Afogados e o Pajeú ainda tem focos de pobreza extrema

Afogados da Ingazeira é uma cidade que se gaba pelas conquistas, desenvolvimento e avanços ao longo de sua história, o que faz muito bem. Mas não deve se orgulhar dessas imagens. São da casa do senhor Cícero Barbosa, conhecido como Cícero Bagaceira, na área do Residencial Dom Francisco.
A casinha dele, toda de taipa, com estrutura mínima para manutenção dele e da família pegou fogo com o pouco que ele tinha reunido como catador de recicláveis. Ela foi incinerada totalmente depois que um dos filhos de seu Cícero esqueceu um aparelho de som ligado.
“Quando a gente viu não pôde fazer nada, diz dona Inácia Virgínio Barbosa. Ela diz que a pobreza é tanta que pessoas tratam sua família com preconceito. “O que a gente tinha era essa casinha”, disse aos prantos a Celso Brandão na Rádio Pajeú.


O filho, Maurício Virgínio Barbosa, reclama da falta de atenção dos órgãos públicos. “Desde o tempo de Totonho, passando agora por Patriota, aparecem aqui só pra tirar foto, mas não fazem nada”, reclamou .
Chama a atenção como um caso desse passou despercebido pelo programas de Habitação Popular, Assistência Social e Vigilância Sanitária do município. Um triste retrato que prova, ainda há um déficit social a ser olhado na Princesinha do Pajeú.
Colabore: quem puder ajudar com algum móvel, material de construção ou ajuda financeira, pode procurar a Secretaria da Rádio Pajeú ou ligar para (87) 3838-2790. Ainda pelo zap, no 9-9658-0554.

Lixões são outro engodo: hoje o jornalista sertanejo Magno Martins denunciou em sua conta no Instagram a péssima situação dos lixões localizados nas cidades do Pajeú. Passando por Serra Talhada, denunciou a falta de uma usina de lixo. “A lixeira da cidade é um descampado a céu aberto na estrada que dá acesso a Floresta”.
Magno relata que cerca de 40 famílias enfiam a cara numa fedentina insuportável, a exemplo de Hélio Invenção, como é conhecido o catador que tira sustento do lixão com quatro filhos há mais de dez anos, recolhendo papelão e todo tipo de material reciclável.



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Por André Luis
Marleide da Silva, conhecida como Marleide do Posto de Saúde, no Bairro São Francisco, está precisando fazer uma artroplastia do quadril e não tem tempo de esperar a fila do SUS, com mais de 170 pessoas à sua frente.


















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