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Abertas inscrições de seleção para o IF Sertão-PE em Petrolina e Salgueiro

Por Nill Júnior

Estão abertas as inscrições do processo seletivo para o preenchimento de vagas em cursos do IF Sertão-PE em Petrolina e Salgueiro, no Sertão do estado.

As oportunidades são para transferência interna, externa, reingresso de outra Instituição, professor da rede pública e portador de diploma.

Entre os cursos disponíveis estão Gestão de Tecnologia da Informação, Tecnologia em Alimentos, Licenciatura em Química, Física, Música e Computação, Viticultura e Enologia, Agronomia e Sistemas para Internet dos campi Petrolina, Petrolina Zona Rural e Salgueiro.

Os interessados podem se inscrever até o dia 8 de fevereiro no site.

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Se estivesse vivo, Dom Francisco faria 100 anos. Blog relembra entrevista histórica

Segundo Bispo Diocesano de Afogados da Ingazeira, se estivesse vivo, Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho faria nos próximo 4 de abril 100 anos. A Diocese de Afogados da Ingazeira terá uma programação especial por seu centenário. Dom Francisco nasceu em Reriutaba, Ceará, em 4 de abril de 1924. Filho de Francisco Austregésilo de Mesquita […]

domFranciscoGRSegundo Bispo Diocesano de Afogados da Ingazeira, se estivesse vivo, Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho faria nos próximo 4 de abril 100 anos.

A Diocese de Afogados da Ingazeira terá uma programação especial por seu centenário.

Dom Francisco nasceu em Reriutaba, Ceará, em 4 de abril de 1924. Filho de Francisco Austregésilo de Mesquita e Maria Clausídia Macedo de Mesquita.

Sua ordenação presbiterial ocorreu no dia 8 de dezembro de 1951, em Sobral. Foi nomeado bispo em 25 de maio de 1961 e se ordenou em 24 de agosto de 1961, em Sobral, Ceará. Segundo bispo de Afogados da Ingazeira, chegou em Afogados aos 17 de setembro de 1961. Permaneceu 40 anos à frente da diocese, entregando-a em 27 de outubro de 2001 ao sucessor, Dom Luís Gonzaga Silva Pepeu. Seu lema,  “Ut Vitam Habeant” (Para Que Tenham Vida) não poderia ter significado maior.

Em toda sua vida, Dom Francisco combateu os poderosos, esteve ao lado dos mais humildes, lutou ao lado de sua gente nas secas que assolaram o Nordeste. Dentre outras coisas, ganhou notoriedade no país ao defender a legitimidade dos saques em feiras para matar a fome. Senão, vejamos entrevista de Dom Francisco ao Diário de Pernambuco, em 2 de Maio de 1998.

DIÁRIO DE PERNAMBUCO – É crime ou pecado saquear merenda escolar, feiras livres ou depósitos públicos de alimentos? D. Francisco Austregésilo de Mesquita – Quando há necessidade, os bens se tornam comuns. Por isso, o saque é uma ação legítima e legal, desde que seja realizado somente nos casos em que a sobrevivência do homem está ameaçada. Isso está, inclusive, previsto no artigo 23 do Código Penal Brasileiro. Da mesma forma que a legítima defesa exclui do crime aquele que, para salvar a própria vida, tira a vida do outro. A Justiça, por exemplo, tira o crime de um filho que mata o pai, quando o filho matou o pai para poder se manter vivo. Ou você mata, ou morre. Os seguranças do presidente da República também podem matar uma pessoa para protegê-lo. Entretanto, é crime quando alguém saqueia um supermercado por vandalismo ou porque pretende montar uma bodega. Todos são iguais diante de Deus. Infelizmente, a divisão somos nós que fazemos. Aliás, muito mal feita.

DIÁRIO – O senhor acha que a polícia deve agir para conter os saques? DFAM – Essa é uma outra questão. O policial não pode ser irresponsável e passar por cima de uma ordem superior. Ele tem que ser disciplinado e manter a ordem. Se uma autoridade mandar um policial guardar um depósito de alimentos, então ele deve agir de todas as formas para proteger esse depósito. Se tiver que atirar, que atire nos pés. Não precisa matar. Ele não tem culpa de prejudicar ou impedir que alguém se alimente.

tira_dom_fDIÁRIO – É legítima uma ordem que determina a alguém guardar alimentos quando tem tanta gente morrendo de fome? DFAM – Eu considero omissão de socorro quando alguém impede que fulano ou sicrano se alimente. Acho até que essa pessoa que dá uma ordem como esta merece um processo. É bom que fique claro que a omissão de socorro deve recair sobre a pessoa que deu a ordem de fechar as portas de um galpão cheio de alimentos, por exemplo, e não de quem a está executando. Não é o policial que está tentando agir com disciplina que deve ser responsabilizado. Porém, quem julga é a Justiça e não eu.

DIÁRIO – O senhor acha que o presidente Fernando Henrique Cardoso está sendo omisso e merece ser processado? DFAM – Não acho que ele está cometendo um crime. Fernando Henrique já declarou que não vai faltar comida nem dinheiro para atender todas as pessoas que estão com fome. Os programas para combater os problemas provocados pela estiagem, segundo o presidente, também devem ser implantados em mais alguns dias.

DIÁRIO – O senhor considera que o presidente está sendo correto quando diz que os municípios onde forem registrados saques correm o risco de não serem atendidos? DFAM – Não acredito que o presidente tenha ameaçado excluir os municípios onde estão acontecendo os saques, como foi publicado em todos os jornais do país. Quem saqueia não é a cidade, mas um grupo. Ele não seria irresponsável a ponto de dizer isso. Além do mais, estamos em um ano eleitoral. E ele precisa de votos.

DIÁRIO – E se as declarações forem verdadeiras? DFAM – Se o presidente realmente disse isso, então ele não pensou antes. Acho que ele não terá coragem de cumprir as ameaças. Mas, se ele cumprir o que disse e alguém chegar a morrer de fome porque o município foi excluído do programa de combate aos efeitos da seca do governo federal, então eu acho que o Fernando Henrique merece um processo. Ele estaria omitindo socorro a quem precisa. Mas, eu volto a repetir: não acredito que o presidente tenha dito uma coisa como essa.

DIÁRIO – Depois que o senhor e o arcebispo da Paraíba, d. Marcelo Carvalheira, defenderam os saques como uma necessidade, Fernando Henrique reagiu. Ele criticou os líderes políticos e religiosos que incentivam a ação e chamou essas pessoas de demagogas. O que o senhor acha da posição do presidente? DFAM – Toda pessoa tem o direito de se defender e reclamar. Até mesmo o pior criminoso. Ainda mais quando a defesa é justa, correta e verdadeira. Quando tem fundamento e não são apenas palavras. Quando não atinge e fere outras pessoas. Mas, não estou aqui para julgar as intenções íntimas de uma pessoa. Só Deus julga. Entretanto, a impressão que tenho é que os políticos só querem o voto do povo. Não vejo ações objetivas e que visem ao desenvolvimento da população. Às vezes, eu penso que os políticos só querem atingir os seus próprios interesses. Esquecem que são mandatários do povo. Eles esquecem que a população tem todo o direito de reclamar, quando achar que as ações dos políticos não estão atendendo suas necessidades.

DIÁRIO – O senhor acha que as declarações de Fernando Henrique foram justas? DFAM – Não acho justo o que ele disse. Nós religiosos não estamos insuflando os saques pelo interior do Nordeste. Além do mais, acho que ele deveria ir a público e reconhecer que a ação não é um crime, quando praticado em caso de necessidade. Pela lei, as pessoas que participam de um ataque às feiras são excludentes de criminalidade.

DIÁRIO – Os ataques às feiras livres ou supermercados costumam ser pacíficos? DFAM – Ninguém pode dizer que levou um beliscão de um trabalhador rural durante um saque. Os agricultores não agem com violência. São muito pacíficos e conservadores. Eles chegam às feiras livres apenas com um saco vazio na mão para poder encher de alimentos. Às vezes, os trabalhadores rurais encontram alguns policiais fazendo a fiscalização. Muitos destes policiais são filhos dos próprios agricultores que estão passando fome. O que eles vão fazer? Além disso, muitas das pessoas que participam do saque são homens de idade. Dificilmente, teriam força para brigar, corporalmente.

DIÁRIO – O senhor recebeu críticas ou sentiu oposição de algum bispo que participa do encontro em Itaici (SP) por ter feito as declarações sobre os saques? DFAM – Ao contrário. Recebi muitos elogios e parabéns. Se tem alguém contra o que foi dito, até agora não se pronunciou. Também não saí por aí perguntando quem é a favor ou contra o que eu disse. Sou muito ocupado. Aliás, sou um dos bispos mais ativos neste encontro de Itaici. Além disso, tenho mais o que fazer que me preocupar com outras opiniões.

