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Afogados: profissionais da educação participam de oficina de leitura

Por André Luis

Atividade faz parte da programação da 13ª Feira Interativa de Leitura e Conhecimento

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira, sob a coordenação da Secretaria Municipal de Educação, tem desenvolvido ao longo dos anos um trabalho de estímulo e incentivo à leitura junto aos alunos da rede municipal. 

Atividades ligadas à valorização do livro, da leitura e do conhecimento, são desenvolvidas em salas de aula o ano inteiro. E a Feira Interativa de Leitura e Conhecimento (FILCO) representa a culminância dessas atividades.  

Na programação da FILCO deste ano, a Secretaria de Educação inseriu uma importante atividade pedagógica, direcionada para professores, gestores escolares, coordenadores de salas de leitura e demais profissionais da educação. É uma oficina sobre “a leitura em diversas linguagens: vivências com danças circulares em contextos educacionais.” 

A oficina está sendo realizada nestes três primeiros dias de Feira, no auditório da Secretaria de Educação, sempre a partir das 8h30, e está sendo conduzida pela psicanalista Maria do Socorro Viana e pelo psicólogo clínico, Danniel Alves.

Outras Notícias

Michelle Guimarães anuncia pré-candidatura a vereadora de Tuparetama

A radialista Michelle Guimarães anunciou oficialmente sua pré-candidatura a vereadora de Tuparetama, agregando força à campanha de Danilo, pré-candidato a prefeito. Com uma trajetória de mais de duas décadas no rádio, Michelle decide agora se afastar temporariamente da profissão para dedicar-se à política local, integrando a chapa que representa o grupo popular de Tuparetama. Michelle […]

A radialista Michelle Guimarães anunciou oficialmente sua pré-candidatura a vereadora de Tuparetama, agregando força à campanha de Danilo, pré-candidato a prefeito.

Com uma trajetória de mais de duas décadas no rádio, Michelle decide agora se afastar temporariamente da profissão para dedicar-se à política local, integrando a chapa que representa o grupo popular de Tuparetama.

Michelle Guimarães é conhecida pelo seu trabalho nas rádios Tupa FM e Bom Jesus FM em Tuparetama, bem como na Águas Belas FM. Nos últimos 18 anos, ela esteve na Gazeta FM em São José do Egito, onde construiu uma forte ligação com a comunidade.

Nascida em São Paulo, Michelle mudou-se ainda criança para Águas Belas e, em 1992, estabeleceu-se em Tuparetama, onde vive até hoje. Além de sua atuação profissional, ela é apaixonada por animais e praticante do esporte vaquejada.

Como moradora do Bairro Bom Jesus, Michelle destacou a importância de ter uma representante feminina na Câmara de Vereadores, uma vez que, segundo ela, nunca houve uma mulher do bairro ocupando tal posição. Sua pré-candidatura tem como principal foco a defesa dos direitos das mulheres, dos jovens e dos excluídos.

Michelle também pretende valorizar a cultura nordestina, com atenção especial à cavalgada e à vaquejada, tradições que considera importantes e que, segundo ela, merecem mais apoio e incentivo.

“Quero ver uma Tuparetama mais justa e inclusiva, onde todos tenham oportunidades e qualidade de vida. Quero ouvir a comunidade, entender suas necessidades e trabalhar para melhorar nossa cidade,” destacou Michelle em comunicado à imprensa.

A pré-candidatura de Michelle Guimarães representa um passo significativo em sua trajetória, buscando agora contribuir para a política local com a mesma dedicação e compromisso que sempre demonstrou em sua carreira no rádio. Sua parceria com Danilo e a construção de uma chapa forte visa representar a voz popular de Tuparetama, trazendo uma nova perspectiva para a Câmara de Vereadores.

A comunidade de Tuparetama aguarda as próximas etapas da campanha de Michelle, que promete trazer uma nova voz e perspectiva para a Câmara de Vereadores.

“Nossa atuação está em conformidade com a Constituição”, diz promotor Aurinilton Leão

Por André Luis O promotor de Justiça, Aurinilton Leão, rebateu, nesta terça-feira (30), durante entrevista ao Debate das Dez da Rádio Pajeú, as críticas que o Ministério Público vem recebendo na região da 3ª Circunscrição, por conta de apoio a medidas restritivas mais duras em conformidade com prefeitos de treze cidades, que resolveram adotar uma […]

Por André Luis

O promotor de Justiça, Aurinilton Leão, rebateu, nesta terça-feira (30), durante entrevista ao Debate das Dez da Rádio Pajeú, as críticas que o Ministério Público vem recebendo na região da 3ª Circunscrição, por conta de apoio a medidas restritivas mais duras em conformidade com prefeitos de treze cidades, que resolveram adotar uma quarentena mais rígida de cinco dias na semana passada, de 24 a 28 de março.

