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Adelmo Moura diz que reunião tem que tratar logo projeto “nome da terra” em 2022

Por Nill Júnior

Djalma Alves diz que projeto é interessante, apesar do vínculo com Clodoaldo Magalhães 

Os prefeitos reeleitos de Itapetim, Adelmo Moura e o de Solidão, Djalma Alves, estiveram no Debate das Dez especial desta terça, com a série Prefeitos Eleitos.

Eles comemoraram a reeleição e avaliaram a votação. No caso de Itapetim, Adelmo minimizou a repercussão de que seu adversário, Anderson Lopes (PTB), tenha surpreendido com a votação.

Disse que em linhas gerais manteve a hegemonia eleitoral, mas admitiu que precisa oxigenar a gestão com novas ações a partir de 2021.

Já Djalma deixou evidente que a votação com quase o dobro dos votos da adversária Cida Oliveira foi fruto do trabalho de arrumação da casa. Ele disse que a austeridade administrativa foi determinante para que a população reconhecesse seu trabalho.

Nas duas cidades, o tema segurança foi um dos abordados com o aumento dos crimes contra o patrimônio. Tanto Djalma quanto Adelmo afirmaram que o Estado precisa melhorar o policiamento, que é minimo.

Os dois sinalizaram a realização de concurso público. Itapetim com mais convicção e Solidão dependendo de analise técnica pelo alto comprometimento com folha. “Vamos ver uma forma pois o Fundo de Previdência é deficitário”, disse Djalma.

Os dois também sinalizaram que poderão fazer algumas mudanças pontuais no secretariado.

Política: Adelmo se mostrou confiante na virada de João Campos no Recife sobre Marília Arraes. Já Djalma admitiu ser muito difícil. “Acredito muito em pesquisa”, disse mais cético.

Outro tema foi a possibilidade de unidade dos prefeitos da região em torno de uma candidatura única para a Alepe. Djalma Alves disse que apesar do compromisso com o Deputado Clodoaldo Magalhães a possibilidade pode ser discutida.

Já Adelmo defendeu uma reunião o quanto antes com o bloco socialista envolvendo também o prefeito de Sertânia Ângelo Ferreira. Na reunião o nome socialista cotado é o do prefeito de Afogados da Ingazeira José Patriota, que estará sem mandato.

Outras Notícias

Passa de 800 o número de mortos após terremoto no Marrocos

O forte terremoto que atingiu o Marrocos na noite desta sexta-feira (8) – no horário do Brasil – já deixou 820 mortos e 672 feridos, de acordo com um balanço divulgado pelo Ministério do Interior para a TV estatal. O número de vítimas, porém, não é definitivo e pode aumentar, segundo as mesmas autoridades. O tremor, de […]

O forte terremoto que atingiu o Marrocos na noite desta sexta-feira (8) – no horário do Brasil – já deixou 820 mortos e 672 feridos, de acordo com um balanço divulgado pelo Ministério do Interior para a TV estatal.

O número de vítimas, porém, não é definitivo e pode aumentar, segundo as mesmas autoridades.

O tremor, de cerca de 15 segundos, danificou desde aldeias nas montanhas do Atlas até a cidade histórica de Marrakech.

O terremoto ocorreu por volta das 19h30 (de Brasília), atingiu magnitude 6,8 e aconteceu a uma profundidade de 18,5 km, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês).

O epicentro do sismo ocorreu no alto das montanhas do Atlas, 70 km ao sul de Marrakech, onde se concentra o maior número de mortos. A região também fica perto de Toubkal, o pico mais alto do Norte da África, e de Oukaimeden, uma popular estação de esqui marroquina.

As províncias mais atingidas foram Al Haouz, Ouarzazate, Marrakech, Azilal, Chichaoua e Taroudant.

Homens, mulheres e crianças permaneceram nas ruas em algumas cidades da região, temendo réplicas. Há também vídeos que mostram pessoas saindo de centros de compras, restaurantes e de edifícios residenciais.

Um segundo tremor, mais fraco, ocorreu 15 minutos depois, informaram as agências internacionais de notícias.

Segundo informações da agência de notícias Reuters, um oficial do país declarou que há dezenas de mortos em áreas de difícil acesso ao sul de Marrakech.

Programa Boa Visão volta ao Sertão do Pajeú

Estão sendo atendidos os estudantes ligados à GRE de Afogados da Ingazeira Depois de passar pelo município de Arcoverde, no Sertão do Moxotó, estudantes de 44 escolas ligados à Gerência Regional (GRE) de Afogados da Ingazeira, no Sertão do Alto Pajeú, estão sendo atendidos pelo Programa Boa Visão, desenvolvido pela Secretaria Estadual de Saúde, em […]

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Estão sendo atendidos os estudantes ligados à GRE de Afogados da Ingazeira

Depois de passar pelo município de Arcoverde, no Sertão do Moxotó, estudantes de 44 escolas ligados à Gerência Regional (GRE) de Afogados da Ingazeira, no Sertão do Alto Pajeú, estão sendo atendidos pelo Programa Boa Visão, desenvolvido pela Secretaria Estadual de Saúde, em parceria com a Secretaria Estadual de Educação (SEE). O mutirão de consultas oftalmológicas gratuitas está beneficiando todos os alunos da região.

