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Afogados: COMPESA lidera queixas na Rádio Pajeú

Por Nill Júnior

Moradores de bairros de Afogados da Ingazeira estão há pelo menos duas semanas ligando ininterruptamente para a Rádio Pajeú cobrando a distribuição de água.

Com o aumento do calor e intercorrências no sistema,  moradores de bairros como Miguel Arraes, Ponte, São Brás e uma parte do Planalto tem tomado os principais programas da emissora.

Em nota ontem, a Compesa informa que retomou, nesta quinta-feira (10), o fornecimento de água de bairros de Afogados da Ingazeira que estava suspenso para serviços de manutenção emergencial na Estação Elevatória da Ponte.

“Sendo assim, a distribuição de água dos bairros Padre Pedro Pereira, Miguel Arraes, Frei Miguelinho e Ponte foi iniciada ontem com o ciclo de abastecimento previsto para encerrar no próximo sábado (12)”, diz a nota.

A outra localidade afetada, o bairro Planalto, teve o calendário de distribuição retomado no último domingo (6) e finalizado na manhã desta quinta-feira (10), informa a COMPESA.

Hoje,  o Programa Manhã Total,  com Juliana Lima e Júnior Cavalcanti recebe Flávio Coutinho, diretor Regional do Sertão em exercício da COMPESA, para explicar a última parada no abastecimento, em decorrência de problemas no conjunto motobomba que fica na estação elevatória da Ponte e acabou afetando os moradores dos bairros Planalto, Ponte, Frei Miguelinho, Miguel Arraes e Padre Pedro Pereira.

Na última segunda-feira (07), moradores do PPP bairro Padre Pedro Pereira, protestaram em frente a sede da Compesa, em Afogados da Ingazeira.

Eles exigiam a presença do Gerente Caio Maracajá, que os atendeu e fez uma reunião para explicar o que estava acontecendo.

Segundo Caio, o problema teria acontecido depois que as bombas que estão instaladas na rede de distribuição do bairro, queimaram, e prometeu solução para o problema.

Outras Notícias

Levy admite que conversa com Dilma sobre saída do Ministério da Fazenda

Rumores sobre demissão aumentaram após nova meta de superávit. Ministro disse que fim do ano Legislativo ‘abre alternativas’. Do G1 O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, admitiu nesta sexta-feira (18) que “tem conversado” com a presidente Dilma Rousseff sobre a sua possível saída do governo e disse que não quer “criar nenhum constrangimento”. “A gente [Levy […]

Joaquim Levy em café da manhã anual com jornalistas, em Brasília (Foto: Reprodução/Twitter)
Joaquim Levy em café da manhã anual com jornalistas, em Brasília (Foto: Reprodução/Twitter)

Rumores sobre demissão aumentaram após nova meta de superávit.
Ministro disse que fim do ano Legislativo ‘abre alternativas’.

Do G1

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, admitiu nesta sexta-feira (18) que “tem conversado” com a presidente Dilma Rousseff sobre a sua possível saída do governo e disse que não quer “criar nenhum constrangimento”.

“A gente [Levy e a presidente Dilma] tem conversado, eu acho que eu tenho que falar o que eu já falei”, afirmou o ministro, ao ser perguntado, durante café da manhã com jornalistas em Brasília nesta sexta-feira (18), se já havia acertado sua saída com a presidente. “A gente sempre teve um relacionamento muito respeitoso”.

“O ano Legislativo já se encerrou e a gente pode, isso abre umas tantas alternativas. Evidentemente meu objetivo não é criar nenhum constrangimento ao governo, agora é lógico que é importante, tem que ter clareza de quais são as prioridades até em função de todas as demandas sobre o governo, sobre a presidente. E eu acho que o caminho vai ser em função disso”, disse ele.

Rumores
A saída do ministro já vem sendo especulada há meses, mas os rumores ganharam força esta semana, depois que o governo decidiu reduzir a meta de superávit primário (economia para pagar os juros da dívida) de 2016 para 0,5% do PIB. A decisão contrariou diretamente Levy, que vinha insistindo na necessidade de manter a meta de 0,7% do PIB como uma espécie de último estandarte para garantir a retomada da confiança no Brasil e a estabilidade necessária para uma retomada do crescimento econômico.

