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Após rumores, Diretor do Hospam anuncia que deixa unidade dia 31 de dezembro

Por Nill Júnior

Primeira Mão

Nos últimos dias, aumentaram especulações sobre saída de João Antonio da gestão da unidade, onde tinha boa avaliação. Em nota, ele não fala em motivação política, mas diz ter chegado “ao fim de um ciclo”.

O Diretor do Hospital Agamenon Magalhães, João Antonio, anunciou em nota ao blog que deixa a gestão da unidade dia 31 de dezembro.

É a primeira saída anunciada depois da derrota de Socorro Brito para a prefeitura de Serra Talhada.

João participou da coordenação de campanha da candidata do Avante.

Nas últimas horas pelo que o blog apurou aumentaram rumores de que haveria insatisfações da base do Deputado Federal Sebastião Oliveira e do ex-prefeito Carlos Evandro.

O pai de João, Demóstenes, conhecido por Mó, declarou apoio a Márcia Conrado, assim como parte da família Antunes. Na nota João não trata do tema. Apenas agradece ao grupo pelo período e fala que “tudo tem um ciclo”.

A gestão do jovem Diretor era tida como bem avaliada pela opinião pública e nos veículos de imprensa de Serra e entorno, já que a unidade é regional.

O blog perguntou se a saída tinha relação com o burburinho pós eleitoral.  João não comentou.  No primeiro momento negou que tenha havido comunicado de sua exoneração.  Depois afirmou que se manifestaria através dessa nota. Leia:

Diante das abordagens realizadas a mim nos últimos dias por veículos de imprensa sobre informações recebidas por estes, venho através deste comunicado informar a toda ela e população de Serra Talhada que: No último dia 27/11/2020, comuniquei oficialmente à Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco que a partir de 31/12/2020, após cinco anos, estarei deixando a disposição o cargo de Diretor Geral do HOSPAM, o qual ocupei desde 01/01/2016 com muito orgulho, compromisso e responsabilidade.

Devemos entender que todo ciclo tem seu começo, meio e fim e que durante este período tivemos muitas conquistas, desafios, contratempos e vitórias, porém é chegado o momento de alçar novos voos e enfrentar novos desafios para o meu crescimento profissional. Saio com a sensação de dever cumprido junto à unidade hospitalar, funcionários e pacientes atendidos durante todo este tempo o qual conduzi os rumos deste.

Agradeço primeiramente a Deus por tudo o que Ele me proporcionou ao longo desses meus 30anos, à minha família e também à oportunidade dada pelo Governador Paulo Câmara, ao ex-secretário de Saúde Iran Costa, ao Secretário de Saúde atual André Longo, junto de toda a equipe da Secretaria Estadual de Saúde e todo o grupo e Deputado Federal Sebastião Oliveira.

O sentimento hoje é de inteiro respeito e gratidão pela confiança em mim depositada, quando lá em 2016 com apenas 25 anos, recebia missão de conduzir os destinos do HOSPAM.

Não menos importante, agradeço à Gerência de Saúde e seus Secretários Municipais de Saúde, Diretores de Hospitais pela nossa parceria tão exitosa durante esse tempo. Gestão antes de tudo se faz com parcerias e construção de pontes. O SUS é universal e independe de cor, sexo, profissão, bandeira partidária e etc.

A todos os funcionários só tenho a agradecer e parabenizá-los. Juntos nós mudamos a nossa realidade. No meu cargo, sem o apoio, ajuda e compromisso de todos, não teríamos obtido sucesso. Vocês foram e são guerreiros.

Em um ano de Pandemia contra um novo vírus, nos unimos e partimos juntos em defesa do povo. Os desafios são constantes e o HOSPAM possui ainda muito a avançar.

Ao meu sucessor(a), desejo uma exitosa gestão e que Deus permaneça ao lado de todos.

Deixarei a gestão do hospital com estoques completamente abastecidos de insumos por no mínimo três meses adiante. Saio também deixando recursos financeiros em conta e nenhum débito com fornecedor de compras ou serviços realizados nos últimos anos, conforme arquivos internos e prestações de contas.

À toda imprensa que nos deu liberdade, imparcialidade, transparência e apoio durante o tempo, peço que continuem sendo esta ferramenta de defesa dos anseios do povo. Uma imprensa livre e imparcial é um grande instrumento de luta por toda uma população. Muito obrigado a todos e sigamos, pois até 31 de dezembro ainda teremos muito trabalho e compromisso com o povo. 

Serra Talhada, 02 de Dezembro de 2020.

