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Arcoverde: Zeca defende diálogo permanente com servidores municipais

Por André Luis

Em entrevista ao Sindicato dos Servidores Municipais de Arcoverde, o candidato do PTB à Prefeitura, Zeca Cavalcanti, afirmou que é favorável a divisão dos precatórios do Fundef com os professores. Disse que assim que a justiça tomar a decisão favorável ao rateio ele não terá nenhuma dificuldade em cumprir a lei.

Zeca também defendeu a realização de concursos públicos para o ingresso no serviço público municipal. Ele foi o quarto candidato convidado pelo sindicato; o candidato do MDB, Wellington da LW, fugiu da conversa com os servidores.

Na conversa com os servidores, o candidato trabalhista defendeu o diálogo permanente entre governo e funcionalismo e que irá regularizar as pendências jurídicas que são de direito dos concursados e não estão sendo cumpridas pela atual gestão.

Zeca também foi questionado pelo sindicato quanto a Lei Complementar 012/2013 a onde foram aposentados vários servidores sem a devida compensação financeira. Essa lei causou ao Fundo Previdenciário um rombo de mais de R$ 10 milhões. Para ele, o que tá errado precisa ser revisto e vai acionar a justiça, se for preciso, contra os que cometeram ilícitos de forma a compensar os cofres públicos. Para Zeca, o servidor não pode pagar essa conta sozinho.

O candidato trabalhista também disse que tanto o campus da AESA, como o Esporte Clube Municipal, que encontram-se abandonados, deteriorados, passarão por melhorias e servirão ao funcionalismo municipal. “São patrimônios públicos que foram totalmente abandonados e vamos resgatar para atender ao nosso servidor”, afirmou.

Ainda falando sobre concursos, o candidato reafirmou a determinação de criar a Guarda Municipal, através da seleção pública, e reafirmou que sua meta é humanizar o atendimento em todas as áreas da administração municipal. Para isso, pretende investir na capacitação e qualificação dos servidores, em todas as áreas. Afirmou também que as gratificações serão por mérito e não por apadrinhamento político.

“Somente com os servidores capacitados, com boas condições de trabalho e a valorização pela meritocracia, vamos poder ter um funcionalismo engajado na luta de soerguemos Arcoverde. Para nosso governo ter sucesso, precisamos do trabalho de todos e de um bom trabalho. É assim que vamos fazer”, afirmou Zeca Cavalcanti.

Outras Notícias

Serra: Márcio Oliveira hoje tem mais capital político para vice de Duque. Faeca corre por fora

Tudo que um prefeito candidato a reeleição quer é ter menos problemas na hora de escolher seu candidato a vice. Desde do rompimento  com Tatiana Duarte, que o blog antecipou em outubro de 2014, que se especula qual deverá ser o novo candidato a vice do prefeito petista. No rádio, semana passada, Zé Raimundo (PTC) […]

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Quem vai sair melhor na foto? Faeca quer ser o candidato a vice, mas Márcio Oliveira pode tirar mais da oposição: hora de ver quem tem mais garrafa vazia pra vender…

Tudo que um prefeito candidato a reeleição quer é ter menos problemas na hora de escolher seu candidato a vice. Desde do rompimento  com Tatiana Duarte, que o blog antecipou em outubro de 2014, que se especula qual deverá ser o novo candidato a vice do prefeito petista.

No rádio, semana passada, Zé Raimundo (PTC) disse ao radialista Anderson Tennens que, após ouvir a família e as bases, sairia da disputa. Mas houve também componente político. Raimundo não tinha o apoio necessário no conjunto interno do bloco. Teve apoio de nomes como o vereador Nailson Gomes.

Até o momento, a maioria do bloco tem indicado predileção por Márcio Oliveira, com Faeca Melo correndo por fora. Internamente, há uma avaliação que Márcio soaria por também causar estragos na ala ligada a Sebastião Oliveira, de quem é primo. “Márcio desestabiliza a candidatura de Fonseca, podendo tirar parte dos votos dos Inacio da candidatura dele”, disse uma fonte ouvida pelo blog.

Já Faeca Melo é daqueles nomes plenamente acomodados no bloco, que não ofereceria resistência. “Faeca e toda a família Melo já estão com Duque. Não há como somar mais que já somou”, afirmou.

Claro, como em política o imponderável é vizinho do possível, existe também a possibilidade de que o(a) candidato (a) não venha a ser nenhum dos dois. Basta para isso que algum nome com peso suficiente se desgarre dos principais grupos de oposição para ter chance de ser fato novo na chapa.

Aliás, diz a máxima que o vice deve ser bom o suficiente para somar em imagem e força eleitoral à chapa, mas não a ponto de incomodar o gestor no curso do mandato.