Questionado se se sentia traído por não conseguir colocar em prática, ao longo de 2015, alguns dos projetos voltados para o ajuste fiscal, Levy negou, mas afirmou estar “decepcionado” – algumas propostas do ministro enfrentaram resistência do governo e do PT.

“O colega [jornalista] me perguntou se eu me sentia traído. Eu não vou dizer que me sinto traído, mas eu me sinto um pouquinho decepcionado pelas principais medidas de aumento da justiça tributária, da progressividade do Imposto de Renda, não tenham tido pleno curso”, disse.

Derrotas

Durante o café da manhã desta sexta, Levy admitiu que algumas propostas para a economia não foram bem sucedidas.

“A gente apresentou um número significativa de propostas. Em nem todas a gente teve sucesso. Eu acho que a maior parte daquilo que pus como sendo uma primeira rodada de coisas importantes ao longo do ano, com o auxílio dos secretários, não se conseguiu concluir, mas encaminhou de uma forma bem completa. Isso não necessariamente implica numa ação específica e imediata. O sentido de algumas observações é o que foi feito já está tendo resultados. Os desafios continuam”, disse.

“Algumas coisas não têm encaminhamento esperado. Às vezes, há um foco excessivo na questão fiscal. Esse boom que a gente está vivendo é resultado da política anticíclica dos nossos parceiros”.

Questionado se Dilma está comprometida com as reformas estruturais da economia propostas no ajuste fiscal, Levy disse que a presidente tem estado preocupada com o processo de impeachment e que isso tira “liberdade” para o governo dar seguimento às reformas.

“A presidente tem estado envolvida em outro processo, que não tem natureza puramente econômica, e isso evidentemente subtrai alguns graus de liberdade para tocar uma agenda de reformas mais intensa nesse momento”, disse o ministro.

“Mas não tenho dúvida nenhuma que ela tem uma sensibilidade, inclusive em setores em que as condições mudaram de uma maneira muito forte, como o setor de óleo e gás”, complementou ele.

Empresário Pedro Bezerra pode ser o vice de Sebastião em Tabira

A procura de um nome para compor sua chapa, o Prefeito Sebastião Dias acenou nas últimas semanas para o empresário Pedro Bezerra, filiado ao PTB. Notícias que chegam à produção dos programas Rádio Vivo e Cidade Alerta dão conta de que o empresário topa o desafio, mesmo enfrentando a resistência de familiares. A definição deve […]

sebastiao-dias-14A procura de um nome para compor sua chapa, o Prefeito Sebastião Dias acenou nas últimas semanas para o empresário Pedro Bezerra, filiado ao PTB.

Notícias que chegam à produção dos programas Rádio Vivo e Cidade Alerta dão conta de que o empresário topa o desafio, mesmo enfrentando a resistência de familiares.

A definição deve acontecer até a sexta feira dia 5 de agosto, data da convenção governista.

Nos bastidores da política tabirense circulam informações de que o empreiteiro Zé Amaral (PSDC) já admite, se for preterido, abrir uma dissidência lançando sua candidatura à Prefeitura de Tabira.

Governistas já admitem que o estrago que Zé Amaral faria na oposição seria maior do que o que pode fazer sendo o vice de Sebastião Dias. A informação é de Anchieta Santos ao blog.

G1 destaca odisseia de ciclista sertanejo

Inspiração veio do fotógrafo araraquarense Beto Ambrósio para fazer a viagem que teve uma parada especial na Basílica de Aparecida. Ele retorna para Afogados da Ingazeira (PE) nesta quinta. Do G1 O fotógrafo pernambucano Cláudio Kennedy da Silva Queiroz, de 42 anos, pedalou 2,9 mil quilômetros para visitar parentes em Araraquara (SP). O ciclista saiu […]

O fotógrafo Cláudio Kennedy Queiroz viajou 2,9 mil km de bike para visitar parentes em Araraquara (SP). (Foto: Arquivo pessoal)

Inspiração veio do fotógrafo araraquarense Beto Ambrósio para fazer a viagem que teve uma parada especial na Basílica de Aparecida. Ele retorna para Afogados da Ingazeira (PE) nesta quinta.

