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Armando defende elevação de investimentos da Compesa

Por Nill Júnior

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O senador Armando Monteiro Neto (PTB), candidato a governador pela coligação Pernambuco Vai Mais Longe, defendeu que uma parte dos investimentos da parceria público-privada (PPP) do saneamento seja feita pela Compesa. O petebista, que participa de sabatina na Rádio Folha FM 96,7, afirmou que o Estado precisa assegurar o cumprimento das metas do programa.

“Nós temos em Pernambuco menos de 20% de cobertura”, afirmou o senador. “É um problema grave que nós tínhamos que fazer num curto prazo”, garantiu, assegurando que a PPP do saneamento foi um caminho para que a meta seja cumprida.

“Nesse caso da PP, há uma parte de investimentos que tem que ser feito pela Compesa. Nós temos que elevar os investimentos da Compesa. A Compesa tem que investir mais e precisa oferecer um serviço melhor”, afirmou.

Segundo ele, ou o Estado garante um programa de investimentos da empresa ou amplia a parceria com o setor privado. O petebista ainda ressaltou que é preciso que a iniciativa privada também assuma o saneamento de áreas não urbanizadas.

Militância – A militância do senador petebista marcou presença na entrada da Rádio Folha FM 96,7 para dar apoio ao candidato. Vestido de azul, o grupo cantou e dançou evocando Armando Monteiro Neto.

Outras Notícias

O canto de Lua Gonzaga em forma de cordel

Por: Magno Martins O mundo musical artístico é muito perverso, permeado por boas surpresas que raramente são objetos de destaque na mídia. Cantadores talentosos nem sempre têm presença no noticiário e nos programas televisivos em que soltam a voz e encantam, muitas vezes nem pelo canto de sabiá, mas pela leveza da letra que amolece […]

Por: Magno Martins

O mundo musical artístico é muito perverso, permeado por boas surpresas que raramente são objetos de destaque na mídia. Cantadores talentosos nem sempre têm presença no noticiário e nos programas televisivos em que soltam a voz e encantam, muitas vezes nem pelo canto de sabiá, mas pela leveza da letra que amolece qualquer coração de pedra.

O mercado dos que sobem ao palco também é feito de convenções, para não fugir a regra de uma sociedade desinformada do que se pode chamar de bom cardápio musical. Dá-se, hoje, muito mais valor  ao forró estilizado e ao duvidoso gosto da sofrência do que ao que de fato suaviza ouvidos e alegra corações entristecidos.

Paulo Matricó, vindo de mala e cuia do vale poético do Pajeú, especialmente sua Tabira, de onde tira da terra seca os motes de inspiração do seu belo repertório, já teve seu momento de glória valorizado entoando Luiz Gonzaga num grande cordel mostrado num especial da TV Globo.

Muito pouco, entretanto, para o espaço dado à sofrência. Ainda pouco conhecido, Paulo Matricó é um dos monstros sagrados da MPB brasileira do bom gosto. Há pouco, conheci em Afogados da Ingazeira uma bela encarnação da sua veia poética transformada em música enquanto o Rio Pajeú banhava a sua alma de inspiração: Apreço ao meu lugar.

“Eu viajei pra muito longe/Atrás de um mundo novo/E me realizar/E quanto mais distante eu fui/Mais perto me encontrei/Aqui do meu lugar.

Se deita na minha lembrança/A correnteza mansa/ Águas do meu riacho/Espelhos nos igarapés/Quando lavava os pés/E a sombra por debaixo.

Progresso, eu sei, é necessário/Mas não há salário/Que pague o que eu tenho/Indústria que tudo refina/Mas só…

Perceberam que profundeza de canto belo? Mas por que poucos conhecem? Porque os novos tempos do mau gosto propagam algo tão nocivo aos ouvidos e ao coração como uma aberrante e intolerável Caneta Azul. Pelo amor de Deus!