Quaest: Lula tem 36% e Flávio Bolsonaro chega a 31% a três semanas da eleição

Levantamento divulgado nesta segunda-feira (14) mostra redução da distância entre os dois primeiros colocados na disputa pela Presidência. A diferença entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) caiu de sete para cinco pontos percentuais em relação à rodada anterior da Quaest. Lula permaneceu com 36%, enquanto Flávio passou de 29% para […]

Levantamento divulgado nesta segunda-feira (14) mostra redução da distância entre os dois primeiros colocados na disputa pela Presidência.

A diferença entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) caiu de sete para cinco pontos percentuais em relação à rodada anterior da Quaest. Lula permaneceu com 36%, enquanto Flávio passou de 29% para 31%.

Augusto Cury (Avante) aparece em terceiro lugar, com 7%, ante 8% na pesquisa anterior. Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) têm 4% cada. Romeu Zema (Novo) registra 1%.

Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Rui Costa Pimenta (PCO), Samara Martins (UP) e Wilson Grassi (Democrata) aparecem com 0%.

Os indecisos representam 10% dos entrevistados. Outros 7% afirmaram que votariam em branco, anulariam o voto ou não compareceriam.

Veja os números do primeiro turno:

  • Lula (PT): 36% — tinha 36%;
  • Flávio Bolsonaro (PL): 31% — tinha 29%;
  • Augusto Cury (Avante): 7% — tinha 8%;
  • Renan Santos (Missão): 4% — tinha 3%;
  • Ronaldo Caiado (PSD): 4% — tinha 3%;
  • Romeu Zema (Novo): 1% — tinha 2%;
  • Demais candidatos: 0%;
  • Indecisos: 10%;
  • Branco/nulo/não vai votar: 7%.

O levantamento é o primeiro da Quaest realizado após os desdobramentos mais recentes da crise no Supremo Tribunal Federal (STF), envolvendo os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça e as investigações relacionadas ao Banco Master.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Globo. Foram entrevistadas presencialmente 2.004 pessoas entre os dias 10 e 13 de setembro.


A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03607/2026.

Fonte: O Globo

Imagens: Reprodução

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Luciano Torres tem primeira reunião com secretariado

O prefeito de Ingazeira, Luciano Torres (PSB) teve a reunião com o seu secretariado, para planejamento do primeiro semestre de sua gestão. A reunião foi avaliada como positiva. Torres formou uma equipe com 50% de mulheres. São elas Maria Elizandra Veras de Sousa (Educação), Maria José Morais Bezerra (Saúde), Gabriela Thereza Torres Mendes (Finanças), Fabiana Torres Martins (Administração), Maria Iara […]

O prefeito de Ingazeira, Luciano Torres (PSB) teve a reunião com o seu secretariado, para planejamento do primeiro semestre de sua gestão.

A reunião foi avaliada como positiva. Torres formou uma equipe com 50% de mulheres.

São elas Maria Elizandra Veras de Sousa (Educação), Maria José Morais Bezerra (Saúde), Gabriela Thereza Torres Mendes (Finanças), Fabiana Torres Martins (Administração), Maria Iara Pires de Lima (Assistência Social) e Dione Nunes de Lucena (Cultura).

Completam a equipe o ex-prefeito Lino Morais e Itan Fernandez (Assessores de Gabinete), Antonio Carlos Cavalcanti (Agricultura), Arquimedes Pereira (Obras), Antonio de Pádua (Procurador), Vinicius Machado (Controle Interno), Rivanildo Cavalcanti (Transportes) e Reinaldo Severino (Fundo de Previdência).

Segundo a Coluna do Domingão, o nome de Luciano Torres ganhou força para o novo ciclo de gestão do Cimpajeú.  O gestor chegou a assumir a presidência da Amupe.

Auditoria do TCE em hospital gera economia de R$ 6 milhões para o Estado

Uma Auditoria Especial realizada pelo Tribunal de Contas em um contrato, de 2020, da Secretaria Estadual de Saúde, referente ao Hospital de Campanha Petrolina, gerou uma economia de R$ 6.252.225,82 para os cofres públicos do Estado. O objetivo da auditoria (processo 21100691-9), que teve como relator o conselheiro Carlos Porto, foi analisar se, no encerramento […]

Uma Auditoria Especial realizada pelo Tribunal de Contas em um contrato, de 2020, da Secretaria Estadual de Saúde, referente ao Hospital de Campanha Petrolina, gerou uma economia de R$ 6.252.225,82 para os cofres públicos do Estado.

