citados. Nesse ínterim, a Justiça Eleitoral, através das decisões do TSE, deu excelente demonstração de combate aos jeitinhos e aos crimes eleitorais, mas as consequências dessas “brincadeiras”, entre outras, irei trazer no artigo da próxima semana, pois o intuito da presente dissertação é destacar a importância da mulher na política.

Na prática, continua não funcionando qualquer iniciativa para estimular a participação da mulher na política, pois é visível o trabalho para manter tal segregação, com intuito de tirar a importância da presença feminina no cenário político eleitoral. Uma maior participação da mulher na política é demonstração de civilidade e de amadurecimento no processo democrático.

Assim, embora a política seja trabalhada, notadamente, entre os homens e para os homens, logicamente encontramos mulheres que alcançam tal objetivo, seja por herança política, seja pela árdua missão de prestar serviços à população, onde o Estado não alcança, mas ambas têm como características marcantes a competência, capacidade, aptidão e talento, assim como, e mais importante, são mulheres que compreendem diariamente uma jornada exaustiva entre a política, o trabalho, o lar e a família.

 “A mulher deve estar no lugar que escolher, não no lugar onde dizem que ela deveria!”

*José Paulo Antunes é advogado, especialista em Direito Eleitoral e Presidente da Comissão de Direito Eleitoral da OAB/PE Subsecção de Serra Talhada e Professor da Faculdade de Integração do Sertão – FIS.

Outras Notícias

Idealizador da Lei da Ficha Limpa declara voto em Lula no segundo turno: “Convicção democrática”

O advogado e ex-juiz eleitoral Márlon Reis, um dos idealizadores da Lei da Ficha Limpa, declarou nesta quinta-feira (22) apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais. Em manifestação nas redes sociais, o jurista justificou sua posição pela defesa da democracia, da Constituição Federal e do que classificou […]

O advogado e ex-juiz eleitoral Márlon Reis, um dos idealizadores da Lei da Ficha Limpa, declarou nesta quinta-feira (22) apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais. Em manifestação nas redes sociais, o jurista justificou sua posição pela defesa da democracia, da Constituição Federal e do que classificou como compromisso com a verdade jurídica.

“Declaro meu apoio a Lula. Faço isso por convicção democrática, respeito à Constituição e compromisso com a verdade jurídica”, escreveu.

Na mesma publicação, Reis fez críticas ao candidato Flávio Bolsonaro (PL), afirmando que, em sua avaliação, o senador não demonstra compromisso com as necessidades da população que mais depende da atuação do Estado e das políticas sociais.

Márlon Reis é conhecido por sua participação na elaboração da Lei da Ficha Limpa, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada em 2010. A legislação surgiu de uma iniciativa popular organizada pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) e estabeleceu novas hipóteses de inelegibilidade para candidatos a cargos públicos.

O advogado também atuou como juiz eleitoral e participou de iniciativas voltadas ao combate à corrupção nas eleições e à fiscalização da conduta de agentes públicos.

Esta não é a primeira vez que o jurista manifesta apoio a Lula. No segundo turno das eleições de 2022, quando o petista disputou a Presidência contra Jair Bolsonaro (PL), Reis também declarou voto no candidato do PT, mencionando a defesa da democracia e o combate à discriminação.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

Datafolha: Em votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos, ambos têm 50%

A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) aponta empate numérico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo segundo turno das eleições presidenciais. Os dois candidatos registram 50% dos votos válidos, a três dias da votação, marcada para domingo (25). O resultado mostra uma redução […]

A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) aponta empate numérico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo segundo turno das eleições presidenciais. Os dois candidatos registram 50% dos votos válidos, a três dias da votação, marcada para domingo (25).

O resultado mostra uma redução da diferença registrada no levantamento anterior, divulgado em 15 de outubro. Na ocasião, Flávio aparecia com 51% dos votos válidos, enquanto Lula tinha 49%, uma distância de dois pontos percentuais.

