Afogados: sistema de reuso de água do Vianão é destaque em matéria com repercussão nacional
Por André Luis
Tecnologia foi comparada a outras usadas no exterior
Por André Luis
O projeto Sistema de Reuso de Água usado no Estádio Municipal Valdemar Viana de Araújo (Vianão), em Afogados da Ingazeira, foi citado como exemplo de ações positivas na despoluição das águas em matéria do UOL com destaque nacional.
Junto com os jardins filtrantes no Riacho do Cavouco, no Recife o projeto Sistema de Reuso de Água de Afogados foi apontada como uma tecnologia capaz de ajudar a despoluir rios no Brasil. Com uma diferença, o sistema usado em Afogados é bem mais barato.
As duas tecnologias foram comparadas a iniciativas usadas no rio Tâmisa, na Inglaterra e no rio Han na Coreia do Sul. Mas a matéria do UOL lembra que junto com as tecnologias, também é preciso vontade política e educação ambiental.
O projeto Sistema de Reuso de Água de Afogados da Ingazeira transforma esgoto em água rica em nutrientes. O projeto usa um tratamento biológico com bactérias de decomposição, cascas de laranja e sangue de boi. Com a ação, aproximadamente 50 m³ de efluentes (resíduos poluentes) deixaram de ser despejados no rio Pajeú.
Ao UOL o coordenador de engenharia e meio ambiente do Inciti (Pesquisa e Inovação para as Cidades), Djair Falcão, essa tecnologia aplicada aqui pode ser ampliada de forma a filtrar a água de esgotos e devolvê-la limpa para os rios. É de baixo custo e replicável.
A iniciativa sustentável implantada pela Prefeitura de Afogados da Ingazeira, permite realizar o serviço de irrigação do gramado do estádio Vianão. O reúso da água ainda garante que seja efetuada a adubação regular das praças e jardins da cidade.
A tradicional Cantata Natalina promovida pela Prefeitura de Afogados da Ingazeira vai acontecer neste sábado (23), a partir das 20h, na praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara, em frente à catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios. A cantata será realizada pela Escola de Música Bernardo Delvanir Ferreira, com as participações especiais da banda e […]
A tradicional Cantata Natalina promovida pela Prefeitura de Afogados da Ingazeira vai acontecer neste sábado (23), a partir das 20h, na praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara, em frente à catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios.
A cantata será realizada pela Escola de Música Bernardo Delvanir Ferreira, com as participações especiais da banda e coral infantil da Escola Bernardo Delvanir, Bailarina Yasmin Charleany, Ballet Expressart, Grupo cultural Sanfonar e Ballet semear, além dos cantores Emmanuel Martins e Marcia Lytsia. A cantata é uma ação integrada das Secretarias Municipais de Educação e de Cultura e Esportes.
Em uma carta aberta aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), a Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) pediu aos magistrados para “conter ação e comportamento” de Gilmar Mendes. No documento, a ANPR afirma que o ministro “se destaca e destoa por completo” do comportamento dos demais ministros da Corte e critica a “desenvoltura” […]
Em uma carta aberta aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), a Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) pediu aos magistrados para “conter ação e comportamento” de Gilmar Mendes.
No documento, a ANPR afirma que o ministro “se destaca e destoa por completo” do comportamento dos demais ministros da Corte e critica a “desenvoltura” com que, segundo a associação, Gilmar Mendes se envolve no debate de assuntos “fora dos autos”.
Ao criticar o comportamento do ministro, a associação de procuradores questiona a imparcialidade de Gilmar Mendes para atuar nos processos da Operação Ponto Final, que envolve os empresários Jacob Barata e Lélis Teixeira.
A entidade faz um apelo à Suprema Corte para que o pedido de suspeição de Gilmar, apresentado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, seja aceito.
Leia a íntegra da carta divulgada pela ANPR:
CARTA ABERTA DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PROCURADORES DA REPÚBLICA AOS MINISTROS DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
Excelentíssimos Senhores Ministros,
Em nossa língua pátria, “supremo” é o que está acima de todos os demais. É o grau máximo. Em nossa Constituição, evidentemente não por acaso, a Corte que Vossas Excelências compõem é a cúpula do Poder Judiciário. É a responsável, portanto, por dizer por último e em definitivo o direito. Seus componentes – Vossas Excelências – estão acima de corregedorias, e respondem apenas a suas consciências. E assim tem de ser, em verdade, posto nosso sistema jurídico.
Isto traz, todavia, permitam-nos dizer, enorme responsabilidade, pois nos atos, nas decisões, no comportamento e nos exemplos, Vossas Excelências são e têm de ser fator de estabilidade. Vossas Excelências são, em larga medida, a imagem e a pedra em que se assenta a justiça no País.