Do G1

O fotógrafo pernambucano Cláudio Kennedy da Silva Queiroz, de 42 anos, pedalou 2,9 mil quilômetros para visitar parentes em Araraquara (SP). O ciclista saiu de Afogados da Ingazeira (PE), no sertão pernambucano, em 15 de abril e foi recebido na noite de 8 de maio por vários primos na entrada de Araraquara, após 24 dias de viagem. Após passar uma semana com a família, ele retorna a Pernambuco de avião na tarde desta quinta-feira (17).

Na viagem a São Paulo, Kennedy fez questão de aumentar o percurso em mais de 400 quilômetros para poder passar em Aparecida do Norte (SP) para visitar a Basílica de Nossa Senhora Aparecida.

A bicicleta do fotógrafo pernambucano Kennedy em frente à Basílica de Aparecida: ‘parte mais emocionante’. (Foto: Arquivo pessoal)

“Eu quis agradecer porque consegui na minha vida esse ano duas vitórias com os meus filhos. Um passou no vestibular para direito e o outro tornou-se militar, era um sonho para mim, eu lutei por isso, eu pedi muito a Deus”, contou.

Ele conta que chegar a Aparecida foi a parte mais emocionante da viagem. “Eu chorei muito. Lembrei da minha mãe, que já é falecida, mas que era muito devota, lembrei muito dos meus filhos, da família, da minha namorada, de todo mundo”, diz.

Família unida

A família Queiroz é muito grande e, na década de 1970, foi separada em um lado paulista e um lado pernambucano. O tio de Kennedy se mudou para Araraquara e chamou os irmãos. Um dos que aceitaram foi o pai de Kennedy, que chegou a ficar por um ano, mas não se adaptou e voltou para Pernambuco.

A família voltou a se reunir em 2008 quando uma das primas de Araraquara se aposentou e viajou até Afogados para rever os parentes. Desde então, Fátima Queiroz tem ido anualmente para Pernambuco.

Inspiração araraquarense

Cláudio Kennedy Queiróz pedalou cerca de 120 km por dia de Pernambuco a Araraquara (SP). (Foto: Reprodução EPTV)

A ideia da viagem ocorreu durante uma dessas visitas da prima Fátima a Afogados. Na época, ela comentou sobre o fotógrafo araraquarense Beto Ambrósio que pedalou 25 mil quilômetros por 17 países da América Latina.

Para fazer a viagem ele fez um detalhado planejamento. Ciclista há três anos, intensificou os treinos, fez um check up da saúde, pegou orientações com uma nutricionista, estudou o percurso e leu todos os livros de Beto Ambrósio e até chegou a trocar e-mails com o fotógrafo-ciclista.

A bike também foi preparada para a viagem. Foi toda envelopada e ganhou um alforje no qual Queiroz carregou produtos de higiene, suplementos, roupas, pneu, câmera de ar, uma barraca e até um fogareiro com uma panelinha que nunca foram usados.

Aprendizado no caminho

Kennedy pedalou uma média de 120 km por dia. Geralmente, começava às 5h e parava às 14h, lutando consigo mesmo para vencer os percursos, alguns difíceis como as montanhas de Minas Gerais.

Como combustível Kennedy usava a falta de confiança de algumas pessoas na sua conquista. “O que mais me fortalecia eram as críticas negativas. Quando a pessoa diz que eu não sou capaz eu provo que sou capaz”.

Ao longo da viagem ele passou por seis estados e conheceu muita gente que o ajudou, mas também teve decepções. “Eu fui muito recriminado. Você está em uma bike e quando chega para se alimentar em algum lugar ou para dormir, eles olham para você como um peregrino, um esmoler”, contou.

O momento mais dolorido aconteceu ao ser rejeitado por um conterrâneo que tinha uma pousada na Bahia. “Isso nunca vai sair de mim. O apelido dele era ‘Pernambuco’ e eu fui humilhado por ele. Eu queria um quarto para dormir e ele negou porque eu disse que iria colocar a bicicleta dentro do quarto. Ele pegou o dinheiro balançando na minha frente e falou ‘vai embora daqui’.

“Isso me marcou muito. Eu disse para ele que ele não era de Pernambuco porque o povo do meu estado é muito acolhedor. E que ele não tinha direito de usar o nome de Pernambuco”, disse.

Esses acontecimentos e a constante superação durante a trajetória fizeram com que o fotógrafo aprendesse muito sobre si mesmo e também sobre as pessoas.