João Antônio B. M. Antunes

Outras Notícias

Dilma deixa o Palácio da Alvorada para morar em Porto Alegre

G1 A ex-presidente Dilma Rousseff deixou, por volta das 15h30, desta terça-feira (5) o Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, onde mora desde janeiro de 2011, quando assumiu o primeiro mandato. Ela seguirá para Porto Alegre, onde parte de sua família mora. Após deixar o Palácio, Dilma desceu do carro e cumprimentou os manifestantes […]

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A ex-presidente Dilma Rousseff deixou, por volta das 15h30, desta terça-feira (5) o Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, onde mora desde janeiro de 2011, quando assumiu o primeiro mandato. Ela seguirá para Porto Alegre, onde parte de sua família mora.

Após deixar o Palácio, Dilma desceu do carro e cumprimentou os manifestantes que a aguardavam do lado de fora do local. Ela recebeu várias rosas de presente e não parou para falar coma imprensa.

Na última quarta (31), o Senado aprovou, por 61 votos a 20, o impeachment de Dilma. Ela foi condenada sob a acusação de ter cometido crimes de responsabilidade fiscal – as chamadas “pedaladas fiscais” no Plano Safra e os decretos que geraram gastos sem autorização do Congresso Nacional.

Apesar disso, os senadores decidiram, em uma segunda votação, manter a petista habilitada para ocupar cargos públicos.

Nos últimos dias, Dilma permaneceu no Alvorada e recebeu a visita de ex-ministros de seu governo, como Aloizio Mercadantee Eleonora Menicucci.

Tentáculos políticos da JBS nos EUA incluem ex-número 3 do país

Republicano John Boehner, ex-presidente da Câmara dos Deputados entre 2011 e 2015, será conselheiro da companhia, de quem recebeu doações em quatro eleições Da Veja.com No início deste ano, a JBS anunciou que John Boehner será um dos quatro membros independentes do conselho da JBS Internacional, a companhia que será criada depois do lançamento de […]

John Boehner, ex-presidente da Câmara dos Deputados entre 2011 e 2015. Foto: Kevin Lamarque/Reuters

Republicano John Boehner, ex-presidente da Câmara dos Deputados entre 2011 e 2015, será conselheiro da companhia, de quem recebeu doações em quatro eleições

Da Veja.com

No início deste ano, a JBS anunciou que John Boehner será um dos quatro membros independentes do conselho da JBS Internacional, a companhia que será criada depois do lançamento de ações no mercado americano, o que estava previsto para ocorrer no segundo semestre. Presidente da Câmara dos Deputados de 2011 a 2015, um dos cargos mais importantes dos EUA – é o segundo na linha sucessória, atrás apenas do vice-presidente do país -, o ex-deputado recebeu doações da companhia nas disputas eleitorais de 2008, 2010, 2012 e 2014.

Os valores são mínimos quando comparados aos do Brasil e sua origem não é o caixa da JBS, mas contribuições de seus executivos e funcionários. As empresas são proibidas de fazer doações diretas a candidatos no EUA. Para atuar nas eleições, elas criam Comitês de Ação Política (PAC, em inglês), que captam recursos entre seus empregados e repassam às campanhas.

Os limites para doações são estritos: no ano passado, indivíduos podiam doar US$ 5.400 (cerca de R$ 18 mil hoje) por candidato. Desde 2008, o JBS & Swift PAC destinou US$ 809 mil ao financiamento de campanhas eleitorais, valor conservador para grandes empresas nos EUA. O republicano Boehner recebeu US$ 5 mil em 2008, US$ 7,5 mil em 2010 e US$ 5 mil em 2012 e 2013.

O cientista político Mark Langevin, professor da Escola Elliott de Estudos Internacionais da Universidade George Washington, afirmou que o mais importante do PAC não é o dinheiro, mas a rede de apoio e relações que ele cria para o candidato.

Ao longo dos anos, a JBS concentrou suas contribuições em candidatos republicanos. Em 2008, integrantes do partido receberam 82% dos US$ 87.500 doados. No ano passado, o porcentual foi de 90%. O parlamentar que mais recebeu recursos do PAC da JBS desde 2008 foi Adrian Smith, de Nebraska que tem o setor agropecuário entre suas prioridades. No período, os funcionários da empresa destinaram US$ 37 mil a suas campanhas.

Em seguida, aparecem dois congressistas do Colorado, estado que concentra os negócios da JBS nos EUA. O republicano Cory Gardner recebeu US$ 19 mil, enquanto a doação para o democrata Michael Bennett foi de US$ 14.500.