Com os novos números, Flávio oscilou um ponto percentual para baixo e Lula, um ponto para cima. As variações estão dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A comparação com as três pesquisas realizadas pelo instituto após o primeiro turno mostra uma aproximação numérica entre os candidatos.

Em 8 de outubro, Flávio tinha 52% dos votos válidos, contra 48% de Lula. Uma semana depois, em 15 de outubro, a diferença caiu para 51% a 49%. Agora, ambos aparecem com 50%.

Os votos válidos desconsideram as respostas dos entrevistados que pretendem votar em branco ou nulo e daqueles que ainda não decidiram. Esse é o critério utilizado pela Justiça Eleitoral para determinar o resultado de uma eleição, embora os números das pesquisas não representem o resultado efetivo das urnas.

No cenário que considera todos os entrevistados, Flávio registra 47% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 46%. A diferença de um ponto percentual também configura empate técnico.

A pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 22 de outubro, com 2.520 entrevistas presenciais em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pela TV Globo e pela Folha de S.Paulo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09709/2026.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

 

Datafolha: Flávio marca 47%, e Lula tem 46%; distância diminui a três dias da eleição

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 47% das intenções de voto no segundo turno presidencial, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 46%. A diferença entre os candidatos caiu para um ponto percentual, dentro da margem de erro de dois pontos, configurando empate técnico. […]

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 47% das intenções de voto no segundo turno presidencial, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 46%. A diferença entre os candidatos caiu para um ponto percentual, dentro da margem de erro de dois pontos, configurando empate técnico.

Na comparação com o levantamento anterior, divulgado em 15 de outubro, Flávio manteve os 47%, enquanto Lula oscilou de 45% para 46%. Com isso, a distância entre os candidatos passou de dois para um ponto percentual.

A aproximação também aparece na comparação com a primeira pesquisa realizada pelo Datafolha após o primeiro turno, divulgada em 8 de outubro. Na ocasião, Flávio registrava 49% das intenções de voto, contra 45% de Lula, uma diferença de quatro pontos percentuais.

Nas três rodadas, o candidato do PL passou de 49% para 47% e manteve esse percentual no levantamento mais recente. Já o presidente registrou 45% nas duas primeiras pesquisas e chegou agora a 46%.

As oscilações observadas estão dentro da margem de erro, não permitindo afirmar que houve uma mudança estatisticamente significativa nas preferências do eleitorado.

Os percentuais representam as intenções de voto totais, que consideram todos os entrevistados, incluindo aqueles que pretendem votar em branco ou nulo e os que ainda não decidiram em quem votar.

No cenário de votos válidos, que exclui essas respostas, o Datafolha registra empate numérico: Lula e Flávio aparecem com 50% cada. Na pesquisa anterior, Flávio tinha 51% e Lula, 49%.

O novo levantamento foi realizado após acontecimentos relevantes da campanha, como o avanço da proposta de fim da escala de trabalho 6×1 e o primeiro debate entre os candidatos no segundo turno, promovido pela Band no domingo (18).

A disputa também passou a concentrar discussões sobre o futuro do Bolsa Família, com questionamentos apresentados pela campanha petista sobre as propostas econômicas do adversário. Flávio nega que pretenda encerrar o programa.

O Datafolha entrevistou presencialmente 2.520 eleitores entre os dias 20 e 22 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pela TV Globo e pela Folha de S.Paulo e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09709/2026.

O segundo turno da eleição presidencial será realizado neste domingo (25).

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

 

Irmã de Carla Zambelli declara voto em Lula: “Eu sou uma Zambelli que vota 13”.

A advogada e professora universitária Paula Zambelli Salgado Brasil, irmã da ex-deputada federal Carla Zambelli (PL), declarou apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo (25). Em vídeo publicado nas redes sociais, ela explicou que decidiu tornar pública sua posição política, apesar das divergências com […]

A advogada e professora universitária Paula Zambelli Salgado Brasil, irmã da ex-deputada federal Carla Zambelli (PL), declarou apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo (25). Em vídeo publicado nas redes sociais, ela explicou que decidiu tornar pública sua posição política, apesar das divergências com integrantes da própria família.