Ele destacou, a importância do equilíbrio na análise, nas medidas, em todos os momentos que há manifestações públicas em que é preciso efetivamente agir e tomar decisões.

“Neste momento, tomar decisões é algo muito complexo, muito delicado, depende de uma série de variáveis e depende sempre de muitas informações e uma das coisas que algumas pessoas desavisadas vem dizendo é que as medidas adotadas aqui pelos treze municípios não teriam embasamento cientifico, teriam sido adotados de uma maneira açodada e aleatória. O que não é verdade”, alertou.

Ele esclareceu que foram considerados todos os dados da região, que dizem respeito a evolução da quantidade de novos casos, de pessoas hospitalizadas, de pessoas ocupando leitos de UTI e também da quantidade de mortes na região e que o recorte foi comparado com o recorte estadual e o recorte nacional. 

“Além disso, todas as medidas foram pensadas a partir de experiências nacionais e internacionais e inclusive com base em dados e até propostas e sugestões de atuação do observatório da Fiocruz principalmente, mas também de Universidades de vários pontos do Brasil”, observou.

“Tudo que está sendo colocado de crítica para a atividade do Ministério Público está sendo feito, ou por desinformação das ações do MP, ou por maldade mesmo. Feita essas observações no sentido de que o Ministério Público não é, por exemplo, a favor dos governadores, prefeitos e contra o presidente, ou é a favor de governadores, prefeitos e contra a economia. A atuação do Ministério Público passa largo disso. Nossa atuação não é politico-partidária, nem politico-ideológica. Nossa atuação está em conformidade com a Constituição e a teoria dos direitos fundamentais”, destacou Aurnilton. 

Ainda segundo ele: “temos um conflito de direitos fundamentais e essa relação conflituosa precisa ser resolvida com equilíbrio e as medidas para salvaguardar um direito fundamental devem sacrificar no mínimo possível outro direito fundamental. O ideal é que pudéssemos ter um equilíbrio aí e salvaguardar todos, mas em determinados momentos desse conflito a balança pesa mais pra um lado”, afirmou.

Aurinilton lembra que a busca pelo equilíbrio é constante por isso desde o início da pandemia o Ministério Público tem defendido um complexo de medidas em cinco grandes eixos. “Não estamos defendendo só aquilo que é muito importante que é o distanciamento social, o uso de máscara, rotinas de higienização, controle de acesso e de permanência nos estabelecimentos como um todo seja ele comercial ou não e não promover aglomerações, isso é o obvio”, lembrou.

Ele destacou a importância do distanciamento social como ferramenta de controle da pandemia. “Nenhum governo internacionalmente considerado, nenhuma universidade do mundo, nem a OMS. Não há divergência entre ninguém acerca do potencial benéfico das medidas de distanciamento social. Pra ser ter uma ideia, se bem utilizadas as máscaras, temos um efeito que se aproxima de efeitos de vacina, mesmo assim temos visto pessoas e políticos fazendo campanha contra o uso de máscara. Como eu não posso ser contra essa tese?  Eu não sou contra a pessoa do político A ou B, mas tenho que ser na qualidade de ser humano e de pessoa minimamente informada contrario a essa tese de não uso de máscara”, destacou o promotor. 

O promotor lembrou que no Brasil, houve um relamento geral por parte da população entre o final do ano passado e início deste ano e criticou o fato das pessoas querem justificar um erro com outro. Também criticou as aglomerações realizadas por políticos durante a campanha eleitoral de 2020.

“Houve aglomerações nas eleições provocadas pelos candidatos? Houve, fato. Estão errados? Sim. Esses erros são censuráveis? Sim, mas precisamos de equilíbrio pra avaliar isso e centrar e focar no que é importante e correto de se fazer. Eu não quero saber quem está errando ou, porque esta errando, um erro não justifica o outro”, asseverou. 

Para Aurinilton as medidas adotadas nos treze municípios foram positivas e válidas. Comemorou a adesão das pessoas que esvaziaram as ruas, mas lembrou: “”gora, para que estes cinco dias sejam realmente benéficos, nos precisamos nos próximos dias e meses, termos as medidas de prevenção, como manter o distanciamento, usar máscara e fazer a correta higienização das mãos”.

