A afogadense Katiúscia Shiarelly, auxiliar administrativa de 38 anos, foi sepultada em uma cerimônia seguindo as duras restrições para vítimas de COVID.
Ela foi até agora a pessoa mais jovem a falecer vítima de Covid-19 na região do Pajeú.
A morte comoveu os afogadenses, muitos que se manifestaram nas redes sociais. O fato de não poderem se despedir, uma tradição cristã, também pesou. Não há velório e sim uma rápida despedida de familiares.
Ela apresentou sintomas a apenas oito dias.
A família procurou o Hospital Regional e após consulta médica, realizou teste rápido, positivando. Foi internada em leito de isolamento no Hospital Regional Emília Câmara.
Dia 24, foi entubada e transferida para o Hospital Agamenon Magalhães, em Serra Talhada, vindo a falecer ontem.
A mãe é Dona Nevinha, Diretora do Colégio Ruy Barbosa, que forma auxiliares de enfermagem em Afogados da Ingazeira. Era casada, inclusive com participação no ECC. Deixa marido e um filho.
A confirmação veio à tona após postagens de amigos nas redes sociais se solidarizando e lamentando que alguém tão jovem tenha partido por como vítima dessa pandemia.
O banco Santander decidiu adiar até a terça-feira, dia 22, o prazo para que os servidores públicos municipais da Prefeitura de Arcoverde possam fazer o cadastramento para abertura de contas. Quem ainda não se cadastrou deve tomar as devidas providências, pois corre o risco de não receber os próximos proventos. Os funcionários da ativa, aposentados […]
O banco Santander decidiu adiar até a terça-feira, dia 22, o prazo para que os servidores públicos municipais da Prefeitura de Arcoverde possam fazer o cadastramento para abertura de contas.
Quem ainda não se cadastrou deve tomar as devidas providências, pois corre o risco de não receber os próximos proventos. Os funcionários da ativa, aposentados e pensionistas devem abrir nova conta obrigatoriamente, como informa a prefeitura em nota ao blog.
A transição está sendo realizada no auditório da Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde- AESA das 8h30 às 16h, sem intervalo para almoço, de acordo com calendário estabelecido pelo Santander, agora responsável pelo pagamento da folha.
Uma equipe formada por gerentes de relacionamento e pessoas treinadas para entregas dos kits de contas está a postos. Cada servidor deve levar os seguintes documentos: CPF, documento com foto, comprovante de residência atualizado (no mínimo 60 dias) e o último contracheque.
A folha deixa de ser administrada pela Caixa Econômica, que desempenhou tal função desde 2012. O Santander prestará o serviço à prefeitura de Arcoverde por cinco anos.
Com a tradição que para muitos é parte do que há de negativo na política, com famílias que buscam se perpetuar no poder, basta uma foto para levantar rumores. Em Serra Talhada, não é segredo que Carlos Evandro se alinhou a Márcia Conrado para tentar emplacar o filho, Cacá Menezes, numa vice da sua candidatura […]
Com a tradição que para muitos é parte do que há de negativo na política, com famílias que buscam se perpetuar no poder, basta uma foto para levantar rumores.
Em Serra Talhada, não é segredo que Carlos Evandro se alinhou a Márcia Conrado para tentar emplacar o filho, Cacá Menezes, numa vice da sua candidatura à reeleição. Inocêncio emplacou familiares como irmão, sobrinho e primo na política. E por aí vai.
Pois bastou o Deputado Estadual Luciano Duque pedir ao filho, o jovem advogado Miguel Duque, para representá-lo no prêmio Gestão de Excelência Pernambuco, assinado por Edmar Lyra e Cristiano Brassan, para surgir quem especulasse sobre seu futuro político.
Uma internauta comentou: “você com certeza será um político no futuro, assim como seu pai foi um excelente gestor para Serra Talhada”. A princípio, trata-se apenas de choque de agenda do ex-prefeito.