Paula afirmou que vinha evitando manifestações públicas sobre política desde 2020, quando passou a ser procurada por jornalistas em razão da projeção nacional de Carla Zambelli. Segundo ela, o silêncio deixou de ser uma alternativa diante do atual cenário eleitoral.

“Eu sei que esse silêncio tem um preço, e eu hoje não estou mais disposta a pagar”, declarou.

A professora explicou que aguardou o encerramento do primeiro turno para se posicionar, com a intenção de evitar possíveis prejuízos aos familiares. Ela também ressaltou que as divergências políticas não alteram seus sentimentos pela irmã, pela mãe e pelo irmão Bruno Zambelli (PL), deputado estadual de São Paulo.

“Eu tenho uma grande admiração pelas pessoas que eles são, mas eu penso diferente deles”, afirmou.

Paula também comentou a decisão de manter o sobrenome Brasil após seu divórcio, ocorrido há cerca de dez anos. Segundo ela, enquanto Carla passou a utilizar publicamente o sobrenome Zambelli em sua trajetória política, preferiu dar maior destaque ao sobrenome Brasil.

Ao justificar sua escolha eleitoral, a advogada mencionou preocupações com a liberdade de expressão, o respeito às diferenças e a convivência democrática.

“Quando a gente tem medo de falar o que a gente pensa, quando a gente corre risco por existir, por ser diferente, é preciso que as pessoas se pronunciem”, disse.

A manifestação ocorre em um contexto de posições políticas distintas dentro da família Zambelli. Carla é ligada ao bolsonarismo, enquanto Paula declarou apoio a Lula na disputa contra Flávio Bolsonaro (PL).

Em 2025, Paula já havia criticado publicamente o PL pelo que considerou falta de apoio à irmã diante dos processos judiciais enfrentados por Carla. Na ocasião, questionou a assistência jurídica e financeira oferecida pelo partido.

A declaração ocorre a três dias do segundo turno presidencial, que será disputado por Lula e Flávio Bolsonaro (PL).

Apesar das diferenças, a advogada reiterou que mantém os laços familiares e que sua decisão de voto não representa um rompimento pessoal com os parentes.

Fonte: Correio Braziliense
Imagem: Reprodução/Redes sociais

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

Datafolha: aprovação de Lula sobe para 49%, enquanto desaprovação recua

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) mostra que 49% dos brasileiros aprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 48% desaprovam. Outros 2% não souberam responder. Os resultados configuram empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais. O levantamento registra uma inversão numérica em relação à pesquisa anterior, […]

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) mostra que 49% dos brasileiros aprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 48% desaprovam. Outros 2% não souberam responder. Os resultados configuram empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.

O levantamento registra uma inversão numérica em relação à pesquisa anterior, divulgada em 15 de outubro. Na ocasião, 50% dos entrevistados desaprovavam o presidente, enquanto 48% aprovavam sua atuação.

Na comparação entre as duas rodadas, a aprovação oscilou um ponto percentual para cima, passando de 48% para 49%. Já a desaprovação caiu dois pontos, de 50% para 48%. O percentual dos que não souberam responder passou de 3% para 2%.

As variações estão dentro da margem de erro, não permitindo afirmar que houve uma mudança estatisticamente significativa na percepção dos entrevistados sobre o presidente.

O Datafolha também investigou a avaliação do governo federal. Nesse indicador, 36% consideram a gestão ótima ou boa, enquanto 39% a classificam como ruim ou péssima. Outros 24% avaliam o governo como regular.

Na pesquisa anterior, a avaliação positiva era de 35%, a negativa chegava a 41% e a regular somava 23%. Os números indicam oscilações de um ponto percentual na avaliação positiva e regular e de dois pontos na negativa.

A pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 22 de outubro, com 2.520 eleitores entrevistados presencialmente em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pela TV Globo e pela Folha de S.Paulo e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09709/2026.

Os dados foram divulgados a três dias do segundo turno da eleição presidencial, marcado para domingo (25).

Fonte: Datafolha
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr