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Adelmo Moura tem agenda com Gonzaga Patriota e João Campos

Por Nill Júnior

O Prefeito de Itapetim, Adelmo Moura está em Brasília.

Ele teve agenda com o deputado federal Gonzaga Patriota no Palácio do Planalto, visitando o secretário Especial de Relações Institucionais da Secretaria do Governo da Presidência da República, Bruno Caligaris.

“Fomos solicitar a liberação de uma emenda impositiva de autoria de Gonzaga no valor de R$ 428.615,35 para construção de melhorias sanitárias domiciliares no nosso município”, disse Adelmo.

Ainda em Brasília ele visitou o gabinete do deputado federal João Campos, que garantiu emenda para manutenção em saúde, compra de equipamentos e medicamentos para as Unidades Básicas de Saúde do município. “Também pedimos ajuda para destravar alguns recursos junto ao Governo do Estado”, concluiu.

Outras Notícias

Sertão do Pajeú se aproxima dos 3 mil casos confirmados de Covid-19

Por André Luis De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados neste final de semana, pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, a região totaliza 2.947 casos confirmados de Covid-19. Nesta segunda-feira (27), a região deve ultrapassar os 3 mil casos. Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o […]

Por André Luis

De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados neste final de semana, pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, a região totaliza 2.947 casos confirmados de Covid-19. Nesta segunda-feira (27), a região deve ultrapassar os 3 mil casos.

Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número de casos na região e conta com 1.694 confirmações. Logo em seguida, com 315 casos confirmados está Tabira,  São José do Egito está com 191 casos confirmados e Afogados da Ingazeira está com 180.

Carnaíba está com 89 casos,  Triunfo está com 74 casos, Flores está com 64, Calumbi está com 63,  Iguaracy está com 49, Brejinho esta com 43, Quixaba tem 42 casos e Tuparetama tem 38 casos confirmados.

Itapetim está com 34 casos confirmados, Santa Cruz da Baixa Verde tem 25, Solidão tem 19, Santa Terezinha tem 16,  e Ingazeira tem 11 casos confirmados.

Mortes – A Região tem agora no total, 64 óbitos por Covid-19. Até o momento, treze cidades registraram mortes. São elas: Serra Talhada 20, Triunfo 8, Carnaíba e Afogados da Ingazeira tem 6 cada, Tabira e Flores tem 5 óbitos cada, Quixaba e Iguaracy tem 3 cada, Tuparetama e São José do Egito tem  2 óbitos cada, Itapetim, Calumbi e Santa Terezinha com 1 óbito cada.

Recuperados – Nas últimas 24 horas, a região registrou sessenta e cinco novas curas clínicas, totalizando 2.210 recuperados. O que corresponde a 75% dos casos confirmados. 

O levantamento foi fechado às 08h23 desta segunda-feira (27.07), com os dados fornecidos pelas secretarias de saúde dos municípios.

Tabira tem mais um caso confirmado de Covid-19

Em boletim emitido na noite deste domingo (03.05), a Secretaria Municipal de Saúde de Tabira, informou um novo caso positivo de Covid-19 no município. Com isto, o município agora conta com quatro casos confirmados, sendo dois óbitos. Dois casos descartados e cinco sob investigação. Segundo o boletim, a paciente é uma mulher de 40 anos, […]

Em boletim emitido na noite deste domingo (03.05), a Secretaria Municipal de Saúde de Tabira, informou um novo caso positivo de Covid-19 no município.

Com isto, o município agora conta com quatro casos confirmados, sendo dois óbitos. Dois casos descartados e cinco sob investigação.

Segundo o boletim, a paciente é uma mulher de 40 anos, residente no bairro João Cordeiro.

Ainda segundo o boletim: a referida paciente deu entrada no dia 18 de abril de 2020 no Hospital Regional Emília Câmara, em Afogados da Ingazeira e, na madrugada do dia 19 de abril, foi transferida para o Hospital Barão de Lucena, na cidade do Recife.

O boletim informa ainda que no dia 24 de abril de 2020, a paciente fez a Coleta SWAB (teste para o Novo Coronavirus), cujo resultado positivo saiu neste domingo, 3 de maio de 2020.

A Secretaria informa que a paciente encontra-se estável, orientada, em isolamento domiciliar, e o caso está sendo monitorado.

Mais dois municípios do Pajeú antecipam Feira Livre nas próximas duas semanas

Foto: ilustrativa/Edilson Júnior/SDA Carnaíba e São José do Egito anteciparam a feira livre por conta do decreto estadual. São José do Egito, além da antecipação da feira, proibiu a venda de bebidas alcoólicas.  Além de Afogados da Ingazeira, mais duas cidades do Sertão do Pajeú anteciparam as suas feiras livres nos próximos dois finais de […]

Foto: ilustrativa/Edilson Júnior/SDA

Carnaíba e São José do Egito anteciparam a feira livre por conta do decreto estadual.

São José do Egito, além da antecipação da feira, proibiu a venda de bebidas alcoólicas. 

Além de Afogados da Ingazeira, mais duas cidades do Sertão do Pajeú anteciparam as suas feiras livres nos próximos dois finais de semana. A medida busca aliviar o efeito do decreto estadual, que entra em vigor nesta quarta-feira (03.03), proibindo o funcionamento de serviços não essenciais até o dia 17 de março.

Em Carnaíba, a Prefeitura anunciou nesta quarta-feira a antecipação da Feira Livre, que funciona aos sábados para às duas próximas sextas-feiras.

De acordo com o prefeito do município, Anchieta Patriota (PSB), a alteração do dia da feira atende a uma reivindicação do comércio e feirantes locais.

A atividade seguirá sendo realizada exclusivamente com vendas de produtos produzidos por agricultores do município.

São José do Egito, além de confirmar a antecipação da feira, a Prefeitura também publicou decreto proibindo a venda de bebida alcoólica por qualquer estabelecimento, inclusive supermercados aos sábados, domingos e feriados e também das 20h as 05 de segunda a sexta.

“Fica terminantemente proibida a venda de bebidas alcoólicas aos sábados, domingos e feriados, bem como das 20 às 05 horas do dia seguinte, mesmo que serviço de delivery ou de pegar no estabelecimento”, diz o decreto.

Motorista de acidente que matou seis pessoas em Flores ingeriu álcool, acredita família

Com informações da TV Jornal Parentes de uma das vítimas do acidente que deixou seis pessoas carbonizadas em Flores, no Sertão de Pernambuco, acreditam que o motorista estava alcoolizado. A mãe do comerciante Dionísio Pereira da Silva, de 23 anos, afirmou em entrevista à TV Jornal que havia alertado o filho sobre o perigo de dirigir […]

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A dona de casa Maria Pereira, mãe de Jonathan, que conduzia o carro que provocou o acidente

Com informações da TV Jornal

Parentes de uma das vítimas do acidente que deixou seis pessoas carbonizadas em Flores, no Sertão de Pernambuco, acreditam que o motorista estava alcoolizado. A mãe do comerciante Dionísio Pereira da Silva, de 23 anos, afirmou em entrevista à TV Jornal que havia alertado o filho sobre o perigo de dirigir embriagado.

“Ele estava em uma festa, com certeza, tinha bebido. Como mãe, eu pedia para ele não sair, não beber, andar devagar, mas…”, falou, aos prantos, a dona de casa Maria Pereira. Além do comerciante, também viajavam no veículo Maysa Siqueira, 21, e Jonathan Souza.

Os três saíram de uma festa em Afogados da Ingazeira e iriam para uma outra, em um sítio na zona rural de Flores. Dionísio teria perdido o controle do carro, invadido a faixa contrária e batido de frente em uma caminhonete, com placa de São Paulo, onde estava José Luiz de Vasconcelos Júnior, o Júnior de Bico, 30 anos, residente no Sitio Capim Grosso de Carnaíba. Uma mulher e uma criança de colo seguem sem identificação. Todos os ocupantes dos dois carros morreram na hora.

Secretaria de Defesa Social promete liberação em até dez dias: Os seis corpos chegaram ao Instituto de Medicina Legal, em Santo Amaro, na área central do Recife, no final da manhã da segunda-feira (21). Como estão carbonizados, a liberação dos cadáveres depende de exames de DNA. De acordo com a Secretaria de Defesa Social, a previsão é que o o resultado saia em até dez dias.