Brechas – Decisões adotadas pelo Judiciário dos EUA no início dessa década ampliaram a possibilidade de empresas atuarem nas eleições e destinarem recursos para campanhas de maneira indireta. O principal canal para isso são os Super PACs, que podem receber recursos ilimitados de pessoas jurídicas. Apesar de não poderem doar diretamente para o candidato, eles podem usar os recursos em publicidade a seu favor e contra seus adversários e na promoção de causas identificadas com ele.

O Judiciário também abriu uma porta para empresas contribuírem sem se identificar, usando doações a entidades sociais que depois repassam recursos para campanhas.

Moro seria um dos principais rivais de Bolsonaro em 2022, diz pesquisa

Da Veja O ex-ministro Sergio Moro, que deixou o governo há pouco mais de uma semana fazendo graves acusações ao presidente Jair Bolsonaro seria um dos principais rivais do ex-chefe em uma eventual disputa presidencial em 2022, segundo levantamento exclusivo feito pelo instituto Paraná Pesquisas. No cenário mais provável, Moro aparece em segundo lugar, com 18,1% das intenções de voto, atrás […]

Da Veja

O ex-ministro Sergio Moro, que deixou o governo há pouco mais de uma semana fazendo graves acusações ao presidente Jair Bolsonaro seria um dos principais rivais do ex-chefe em uma eventual disputa presidencial em 2022, segundo levantamento exclusivo feito pelo instituto Paraná Pesquisas.

No cenário mais provável, Moro aparece em segundo lugar, com 18,1% das intenções de voto, atrás apenas do presidente, que lidera com 27%, e empatado tecnicamente com o ex-prefeito Fernando Haddad (PT), que tem 14,1% – o empate acontece no limite da margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

“Bolsonaro ganhou um adversário à altura para a próxima eleição. Ele perde muito potencial eleitoral para o Moro nas regiões Sul e Sudeste, onde reinava. Bolsonaro ganhou uma concorrência que não tinha nessa parte do país e começará a ter dificuldades por conta do Moro”, afirmou Murilo Hidalgo, diretor do instituto Paraná Pesquisas.

A pesquisa foi feita entre os dias 26 e 29 de abril e já captou a crise política desencadeada com a saída rumorosa de Moro do governo. Ele acusou o presidente de interferência política na Polícia Federal ao pressionar pela saída do diretor-geral do órgão, Maurício Valeixo, com o objetivo de obter acesso a investigações em andamento, inclusive envolvendo os seus filhos.

Em outro cenário, no qual o nome de Haddad é substituído pelo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ex-juiz da Lava-Jato aparece em terceiro lugar com 17,5%, atrás do petista (23,1%) e de Bolsonaro (26,3%). Neste momento, Lula não pode ser candidato porque está inelegível, enquadrado na Lei da Ficha Limpa, por ter sido condenado em duas instâncias – em uma delas, ironicamente pelo próprio Moro – no processo relativo a um tríplex no Guarujá, que teria sido dado a ele pela construtora OAS como pagamento de propina.

“Chama a atenção que Bolsonaro não recupera o potencial eleitoral “lavajatista”. Mostra que foi um divórcio litigioso. O contingente do Moro que estava com Bolsonaro se foi com o vento”, diz o cientista político Antonio Lavareda, especialista em pesquisas de opinião.

Irmão Adilson será sepultado hoje

Será sepultado hoje às quatro da tarde no cemitério de Alto Vermelho o ex-vereador Irmão Adilson. Ele tinha 48 anos e sofria de complicações do diabetes, insuficiência renal e pulmonar. O corpo é velado no Distrito de Ibitiranga,  sua base política. José Adilson da Silva já tinha o estado de saúde debilitado. Estava internado no […]

Será sepultado hoje às quatro da tarde no cemitério de Alto Vermelho o ex-vereador Irmão Adilson.

Ele tinha 48 anos e sofria de complicações do diabetes, insuficiência renal e pulmonar. O corpo é velado no Distrito de Ibitiranga,  sua base política.

José Adilson da Silva já tinha o estado de saúde debilitado. Estava internado no Hospital Mestre Vitalino e depois, removido para o Otávio de Freitas.

Ontem  acabou falecendo pela manhã. O prefeito Anchieta Patriota decretou luto oficial de três dias por seu falecimento.

O presidente da Câmara de Carnaíba,  Cícero Batista,  também emitiu pesar por seu falecimento.  Também a bancada de oposição se solidarizou em nota.

