Após sete horas, sequestrador de hotel em Brasília se entrega à polícia
Por Nill Júnior
Do Uol
Após cerca de sete horas, chegou ao fim um sequestro no hotel Saint Peter, na região central de Brasília. O sequestrador liberou o refém e se entregou à polícia na tarde desta segunda-feira (29).
Às 16h20, o sequestrador saiu do hotel, foi colocado em um carro da polícia e levado para a 5ª DP. O criminoso é o agricultor Jac Souza dos Santos, 30. Segundo a polícia, ele usou uma arma de brinquedo durante o sequestro.
O refém era José Ailton de Souza, 49, funcionário do hotel. Ele foi obrigado a vestir um colete que estava supostamente carregado de explosivos. As bombas também eram falsas.
Santos se candidatou ao cargo de vereador pelo PP (Partido Progressista) na cidade de Combinado (TO) em 2008. Ele foi secretário de Agricultura do município e é proprietário de uma fazenda avaliada em R$ 60 mil.
Três cartas de despedida haviam sido deixadas por ele em casa de parentes e em sua própria residência em Palmas. “O teor da carta é de despedida. Ele falou que essa tempestade vai passar e que ele vai dar cabo da vida dele”, relatou o chefe da Divisão de Comunicação da Polícia Civil do Distrito Federal, o delegado Paulo Henrique Almeida. O criminoso pedia a extradição do ex-ativista italiano Cesare Battisti e a aplicação prática da Lei da Ficha Limpa como condições para soltar o refém, afirmou Almeida.
O hotel foi totalmente evacuado, e a área próxima, isolada. Segundo relato de hóspedes que não quiseram se identificar, o hotel começou a ser esvaziado por volta das 9h. Muitos estavam tomando café e outros, ainda dormindo. A maioria não conseguiu pegar seus pertences.
A deputada federal Maria Arraes (SD-PE), participou da 26ª Festa da Rapadura junto com a população de Santa Cruz da Baixa Verde e região, na noite da sexta-feira. “Essa é uma das festividades mais importantes do Sertão do Pajeú, que celebra a identidade e a resiliência do povo sertanejo, além de contribuir enormemente para o […]
A deputada federal Maria Arraes (SD-PE), participou da 26ª Festa da Rapadura junto com a população de Santa Cruz da Baixa Verde e região, na noite da sexta-feira.
“Essa é uma das festividades mais importantes do Sertão do Pajeú, que celebra a identidade e a resiliência do povo sertanejo, além de contribuir enormemente para o turismo e a economia locais”, destacou a parlamentar, acompanhada do prefeito Irlando Parabólicas.
Maria Arraes ressaltou o esforço do gestor em fazer a festa acontecer, apesar das dificuldades orçamentárias enfrentadas pelos municípios.
Em giro pelo Sertão do Pajeú desde quinta-feira, a deputada também passou por Santa Terezinha, reunindo-se com o presidente da Associação de Criadores e Desenvolvimento Agropecuário, Ricardo das Castanhas, e outras lideranças locais.
Já em Itapetim, Maria Arraes almoçou com Otonionny e várias lideranças do município. Em seguida, ao lado de Toinho de Leco, conversou com produtores rurais na Associação Comunitária de Pimenteira.
“Ao longo de 2023, buscamos voltar às nossas bases para prestar contas do nosso trabalho em Brasília e continuar ouvindo as demandas da população pernambucana. Esse é um compromisso contínuo, que seguirá fortemente em 2024, com novas rodadas por todas as regiões do Estado”, reforçou a deputada.
Na tarde da sexta-feira, Maria Arraes ainda participou da Festa de Nossa Senhora da Conceição, padroeira da cidade de Flores, agenda em que esteve acompanhada de Valdeci e outras lideranças da região.
Por Anchieta Santos O prefeito de Tuparetama e Presidente do Cimpajeú (Consorcio de Integração dos Prefeitos do Pajeú e Moxotó), Dêva Pessoa, está preocupado com a situação de alguns municípios que neste mês de dezembro não terão condições de pagar o 13º aos seus servidores. Dêva, em conversa por telefone com o radialista Anchieta Santos […]
O prefeito de Tuparetama e Presidente do Cimpajeú (Consorcio de Integração dos Prefeitos do Pajeú e Moxotó), Dêva Pessoa, está preocupado com a situação de alguns municípios que neste mês de dezembro não terão condições de pagar o 13º aos seus servidores.
Dêva, em conversa por telefone com o radialista Anchieta Santos disse que sua prefeitura só conseguiu pagar o 13º agora em dezembro, por ter adiantado no meio do ano 50% aos funcionários municipais.
