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Alepe aprecia pedido do governo para realização de sessão extraordinária

Por André Luis

A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), se reunirá nesta segunda-feira (15), a partir das 10h, para apreciar solicitação da governadora do Estado, Raquel Lyra, para que o Poder Legislativo instale período de sessão extraordinária. A convocação suspende temporariamente o recesso parlamentar e tem como foco a votação de sete projetos de lei de autoria do Poder Executivo.

Entre as proposições está a de número 2088, que busca a adesão do Estado ao Plano de Promoção do Equilíbrio Fiscal (PEF) da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), nos termos da Lei Complementar Federal nº 178/2021. Segundo justificou o Governo do Estado, o PEF visa estimular medidas que contribuam para a melhoria do equilíbrio das contas dos entes federativos e de suas capacidades de pagamento, por meio da definição de metas, compromissos e da concessão de incentivos.

Empréstimos

Além dessa proposta, ainda constam matérias que autorizam Pernambuco a contratar duas operações de crédito em instituições financeiras distintas. A primeira delas, o Projeto de Lei nº 2089/2024, permite que a administração pública contraia empréstimo junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no valor de R$ 652 milhões. Os recursos se destinarão a projetos da Secretaria de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional.

A segunda proposição é o Projeto de Lei nº 2090/2024. De acordo com o texto, poderá ser obtido junto ao Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Bird) um financiamento de até US$ 275 milhões, com garantia da União. Esses valores, conforme prevê a iniciativa, serão utilizados para reestruturação e recomposição de parte da dívida do Estado, no âmbito do Programa de Sustentabilidade Fiscal, Econômica e Ambiental de Pernambuco. 

Ainda segundo a justificativa anexada ao PL, a meta é que, com essa medida, o fluxo de pagamento da dívida se torne mais eficiente, por meio da renegociação de contratos. A reestruturação prevê uma nova contratação com o Bird, com prazo mais alongado e condições mais atrativas.

Despesas

Ainda constam no pacote de proposições a serem apreciadas pela Alepe outras duas matérias que propõem abertura de crédito suplementar em favor do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). No caso da primeira instituição, a suplementação orçamentária será da ordem de R$ 14,96 milhões. 

O Poder Judiciário estadual, por sua vez, terá um incremento de R$ 15 milhões nos seus cofres. Conforme ressaltado pelo Governo do Estado, o remanejamento de recursos se faz necessário para atender ao aumento no número de promotores, no caso do MPPE, bem como de magistrados, para o TJPE. Ou seja, ambas as medidas se destinarão a cobrir despesas com pessoal. 

Reajustes

O Projeto de Lei nº 2087/2024 também trata de gastos do Estado com o quadro de servidores. Nesse caso específico, a proposta promove reestruturação na carreira de diversos cargos públicos. Serão atualizados os valores nominais dos vencimentos de analistas, assistentes e auxiliares técnicos em Defesa Social; odontólogos; professores, e integrantes do Grupo Ocupacional Gestão Técnico Administrativa da Polícia Militar de Pernambuco. Além desses, também serão beneficiados analistas, assistentes e auxiliares de apoio administrativo às atividades fazendárias, bem como integrantes do Grupo Ocupacional de Apoio Administrativo às Atividades Fazendárias.

Ambiente

Um pedido de autorização para a retirada de vegetação de preservação permanente foi apontado pela gestão estadual como necessário para viabilizar as obras de duplicação da BR-423, no Agreste. Segundo o texto, a área retirada equivale a 3,35 hectares de vegetação nativa típica do bioma Caatinga e está localizada nos municípios de São Caetano e Cachoeirinha, ambos no Agreste Central.

Outras Notícias

Idealizador da Lei da Ficha Limpa declara voto em Lula no segundo turno: “Convicção democrática”

O advogado e ex-juiz eleitoral Márlon Reis, um dos idealizadores da Lei da Ficha Limpa, declarou nesta quinta-feira (22) apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais. Em manifestação nas redes sociais, o jurista justificou sua posição pela defesa da democracia, da Constituição Federal e do que classificou […]

O advogado e ex-juiz eleitoral Márlon Reis, um dos idealizadores da Lei da Ficha Limpa, declarou nesta quinta-feira (22) apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais. Em manifestação nas redes sociais, o jurista justificou sua posição pela defesa da democracia, da Constituição Federal e do que classificou como compromisso com a verdade jurídica.

“Declaro meu apoio a Lula. Faço isso por convicção democrática, respeito à Constituição e compromisso com a verdade jurídica”, escreveu.

Na mesma publicação, Reis fez críticas ao candidato Flávio Bolsonaro (PL), afirmando que, em sua avaliação, o senador não demonstra compromisso com as necessidades da população que mais depende da atuação do Estado e das políticas sociais.

