Armando vai para o PSDB e Raquel assume presidência
Por Nill Júnior
O PSDB nacional já bateu o martelo: o ex-senador Armando Monteiro, que deixou o PTB depois de uma longa militância, ingressa no partido em fevereiro. Também acertou que a prefeita de Caruaru, Raquel Lyra, assume a presidência do diretório estadual tucano em substituição a deputada Alexandra Vieira. A informação é do Blog do Magno.
Quadro mais expressivo do partido no Estado, Raquel passa a ter maior visibilidade com vistas ao provável projeto de disputar o Governo do Estado em 2022, se vier de fato a mostrar disposição para o embate.
Já Armando, nome de projeção nacional, entra no PSDB com a missão ampliar o partido no Nordeste, ao mesmo tempo que fará uma dobradinha com Raquel para atrair filiação do maior número possível de novas lideranças no Estado, entre deputados, prefeitos, ex-prefeitos e vereadores, além de lideranças empresariais com inserção na política.
Presidente nacional da legenda, o pernambucano Bruno Araújo está animado com a nova fase que o partido passará a viver logo após o carnaval. A posse de Raquel e a filiação de Armando contarão com a presença de Bruno e do governador de São Paulo, João Dória, pré-candidato tucano ao Planalto.
Nota de Esclarecimento: Em respeito à imprensa, e sempre mantendo o bom diálogo com esclarecimentos realmente verdadeiros, faz-se necessário dizer que a determinação do promotor de Justiça Eleitoral Adriano Camargo Vieira foi entregue e o próprio Ministério Público Eleitoral, em Certidão Eleitoral, atesta o fato. Após várias diligências para se entregar o documento ao Sr. […]
Em respeito à imprensa, e sempre mantendo o bom diálogo com esclarecimentos realmente verdadeiros, faz-se necessário dizer que a determinação do promotor de Justiça Eleitoral Adriano Camargo Vieira foi entregue e o próprio Ministério Público Eleitoral, em Certidão Eleitoral, atesta o fato.
Após várias diligências para se entregar o documento ao Sr. Eclériston Ramos e ao Sr. Augusto Valadares, que estavam viajando segundo familiares, o Oficial de Promotoria João Romão de Araújo notificou o Sr. Rodrigo Valadares Vasconcelos, sobrinho do pré-candidato Evandro Valadares e primo do advogado Augusto Valadares, e repassou o Ofício nº 288/2016 que determina que o PSB e seus simpatizantes promovam a retirada imediata dos adesivos em questão.
O documento expedido continua valendo e o seu não atendimento poderá trazer consequências graves aos principais interessados que são: os candidatos, respectivos partidos políticos ou coligações e particulares-simpatizantes do PSB local.
Na certidão emitida pelo oficial ainda consta que o mesmo também visualizou diversos veículos com os adesivos que, para o Ministério Público Eleitoral, violam flagrantemente a Resolução do TSE nº 23.457/2015 (arts. 15 e 16), que dispõe sobre a propaganda eleitoral do ano de 2016. Concluindo, é importante esclarecer novamente que os adesivos em questão estão proibidos pelo MPE.
A Secretaria de Educação de Tabira está vivendo uma semana de expectativa por conta da inauguração da Escola Dona Toinha que acontecerá nessa sexta-feira, dia 10. Uma extensa programação que terá seu início às 7h da manhã com uma mensagem de alvorada. À noite, a partir das 19H, acontecerá o cerimonial com show pirotécnico e música […]
A Secretaria de Educação de Tabira está vivendo uma semana de expectativa por conta da inauguração da Escola Dona Toinha que acontecerá nessa sexta-feira, dia 10.
Uma extensa programação que terá seu início às 7h da manhã com uma mensagem de alvorada.
À noite, a partir das 19H, acontecerá o cerimonial com show pirotécnico e música ao vivo está dentro da programação. Ao longo dessa semana muitas autoridades regionais confirmaram presença no evento.
Dentre elas, os Prefeitos Lino Pereira (Ingazeira), José Torres (Iguaracy), Sávio Torres (Tuparetama), Djalma Alves (Solidão), Geovane Martins (Santa Terezinha), Evandro Valadares (São José do Egito), Sebastião Cabral (Quixaba) e João Batista (Triunfo).
Além desses prefeitos que até agora já confirmaram presença, estarão também presentes para prestigiar a inauguração o deputado federal Ricardo Teobaldo e o deputado estadual Antonio Moraes.
Do Uol Nesta semana, o governo de Dilma Rousseff (PT) teve momentos de alegria e de tristeza no Congresso Nacional: a aprovação da chamada PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Bengala nesta terça-feira (5) foi mais uma das derrotas, enquanto a aprovação da MP (Medida Provisória) do ajuste fiscal foi uma apertada vitória. Os […]
Nesta semana, o governo de Dilma Rousseff (PT) teve momentos de alegria e de tristeza no Congresso Nacional: a aprovação da chamada PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Bengala nesta terça-feira (5) foi mais uma das derrotas, enquanto a aprovação da MP (Medida Provisória) do ajuste fiscal foi uma apertada vitória. Os destaques que mudariam o texto também foram rejeitados.