Mas se você gosta mesmo do que é bom, sem risco de ser enganado, vá amanhã conferir o espetáculo Cordel Operístico Lua Alegria, no Janeiro de Grandes Espetáculos.

A apresentação será única, no Teatro Apolo, às 21h. Uma interpretação narrada ineditamente por Paulo Matricó na linguagem de cordel, unindo dramaturgia, canto e música, sob o fio condutor de trilha musical pesquisada e produzida sob a influência da tradição popular de Pernambuco.

O espetáculo Cordel Operístico Lua Alegria envolve o roteiro dramatúrgico baseado no livro-cordel de Paulo Matricó, que trata da trajetória de vida de Luiz Gonzaga e sua saga do Nordeste à conquista do Sudeste brasileiro.

Além de sua dimensão física, presença de intérpretes e músicos, o espetáculo faz interação com o universo histórico e artístico das culturas tradicional e contemporânea do Nordeste, por meio da projeção de xilogravuras e imagens virtuais, num diálogo entre narradores intérpretes, trilha musical e o mundo virtual.

Não perca ! O rouxinol de Tabira vai te seduzir.

Serviço:

Cordel Operístico Lua Alegria no Janeiro de Grandes Espetáculos

Quando: 10 de janeiro

Hora: 21 horas

Teatro Apolo  Ingressos: R$ 30, na bilheteria.

CPI ouve Osmar Terra, apontado como ‘padrinho’ do ‘gabinete paralelo’

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado A CPI da Pandemia ouve nesta terça-feira (22) o deputado Osmar Terra (MDB-RS), ex-ministro da Cidadania. Apontado como integrante do “gabinete paralelo” que orientava o presidente Jair Bolsonaro no enfrentamento ao coronavírus, ele deve depor na condição de convidado. A participação de Osmar Terra no “gabinete paralelo” foi citada pela primeira […]

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

A CPI da Pandemia ouve nesta terça-feira (22) o deputado Osmar Terra (MDB-RS), ex-ministro da Cidadania. Apontado como integrante do “gabinete paralelo” que orientava o presidente Jair Bolsonaro no enfrentamento ao coronavírus, ele deve depor na condição de convidado.

A participação de Osmar Terra no “gabinete paralelo” foi citada pela primeira vez em maio, durante depoimento do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta à CPI. Na ocasião, Mandetta afirmou que “outras pessoas” buscavam desautorizar orientações do Ministério da Saúde a Jair Bolsonaro. Entre eles, o ex-ministro da Cidadania.

Em uma reunião realizada em setembro do ano passado com a presença do presidente da República, o parlamentar foi apresentado como “padrinho” de um grupo de médicos que apoiavam o uso de remédios sem eficácia contra a covid-19. 

“Em várias oportunidades, Osmar Terra externou sua opinião sobre a forma como deveria se dar o enfrentamento à crise. Imunização coletiva não pela vacinação em massa da população, mas por meio da exposição do maior número possível de pessoas”, afirmam os senadores Humberto Costa (PT-PE) e Rogério Carvalho (PT-SE) na justificativa do requerimento aprovado pela CPI.

O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) é autor de outro pedido para ouvir Osmar Terra. Embora os requerimentos tenham sido inicialmente apresentados como convocação, acabaram sendo votados na forma de convite.

Fonte: Agência Senado

Ampliação das operações da Ambev consolida Estado como pólo Norte/Nordeste

Pernambuco se consolida como polo de bebidas do Norte/Nordeste com o ampliação das operações da Ambev no Estado. O governador Paulo Câmara e o presidente da fabricante, Bernardo Pinto Paiva, anunciaram, nesta sexta-feira (4), o investimento de R$ 400 milhões na expansão da unidade de Itapissuma, atualmente, a maior fábrica do setor nas duas regiões. […]

FBC, Thiago Norões, Cal Volia, Paulo Câmara, Bernardo Paiva e Guilherme Uchoa

Pernambuco se consolida como polo de bebidas do Norte/Nordeste com o ampliação das operações da Ambev no Estado. O governador Paulo Câmara e o presidente da fabricante, Bernardo Pinto Paiva, anunciaram, nesta sexta-feira (4), o investimento de R$ 400 milhões na expansão da unidade de Itapissuma, atualmente, a maior fábrica do setor nas duas regiões.