DIÁRIO – O senhor realmente incita e apoia os saques como está todo mundo pensando por ai? DFAM – Não incito e não apoio os saques. Apenas lamento. Também é importante que fique claro que eu não condeno as pessoas que atacam as feiras livres, supermercados, depósitos públicos de alimentos e merenda escolar, quando a intenção é matar a fome da família. A fome é má conselheira. Mas, se um grupo e trabalhadores resolve assumir a responsabilidade e agir dessa maneira, respeito a decisão e me coloco à disposição para defendê-lo e esclarecer as coisas.

DIÁRIO – O senhor já participou de reuniões com trabalhadores rurais que organizavam algum saque. Alguém já contou ter feito algum ataque à feiras durante a confissão. Se já o fez, o senhor isentou a pessoa do pecado? DFAM – Nem que me furassem com pontas de faca até a morte eu contaria o teor de uma confissão. Mas eu garanto para você que ninguém nunca me disse que participou de um ataque à feira. Também nunca participei e nem pretendo participar de reuniões que discutam as estratégias para saquear um supermercado. No mês passado, quando aconteceu um saque ao depósito da Ceagepe de Afogados da Ingazeira, eu soube à tarde, quando estava em casa, reunido com 80 pessoas.

DIÁRIO – O senhor acha que o saque em Afogados foi justo? DFAM – Eles levaram pouca coisa. Cerca de dez toneladas de comida. Acho que foi justo sim. Eu considero uma afronta manter um depósito com 26 toneladas de alimentos, todos do Comunidade Solidária, o programa da dona Rute Cardoso, na porta de um monte de gente que está morrendo de fome. Nenhum quilo iria ser entregue para as pessoas que estão famintas em Afogados. Na cidade, tem gente comendo palma e pega-pinto, uma espécie de batata. O pega-pinto é uma planta queas pessoas costumam utilizar para fazer chá. É chegar ao extremo. Numa situação como esta, como é que alguém pode ficar de braços cruzados e deixar os alimentos estocados no depósito?

DIÁRIO – Depois de provocar polêmica com suas declarações em todo o país, o senhor acha que vai voltar para Afogados da Ingazeira como herói? DFAM – Todo mundo me conhece em Afogados e sabe o que penso. Ninguém vai me tratar diferente ou como herói, somente por conta do que aconteceu. Nada do que fiz merece ser chamado de heroísmo. Já moro na cidade há 37 anos e quando voltar, na próxima semana, tudo vai continuar da mesma maneira.

DIÁRIO – Quando chegar em Afogados, como o senhor pretende de engajar na luta contra a fome das pessoas castigadas pelos efeitos da seca? DFAM – Vou continuar trabalhando como sempre. Primeiro tenho que ficar por dentro da realidade do município. Dos problemas que a estiagem está provocando. Deveremos receber doações e fazer a distribuição de alimentos, mas, isso é apenas um paliativo. Se for necessário, vou atrás de autoridades e de pessoas em condições de ajudar para pedir mais solidariedade.

DIÁRIO – O senhor acha que as cestas básicas que o governo federal pretende distribuir são suficiente para reduzir os impactos provocados entre as pessoas castigadas pela seca? DFAM – A cesta básica é um paliativo que não resolve nada. Ainda mais agora que reduziu o tamanho. Passou de 25 quilos para nove quilos. A alternativa é criar emprego. Isso é o que o povo quer. Ninguém está interessado em esmolas. O governo também pode fazer ações de caráter permanente, como projetos de infra-estrutura.

DIÁRIO – Como eram as cestas básicas distribuídas durante a seca de 1993? DFAM – Eram uma vergonha. Vinham coisas que não correspondiam à realidade alimentar do povo. As cestas eram incompletas. Não era uma cesta preparada com feijão, farinha e milho. Era mal feita. Às vezes, só vinha arroz e de baixa qualidade. Aquele que estava ficando ruim no depósito. A distribuição é quase sempre feita com critérios políticos. Ninguém quer perder o voto. Depois, eles dizem: eu ajudei você.