Por Heitor Scalambrini Costa Informações preliminares preocupantes, mas esperadas, foram divulgadas pelos Centros Nacionais de Previsão Ambiental dos Estados Unidos, serviço ligado à Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, sigla em inglês), no dia 3 de julho último. Foi o dia mais quente registrado na história do planeta Terra, alcançando a temperatura média global de 17,01°C. […]
Informações preliminares preocupantes, mas esperadas, foram divulgadas pelos Centros Nacionais de Previsão Ambiental dos Estados Unidos, serviço ligado à Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, sigla em inglês), no dia 3 de julho último. Foi o dia mais quente registrado na história do planeta Terra, alcançando a temperatura média global de 17,01°C. Nos dias subsequentes novos recordes foram batidos chegando na quinta-feira (6/7) a 17,23°C, o que significa ultrapassar o limite fatídico de 1,5°C acima dos níveis pré-industriais. Esses números tem se mantido muito altos esse mês.
Segundo bases científicas, os sucessivos recordes ocorreram impulsionados pelo fenômeno natural climático El Niño, no Oceano Pacífico. E, principalmente pelas atividades humanas, com a queima crescente de combustíveis fósseis, que continuam a emitir mais e mais CO2 na atmosfera a cada ano que passa, elevando o aquecimento global. Como resultado, pessoas ao redor do mundo já estão convivendo com os impactos climáticos, desde ondas de calor, incêndios florestais, poluição do ar, até inundações e tempestades extremas. O que resulta repercussões na saúde, na segurança alimentar, na gestão da água, no meio ambiente; enfim na vida no Planeta.
Dentre os combustíveis fósseis consumidos, o petróleo e seus derivados têm um papel de grande relevância no aquecimento global, contribuindo com mais de 60% das emissões de gases de efeito estufa (GEE´s). A utilização do petróleo traz grandes riscos desde o processo de extração, transporte, refino, até o consumo, com a produção de gases que poluem a atmosfera.
Compromissos internacionais pela redução das emissões de gases de efeito estufa têm sido infrutíferos. No plano nacional, existe uma forte resistência patrocinada pelos interesses econômicos da cadeia produtiva do Petróleo&Gás que insistem em ações no sentido de aumentar a exploração destas fontes energéticas, vilões do aquecimento global.
No último Plano Decenal de Energia (PDE 2022-2031) está previsto um aumento na produção diária de petróleo no Brasil até 2031, dos atuais 3,4 milhões de barris por dia para 5,2 milhões. Um aumento acentuado indicando uma política energética que tem na exportação de petróleo um expediente para alavancar recursos para o país.
Em recente decisão do Conselho de Administração da petroleira brasileira, Petrobras, os conselheiros deram aval, e decidiram priorizar a oferta de gás natural e repor as reservas de petróleo com exploração de novas fronteiras como a foz do Rio Amazonas. Além de realizarem investimentos em refino, petroquímica e fertilizantes.
O que de fato é verificado é que mesmo países como o Brasil, que possuem um discurso pela descarbonização, se defrontam com a realidade de que nenhuma grande petroleira quer fazer a transição energética. Todas querem manter os combustíveis fósseis o maior tempo possível.
O que corrobora tal afirmativa, dentre outros posicionamentos do governo brasileiro, foi de evitar na reunião da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) que reuniu Brasil, Colômbia, Peru, Venezuela, Guiana, Suriname, Equador e Bolívia; a proposta do governo colombiano de interromper novos projetos de exploração de petróleo na Amazônia.
Outro acontecimento que demarca a posição do governo, foi a do presidente da Petrobras na 8ª edição do Seminário Internacional da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), que em sua palestra destacou que o banimento na exploração de novos campos petrolíferos não seria realista, mas sim otimizar as atividades de transporte, comercialização e refino de petróleo, além do transporte e comercialização de derivados.
As últimas reuniões dos acionistas das maiores petroleiras mostraram que os investidores que defendem uma estratégia mais sustentável estão cada vez mais isolados. Com a crise desencadeada pela guerra Rússia-Ucrânia, aumentou e muito os lucros das empresas de petróleo e, como consequência, arrefeceu-se o discurso de investir em planos sustentáveis de longo prazo para mitigar as mudanças climáticas, que era mais enfático quando o setor estava perdendo dinheiro.
Portanto existe um dilema entre o discurso e a prática em relação aos combustíveis fósseis não somente no Brasil, mas no mundo.
O que se esperava do novo governo, em função do seu discurso de enfrentamento das mudanças climáticas, seria transformar a Petrobras, não em uma empresa de exploração de petróleo apenas, mas em uma empresa de produção de energia. Todavia o que acabou acontecendo foi a frustrante criação de uma diretoria de Transição Energética e Energias Renováveis, cujo objetivo foi mais o de acomodação política.
