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Afogados: programa visa reduzir impactos do descarte de medicamentos vencidos

Por Nill Júnior

O aumento exponencial da população mundial e, sobretudo, o seu envelhecimento, tem aumentado o consumo de medicamentos. No Brasil, entre 2002 e 2016, a população aumentou de 180 para 205 milhões de pessoas, com maior percentual proporcional de idosos. Nesse mesmo período, a venda de medicamentos passou de 500 milhões de unidades (caixas) para 3,5 bilhões de unidades, segundo dados do IBGE e do Sindicato das Indústrias Farmacêuticas (Sindusfarma).

O aumento na produção e consumo, por sua vez, tem impactos decisivos no meio-ambiente, pois uma vez descartados de forma irregular, os medicamentos podem ser tóxicos a diversas espécies, incluindo os seres humanos. As substâncias também podem poluir águas superficiais e subterrâneas, além do solo.

Visando minimizar esse problema e contribuir para a preservação do meio-ambiente, a Prefeitura de Afogados criou o programa “Farmácia ambiental”. Foram instaladas em todas as unidades de saúde da área urbana do município, pontos de coleta de medicamentos em desuso ou vencidos, que estão nas residências, muitas vezes mal acondicionados. Na maioria das vezes, esses medicamentos são descartados como lixo comum, o que é inapropriado, para dizer o mínimo.

“A população poderá descartar esses medicamentos na unidade de saúde mais próxima de sua residência. A coleta será semanal, e feita pela empresa que recolhe o lixo hospitalar de nossas unidades, através de um contrato que firmamos. Esses medicamentos não mais irão para o meio-ambiente, sendo incinerados, seguindo todas as normas e diretrizes da legislação,”informou o Secretário de Saúde, Artur Amorim.

Segundo o Secretário de saúde, a orientação do Prefeito José Patriota, é que o programa seja expandido para todas as unidades da zona rural, o que deverá ser feito nas próximas semanas.

Outras Notícias

São José do Egito comemora avanço na vacinação

Segundo dados do vacinômetro divulgado pela Secretaria de Saúde de São José do Egito,  50,12% de toda população egipciense já  completou o esquema vacinal com as duas doses ou a dose única da Jansen, contra a covid-19. São José do Egito é uma das poucas cidades da região a atingir esse patamar, segundo nota, “reflexo […]

Segundo dados do vacinômetro divulgado pela Secretaria de Saúde de São José do Egito,  50,12% de toda população egipciense já  completou o esquema vacinal com as duas doses ou a dose única da Jansen, contra a covid-19.

São José do Egito é uma das poucas cidades da região a atingir esse patamar, segundo nota, “reflexo de vacinar acima da média nacional e estadual”.

No total, 42.535 já foram aplicadas na população até a sexta (8). Levando em consideração o número de habitantes apontado pelo IBGE, que é de 34.056, a Terra da poesia já vacinou 74,15% da população total com a primeira dose, sendo 25.255 pessoas que receberam a primeira parte do esquema vacinal, até agora.

Já a segunda dose ou dose única já foram aplicadas em 50,12% da população do município, isso quer dizer que 17.070 pessoas já estão com o esquema completo.

São José do Egito continua aplicando a vacina contra a covid, num ritmo bem acima da média nacional que atualmente estão em 69,93% na primeira dose e 46,03% na segunda dose no Brasil. Em Pernambuco até esta sexta (02), 67,79% já tomaram a primeira dose e 40,03% a segunda dose.

Ônibus Lilás realizou visita a mulheres do campo em Tabira

O município de Tabira recebeu a visita do Ônibus Lilás, nestas segunda (15) e terça (16) nas comunidades de Cachoeira Grande e do Brejinho. O Ônibus Lilás é uma Unidade Móvel que acolhe e orienta mulheres sobre violência doméstica e percorre por todo o estado de Pernambuco, atendo especificamente às mulheres do campo. Em uma […]

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O município de Tabira recebeu a visita do Ônibus Lilás, nestas segunda (15) e terça (16) nas comunidades de Cachoeira Grande e do Brejinho. O Ônibus Lilás é uma Unidade Móvel que acolhe e orienta mulheres sobre violência doméstica e percorre por todo o estado de Pernambuco, atendo especificamente às mulheres do campo.

Em uma parceria entre a Secretaria de Desenvolvimento Social do município e a Secretaria da Mulher do Estado, o ônibus disponibilizou de psicóloga, assistente e educador social. Além de roda de conversa com as mulheres das comunidades.

Segundo a Coordenadora Regional da Secretaria da Mulher do Estado, Salete Gonzaga, o Ônibus Lilás se torna um principal meio de informação para as mulheres da zona rural sobre os direitos das mulheres contra a violência doméstica. “ Esse ônibus é fruto da Marcha das Margaridas, que foi reivindicado aqui no Brasil e Pernambuco agora está cumprindo a sua missão de trazer este meio de informação para as mulheres do campo, para  falar sobre os tipos de violência, onde recorrer, a rede que tem em Pernambuco para atender essas mulheres”.

Após a apresentação teatral do casal folclórico pernambucano, Mateus e Caterina, as mulheres de cada comunidade participaram de uma roda de conversa com a equipe do Ônibus Lilás, onde foi discutido os tipos de violência doméstica, onde as mulheres do município podem pedir auxílio caso venham sofrer algum tipo de violência.

Blogueiro critica Secretário de Cultura

Júnior Finfa questionou papel de Augusto Martins em eventos como Expoagro e Carnaval  Por Júnior Finfa Ninguém pode atacar o Secretário de Cultura e Esportes de Afogados da Ingazeira, Augusto Martins, individualmente. Este blogueiro, seu contemporâneo, amigo de infância, de escola, se soma àqueles que reconhecem sua idoneidade e imagem de pessoa do bem junto […]

Júnior Finfa questionou papel de Augusto Martins em eventos como Expoagro e Carnaval 

Por Júnior Finfa

Ninguém pode atacar o Secretário de Cultura e Esportes de Afogados da Ingazeira, Augusto Martins, individualmente. Este blogueiro, seu contemporâneo, amigo de infância, de escola, se soma àqueles que reconhecem sua idoneidade e imagem de pessoa do bem junto à sociedade. Mas a avaliação do gestor de Cultura não pode levar isso em conta.

O cargo de secretário municipal, seja qual a pasta, incumbe assessorar o gestor municipal nos assuntos de competência de sua pasta, definir e estabelecer as políticas, diretrizes, normas de organização interna e planejar, dirigir e controlar as ações da Secretaria.

E aí há situações que são, no mínimo, muito estranhas. O carnaval e o papel que Augusto terá na festa é só uma delas.

Faltando nove dias para o início dos festejos de momo, é inadmissível até agora ninguém saber de nada, a não ser o anunciado pelo prefeito Sandrinho Palmeira: a contratação de um trio para os dias, domingo, segunda e terça de Carnaval.

Pasmem: em uma reunião realizada na última quarta-feira (08), no Ministério Público sobre o Carnaval, este blogueiro foi informado que apenas os blocos de Afogados da Ingazeira divulgaram suas programações. Os representantes da Prefeitura pouco sabiam afirmar, incluindo o secretário de cultura Augusto Martins, que chegou a dizer na presença de todos os que participavam da reunião, que não cuidaria da programação principal, apenas dos polos no Clube Campestre, AABB, Bar de Morais e na Praça de Alimentação. Ainda assim, nem a programação dos polos ele anunciou. Segundo um participante da reunião, quando perguntado por alguma coisa, o secretário dizia: “vou falar com o prefeito”.

Assim como na Expoagro, Augusto foi afastado da tarefa maior, aparentemente por receio que não dê conta do recado. Foi preciso o empresário Wagner Nascimento, por sua interlocução com artistas e tudo o que envolve o evento, assumir a responsabilidade de cuidar da grade. Wagner já participou de articulações anteriores, mas nunca um Secretário de Cultura havia ficado tão relegado a segundo plano.

A falta de conhecimento da festa que teria sua responsabilidade, o carnaval, é mais um sinal de que Martins não tem confiança plena. Na polêmica do vácuo gerado pela desistência do Bloco A Onda, coube a Wagner e não a Augusto, articular o socorro, que passa pela contratação do trio Tutti Frutti e contratações de atrações como Fulô de Mandacaru. Isso explica de novo porque Augusto fica boiando entre uma pergunta e outra sobre a programação que desconhece totalmente. Situação que ele mesmo deveria ter recusado, de tão vexatória e desconfortável. Infelizmente Augusto virou “o Secretário que nada sabe…”

Cláudio Castro desiste de disputar vaga no Senado

O ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL-RJ), desistiu de disputar uma vaga no Senado. A decisão foi comunicada nesta quinta-feira (28) ao presidente do PL, Valdemar Costa Neto. As informações são da Folha de S. Paulo. A candidatura de Castro foi anunciada pelo PL em fevereiro. Ele concorreria na mesma chapa de Flávio […]

O ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL-RJ), desistiu de disputar uma vaga no Senado. A decisão foi comunicada nesta quinta-feira (28) ao presidente do PL, Valdemar Costa Neto. As informações são da Folha de S. Paulo.

A candidatura de Castro foi anunciada pelo PL em fevereiro. Ele concorreria na mesma chapa de Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

A decisão ocorre em meio a denúncias sobre conversas comprometedoras do ex-governador com o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.