Nesta quinta-feira (18), uma operação conjunta entre o Batalhão Especializado de Policiamento do Interior (Bepi) e a Polícia Federal resultou na erradicação de um plantio de maconha e na apreensão de uma significativa quantidade de entorpecentes na zona rural do município de Flores, no Sertão do Pajeú. A ação faz parte da operação Terra Livre […]
Nesta quinta-feira (18), uma operação conjunta entre o Batalhão Especializado de Policiamento do Interior (Bepi) e a Polícia Federal resultou na erradicação de um plantio de maconha e na apreensão de uma significativa quantidade de entorpecentes na zona rural do município de Flores, no Sertão do Pajeú. A ação faz parte da operação Terra Livre III, que visa combater o cultivo e tráfico de drogas na região.
Durante a operação, os policiais localizaram e incineraram um plantio com 10.370 pés de maconha. Além da erradicação das plantas, a equipe apreendeu 8kg de maconha pronta para o consumo, 19g de haxixe e uma balança de precisão, indicando a preparação para a distribuição do material ilícito.
Um homem foi preso durante a operação, encontrado em posse de duas espingardas e 86 munições. A presença de armamento reforça a complexidade e o perigo envolvido nas atividades de cultivo e tráfico de drogas na região.
A operação Terra Livre III continua sendo um esforço significativo das autoridades para desmantelar as redes de narcotráfico no interior do estado. A erradicação de grandes plantações de maconha como a de hoje é um passo crucial para enfraquecer as atividades criminosas e garantir a segurança da população local.
As autoridades destacam a importância da colaboração entre diferentes forças de segurança para alcançar resultados eficazes no combate ao tráfico de drogas. A Polícia Federal e o Bepi reafirmam seu compromisso em continuar as investigações e operações para garantir a segurança da população e combater o narcotráfico de forma eficaz.
A comunidade de Flores e as áreas circunvizinhas são encorajadas a continuar apoiando as autoridades, denunciando atividades suspeitas e colaborando para manter a região livre da influência do tráfico de drogas. As ações de hoje são um exemplo claro de como a cooperação e o trabalho conjunto podem resultar em vitórias significativas contra o crime organizado. As informações são do PE Notícias.
Por Inaldo Sampaio Após a conclusão do Eixo Leste das obras de transposição, que já estão levando água do São Francisco para a Paraíba, começando pela cidade de Monteiro, os políticos de Pernambuco deram-se as mãos para pressionar o governo federal a terminar ainda este ano a Adutora do Agreste. Trata-se da mais importante obra […]
Após a conclusão do Eixo Leste das obras de transposição, que já estão levando água do São Francisco para a Paraíba, começando pela cidade de Monteiro, os políticos de Pernambuco deram-se as mãos para pressionar o governo federal a terminar ainda este ano a Adutora do Agreste.
Trata-se da mais importante obra hídrica do Estado, que necessita de apenas 680 milhões para levar água do “velho Chico” para 69 localidades daquela região, que é a mais seca de Pernambuco, embora muita gente ache que é o Sertão.
Numa espécie de “força-tarefa” pela conclusão desta obra, o governador Paulo Câmara pediu anteontem ao presidente Michel Temer que não corte recursos previstos para o semiárido nordestino, que vive o sexto ano consecutivo de seca, enquanto o senador Armando Monteiro apelava ao ministro Hélder Barbalho para colocar esta obra entre as prioridades de sua pasta. Este empenho coletivo faz supor que até dezembro a Adutora estará concluída.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou na noite desta quinta-feira (17) uma carta aberta em que se defende e comenta as conversas interceptadas pela Polícia Federal, tornadas públicas na quarta-feira (16) pelo juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba. Segundo Lula, “sob o manto de processos conhecidos primeiro pela imprensa e […]
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou na noite desta quinta-feira (17) uma carta aberta em que se defende e comenta as conversas interceptadas pela Polícia Federal, tornadas públicas na quarta-feira (16) pelo juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba.
Segundo Lula, “sob o manto de processos conhecidos primeiro pela imprensa e só depois pelos diretamente e legalmente interessados, foram praticados atos injustificáveis de violência contra minha pessoa e de minha família”.
O ex-presidente diz não se conformar com que “o juízo personalíssimo de valores se sobreponha ao direito”.