De outra banda, o Tribunal – em sábia construção milenar da civilização – é sempre um coletivo. Cada um de seus componentes diz o direito, mas é o conjunto, a Corte, que o forma e configura, pela composição e debate de opiniões. O erro é da natureza humana. Mas espera-se – e sem duvida nenhuma logra-se – que o conjunto de mulheres e homens acerte mais, aproxime-se mais da Justiça.
É lugar comum, portanto – e seria incabível erro pretender argumentar isso com o STF, que tantas vezes na história recente provou ter perfeita consciência de seu papel fundamental no País; aqui vai o ponto apenas porque necessário para a compreensão dos objetivos da carta – que a instituição, o Tribunal, é maior do que qualquer de seus componentes.
Postas estas premissas, instamos a que Vossas Excelências tomem o pedido público que se segue como um ato de respeito, pois assim o é. É do respeito ao Supremo Tribunal Federal e do respeito por cada um de seus componentes que exsurge a constatação de que apenas o Supremo pode conter, pode corrigir, um Ministro da própria Corte, quando seus atos e exemplos põem em dúvida a credibilidade de todo o Tribunal e da Justiça. Não se pretende aqui papel de censores de Membros do Supremo. Não existem corregedores do Supremo. Há a própria Corte. Só o próprio Tribunal pode exercer este papel.
Excelentíssimos Ministros, não é de hoje que causa perplexidade ao País a desenvoltura com que o Ministro Gilmar Mendes se envolve no debate público, dos mais diversos temas, fora dos autos, fugindo, assim, do papel e do cuidado que se espera de um Juiz, ainda que da Corte Suprema.
Salta aos olhos que, em grau e assertividade, e em quantidade de comentários, Sua Excelência se destaca e destoa por completo do comportamento público de qualquer de seus pares. Magistrados outros, juízes e membros do Ministério Público, de instâncias inferiores, já responderam a suas corregedorias por declarações não raro bem menos assertivas do que as expostas com habitualidade por Sua Excelência. Não existem corregedores para os Membros do Supremo. Há apenas a própria Corte.
Mas a Corte é a Justiça, e não se coaduna com qualquer silogismo razoável propor que precisamente o Supremo e seus componentes estivessem eventualmente acima das normas que regem todos os demais juízes.
Nos últimos tempos Sua Excelência, o Ministro Gilmar Mendes, parece ter voltado a uma de suas predileções – pode-se assim afirmar, tantas foram às vezes que assim agiu -, qual seja, atacar de forma desabrida e sem base instituições e a membros do Poder Judiciário e do Ministério Público, do Procurador-Geral da República a Juízes e Procuradores de todas as instâncias.
Notas públicas diversas já foram divulgadas para desagravar as constantes vítimas do tiroteio verbal – que comumente não parece ser desprovido de intenções políticas – do Ministro Gilmar Mendes. Concentremo-nos, então, na última leva de declarações rudes e injustas – atentatórias, portanto, ao dever de urbanidade – de Sua Excelência, que acompanham sua atuação como relator de Habeas Corpus de presos na Operação Ponto Final, executada no Rio de Janeiro.
Relator do Caso no Supremo, o Ministro Gilmar Mendes não só se dirigiu de forma desrespeitosa ao Juiz Federal que atua no caso, afirmando que, “em geral, é o cachorro que abana o rabo”, como lançou injustas ofensas aos Procuradores da República que oficiam na Lava Jato do Rio de Janeiro, a eles se referindo como “trêfegos e barulhentos”.
Na mesma toada, insinuou que a a posição sumulada – e perfeitamente lógica – de não conhecimento de recursos em habeas corpus quando ainda não julgado o mérito pelas instâncias inferiores estaria sendo usada como proteção para covardia de tomar decisões. Com esta última declaração Sua Excelência conseguiu a proeza de lançar, de uma só vez, sombra de dúvida sobre a dignidade de todas as instâncias inferiores e mesmo a seus colegas de Tribunal, vale dizer, lançou-se em encontro à credibilidade de todo o Poder Judiciário.
Estas declarações trazem desde logo um grave desgaste ao STF e à Justiça brasileira. Nestas críticas parece ter esquecido o Ministro o dever de imparcialidade constante nos artigos 252 e 254 do Código de Processo Penal bem como na Convenção Americana de Direitos Humanos (art. 8º), no Pacto de Direitos Civis e Políticas e na Declaração Universal dos Direitos do Homem.
Ademais, as declarações são absolutamente injustas.