Plano de retomada do governo prevê criação de 1 milhão de empregos com obras públicas

O presidente Jair Bolsonaro delegou ao ministro da Casa Civil, Walter Braga Netto, a condução de um plano de retomada da economia sustentado na retomada de obras públicas com recursos do Tesouro, como forma de evitar uma escalada do desemprego. Batizado de “Plano Marshall”, em referência ao programa dos EUA de recuperação de países aliados […]

O presidente Jair Bolsonaro delegou ao ministro da Casa Civil, Walter Braga Netto, a condução de um plano de retomada da economia sustentado na retomada de obras públicas com recursos do Tesouro, como forma de evitar uma escalada do desemprego.

Batizado de “Plano Marshall”, em referência ao programa dos EUA de recuperação de países aliados após a Segunda Guerra Mundial, o programa deve durar pelo menos três anos.

Só no âmbito do Ministério da Infraestrutura, a projeção é que o pacote consuma cerca de R$ 30 bilhões em investimentos públicos para a retomada de cerca de 70 obras que estão paralisadas ou sendo tocadas abaixo da sua capacidade total.

Detalhes do pacote foram apresentados nesta quarta-feira (22) em reunião do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) com sua equipe ministerial. A proposta ainda está em elaboração no Planalto, mas o diagnóstico de que obras públicas serão necessárias tem forte apoio do núcleo militar do governo.

Segundo relatos de presentes, durante a reunião ministerial, foi feita uma análise de que a crise causada pela pandemia do novo coronavírus irá se estender até o ano que vem e que será necessário repensar a atual política de ajuste fiscal. No Ministério da Infraestrutura, a ideia é que as obras possam absorver entre 500 mil e 1 milhão de empregados nos próximos três anos.

O ministro Tarcísio de Freitas disse que a lista de obras inclui empreendimentos que poderiam ser rapidamente viabilizados porque já têm projetos de viabilidade e licenciamento ambiental prontos.

Para Tarcísio, o programa de concessões e privatizações, que também passará a ter uma atenção especial para destravar investimentos, não dará o retorno desejado no curto prazo.

Isso porque o prazo entre a assinatura dos contratos, a realização do investimento e a contratação de mão de obra costuma ser de, em média, um ano.

Além do Ministério da Infraestrutura, a Casa Civil criou outras “frentes de trabalho”, como chama cada ministério envolvido nesse grande projeto de retomada. As principais medidas em preparação estão nas pastas do Desenvolvimento Regional e de Minas e Energia.

No Ministério do Desenvolvimento Regional, foi feito um diagnóstico de empreendimentos em habitação e saneamento que podem ser rapidamente ativados, além de obras em barragens.

Uma das saídas será financiar obras do Minha Casa, Minha Vida totalmente com recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço).

Até o final do ano passado, a União entrava com 10% dos recursos. Diante da escassez de recursos em caixa, o FGTS poderá arcar com todo o projeto e dar vazão às obras.

Havia cerca de R$ 70 bilhões empossados no FGTS diante da falta de contrapartidas da União que, a partir de agora, poderão ser investidos em habitação, e isso se reverterá em empregos na construção civil.

O problema é que a equipe econômica diverge do aumento de gastos públicos. O ministro Paulo Guedes (Economia) pretende estimular a atividade econômica pela concessão de crédito e buscando saídas de mercado para resolver o impasse em torno de garantias para que empresas de todos os portes possam acessar instituições bancárias públicas e privadas em busca de linhas de crédito.

Recentemente, o Banco Central chegou a reduzir o compulsório dos bancos (parcela de cada depósito bancário que fica retida no BC) como forma de dar ainda mais liquidez para novos empréstimos.

No entanto, auxiliares do governo avaliam que a proposta de Guedes não será capaz de gerar empregos a curto prazo, algo considerado fundamental para aliviar os impactos da crise econômica gerada pelo novo coronavírus.

A avaliação no governo é a de que a crise, cujo impacto foi subestimado, já consumiu mais de R$ 800 bilhões (metade com impacto fiscal) com ações emergenciais que não farão a economia sair do atoleiro.

A previsão é que, sem uma injeção de ânimo na produção, o Brasil chegará a 2021 com o mesmo nível de atividade econômica e uma dívida próxima a 100% do PIB.

Braga Netto também coordena ações do mesmo tipo com outros ministérios.