Notícias

Afogados da Ingazeira: Rotatividade de leitos no HREC está em alta

Por André Luis

No momento, 90% das UTIs estão ocupadas.

Por André Luis

O diretor do Hospital Regional Emília Câmara (HREC), Sebastião Duque, informou ao repórter Celso Brandão, em entrevista ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, nesta quinta-feira (18), que a emissão de boletins diários que vinham sendo publicados com a situação da ocupação dos leitos na unidade foram canceladas devido à alta rotatividade de pacientes.

“Não dá nem pra falar sobre taxa de ocupação diária e sim de momento, visto que a rotatividade está alta”, informou.

Segundo Duque, dos 20 leitos de UTI, 90% estão ocupados, já os leitos da ala respiratória, estão com 30% de ocupação, nos 10 leitos.

“Quero deixar a população tranquilizada com relação ao oxigênio estamos bem abastecidos. Assim como a medição e a escala de profissionais está completa”, tranquilizou.

Sebastião Duque ainda aproveitou para informar sobre o processo seletivo para a contratação de mais profissionais médicos, de enfermagem, fisioterapeutas e técnicos de enfermagem, que a Organização Social Hospital do Tricentenário – responsável pela gestão do HREC – está realizando.

“Peço encarecidamente a todos que tomem cuidado e que se previnam. Com certeza vamos vencer tudo que está acontecendo”, pontuou Duque.

Outras Notícias

Brasil chega a 400 mil mortos por covid-19 com risco de terceira onda à vista

Estadão O Brasil ultrapassou hoje a marca de 400 mil mortos pela covid-19 com um patamar ainda alto de óbitos diários e índices de mobilidade crescentes, o que, para especialistas, aumenta o risco de o País ter uma terceira onda da pandemia antes de atingir a imunidade de rebanho pela vacinação. Com o registro de 1.678 novos registros de óbitos desde ontem até […]

Estadão

O Brasil ultrapassou hoje a marca de 400 mil mortos pela covid-19 com um patamar ainda alto de óbitos diários e índices de mobilidade crescentes, o que, para especialistas, aumenta o risco de o País ter uma terceira onda da pandemia antes de atingir a imunidade de rebanho pela vacinação. Com o registro de 1.678 novos registros de óbitos desde ontem até as 13 horas desta quinta-feira, 29, o País já acumula 400.021 vítimas pela doença.

Para cientistas especializados em epidemiologia e virologia ouvidos pelo Estadão, a reabertura precipitada das atividades econômicas antes de uma queda sustentada de casos, internações e mortes favorece que as taxas de transmissão voltem a crescer, com risco maior do surgimento de novas variantes de preocupação. Com isso, o intervalo entre a segunda e uma eventual terceira onda seria menor do que o observado entre o primeiro e o segundo picos.

“Nos níveis em que o vírus circula hoje, esse período entre picos pode ser abreviado, sim. Já vimos esse efeito em algumas localidades na virada do ano. A circulação em níveis altos favorece isso”, diz o virologista Fernando Spilki, coordenador da Rede Coronaômica, força-tarefa de laboratórios faz o monitoramento genético de novas cepas.

Em 2020, o número de casos e mortes começou a cair entre julho e agosto para ter novo aumento a partir de novembro. O surgimento de uma nova cepa do vírus (P.1) em Manaus colapsou o sistema amazonense em janeiro e provocou a mesma catástrofe em quase todos os Estados do País entre fevereiro e março.

Os últimos dois meses foram os piores da pandemia até aqui. No ano passado, o País demorou quase cinco meses para atingir os primeiros 100 mil mortos, outros cinco meses para chegar aos 200 mil e dois meses e meio para alcançar as 300 mil vítimas. A triste marca dos 400 mil óbitos veio apenas 36 dias depois.

E os dados dos últimos dias indicam que a queda das internações e mortes iniciada há três semanas já estagnou. O mais provável agora é que os índices se estabilizem em níveis elevados, com 2 mil a 3 mil mortes diárias, ou voltem a crescer, projeta o estatístico e pesquisador em saúde pública da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Leonardo Bastos.

“Agora era a hora de segurar mais, fazer uma reabertura mais lenta e planejada. Esse aumento de mobilidade e contato entre as pessoas pode levar a uma manutenção do número de hospitalizações em um patamar super alto, o que é péssimo, porque sobrecarrega o sistema de saúde. Do jeito que está, a questão não é se vai acontecer uma nova onda, mas quando”, diz o especialista.