Senhores Ministros, em nome dos Procuradores da República de todo o Brasil reforçamos aqui o apoio aos membros da Força-Tarefa da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro, que realizam um trabalho grandioso no combate à corrupção naquele Estado, que notoriamente já foi muito vilipendiado por violentos ataques aos cofres públicos.
O trabalho da Força-Tarefa, que atua com elevada técnica, competência e esmero, já revelou o grande esquema da atuação de organização criminosa no Estado do Rio de Janeiro e continua obtendo resultados expressivos, com recuperação, aos cofres públicos, de centenas de milhões de reais desviados; bloqueio de outras centenas milhões em contas e bens apreendidos; bem como condenações e prisões de agentes públicos e particulares responsáveis pelo enorme prejuízo que esquema de corrupção, peculato e lavagem de dinheiro que a criminalidade organizada estatal causou às instituições e à população do Estado do Rio de Janeiro.
É sempre importante lembrar que, muito do que foi comprovado pela Força-Tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro é consequência da relação promíscua e patrimonialista de agentes públicos e empresários, que resultaram em enorme prejuízo aos cofres públicos e a demonstração de que para as instituições sejam republicanas e imparciais é fundamental que não se confundam relações pessoais com as coisas públicas.
Da mesma forma, a Justiça Federal e o Juiz Federal que cuida do caso no Rio de Janeiro têm sido exemplares em técnica, isenção, imparcialidade e coragem, em trabalho observado e aplaudido por todo o Brasil.
Adjetivos descabidos lançados às instituições é comportamento comum em excessos cometidos por agentes políticos que confundem o público e o privado. Não são esperados, contudo, de um Juiz.
Um fato a mais, todavia, separa as declarações e atos do Ministro Gilmar Mendes neste caso de outros em que se lançou a avaliações públicas não cabíveis. Um conjunto sólido e público de circunstâncias indica insofismavelmente a suspeição do Ministro para o caso, vale dizer, sua atuação (insistente) na matéria retira credibilidade e põe em dúvida a imparcialidade e a aparência de imparcialidade da Justiça.
Gilmar Mendes foi padrinho de casamento (recente) da filha de um dos beneficiados, com a liberdade por ele concedida. Confrontado com este fato por si só sobejamente indicativo de proximidade e suspeição, por meio de sua assessoria o Ministro Gilmar Mendes disse que “o casamento não durou nem seis meses”, como se o vínculo de amizade com a família, cuja prova cabal é o convite para apadrinhar o casamento, se dissolvesse com o fim dele. A amizade – que determina a suspeição – foi a causa do convite, e não o contrário.
Em decorrência deste e de outros fatos – advogado em comum com o investigado, sociedade e notórias relações comerciais do investigado com um cunhado do Ministro, tudo isto coerente e indicativo de proximidade e amizade – o Procurador-Geral da República, após representação no mesmo sentido dos Procuradores da República que atuam no caso, apresentou nesta semana pedidos de impedimento e de suspeição do Ministro Gilmar Mendes ao STF.
Conforme a arguição, há múltiplas causas que configuram impedimento, suspeição e incompatibilidade do ministro para atuar no processo, considerando que há entre eles vínculos pessoais que impedem o magistrado de exercer com a mínima isenção de suas funções no processo.
Já disse a Corte Europeia de Direitos Humanos que “não basta que o juiz atue imparcialmente, mas é preciso que exista a aparência de imparcialidade; nessa matéria inclusive as aparências têm importância.”
Viola a aparência de imparcialidade da Suprema Corte brasileira a postura do ministro que, de um lado, e no mesmo processo, lança ofensas e sombras sobre agentes públicos, inclusive seus colegas, ataca decisões judiciais de que discorda, e finda por julgar pai de apadrinhado e sócio de cunhado.
Espera-se o devido equilíbrio – e aparência de equilíbrio e de imparcialidade, que são também essenciais – no comportamento de um Juiz, com a responsabilidade de julgar de forma equidistante dos fatos e das pessoas diretamente beneficiadas no caso. Da mesma forma é sempre o caminho correto o devido respeito entre as instituições do Ministério Público e do Poder Judiciário, e entre instâncias do próprio Poder Judiciário.
Senhores Ministros, apenas o Supremo pode corrigir o Supremo, e apenas a Corte pode – e deve, permita-nos dizer – conter ação e comportamento de Ministro seu que põe em risco a imparcialidade. Um caso que seja em que a Justiça não restaure sua inteira imparcialidade, põe em risco a credibilidade de todo Poder Judiciário.
Não é a primeira vez que é arguida a suspeição do Ministro Gilmar Mendes, e mais uma vez Sua Excelência – ao menos por enquanto – recusa-se a reconhecer ele mesmo a situação que é evidente a todos.