Em pouco mais de quatro meses de segundo mandato, e três sob o novo Parlamento, a petista já encarou sete grandes derrotas no Legislativo e só garantiu três vitórias, de acordo com um levantamento do Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar).
Veja qual foi o balanço das principais votações no Congresso no segundo mandato de Dilma até agora:
Derrotas
PEC do Orçamento Impositivo: Em um ano em que o governo tenta aprovar o ajuste fiscal e recomenda austeridade, a Câmara aprovou uma norma que obriga o governo a pagar emendas parlamentares. O texto também prevê um aumento gradual do percentual da receita da União a ser destinado à saúde. A PEC já foi promulgada.
Terceirização: a Câmara aprovou um projeto de lei que amplia a terceirização no mercado de trabalho. A proposta autoriza que sejam contratados trabalhadores terceirizados para as atividades-fim, ou seja, as principais atividades da empresa. O governo e a CUT (Central Única dos Trabalhadores) são contra o projeto. A própria presidente Dilma se encontrou com as centrais sindicais e se posicionou contra a ampliação da tercerização. O texto ainda precisa ser analisado pelo Senado.
PEC da Bengala: a Câmara aprovou uma emenda à Constituição que eleva a aposentadoria obrigatória do STF (Supremo Tribunal Federal) de 70 para 75 anos. A proposta tira da presidente Dilma a indicação de cinco ministros da Suprema Corte que completariam 70 anos até o final de seu mandato. O texto segue agora para promulgação do Congresso.
Senado devolve MP: o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), devolveu ao Executivo a medida provisória que revisava as regras de desoneração da folha de pagamento de vários setores da economia. Como presidente da Casa, Renan tem a prerrogativa de não aceitar uma medida provisória durante o prazo de sua admissibilidade. A medida foi vista como um recado a Dilma de que o parlamentar estava insatisfeito com o governo.
PEC que reduz número de ministérios: A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara aprovou um projeto que limita o número de ministérios do Poder Executivo a 20 ministérios. Atualmente, há 38 pastas no governo federal. A proposta é de autoria do presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e é defendida pelo PMDB – partido que ocupa atualmente 7 dos 38 ministérios, além da vice-presidência da República, que assumiu as funções de articulação política. O Palácio do Planalto é contrário ao projeto, mas foi vencido em uma votação apertada (34 a 31). A proposta ainda precisa ser debatida em uma comissão especial na Câmara e ser analisada em plenário, antes de ser votada no Senado.
PEC da redução da maioridade penal: uma proposta, que tramita na Câmara dos Deputados desde 2013, prevê a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos de idade. Governo, o PT, o PSOL e o PCdoB são contra e tentaram obstruir a votação da admissibilidade do PEC, mas foram derrotados. A proposta está sendo analisada por uma comissão especial. Após essa fase, ainda precisa ser analisada pelo plenário da Câmara e pelo Senado.
Alteração da definição de trabalho escravo: a bancada ruralista conseguiu aprovar na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento Desenvolvimento Rural da Câmara um projeto que retira os termos “jornada exaustiva” e “condições degradantes de trabalho” da definição do crime de trabalho escravo no Brasil e altera o Código Penal. Na prática, o texto inviabiliza a PEC do trabalho escravo de 2014. O governo é contrário ao texto. A proposta ainda precisa ser apreciada por duas comissões e ir a votação no plenário da Câmara. Se aprovada, precisa ainda ser analisada pelo Senado.
Vitórias
Ajuste fiscal: A maior vitória do governo, até agora, foi a aprovação da MP 665, do chamado ajuste fiscal, na quarta-feira (6). O placar foi apertado: O texto passou por 252 votos a favor, 227 contra e uma abstenção. Os destaques, a maior parte vindos da oposição, foram rejeitados. O pacote de MPs visa reduzir o gasto público com previdência e benefícios sociais. O pacote fiscal tramita na Câmara e no Senado e foi recomendado pelo ministro Joaquim Levy (Fazenda), que tem participado com frequentes reuniões com parlamentares para convencê-los a aprovar as propostas. No entanto, ainda falta a votação da MP 664, que torna mais rigorosas as regras para concessão de pensão por morte.
Índice de correção do IR: o Congresso Nacional manteve o veto da presidente Dilma Rousseff (PT) à correção de 6,5% na tabela do Imposto de Renda. A vitória do Palácio do Planalto, no entanto, foi apertada. Na Câmara, faltaram 18 votos para a rejeição do veto – eram necessários 257 para a derrubada e foram registrados 239.
Transgênicos nos rótulos: a Câmara dos Deputados aprovou um projeto da bancada ruralista que acaba com o símbolo de identificação dos alimentos transgênicos. A proposta exclui da Lei de Biossegurança e seus regulamentos a exigência da impressão de um “T” maiúsculo dentro de um triângulo amarelo nos alimentos que tenham presença de organismos geneticamente modificados em percentual superior a 1%. Apesar de petistas se posicionarem contra o projeto, o governo era a favor da proposta, de acordo com o Diap. O texto agora precisa ser analisado pelo Senado.