Como exemplo de como uma nova variante pode provocar grandes surtos em um intervalo curto de tempo, o especialista da Fiocruz cita o caso do Rio. Ele considera que o Estado já viveu três ondas. Além da primeira, entre maio e junho de 2020, os municípios fluminenses sofreram um segundo pico em dezembro, com o surgimento da variante P.2, e uma nova alta em março deste ano, com a emergência da P.1. “Talvez a próxima onda não seja síncrona em todo o País, mas poderemos ter surtos em diferentes locais”, opina Bastos.

Para Spilki, o aumento nas taxas de mobilidade e relaxamento das medidas de proteção não só elevam as taxas de transmissão como facilitam o surgimento de variantes mais transmissíveis ou letais. “A variante P.1 e outras não são entes estáticos, podem evoluir e se adaptar a novos cenários com o espaço que vem sendo dado para novos casos”, diz ele. Desde novembro, relata o especialista, já foram identificadas oito novas variantes originadas no Brasil.

O epidemiologista Paulo Lotufo, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), também destaca que, mesmo com a queda de casos e mortes nas últimas três semanas, o Brasil está longe de vislumbrar um controle da pandemia.

“Houve arrefecimento do número de casos e mortes pelas medidas de distanciamento social realizadas às duras custas. No momento, o retorno às outras fases de distanciamento é preocupante, principalmente na próxima semana, com aumento da procura de lojas pelo Dia das Mães e, também pela frequência maior de encontros sem a proteção necessária, como já aconteceu no Natal”, alerta.

Os especialistas acham improvável que a imunização consiga contemplar a maioria da população antes de uma nova onda. “A vacinação segue lenta, com interrupções e falhas de esquema, como falta de doses para reforço, o que é mais um complicador no que tange a frear a disseminação e evolução de variantes”, comenta o virologista.

Para os cientistas, as medidas necessárias para minimizarmos o risco de um novo tsunami de casos e mortes são as mesmas preconizadas desde o início da pandemia: uso de máscara (de preferência PFF2), distanciamento social, preferência por ambientes ventilados, rastreamento e isolamento de pessoas infectadas, além da aceleração da campanha de vacinação, que esbarra na escassez de doses.

Afogados continuará em 2021 com um dos piores trânsitos de Pernambuco

Em Afogados da Ingazeira, o choque de uma moto com uma Hillux no cruzamento da 15 de novembro com a Antônio Rafael de Freitas voltou a levantar o debate sobre a necessidade urgente de municipalização do trânsito por vários ouvintes na Rádio Pajeú. Claro, não apenas pelo episódio específico, mas por conta da bagunça cada […]

Em Afogados da Ingazeira, o choque de uma moto com uma Hillux no cruzamento da 15 de novembro com a Antônio Rafael de Freitas voltou a levantar o debate sobre a necessidade urgente de municipalização do trânsito por vários ouvintes na Rádio Pajeú.

Claro, não apenas pelo episódio específico, mas por conta da bagunça cada vez mais instalada e com a anuência do poder público. O Prefeito Sandrinho Palmeira prometeu em campanha que trânsito e tratamento dos resíduos sólidos com o fim do lixão seriam prioridades.

Claro, ainda é cedo para cobrar uma solução instantânea. Mas a declaração de Palmeira de que a municipalização terá que esperar para 2022 foi um balde de água fria. O Prefeito destacou as limitações da legislação, por conta da pandemia, para criação de novas despesas nesse ano de 2021. “Não podemos esse ano criar novas despesas e novos cargos, vamos deixar tudo estruturado para, já a partir de 2022, iniciarmos o processo de municipalização do nosso trânsito, com a criação de uma secretaria ou autarquia, e para a realização de um amplo concurso público, para diversas áreas da nossa gestão”.

Dentre os maiores problemas, carga e descarga na Manoel Borba, estacionamentos irregulares, desrepeito a sinais e cruzamentos, uma balbúrdia que faz o trânsito da cidade pólo do Pajeú ser comparado com o da Índia.