Carnaíba: Hospital Municipal fará mutirão de pequenas cirurgias

A Secretaria de Saúde de Carnaíba estará realizando o Mutirão de Pequenas Cirurgias no Hospital Municipal Dr. José Dantas Filho, durante o mês de setembro. A meta é atender 60 carnaibanos que aguardam na fila de espera para ser atendido pelo serviço estadual/regional. O setor de regulação do município está entrando em contato com esses […]

A Secretaria de Saúde de Carnaíba estará realizando o Mutirão de Pequenas Cirurgias no Hospital Municipal Dr. José Dantas Filho, durante o mês de setembro. A meta é atender 60 carnaibanos que aguardam na fila de espera para ser atendido pelo serviço estadual/regional.

O setor de regulação do município está entrando em contato com esses pacientes para que sejam avaliados pelo médico-cirurgião que realizará os procedimentos cirúrgicos.

Atualmente já acontece semanalmente no hospital municipal a realização de cirurgias eletivas de remoção de mioma, histerectomia (remoção do útero), colecistectomia (retirada de vesícula), cirurgias de hérnias inguinais, umbilical, epigástrica dentre outras.

Dia do Meio Ambiente debateu risco de espécies não nativas no Pajeú

No Dia Mundial do Meio Ambiente, um dos destaques do programa Revista da Cultura foi tratar da reflexão sobre a data e as ações em Serra Talhada. O Secretário de Meio Ambiente,  Sinézio Rodrigues e Erika Santana, bióloga e Mestra em paisagismo falaram das ações em torno da data e do Junho Verde, com uma […]

No Dia Mundial do Meio Ambiente, um dos destaques do programa Revista da Cultura foi tratar da reflexão sobre a data e as ações em Serra Talhada.

O Secretário de Meio Ambiente,  Sinézio Rodrigues e Erika Santana, bióloga e Mestra em paisagismo falaram das ações em torno da data e do Junho Verde, com uma série de atividades na Capital do Xaxado.

Dentre as ações, plantio de mudas no giradouro da Polícia Rodoviária Federal.

Neste domingo, haverá implementação de Ciclovia Temporária e Pedalada Ambiental.

Dias 12 e 13, haverá doação de mudas e cadastro do IPTU Verde, das 13h às 18h, no Shopping Serra Talhada.

Um dos focos da campanha é promover uma arborização sustentável na cidade, com espécies nativas, evitando o impacto negativo de culturas como o Nim, Ficus e Algaroba. As duas primeiras ganharam muito espaço na região nos últimos anos, mas causam impacto ambiental por não serem nativas.

Mesma situação da Algaroba, espécie que foi importada na região por Serra Talhada e ganhou cultivo em outras cidades,  com impacto negativo por inibir crescimento de vegetação nativa.

A algarobeira é espécie exótica, originária do norte da América do Sul, América Central e Caribe, que foi introduzida no Brasil em 1942, em Serra Talhada, com sementes vindas de Piura, Peru, para suplementação alimentar dos animais. No Semiárido, por várias décadas, esta espécie foi plantada nos platôs, ambientes altos e secos.

Brasil perdeu 1,51 milhão de empregos formais em 2015

G1 O Brasil perdeu 1,510 milhão de empregos formais em 2015, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) divulgados pelo Ministério do Trabalho nesta sexta-feira (16). O resultado é o pior da série da pesquisa, iniciada em 1985. Com tamanha baixa no mercado de trabalho formal, o estoque de trabalhadores que era de […]

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O Brasil perdeu 1,510 milhão de empregos formais em 2015, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) divulgados pelo Ministério do Trabalho nesta sexta-feira (16). O resultado é o pior da série da pesquisa, iniciada em 1985.

Com tamanha baixa no mercado de trabalho formal, o estoque de trabalhadores que era de 49,6 milhões no final de 2014 recuou para 48,1 milhões de postos no final de 2015.

 Além dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que englobam os trabalhadores celetistas, os números da Rais também incluem os servidores públicos federais, estaduais e municipais, além de trabalhadores temporários. A pesquisa, divulgada anualmente, é considerada uma das principais fontes de informações sobre o mercado de trabalho formal brasileiro.

A última vez que o país tinha registrado perda de empregos formais no acumulado de um ano tinha sido em 1992, quando foram eliminados 623 mil postos de trabalho.

Rendimento médio cai 2,56%: entre os celetistas, a queda do nível de emprego chegou a 3,45%, representando um declínio de 1.364.280 postos de trabalho, segundo o balanço. Já entre os estatutários a queda foi menor, de 1,51%, correspondente à eliminação de 135.738 empregos formais

A pesquisa aponta ainda que os rendimentos médios reais dos trabalhadores caíram 2,56% em 2015, na comparação com 2014. Em termos absolutos, a remuneração média individual passou de R$ 2.725,28 em 2014 para R$ 2.655,60 em 2015.