Márlon Reis é conhecido por sua participação na elaboração da Lei da Ficha Limpa, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada em 2010. A legislação surgiu de uma iniciativa popular organizada pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) e estabeleceu novas hipóteses de inelegibilidade para candidatos a cargos públicos.

O advogado também atuou como juiz eleitoral e participou de iniciativas voltadas ao combate à corrupção nas eleições e à fiscalização da conduta de agentes públicos.

Esta não é a primeira vez que o jurista manifesta apoio a Lula. No segundo turno das eleições de 2022, quando o petista disputou a Presidência contra Jair Bolsonaro (PL), Reis também declarou voto no candidato do PT, mencionando a defesa da democracia e o combate à discriminação.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Datafolha: Em votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos, ambos têm 50%

A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) aponta empate numérico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo segundo turno das eleições presidenciais. Os dois candidatos registram 50% dos votos válidos, a três dias da votação, marcada para domingo (25). O resultado mostra uma redução […]

A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) aponta empate numérico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo segundo turno das eleições presidenciais. Os dois candidatos registram 50% dos votos válidos, a três dias da votação, marcada para domingo (25).

O resultado mostra uma redução da diferença registrada no levantamento anterior, divulgado em 15 de outubro. Na ocasião, Flávio aparecia com 51% dos votos válidos, enquanto Lula tinha 49%, uma distância de dois pontos percentuais.

Com os novos números, Flávio oscilou um ponto percentual para baixo e Lula, um ponto para cima. As variações estão dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A comparação com as três pesquisas realizadas pelo instituto após o primeiro turno mostra uma aproximação numérica entre os candidatos.

Em 8 de outubro, Flávio tinha 52% dos votos válidos, contra 48% de Lula. Uma semana depois, em 15 de outubro, a diferença caiu para 51% a 49%. Agora, ambos aparecem com 50%.

Os votos válidos desconsideram as respostas dos entrevistados que pretendem votar em branco ou nulo e daqueles que ainda não decidiram. Esse é o critério utilizado pela Justiça Eleitoral para determinar o resultado de uma eleição, embora os números das pesquisas não representem o resultado efetivo das urnas.

No cenário que considera todos os entrevistados, Flávio registra 47% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 46%. A diferença de um ponto percentual também configura empate técnico.

A pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 22 de outubro, com 2.520 entrevistas presenciais em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pela TV Globo e pela Folha de S.Paulo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09709/2026.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Datafolha: Flávio marca 47%, e Lula tem 46%; distância diminui a três dias da eleição

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 47% das intenções de voto no segundo turno presidencial, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 46%. A diferença entre os candidatos caiu para um ponto percentual, dentro da margem de erro de dois pontos, configurando empate técnico. […]

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 47% das intenções de voto no segundo turno presidencial, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 46%. A diferença entre os candidatos caiu para um ponto percentual, dentro da margem de erro de dois pontos, configurando empate técnico.

Na comparação com o levantamento anterior, divulgado em 15 de outubro, Flávio manteve os 47%, enquanto Lula oscilou de 45% para 46%. Com isso, a distância entre os candidatos passou de dois para um ponto percentual.

A aproximação também aparece na comparação com a primeira pesquisa realizada pelo Datafolha após o primeiro turno, divulgada em 8 de outubro. Na ocasião, Flávio registrava 49% das intenções de voto, contra 45% de Lula, uma diferença de quatro pontos percentuais.

Nas três rodadas, o candidato do PL passou de 49% para 47% e manteve esse percentual no levantamento mais recente. Já o presidente registrou 45% nas duas primeiras pesquisas e chegou agora a 46%.

As oscilações observadas estão dentro da margem de erro, não permitindo afirmar que houve uma mudança estatisticamente significativa nas preferências do eleitorado.

Os percentuais representam as intenções de voto totais, que consideram todos os entrevistados, incluindo aqueles que pretendem votar em branco ou nulo e os que ainda não decidiram em quem votar.

No cenário de votos válidos, que exclui essas respostas, o Datafolha registra empate numérico: Lula e Flávio aparecem com 50% cada. Na pesquisa anterior, Flávio tinha 51% e Lula, 49%.

O novo levantamento foi realizado após acontecimentos relevantes da campanha, como o avanço da proposta de fim da escala de trabalho 6×1 e o primeiro debate entre os candidatos no segundo turno, promovido pela Band no domingo (18).

A disputa também passou a concentrar discussões sobre o futuro do Bolsa Família, com questionamentos apresentados pela campanha petista sobre as propostas econômicas do adversário. Flávio nega que pretenda encerrar o programa.

O Datafolha entrevistou presencialmente 2.520 eleitores entre os dias 20 e 22 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pela TV Globo e pela Folha de S.Paulo e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09709/2026.