O exemplo e o silêncio dos demais Ministros e da Corte não são mais suficientes. Com a devida vênia, a responsabilidade para com o Poder Judiciário impõe enfrentar o problema.
A ação do Supremo no caso é essencial para que a imagem e a credibilidade de todo o sistema judiciário brasileiro não saiam indelevelmente abalados. A eventual inação, infelizmente, funcionará como omissão.
A ANPR representa mais de 1.300 Procuradoras e Procuradores da Republica, e confia, como sempre, no Supremo Tribunal Federal.
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PROCURADORES DA REPÚBLICA – ANPR
Nenhum dos pacientes internados na rede hospitalar são moradores do município. Desde o início da pandemia, esta é a primeira vez que isto acontece A Secretaria de Saúde da Prefeitura de Arcoverde informou, que nesta quinta-feira (19), o município não possui pacientes com Covid-19 internados no Hospital Regional Ruy de Barros Correia ou no Hospital […]
Nenhum dos pacientes internados na rede hospitalar são moradores do município. Desde o início da pandemia, esta é a primeira vez que isto acontece
A Secretaria de Saúde da Prefeitura de Arcoverde informou, que nesta quinta-feira (19), o município não possui pacientes com Covid-19 internados no Hospital Regional Ruy de Barros Correia ou no Hospital Memorial Arcoverde. O fato é inédito, desde o ano passado com o início da pandemia.
“Hoje, tivemos esta excelente notícia de que nos dois hospitais com leitos disponíveis exclusivos para a Covid-19, não contam pacientes do município internados”, destacou o prefeito Wellington Maciel.
Segundo o prefeito, “no Hospital Regional Ruy de Barros Correia está com 20% dos seus leitos de UTI ocupados por pacientes de outras cidades, assim como 10% da enfermaria, com paciente de outra cidade. Já no Hospital Memorial, um paciente de outro município ocupa uma das 10 vagas de UTI”, pontuou Wellington Maciel.
O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura bateu o recorde entre os colegas de testagem positiva para a Covid-19. É a terceira vez que é infectado. Graças a Deus está bem, só com sintomatologia leve da doença. “Infelizmente, mais uma vez, testei positivo para a Covid-19. Estou bem, me cuidando e cumprindo o isolamento social. Na […]
O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura bateu o recorde entre os colegas de testagem positiva para a Covid-19.
É a terceira vez que é infectado. Graças a Deus está bem, só com sintomatologia leve da doença.
“Infelizmente, mais uma vez, testei positivo para a Covid-19. Estou bem, me cuidando e cumprindo o isolamento social. Na quinta-feira, farei o teste novamente, caso esteja tudo normalizado, na sexta-feira voltarei às minhas atividades normais”.
Estes dias, o estado tem alertado para cuidados adicionais, inclusive com reforço de dose da vacina bivalente para grupos prioritários. Em Pernambuco, a orientação do ministério já está sendo coloca em prática.
“Peço a todos vocês que se cuidem, tomem a vacina, não podemos deixar que o vírus volte a tirar vidas das pessoas que amamos como aconteceu anteriormente”, diz Adelmo.
A cidade de Serra Talhada, no Sertão pernambucano, está recebendo a fase final das modalidades coletivas dos Jogos Escolares de Pernambuco (JEPs 2017), no Ginásio Poliesportivo Egídio Torres de Carvalho. As competições tiveram início na última quarta-feira (02), onde atletas de basquete, futsal, handebol e voleibol estão disputando o título de campeão estadual na categoria mirim, para […]
A cidade de Serra Talhada, no Sertão pernambucano, está recebendo a fase final das modalidades coletivas dos Jogos Escolares de Pernambuco (JEPs 2017), no Ginásio Poliesportivo Egídio Torres de Carvalho.
As competições tiveram início na última quarta-feira (02), onde atletas de basquete, futsal, handebol e voleibol estão disputando o título de campeão estadual na categoria mirim, para competidores entre 12 e 14 anos. A fase ainda dá aos campeões a vaga nos Jogos Escolares da Juventude Mirim, que acontecem de 12 a 21 de setembro em Curitiba.
Nesta fase estadual, o JEPs reúne cercanden2 mil participantes, divididos em 83 equipes de 75 escolas da rede estadual de ensino e da rede particular. A primeira semana de competições é destinada às modalidades futsal e voleibol. Depois, entram em ação os competidores do basquete e do handebol.
Nesta etapa são 46 atletas serra-talhadenses participando das competições, sendo 03 equipes de handebol e 01 de futsal.
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