O aporte ampliará em três milhões de hectolitros por ano a capacidade instalada da unidade. Serão ainda produzidas as cervejas Budweiser e Stella Artois, além da Skol Beats Senses.

A fábrica da Ambev em Pernambuco já produz as cervejas Brahma, Antarctica e Skol, e os refrigerantes Pepsi e Guaraná Antarctica. Assim, a Ambev, que já possui quatro centros de distribuição (Olinda, Cabo de Santo Agostinho, Caruaru e Salgueiro), poderá distribuir para toda a região Nordeste. Hoje, tem capacidade para fabricar 10 milhões de hectolitros anuais e passará, com a expansão, para 13 milhões de hectolitros por ano.

Com um investimento inicial de R$ 260 milhões e geração de 200 empregos diretos, o projeto cresceu e se transformou na maior planta de bebidas do Norte Nordeste. Ao todo, foram investidos R$ 850 milhões com geração efetiva de mais de 800 empregos diretos na unidade.

Saúde inscreve experiências exitosas em saúde para Seminário

Objetivando reconhecer iniciativas inovadoras no âmbito da gestão da saúde e o compartilhamento de experiências dos profissionais que compõem o Sistema Único de Saúde (SUS), a Secretaria Estadual de Saúde (SES) promove o I Seminário de Experiências e Inovações da Vigilância em Saúde. As ações devem ter sido desenvolvidas entre os anos de 2015 e […]

Objetivando reconhecer iniciativas inovadoras no âmbito da gestão da saúde e o compartilhamento de experiências dos profissionais que compõem o Sistema Único de Saúde (SUS), a Secretaria Estadual de Saúde (SES) promove o I Seminário de Experiências e Inovações da Vigilância em Saúde. As ações devem ter sido desenvolvidas entre os anos de 2015 e 2017, e terem, no mínimo, seis meses de execução. Os interessados podem se inscrever, gratuitamente, no sitewww.seminariovs.saude.pe.gov.br, a partir desta segunda-feira (24.07) até o dia 20 de agosto. O seminário será realizado nos dias 9 e 10 de novembro e será composto por mostras competitivas em seis áreas.

Gestores e técnicos que atuam nas áreas de vigilância em saúde, promoção da saúde, prevenção e controle de doenças e agravos nos âmbitos municipal, regional (Geres) e da Rede Estadual de Vigilância Epidemiológica Hospitalar, poderão participar por meio da apresentação de experiências bem sucedidas e/ou com características de inovação que contribuam para o aperfeiçoamento das ações de vigilância, prevenção e controle de doenças e agravos de interesse da saúde pública. A homologação do resultado final será no dia 28 de novembro.

O intercâmbio de experiências e de boas práticas de gestão visa contribuir para o aprendizado organizacional e motivar a multiplicação das experiências exitosas que promovam mudanças positivas nas organizações. A comissão organizadora do seminário é constituída pela equipe técnica da Gerência de Monitoramento e Avaliação da Vigilância em Saúde.

“Pretendemos mostrar o que os profissionais de saúde de Pernambuco têm desenvolvido na gestão e na prática de atividades voltadas para Vigilância. Outro objetivo nosso é o de motivar esses profissionais que trabalham na ponta e que estão pensando de forma diferente e colaborativa. Esperamos que a iniciativa se torne, no futuro, parte integrante dos eventos voltados para saúde pública”, afirmou a gerente de monitoramento e avaliação da Vigilância em Saúde da SES, Yluska Reis.