Os consultórios foram montado nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Serra Talhada e Afogados da Ingazeira, ambos os municípios situados no Sertão. No mesmo local, uma fábrica expressa de óculos do Laboratório Farmacêutico de Pernambuco (Lafepe) foi montada para confeccionar novos óculos que são entregues nas escolas para os estudantes, no dia seguinte à consulta médica. Os atendimentos permitem diagnosticar estudantes com patologias simples, corrigidas com a utilização dos óculos de grau.

“É uma oportunidade única. Muitos alunos têm dificuldades para enxergar e nunca tiveram a oportunidade de ir a um oftalmologista. A ação não só é importante para a saúde do estudante, mas também é de inteira importância para o resgate deste aluno a concentração das aulas. Sabemos que a falta de visão é um problema que acaba irradiando outros que, como exemplo, podemos citar a falta de interesse pela aula e, consequentemente, a nota baixa”, disse a gestora da GRE, Cecília Patriota.

BOA VISÃO – Implantado em 2012 pela Secretaria Estadual de Saúde (SES), em parceria com a Secretaria Estadual de Educação (SEE) e o Lafepe, o Programa Boa Visão tem como objetivos melhorar o aproveitamento dos discentes e o rendimento escolar, reduzindo as taxas de abandono e de repetência a partir da identificação de problemas visuais relacionados à refração. O Programa também oferece assistência em atendimentos especializados, nos casos que necessitem de intervenções de média e alta complexidade em oftalmologia. Desde 2012, o programa realizou mais de 70 mil consultas e entregou mais de 40 mil óculos aos estudantes da Rede Estadual de Ensino.

Menino de 10 anos cria museu sobre Luiz Gonzaga no interior do Ceará

Do Uol Após uma visita ao museu de Luiz Gonzaga na cidade natal do artista, em Exu (PE), em 2013, o cearense Pedro Lucas Feitosa, 10, decidiu criar seu próprio espaço dedicado ao “Rei do Baião”. Assim surgiu, no município de Crato (CE), em pleno sertão do Cariri, o Museu do Luiz Gonzaga, onde o menino […]

581195-940x600-1Do Uol

Após uma visita ao museu de Luiz Gonzaga na cidade natal do artista, em Exu (PE), em 2013, o cearense Pedro Lucas Feitosa, 10, decidiu criar seu próprio espaço dedicado ao “Rei do Baião”. Assim surgiu, no município de Crato (CE), em pleno sertão do Cariri, o Museu do Luiz Gonzaga, onde o menino reuniu peças que remetem à vida do cantor.

O museu fica na sala da casa da bisavó de Pedro, já falecida. Fã de Gonzagão desde que tinha cinco anos, o garoto conta que, quando teve a ideia de abrir o espaço, já foi logo levando os objetos para o local sem consultar os pais. “Eu sou assim mesmo, nem falo com as pessoas antes de fazer”, brinca.

No acervo, Pedro não tem nada que efetivamente tenha pertencido a Luiz Gonzaga. Seu critério é encontrar objetos antigos, que façam parte da cultura da região ou que remetam à obra do cantor, como sanfonas, máquinas de costura, máquinas de escrever e folhetos de cordel.

Seu amor por Gonzagão começou em uma festa de sua escola, no dia de São João. O menino chegou cantarolando músicas do artista, embora nem soubesse a autoria. Então, uma tia percebeu seu interesse e deu a ele uma coletânea de músicas de Luiz Gonzaga. Pedro conta que sua canção preferida é “Numa Sala de Reboco”. “Ela tem uma coisa que me contagia”, diz.

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ACERVO – O primeiro objeto do museu foi uma máquina de costura, e desde então, o acervo vem crescendo por meio de doações. Pedro lembra que o projeto ficou conhecido pelas pessoas da região depois de ser anunciado durante uma festa da igreja local. “O pessoal aqui da comunidade sabe do museu e vem falar comigo para doar coisas”, diz.

O garoto também consegue doações pela internet, onde divulga sua história por meio de uma página no Facebook. Ele explica que, para que as peças sejam aceitas, elas devem ser antigas e remeter à região nordestina.

A rotina do menino é toda dedicada ao museu. Quando os visitantes chegam, ele faz a função de guia e explica a história das peças e do ídolo Luiz Gonzaga. Enquanto está na escola, no período da manhã, o pai assume a tarefa. “Mas o meu pai não sabe explicar tão bem”, revela.

Cuidar do museu é um dos passatempos prediletos. “Às vezes eu deixo de ir na escola para ficar no museu, mas minha professora briga”, conta o garoto, que está no sexto ano do ensino fundamental. Para organizar o espaço, ele também tem a ajuda do primo Kaio Emerson, 8.