“Na estrada eu chorava, eu brigava com Deus, eu falava com Deus, eu cantava. Fiz muitos amigos. Encontrei refugiados da Venezuela, pessoas de outros estados, pessoas que estavam fazendo o mesmo que eu”, conta.

Tanto Kennedy quanto a sua bicicleta chegaram intactos a Araraquara, mas ele reconhece que a viagem foi perigosa. Os parentes tanto de Araraquara quanto de Pernambuco acompanharam a trajetória com preocupação por meio dos vídeos que ele gravava no final de todos os dias.

Kennedy volta para Pernambuco a tempo de comparecer na formatura do filho como militar em Recife e já decidiu a próxima viagem. No ano que vem ele quer fazer esse mesmo percurso, só que de carro e com uma decisão: “Quando eu ver essas pessoas nas estradas eu vou parar para ajudar”, afirma.

Afogados: liberados recursos para equipar Centro de Reabilitação

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira conseguiu destravar na tarde de ontem a liberação de R$ 1.499.998,00 para a aquisição de equipamentos especializados para atender pacientes em reabilitação física, auditiva e visual em Afogados da Ingazeira. O atendimento será realizado pelo CER lll, cujas obras físicas estão praticamente concluídas, segundo nota ao blog. A informação […]

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira conseguiu destravar na tarde de ontem a liberação de R$ 1.499.998,00 para a aquisição de equipamentos especializados para atender pacientes em reabilitação física, auditiva e visual em Afogados da Ingazeira.

O atendimento será realizado pelo CER lll, cujas obras físicas estão praticamente concluídas, segundo nota ao blog.

A informação foi repassada pelo Secretário de Saúde de Afogados, Artur Amorim. O Centro de Reabilitação (CER lll) irá atender pacientes de Afogados e da região, que não mais precisarão se deslocar para receber tratamento na AACD, em Recife. O Centro tem sido avaliado como “a menina dos olhos” do gestor José Patriota, que costuma falar na ação como a mais simbólica de sua gestão.

Outra informação importante repassada pelo Secretário Artur Amorim, é que Afogados foi contemplado com recursos da ordem de R$ 100 mil para a realização de cirurgias eletivas. “Nossa expectativa é poder, até Dezembro, zerar a fila de espera que temos hoje,” finalizou Artur.

EMANCIPAÇÃO – o CER lll receberá o nome do ex-governador Eduardo Campos e deverá contar, na inauguração, com a presença da família do homenageado. A unidade foi visitada durante a emancipação de Afogados, por um dos filhos de Eduardo, João Campos.

Dirigente do PV defende o nome de Anchieta Patriota para unir oposições na eleição municipal de Tabira

por Anchieta Santos Articulador da Rede de Sustentabilidade em Tabira, o Marineiro de primeira hora, Sandro Ferreira foi o entrevistado de nesta sexta (31) do Programa Cidade Alerta da Rádio Cidade FM. Na Oportunidade Sandro lançou uma proposta que provavelmente vai gerar de agora em diante muita discussão nos meios políticos de Tabira. Ele mostrou […]

SandroFerreira

por Anchieta Santos

Articulador da Rede de Sustentabilidade em Tabira, o Marineiro de primeira hora, Sandro Ferreira foi o entrevistado de nesta sexta (31) do Programa Cidade Alerta da Rádio Cidade FM. Na Oportunidade Sandro lançou uma proposta que provavelmente vai gerar de agora em diante muita discussão nos meios políticos de Tabira.

Ele mostrou com números que as oposições somando os votos dos seus deputados estaduais e federais, obtiveram 1.214 votos e 1.340 respectivamente a mais do que o palanque governista, podem fazer o sucessor do Prefeito Sebastião Dias com facilidade.

Ferreira foi mais além e deu um ultimato aos grupos contrários ao prefeito Sebastião Dias. Lançou o nome do ex-prefeito de Carnaíba Anchieta Patriota, majoritário como estadual no município, como o ideal para unir e vencer as eleições. Sobre a questão de ser um nome de fora, Sandro lembrou que o atual Prefeito Sebastiao Dias não é filho de Tabira, como não era Edson Moura, ex-prefeito e ex-deputado.

A proposta de Sandro Ferreira que também foi secretário municipal e Presidente do PT de Tabira e atualmente exerce o cargo de vice-presidente do PV, está lançada, resta saber se Anchieta Patriota vai aceitar e os diversos grupos da oposição concordarão.