O objetivo da auditoria (processo 21100691-9), que teve como relator o conselheiro Carlos Porto, foi analisar se, no encerramento do Contrato de Gestão nº 007/2020, foi realizada a devida proporcionalidade entre os leitos efetivamente implantados e os repasses financeiros enviados pelo Fundo Estadual de Saúde à Organização Social de Saúde-OSS contratada, o Instituto Social Medianeiras da Paz (ISMEP), assim como, verificar se tais repasses tiveram sua utilização devidamente comprovada na gestão e operacionalização do Hospital.

De acordo com o levantamento realizado pela equipe de Gestão de Auditoria da Saúde, a partir das prestações de contas mensais enviadas ao TCE, verificou-se que, no encerramento do contrato, o valor total gasto com o custeio do Hospital de Campanha Petrolina, durante o período da vigência contratual, foi inferior ao que foi repassado no mesmo período a ISMEP.

Embora constassem nos documentos analisados que a proporcionalidade do pagamento seria concretizada a partir da segunda parcela de custeio, a equipe de auditoria entendeu que, ao término da execução do contrato, o saldo mensal, se não comprovadamente utilizado, deveria ser devolvido aos cofres públicos, incluindo-se também o saldo da primeira parcela repassada por meio do contrato de gestão. A soma dos saldos totalizou R$ 6.252.225,82.

Em resposta ao Alerta de Responsabilização enviado pelo TCE durante a auditoria, o Secretário Estadual de Saúde ressaltou que, “com o encerramento do contrato, deverá haver a devolução de recursos financeiros, caso a unidade apresente-se superavitária e/ou caso as contas apresentadas sejam glosadas”. Contas glosadas são aquelas consideradas irregulares.

Em 30/11/2021, o Tribunal de Contas solicitou a apresentação dos documentos comprobatórios da restituição aos cofres públicos do total dos saldos, pelo ISMEP, tendo sido realizada e comprovada. 

“Assim, diante da análise realizada por esta auditoria, a prestação de contas final relativa ao contrato de gestão nº 007/2020 e o Relatório Financeiro nº 002/2021, ambos apresentados pela SES/PE, assim como a notificação realizada ao ISMEP e a comprovação da devolução dos R$ 6.252.225,82 superavitários aos cofres públicos, conclui-se que a gestão da Secretaria Estadual de Saúde atuou em conformidade com as normas vigentes, e que este Tribunal foi parte fundamental para que houvesse tempestividade nas ações que culminaram com tal devolução, sendo o montante referido registrado como benefício gerado ao Estado de Pernambuco”, concluiu o relatório de Auditoria.

Novo presidente da Câmara promete: nem oposição, nem subserviência a Dilma

Da Folha de SP Em seu primeiro discurso como presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) já anunciou que colocará em votação, assim que possível, o projeto que obriga o governo federal a liberar verbas para as emendas que os congressistas fazem ao Orçamento. Eleito na noite deste domingo (1) por 267 votos contra […]

Da Folha de SP

Em seu primeiro discurso como presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) já anunciou que colocará em votação, assim que possível, o projeto que obriga o governo federal a liberar verbas para as emendas que os congressistas fazem ao Orçamento.

Eleito na noite deste domingo (1) por 267 votos contra 136 do petista Arlindo Chinaglia (SP), Cunha é mal visto pelo Palácio do Planalto, que tentou nas últimas semanas derrubar a sua candidatura.

A proposta de emenda à Constituição chamada de “orçamento impositivo” ainda precisa de ser votada em segundo turno pela Câmara.

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Em sua fala após a vitória, que foi comemorada com fogos de artifício na Esplanada dos Ministérios, Cunha manifestou incômodo pela interferência do governo federal na disputa.

“Assistimos à tentativa de interferência do governo, mas o parlamento, por sua independência, sabe reagir. E ele soube reagir pelo voto”, afirmou. Ele ressaltou, entretanto, que não haverá sequelas na relação. “Nunca, em nenhum momento, disse que faria uma gestão de oposição”, discursou.

Nas últimas semanas, o governo mobilizou ministros em favor de Chinaglia, o que incluiu promessas de cargos e ameaças de retaliação em casos de traição.

Mas a operação fracassou, já que Chinaglia obteve menos votos do que o total de deputados que compunham os partidos que o apoiavam oficialmente. Enquanto essas siglas somam 160 cadeiras, Chinaglia teve apenas 136 votos.

Ainda em sua fala, Cunha prometeu priorizar a reforma política e o pacto federativo, sem entrar em detalhes. O peemedebista, que substitui o colega de partido Henrique Eduardo Alves (RN), já se declarou favorável a uma nova CPI para investigar o escândalo da Petrobras.