Além do caso Master, o ex-governador também respondia a um processo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder nas eleições de 2022, o que resultou em sua condenação e inelegibilidade. Mesmo nessa condição, Castro manteve a pré-candidatura por algum tempo, mas passou a sofrer pressão interna no partido para desistir da vaga.

Investigações da Polícia Federal apontaram que Cláudio Castro e Daniel Vorcaro se encontraram em maio de 2023 durante um evento em Nova York, nos Estados Unidos. Após o encontro, o então governador enviou mensagens ao banqueiro, incluindo uma em que diz:

— Amigo, foi uma experiência incrível.

De acordo com as investigações, pouco antes da mensagem, Vorcaro realizou um pagamento de US$ 13. 313 (cerca de R$ 66 mil) em um restaurante de luxo na cidade.

De acordo com a investigação, a relação entre os dois auxiliou a liberação de recursos do Rioprevidência para o Master e houve pagamentos em períodos próximos aos encontros. As conversas obtidas no WhatsApp, porém, não chegam a citar especificamente o Rioprevidência.

Em nota, a defesa de Cláudio Castro negou interferência dele na liberação dos recursos do Rioprevidência.

Outra operação contra Castro – O ex-governador já havia sido alvo de uma ação da Polícia Federal em 15 de maio. Na ocasião, uma investigação apontava que Castro teria atuado de forma decisiva para favorecer os interesses do Grupo Refit, dono da Refinaria de Manguinhos, do empresário Ricardo Magro.

O então mandatário do Rio ainda teria promovido trocas estratégicas em cargos do alto escalão do Estado, sancionado leis sob medida para beneficiar a empresa e orientado órgãos estaduais a atuar em prol da refinaria.

Juiz federal diz que são ‘gravíssimos’ indícios contra policiais legislativos

Polícia Federal fez operação no Senado e prendeu 4 policiais legislativos. Eles teriam atuado para obstruir investigação que envolvem senadores. Do G1 O juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, afirmou, em decisão na qual mandou prender quatro policiais do Senado, que os fatos apontados contra eles são “gravíssimos” e que […]

policia-senadoPolícia Federal fez operação no Senado e prendeu 4 policiais legislativos.
Eles teriam atuado para obstruir investigação que envolvem senadores.

Do G1

O juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, afirmou, em decisão na qual mandou prender quatro policiais do Senado, que os fatos apontados contra eles são “gravíssimos” e que as prisões são necessárias para paralisar condutas criminosas.

A suspeita é que esses policiais faziam varreduras nas casas dos políticos para, por exemplo, identificar e eliminar escutas instaladas com autorização judicial. O juiz aponta como “principal responsável” o diretor da Polícia do Senado, Pedro Ricardo Araújo Carvalho.

As prisões foram determinadas na Operação Métis, deflagrada nesta sexta-feira (21), pela Polícia Federal. Os policiais legislativos são suspeitos de prestar serviço de contra inteligência para ajudar senadores investigados na Lava Jato e em outras operações.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), defendeu a atuação da Polícia do Senado e afirmou que as varreduras são feitas no Senado para detectar a presença de “grampos ilegais”.

“Os fatos são gravíssimos e há indícios de funcionamento da associação liderada pelo primeiro investigado, havendo fundadas razões de autoria e participação nos supracitados delitos. São necessárias tais medidas constritivas a fim de que se possa colher elementos maiores da investigação, sustar outras condutas reiteradas delituosas da mesma natureza, bem como assegurar que longe do local de trabalho e sem a influência de tais investigados se possa ter a segurança dos trabalhos de maior apuração dos fatos pela Polícia Federal, para colheita da mais elementos, como objetos e documentos, de interesse da Investigação”, escreveu o magistrado.

O “primeiro investigado” a que Vallisney se refere é o diretor da Polícia do Senado, Pedro Ricardo Araújo Carvalho. Para o juiz, apesar de não ter praticado pessoalmente os atos, Carvalho “é o principal responsável pelas condutas e autor das ordens aos demais membros”, tem  “domínio pleno dos fatos, [e] exerce a liderança da associação criminosa”.

As prisões são temporárias e valem por cinco dias, período necessário, segundo o juiz Vallisney Oliveira, para que todos os quatro policiais sejam interrogados. As suspeitas são de associação criminosa, corrupção passiva e embaraço às investigações de organização criminosa.

A decisão narra que, como diretor da Polícia Legislativa, Carvalho realizou atos de verificação de escuta telefônicas e ambientais justamente em período em que a imprensa noticiou que os senadores estavam sendo investigados.

As diligências ordenadas por ele, diz o juiz, começaram em 2014 e duraram até este ano. Vallisney também sustenta ter havido “infração de dever funcional”, há que o diretor teria “cedido a pedido ou influência de outrem, inclusive de quem não mais exercia mandato de senador”, em possível referência ao ex-presidente José Sarney.