O autor principal poderá submeter apenas uma experiência em uma das áreas, que estão divididas em: Informações Estratégicas em Saúde; Promoção à Saúde e Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis; Vigilância das Doenças Transmissíveis e das Doenças Negligenciadas; Vigilância Sanitária, Ambiental e em Saúde do Trabalhador; Vigilância e Controle das Doenças Causadas por Arbovírus; e Gestão da Vigilância em Saúde. Cada experiência poderá conter até cinco coautores, além do autor principal, o qual será o responsável pela submissão da experiência.

O resultado final será homologado pela Secretaria Executiva de Vigilância em Saúde da SES, por meio de publicação em Diário Oficial e no endereço eletrônico: www.seminariovs.saude.pe.gov.br.

Costa deixa PSC após indicação de Bolsonaro e Feliciano para comissão

O deputado Sílvio Costa (PE), um dos vice-líderes do governo na Câmara, anunciou nesta segunda-feira (7) que pediu sua desfiliação do Partido Social Cristão (PSC) em razão de seu  descontentamento com a definição dos dois parlamentares que irão integrar a comissão especial do impeachment. O colegiado – que terá a tarefa de analisar o pedido de […]

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O deputado Sílvio Costa (PE), um dos vice-líderes do governo na Câmara, anunciou nesta segunda-feira (7) que pediu sua desfiliação do Partido Social Cristão (PSC) em razão de seu  descontentamento com a definição dos dois parlamentares que irão integrar a comissão especial do impeachment.

O colegiado – que terá a tarefa de analisar o pedido de afastamento da presidente da República – será formado por 65 deputados titulares e o mesmo número de suplentes. Cada legenda com representação na Câmara terá o direito de indicar, ao menos, um integrante para a comissão. O número de assentos de cada sigla será proporcional ao tamanho dos blocos que disputaram a presidência da Câmara em fevereiro.

Segundo Silvio Costa, ele decidiu deixar o PSC porque a sigla indicou os deputados Eduardo Bolsonaro e Marco Feliciano – ambos de São Paulo – como representantes do partido na comissão especial do impeachment.

“Eu convivi esse ano todo no PSC mesmo com uma parte do partido fazendo oposição ao governo. Mas o partido hoje [segunda-feira] passou de todos os limites, quando é conivente com um dos maiores ataques à democracia brasileira, que é esse pedido de impeachment que foi realizado por esse marginal, o Eduardo Cunha”, disparou Costa.

“Não posso conviver em um partido que indique o deputado Eduardo Bolsonaro e o deputado Marco Feliciano como membros titulares de uma comissão que vai analisar o impeachment. Esses dois deputados, eles ultrapassam os limites da política. Eles chegam a ter ódio ao nosso governo e ódio à presidente Dilma”, explicou o vice-líder do governo.

De acordo com Sílvio Costa, a decisão foi comunicada ao presidente do PSC, Pastor Everaldo, no último dia 3 de dezembro, quando o deputado de Pernambuco soube que Feliciano e Bolsonaro seriam os escolhidos para a comissão especial.

Questionado sobre seu futuro político, o parlamentar disse que ainda não decidiu para qual legenda irá se transferir. “Cada dia, a sua agonia”, ironizou.

Marco Feliciano confirmou ao G1 que foi escolhido pelo PSC para assumir uma cadeira na comissão especial ao lado de Eduardo Bolsonaro. O deputado paulista, que gerou polêmicas na Câmara quando presidiu a Comissão de Direitos Humanos, comemorou a saída de Sílvio Costa do partido.

“Isso deve ser aplaudido. O deputado Sílvio Costa não comunga dos princípios do partido. A gente vai para o plenário com um discurso e ele faz outro discurso. Ele prega projetos diferentes dos nossos, talvez porque receba algo em troca do governo. Mas é um alívio a saída dele”, enfatizou.

O G1 tentou contato com o líder do PSC na Câmara, deputado André Moura (SE), mas ele não atendeu às ligações. (G1PE)