O segundo turno da eleição presidencial será realizado neste domingo (25).

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Irmã de Carla Zambelli declara voto em Lula: “Eu sou uma Zambelli que vota 13”.

A advogada e professora universitária Paula Zambelli Salgado Brasil, irmã da ex-deputada federal Carla Zambelli (PL), declarou apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo (25). Em vídeo publicado nas redes sociais, ela explicou que decidiu tornar pública sua posição política, apesar das divergências com […]

A advogada e professora universitária Paula Zambelli Salgado Brasil, irmã da ex-deputada federal Carla Zambelli (PL), declarou apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo (25). Em vídeo publicado nas redes sociais, ela explicou que decidiu tornar pública sua posição política, apesar das divergências com integrantes da própria família.

Paula afirmou que vinha evitando manifestações públicas sobre política desde 2020, quando passou a ser procurada por jornalistas em razão da projeção nacional de Carla Zambelli. Segundo ela, o silêncio deixou de ser uma alternativa diante do atual cenário eleitoral.

“Eu sei que esse silêncio tem um preço, e eu hoje não estou mais disposta a pagar”, declarou.

A professora explicou que aguardou o encerramento do primeiro turno para se posicionar, com a intenção de evitar possíveis prejuízos aos familiares. Ela também ressaltou que as divergências políticas não alteram seus sentimentos pela irmã, pela mãe e pelo irmão Bruno Zambelli (PL), deputado estadual de São Paulo.

“Eu tenho uma grande admiração pelas pessoas que eles são, mas eu penso diferente deles”, afirmou.

Paula também comentou a decisão de manter o sobrenome Brasil após seu divórcio, ocorrido há cerca de dez anos. Segundo ela, enquanto Carla passou a utilizar publicamente o sobrenome Zambelli em sua trajetória política, preferiu dar maior destaque ao sobrenome Brasil.

Ao justificar sua escolha eleitoral, a advogada mencionou preocupações com a liberdade de expressão, o respeito às diferenças e a convivência democrática.

“Quando a gente tem medo de falar o que a gente pensa, quando a gente corre risco por existir, por ser diferente, é preciso que as pessoas se pronunciem”, disse.

A manifestação ocorre em um contexto de posições políticas distintas dentro da família Zambelli. Carla é ligada ao bolsonarismo, enquanto Paula declarou apoio a Lula na disputa contra Flávio Bolsonaro (PL).

Em 2025, Paula já havia criticado publicamente o PL pelo que considerou falta de apoio à irmã diante dos processos judiciais enfrentados por Carla. Na ocasião, questionou a assistência jurídica e financeira oferecida pelo partido.

A declaração ocorre a três dias do segundo turno presidencial, que será disputado por Lula e Flávio Bolsonaro (PL).

Apesar das diferenças, a advogada reiterou que mantém os laços familiares e que sua decisão de voto não representa um rompimento pessoal com os parentes.

Fonte: Correio Braziliense
Imagem: Reprodução/Redes sociais

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Datafolha: aprovação de Lula sobe para 49%, enquanto desaprovação recua

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) mostra que 49% dos brasileiros aprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 48% desaprovam. Outros 2% não souberam responder. Os resultados configuram empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais. O levantamento registra uma inversão numérica em relação à pesquisa anterior, […]

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) mostra que 49% dos brasileiros aprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 48% desaprovam. Outros 2% não souberam responder. Os resultados configuram empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.

O levantamento registra uma inversão numérica em relação à pesquisa anterior, divulgada em 15 de outubro. Na ocasião, 50% dos entrevistados desaprovavam o presidente, enquanto 48% aprovavam sua atuação.

Na comparação entre as duas rodadas, a aprovação oscilou um ponto percentual para cima, passando de 48% para 49%. Já a desaprovação caiu dois pontos, de 50% para 48%. O percentual dos que não souberam responder passou de 3% para 2%.

As variações estão dentro da margem de erro, não permitindo afirmar que houve uma mudança estatisticamente significativa na percepção dos entrevistados sobre o presidente.

O Datafolha também investigou a avaliação do governo federal. Nesse indicador, 36% consideram a gestão ótima ou boa, enquanto 39% a classificam como ruim ou péssima. Outros 24% avaliam o governo como regular.

Na pesquisa anterior, a avaliação positiva era de 35%, a negativa chegava a 41% e a regular somava 23%. Os números indicam oscilações de um ponto percentual na avaliação positiva e regular e de dois pontos na negativa.

A pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 22 de outubro, com 2.520 eleitores entrevistados presencialmente em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pela TV Globo e pela Folha de S.Paulo e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09709/2026.

Os dados foram divulgados a três dias do segundo turno da eleição presidencial, marcado para domingo (25).

Fonte: Datafolha
Foto: Reprodução

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