Ausência de Lula e Flávio Bolsonaro esvazia primeiro debate presidencial de 2026

O primeiro debate entre candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026 começou, na noite deste domingo (23), sem os dois nomes que lideram as pesquisas de intenção de voto. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) decidiram não participar do encontro promovido pela Band. Romeu Zema […]

O primeiro debate entre candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026 começou, na noite deste domingo (23), sem os dois nomes que lideram as pesquisas de intenção de voto. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) decidiram não participar do encontro promovido pela Band.

Romeu Zema (Novo) também desistiu de comparecer. Com as três ausências, participaram do debate apenas Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante).

A imagem dos púlpitos vazios acabou se tornando um dos principais símbolos do primeiro confronto televisionado da campanha presidencial. A Band manteve no cenário os lugares destinados aos candidatos que haviam sido convidados, mesmo após as desistências.

As ausências de Lula e Flávio chamam atenção porque os dois concentram atualmente a maior parte das intenções de voto. No Datafolha divulgado na sexta-feira (21), Lula apareceu com 39%, enquanto Flávio registrou 33%.

Por que Lula não foi?

A decisão de Lula envolve cálculo eleitoral. A avaliação dentro da campanha petista é de que, como presidente e candidato à reeleição, ele poderia se transformar no principal alvo dos demais concorrentes durante um debate de primeiro turno.

A equipe do presidente também manifestou insatisfação com a composição do encontro, argumentando que a Band convidou candidatos que não precisariam obrigatoriamente participar segundo os critérios estabelecidos pela legislação eleitoral.

Lula já havia indicado que selecionaria os debates dos quais pretende participar ao longo da campanha. No mesmo horário do encontro da Band, o presidente concedeu entrevista à Record.

Flávio também evita confronto sem Lula

Flávio Bolsonaro adotou estratégia semelhante, mas com outra lógica. O candidato do PL afirmou que participaria do debate caso Lula também estivesse presente.

Sem o presidente no palco, Flávio ficaria como candidato mais bem colocado nas pesquisas e poderia se tornar o principal alvo dos adversários.

Há ainda uma disputa interna no campo da direita. Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos concorrem por parcelas de um eleitorado que Flávio precisará atrair especialmente em uma eventual disputa de segundo turno. Entrar em confronto direto com esses candidatos neste momento pode representar um risco adicional para sua campanha.

Zema também desistiu

A ausência de Lula e Flávio provocou ainda a desistência de Romeu Zema.

A equipe do candidato do Novo argumentou que o debate havia sido transferido originalmente de 16 para 23 de agosto diante da possibilidade de participação de Lula. Com a confirmação da ausência do presidente, Zema afirmou que a alteração perdeu o propósito e decidiu não comparecer.

Ausências viram alvo dos presentes

A repercussão começou antes mesmo do início do programa.

Ronaldo Caiado criticou a decisão dos adversários e classificou os ausentes como “fujões”. Renan Santos levou fraldas com os nomes de Lula e Flávio Bolsonaro como forma de provocação.

Augusto Cury chegou a anunciar, na porta da emissora, que também deixaria o encontro em protesto contra a ausência dos dois líderes das pesquisas. Pouco depois, voltou atrás e participou do programa.

Mesmo sem Lula e Flávio no estúdio, as ausências não impediram que os dois fossem mencionados durante o confronto. Lula, principalmente, tornou-se alvo de críticas dos candidatos presentes.

Debates perdem protagonistas, mas abrem espaço para outros candidatos

A ausência simultânea dos dois principais candidatos altera a função eleitoral do primeiro debate. O eleitor perde a oportunidade de observar um confronto direto entre Lula e Flávio e de comparar como os dois respondem, sem o ambiente controlado da propaganda eleitoral, a questionamentos dos adversários.

Para os candidatos que aparecem mais distantes nas pesquisas, entretanto, o cenário abre uma oportunidade de exposição.

Ronaldo Caiado, Renan Santos e Augusto Cury tiveram mais espaço para apresentar propostas e buscar protagonismo justamente pela ausência dos favoritos.

Na avaliação de cientistas políticos ouvidos pela BBC Brasil, debates continuam sendo importantes por obrigarem candidatos a enfrentar o contraditório. Ao mesmo tempo, o crescimento das redes sociais mudou a estratégia das campanhas: uma resposta ruim, uma gafe ou um confronto podem produzir vídeos que circulam durante dias e alcançar um público muito maior que o da transmissão original.

Esse risco ajuda a explicar por que candidatos em posições mais favoráveis nas pesquisas podem considerar eleitoralmente mais seguro evitar determinados encontros.

A tendência, até agora, é que Lula e Flávio sejam mais seletivos na participação nos próximos debates. O último grande confronto antes do primeiro turno está previsto para 1º de outubro, na TV Globo.

Fonte: BBC Brasil

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