Mês de abril em Riacho das Almas tem o melhor índice de chuvas do ano

Só na primeira quinzena do mês choveu praticamente o equivalente aos meses de janeiro, fevereiro e março juntos no município Os agricultores de Riacho das Almas estão esperando uma boa colheita para as lavouras cultivadas no município. Um dos fatores principais é o aumento quantidade de chuvas registradas na primeira quinzena de abril no município. De […]

Só na primeira quinzena do mês choveu praticamente o equivalente aos meses de janeiro, fevereiro e março juntos no município

Os agricultores de Riacho das Almas estão esperando uma boa colheita para as lavouras cultivadas no município. Um dos fatores principais é o aumento quantidade de chuvas registradas na primeira quinzena de abril no município. De acordo com dados pluviométricos da Secretaria de Agricultura de Riacho das Almas, Desde o início do mês o município já registrou 82 mm de chuvas. O índice corresponde a praticamente o volume total de chuvas registrado nos meses de janeiro, fevereiro e março no município que, somado, foi de 83 mm.

Animados, os agricultores começaram as plantações de milho, feijão, mandioca e do tradicional abacaxi, que faz parte da cultura agrícola local. Os cultivos estão bem adiantados e a previsão de prosperidade da colheita é iminente.

Aração de terra – Assim que começaram as chuvas, a Secretaria de Agricultura localpassou a oferecer, gratuitamente, o serviço de aração de terras para beneficiar as áreas de cultivo da zona rural. Até agora, mais de 800 propriedades rurais em Riacho das Almas receberam o serviço, disponibilizado por nove tratores.

Afogados sedia Jogos Abertos de Pernambuco

Afogados da Ingazeira sediará, neste final de semana, a etapa regional Sertão dos Jogos Abertos de Pernambuco 2017. A iniciativa é uma parceria do Governo de Pernambuco com a Prefeitura de Afogados da Ingazeira. No último final de semana foram disputadas partidas na modalidade Basquete. Este final de semana será a vez do handebol, masculino […]

Afogados da Ingazeira sediará, neste final de semana, a etapa regional Sertão dos Jogos Abertos de Pernambuco 2017. A iniciativa é uma parceria do Governo de Pernambuco com a Prefeitura de Afogados da Ingazeira.

No último final de semana foram disputadas partidas na modalidade Basquete. Este final de semana será a vez do handebol, masculino e feminino. Disputam equipes das cidades de Afogados, Sertânia, Floresta, Serra Talhada, Arcoverde, Tuparetama, Jatobá e Petrolândia, no masculino. No feminino, disputam os municípios de Afogados, Serra Talhada, Solidão, Sertânia, Arcoverde, S.J.Egito, Petrolândia e Floresta.

Este ano, Afogados da Ingazeira será representada pela equipe Mais Pajeú. Em 2014, representando Afogados, a equipe feminina do Clube Português sagrou-se pentacampeã brasileira, jogando no ginásio desportivo municipal.

“Afogados tem tradição no handebol, temos apoiado todas as modalidades do nosso esporte amador, e contamos com a presença do público para conquistarmos mais uma taça para o município,” declarou o Secretário de Cultura e Esportes, Edgar Santos.

Os jogos acontecem no ginásio desportivo municipal, nesta sexta, das 15h às 20h. No sábado, os jogos tem início logo cedo, de 8h, e as partidas seguirão até às 22h. No domingo, a fase final será de 8h às 13h.

Itapetim: prefeitura inicia pagamento dos servidores

Neste sábado (31/10), a Prefeitura de Itapetim, através da Secretaria de Administração e Finanças, inicia o pagamento dos salários de outubro dos servidores municipais. “Mesmo diante das dificuldades que os municípios brasileiros enfrentam em virtude do agravamento da crise econômica e dos frequentes cortes nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), o pagamento […]

prefeitura-de-itapetim-588x400

Neste sábado (31/10), a Prefeitura de Itapetim, através da Secretaria de Administração e Finanças, inicia o pagamento dos salários de outubro dos servidores municipais.

“Mesmo diante das dificuldades que os municípios brasileiros enfrentam em virtude do agravamento da crise econômica e dos frequentes cortes nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), o pagamento do funcionalismo ocorre em dia conforme determina o prefeito Arquimedes Machado”, diz a nota.

O pagamento contemplará os servidores das secretarias de Administração e Finanças, Educação, Gabinete, Cultura, Controle Interno, Infraestrutura e Ação Social, além de inativos e pensionistas.