Diante das ações concretas planejadas pela empresa Petrobras, fica claro que a eliminação dos combustíveis fósseis não está no horizonte 2030, e nem em 2050. A sede de manter a exploração de combustíveis fósseis não mudou com a troca de governo.
Heitor Scalambrini Costa é Professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco.
Secretário usou sua rede social neste domingo (19) para falar sobre a questão JC Online O secretário de saúde da Bahia e cardiologista Fábio Vilas-Boas, em publicação no Twitter, sugeriu que pessoas que apoiam o afrouxamento do isolamento social durante a pandemia do coronavírus, renunciem ao acesso de leitos de UTI e de ventilação para […]
Secretário usou sua rede social neste domingo (19) para falar sobre a questão
JC Online
O secretário de saúde da Bahia e cardiologista Fábio Vilas-Boas, em publicação no Twitter, sugeriu que pessoas que apoiam o afrouxamento do isolamento social durante a pandemia do coronavírus, renunciem ao acesso de leitos de UTI e de ventilação para si e para seus parentes.
“Será que essas pessoas que pregam o relaxamento do distanciamento social aceitam assinar um termo renunciando o acesso…?”, disse em publicação.
A susgestão foi feita após uma série de manifestações que aconteceram neste domingo (19) apoiando a volta do comércio e até mesmo pedindo intervenção militar, como foi o caso das manifestações no Recife e em Brasília.
As manifestações do domingo feriram o decreto estadual assinado pelo governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), que proíbe aglomerações durante este período de quarentena.
No decreto estadual, assinado no último dia 23 de março, ficaram proibidas reuniões com mais de 10 pessoas. Na época o governador justificou que “a melhor estratégia no combate à disseminação do vírus, neste momento, é o isolamento social”.
Governadores do Nordeste se pronunciaram contra as convocações do presidente e pediram união para combater o novo coronavírus.
Sigo ao lado da esperança de mudança em Pernambuco Existe uma carência latente por dias melhores em todas as pernambucanas e pernambucanos. É um sentimento que cresce a cada minuto diante da falta de perspectiva e do retrocesso que nosso Estado vivencia. Largamos em algum lugar do passado recente o brilho de ser a referência, […]
Sigo ao lado da esperança de mudança em Pernambuco
Existe uma carência latente por dias melhores em todas as pernambucanas e pernambucanos. É um sentimento que cresce a cada minuto diante da falta de perspectiva e do retrocesso que nosso Estado vivencia. Largamos em algum lugar do passado recente o brilho de ser a referência, abandonamos a liderança natural do povo nordestino. Pior que isso, perdemos o protagonismo e passamos a ser destaque em rankings que nos envergonham: na ausência de oportunidade, no topo do desemprego, na demanda por uma segurança eficiente, na falta de políticas públicas para retomar o desenvolvimento. Ficamos à deriva no pior dos momentos, numa das maiores crises da história.
Em situações como essa, de ausência de projeto e liderança de um povo, a mudança não deve ser um desejo apenas, mas sim um compromisso de uma sociedade. Por isso, tenho defendido a construção de um projeto coletivo de transformação. Não uma mudança de nome, de desejos pessoais ou de sigla partidária. Queremos, como milhões de pernambucanos insatisfeitos, um novo Pernambuco.
Precisamos de um projeto que una lideranças políticas, religiosas, acadêmicas, movimentos sociais, toda a sociedade. É urgente e necessário. Tenho provocado esse debate publicamente, bem como, dentro da esfera partidária. Sou filiado ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB), agremiação política de larga história de luta e posicionamento, que nunca se absteve de seus compromissos com uma sociedade melhor e justa. Encontrei ressonância com inúmeros colegas de partido que também estão insatisfeitos com a falta de rumo que nosso Estado sofre. Contudo, nem a inquietação de nossas lideranças, nem o cansaço das mulheres e homens de nossa terra com o atual estado das coisas, fez nossa direção estadual assumir um compromisso pela mudança urgente.
Manteremos com todas as nossas forças e de forma respeitosa o debate pela construção de um novo Pernambuco. Mesmo que a direção estadual de nosso partido tenha decidido manter o MDB onde está, num projeto que nada mais tem a oferecer, apenas a desesperança.
Lamento profundamente tal decisão. Ao mesmo tempo, respeito a escolha da direção estadual do MDB. Sigo ao lado da esperança de mudança em Pernambuco. Expresso isso com a tranquilidade de saber que o desejo de mudar para melhor não ser apenas meu, e sim de milhões de pernambucanas e pernambucanos ansiosos por um novo tempo. Com este compromisso por um futuro melhor, renovo minha disposição de seguir lutando por um novo Pernambuco. Vamos construir o Pernambuco do futuro com desenvolvimento econômico, inclusão social e com um governo que leve saúde, educação e segurança para todos os cantos do Estado.
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