Votação ainda no páreo
Indexador da dívida dos Estados e municípios: a Câmara aprovou uma regra para garantir a execução da lei que troca o indexador das dívidas dos Estados e municípios no prazo de 30 dias. O projeto revisa e diminui a arrecadação do governo, por isso o Executivo pediu ao Congresso mais tempo para colocar a norma em vigor. Ao analisar a proposta, o Senado adiou a aplicação dos novos índices de cálculo das dívidas para 2016, atendendo a um apelo do ministro Joaquim Levy (Fazenda). Em abril, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), conseguiu uma autorização liminar da Justiça Federal para que a dívida da capital paulista com o governo federal seja paga com um novo índice de correção. O texto ainda voltará para a Câmara, que pode rejeitar ou aprovar as alterações feitas pelos senadores.
Percentual de abstenção se manteve equilibrado em relação a 2018 Em Pernambuco, 5.732.289 eleitores se dirigiram às seções eleitorais no último domingo, dia 2 de outubro, para participar do primeiro turno das Eleições 2022, o que equivale a um comparecimento de 81,79% dos 7.008.795 eleitores aptos a votar. Em 2018, esse percentual foi de 82,10%. […]
Percentual de abstenção se manteve equilibrado em relação a 2018
Em Pernambuco, 5.732.289 eleitores se dirigiram às seções eleitorais no último domingo, dia 2 de outubro, para participar do primeiro turno das Eleições 2022, o que equivale a um comparecimento de 81,79% dos 7.008.795 eleitores aptos a votar.
Em 2018, esse percentual foi de 82,10%. O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) fez um levantamento sobre a opção do eleitor em anular ou votar em branco comparando o primeiro turno de 2022 com o registrado em 2018.
Votos brancos em Pernambuco
Para o cargo de presidente, 1,57% dos votos foram brancos. Houve uma diminuição em relação à 2018, quando a porcentagem de votos brancos para o cargo foi de 2,85%.
Para o cargo de governador, votos brancos somaram 4,94%. Também houve uma redução em relação à 2018, que registrou 6,84%. O percentual de votos em branco para senador também diminuiu. Este ano ficou em 9,73%, contra 10,95%, em 2018.
Por sua vez, o cargo de deputado federal registrou 7,25% dos votos em branco, o que significa um aumento na comparação com o que houve quatro anos atrás (6,58%). Para o cargo de deputado estadual 7,06% dos votos foram brancos, em 2018 esse total foi de 5,59%.
Votos nulos em Pernambuco
No primeiro turno das eleições 2022, 3,42% dos eleitores optaram por votar nulo para presidente. O percentual revela um aumento em relação à eleição de 2018, quando votos nulos somaram 2,85%. No caso da eleição para governador de Pernambuco, 9,49% dos votos foram nulos, uma queda na comparação com 2018, quando foram registrados 22,99% de votos nulos.
Diminuição também no percentual de votos nulos toralizados para os cargos de senador (12,30% agora contra 27,35% há quatro anos); deputado federal (5,71% e 13,08%, respectivamente) e deputado estadual (5,47%, em 2022 10,74% em 2018).
A polêmica da vez no debate político do Estado tem relação com o vazamento de uma conversa de WhattsApp em um grupo de socialistas onde um deles ataca o jornalista Igor Maciel, colunista de política do Jornal do Commercio e âncora da Rádio Jornal. Por discordar do comentário do jornalista sobre um vídeo de João […]
A polêmica da vez no debate político do Estado tem relação com o vazamento de uma conversa de WhattsApp em um grupo de socialistas onde um deles ataca o jornalista Igor Maciel, colunista de política do Jornal do Commercio e âncora da Rádio Jornal.
Por discordar do comentário do jornalista sobre um vídeo de João Campos lançando sua pré-candidatura, o presidente da Autarquia de Manutenção e Limpeza Urbana do Recife (Emlurb), Daniel Saboya, sugere “quebrar o sigilo bancário do profissinal”, indicando que o jornalista teria sido “bancado” para dar a opinião.
A fala rendeu. O Jornal do Commercio soltou um editorial reafirmando seus princípios e dizendo que seguirá fazendo jornalismo com liberdade. O grupo “Espaço Democrático”, de onde saiu a idiotice, possui mais de 90 participantes, principalmente ligados ao PSB ou à gestão da prefeitura do Recife.
Na conversa printada dia 20 de março e exposta agora, Daniel reagiu a uma fala de Gustavo Melo, que disse: “Esse Igor Maciel vai endoidar com João Campos”. Saboya reage: “Tem que colocar ele na lista do Gabinete do ódio. Quebrar o sigilo bancário”. Até agora, nem Saboya, nem o PSB, João Campos ou a Prefeitura do Recife se manifestaram sobre o vazamento. A oposição a João está usando e abusando o vazamento. Até Raquel Lyra prestou solidariedade em nota ao jornalista.
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