Seu objeto preferido é uma sanfona quebrada, que ele espera substituir por uma nova algum dia. “Essa sanfona foi doação, é só de brincar. Mas é a peça de que eu gosto mais”, afirma.

Assim como Luiz Gonzaga, Pedro toca triângulo e também quer aprender a tocar sanfona. Com o sucesso do museu, ele diz que tem planos para expandir o espaço. “Hoje o museu é só na sala de casa, mas vamos tentar aumentar”, conta.

Estado inicia formação dos novos delegados, peritos e auxiliares da Polícia Civil

Iniciaram o curso 38 candidatos ao cargo de delegado, 66 ao cargo de perito papiloscopista e 22 futuros auxiliares de perito. Os candidatos a delegados da Polícia Civil, peritos papiloscopistas e auxiliares de perito da Polícia Científica de Pernambuco começaram, na manhã desta terça-feira (04.01), a última etapa dos Cursos de Formação Inicial. A aula […]

Iniciaram o curso 38 candidatos ao cargo de delegado, 66 ao cargo de perito papiloscopista e 22 futuros auxiliares de perito.

Os candidatos a delegados da Polícia Civil, peritos papiloscopistas e auxiliares de perito da Polícia Científica de Pernambuco começaram, na manhã desta terça-feira (04.01), a última etapa dos Cursos de Formação Inicial.

A aula magna aconteceu no auditório da Escola Judicial de Pernambuco (Esmape), no bairro da Ilha Joana Bezerra, Centro do Recife, e contou com a participação do governador Paulo Câmara. Os aprovados no curso, que tem duração aproximada de quatro meses, integrarão as forças de segurança pública do Estado ainda em 2022.

“O dia de hoje foi marcado pela confiança e certeza de que esses candidatos irão se preparar para os desafios de seguir corporações e instituições tão bem conceituadas e tradicionais de Pernambuco. Contamos com o empenho e dedicação de todos para que cumpram essas etapas importantes e fundamentais para o desempenho da carreira profissional”, destacou Paulo Câmara.

Iniciaram o curso 38 candidatos ao cargo de delegado, 66 ao cargo de perito papiloscopista e 22 futuros auxiliares de perito. “Os alunos irão abordar as matérias específicas para cada um desses cargos, ganhando conhecimento além dos que já demonstraram no concurso. Com isso, muito em breve poderão integrar o Pacto Pela Vida, entregando à população pernambucana mais segurança e menos índices de criminalidade”, enfatizou Humberto.

Além do governador e do secretário de Defesa Social, estiveram presentes na cerimônia o secretário executivo da pasta, delegado Rinaldo de Souza; a secretária estadual da Mulher, Ana Elisa Sobreira; o chefe da Polícia Civil, Nehemias Falcão; o chefe da Polícia Científica, Fernando Benevides; o comandante-geral da Polícia Militar de Pernambuco, coronel Roberto Santana; e o subcomandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco, Clovis Ramalho. Também participaram o presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco, Fernando Cerqueira; o presidente da Assembleia Legislativa, Eriberto Medeiros; o procurador-geral de Justiça, Paulo Augusto; a desembargadora do Tribunal de Justiça, Dayse Pereira; e a deputada estadual Gleide Ângelo.

Integração Nacional solicita licença de operação para o Projeto São Francisco‏

Na reta final para dar funcionalidade às obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco, o Ministério da Integração Nacional solicitou ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) a licença de operação para o empreendimento. O pedido, uma das últimas etapas de uma obra, foi formalizado na sexta-feira (29). […]

transposição-do-rio-são-francisco-580x387Na reta final para dar funcionalidade às obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco, o Ministério da Integração Nacional solicitou ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) a licença de operação para o empreendimento.

O pedido, uma das últimas etapas de uma obra, foi formalizado na sexta-feira (29). Nos próximos meses, o Ibama analisará a execução dos serviços e o cumprimento das condicionantes ambientais do Projeto, que levará água a 12 milhões de pessoas em 390 municípios nos estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.

As águas que vão abastecer parte da população no semiárido brasileiro já estarão em reservatórios no primeiro trimestre de 2017. A conclusão das obras físicas nos dois eixos do empreendimento – Norte e Leste – está prevista para dezembro deste ano.

Para isso, o governo federal ampliou o repasse financeiro mensal às empresas executoras do Projeto São Francisco, hoje com 88,4% de avanço das obras e mais de nove mil trabalhadores em campo.

O empreendimento também possui 38 programas ambientais com diretrizes aprovadas pelo Ibama e em avançado estágio de execução. Somados, representam um total de investimentos de aproximadamente R$ 1 bilhão, incluído no orçamento global do Projeto.

As ações contemplam o monitoramento e a preservação da fauna e da flora da caatinga, resgates arqueológicos e o reassentamento de famílias que viviam na faixa das obras e passaram a morar em vilas produtivas rurais, além de outros projetos que beneficiam populações tradicionais e municípios próximos às estruturas.