“Não tive acesso a grandes estudos formais, como sabem os brasileiros. Não sou doutor, letrado, jurisconsulto”, afirma. “Mas sei, como todo ser humano, distinguir o certo do errado; o justo do injusto.”
Lula finaliza a carta com um apelo: “Justiça, simplesmente justiça, é o que espero, para mim e para todos, na vigência plena do estado de direito democrático”.
Leia a íntegra da carta aberta de Lula, divulgada na noite desta quinta-feira (17):
Creio nas instituições democráticas, na relação independente e harmônica entre os Poderes da República, conforme estabelecido na Constituição Federal.
Dos membros do Poder Judiciário espero, como todos os brasileiros, isenção e firmeza para distribuir a Justiça e garantir o cumprimento da lei e o respeito inarredável ao estado de direito.
Creio também nos critérios da impessoalidade, imparcialidade e equilíbrio que norteiam os magistrados incumbidos desta nobre missão.
Por acreditar nas instituições e nas pessoas que as encarnam, recorri ao Supremo Tribunal Federal sempre que necessário, especialmente nestas últimas semanas, para garantir direitos e prerrogativas que não me alcançam exclusivamente, mas a cada cidadão e a toda a sociedade.
Nos oito anos em que exerci a Presidência da República, por decisão soberana do povo — fonte primeira e insubstituível do exercício do poder nas democracias — tive oportunidade de demonstrar apreço e respeito pelo Judiciário.
Não o fiz apenas por palavras, mas mantendo uma relação cotidiana de respeito, diálogo e cooperação; na prática, que é o critério mais justo da verdade.
Em meu governo, quando o Supremo Tribunal Federal considerou-se afrontado pela suspeita de que seu então presidente teria sido vítima de escuta telefônica, não me perdi em considerações sobre a origem ou a veracidade das evidências apresentadas.
Naquela ocasião, apresentei de pleno a resposta que me pareceu adequada para preservar a dignidade da Suprema Corte, e para que as suspeitas fossem livremente investigadas e se chegasse, assim, à verdade dos fatos.
Agi daquela forma não apenas porque teriam sido expostas a intimidade e as opiniões dos interlocutores.
Agi por respeito à instituição do Judiciário e porque me pareceu também a atitude adequada diante das responsabilidades que me haviam sido confiadas pelo povo brasileiro.
Nas últimas semanas, como todos sabem, é a minha intimidade, de minha esposa e meus filhos, dos meus companheiros de trabalho que tem sido violentada por meio de vazamentos ilegais de informações que deveriam estar sob a guarda da Justiça.
Sob o manto de processos conhecidos primeiro pela imprensa e só depois pelos diretamente e legalmente interessados, foram praticados atos injustificáveis de violência contra minha pessoa e de minha família.
Nesta situação extrema, em que me foram subtraídos direitos fundamentais por agentes do estado, externei minha inconformidade em conversas pessoais, que jamais teriam ultrapassado os limites da confidencialidade, se não fossem expostas publicamente por uma decisão judicial que ofende a lei e o direito.
Não espero que ministros e ministras da Suprema Corte compartilhem minhas posições pessoais e políticas.
Mas não me conformo que, neste episódio, palavras extraídas ilegalmente de conversas pessoais, protegidas pelo Artigo 5º da Constituição, tornem-se objeto de juízos derrogatórios sobre meu caráter.
Não me conformo que se palavras ditas em particular sejam tratadas como ofensa pública, antes de se proceder a um exame imparcial, isento e corajoso do levantamento ilegal do sigilo das informações.
Não me conformo que o juízo personalíssimo de valores se sobreponha ao direito.
Não tive acesso a grandes estudos formais, como sabem os brasileiros. Não sou doutor, letrado, jurisconsulto. Mas sei, como todo ser humano, distinguir o certo do errado; o justo do injusto.
Os tristes e vergonhosos episódios das últimas semanas não me farão descrer da instituição do Poder Judiciário. Nem me farão perder a esperança no discernimento, no equilíbrio e no senso de proporção de ministros e ministras da Suprema Corte.
Justiça, simplesmente justiça, é o que espero, para mim e para todos, na vigência plena do estado de direito democrático.
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