Palestra marca abertura do ano letivo em Serra Talhada

Aconteceu na manhã desta terça-feira (06), no Maria’s Recepções, o encontro de educadores da Rede Municipal de Ensino, que marcou a abertura do ano letivo 2018 em Serra Talhada. Após as falas de abertura, houve palestra com o tema “Educação do Futuro: motivação, inteligência, atitude e excelência”, ministrada pelo professor Ailton Leite Rocha, psicólogo clinico […]

Aconteceu na manhã desta terça-feira (06), no Maria’s Recepções, o encontro de educadores da Rede Municipal de Ensino, que marcou a abertura do ano letivo 2018 em Serra Talhada.

Após as falas de abertura, houve palestra com o tema “Educação do Futuro: motivação, inteligência, atitude e excelência”, ministrada pelo professor Ailton Leite Rocha, psicólogo clinico e mestre pela Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC.

O cronograma de abertura do ano letivo inclui, hoje (07), reunião administrativa nas escolas com professores e gestores; organização das salas, escolas e professores, nesta quinta (09); e reunião com as famílias, professores e gestores, na sexta (09). As aulas terão início no próximo dia 15 de fevereiro, logo após o Carnaval.

A secretária de Educação, Marta Cristina, deu as boas-vindas a todos os educadores e falou sobre o cronograma de atividades que acontecem até o começo das aulas. “Demos início a abertura do ano letivo com uma intensa participação de nossos professores, colaboradores, coordenadores e diretores de escolas, e a partir de agora teremos uma série de atividades, reuniões, organização das salas de aula, todos os ajustes para que tudo esteja pronto no primeiro dia de aula”, afirmou. Ainda segundo a secretária, as matrículas continuam abertas na Rede Municipal de Ensino.

“Vamos continuar trabalhando para garantir um ano letivo de qualidade em nossas escolas, garantir que não falte merenda, que as salas de aula sejam acolhedoras, e assim continuarmos avançando, buscando novos investimentos para a educação do município, que foi reforçada ano passado com uma escola de doze salas de aula e em breve terá outro equipamento do mesmo modelo, que é a escola em construção no IPSEP”, disse o prefeito Luciano Duque.

A solenidade de abertura do ano letivo contou com a presença do prefeito Luciano Duque, do vice-prefeito Márcio Oliveira, da secretária de Educação, Marta Cristina, do secretário executivo de Educação, Cicero Lopes, do presidente da Câmara Municipal de Vereadores, Nailson Gomes, e do presidente do SINTEST, Júnior Moraes.

Tenente Gleydson define apoio político e pré-candidatura a vereador pelo MDB

A Coluna do Domingão revelou ontem que o Tenente Gleydson Lima, que até então não havia definido seu alinhamento político para as próximas eleições em Afogados da Ingazeira, finalmente tomou uma decisão.  Em um anúncio nas redes sociais, Gleydson declarou seu apoio à dupla Sandrinho Palmeira e Daniel Valadares. Além disso, confirmou sua pré-candidatura a […]

A Coluna do Domingão revelou ontem que o Tenente Gleydson Lima, que até então não havia definido seu alinhamento político para as próximas eleições em Afogados da Ingazeira, finalmente tomou uma decisão. 

Em um anúncio nas redes sociais, Gleydson declarou seu apoio à dupla Sandrinho Palmeira e Daniel Valadares. Além disso, confirmou sua pré-candidatura a vereador pelo MDB.

Na eleição anterior, Gleydson obteve 475 votos. “Mais uma vez irei lutar para ampliar minha votação”, afirmou.

Dois vereadores anunciam apoio ao nome de Flávio Marques para prefeito de Tabira

Pesquisa rápida no rádio mostra que nomes anunciados pelo PT não agradam. A cada dia o Secretário de Administração Flávio Marques vai pavimentando o caminho para se consolidar como o candidato governista para disputar a sucessão do Prefeito de Tabira, Sebastião Dias. Além de visitar com frequência comunidades rurais e urbanas para discutir o Plano […]

Pesquisa rápida no rádio mostra que nomes anunciados pelo PT não agradam.

A cada dia o Secretário de Administração Flávio Marques vai pavimentando o caminho para se consolidar como o candidato governista para disputar a sucessão do Prefeito de Tabira, Sebastião Dias.

Além de visitar com frequência comunidades rurais e urbanas para discutir o Plano Municipal de Segurança e tornar o seu nome conhecido nos bairros e entre os agricultores, Flávio começou a semana ganhando um grande reforço em seu projeto.

Os vereadores governistas Marcilio Pires e Cleber Paulino anunciaram publicamente ontem que apoiarão Flávio Marques para Prefeito de Tabira na eleição Municipal de 2020.

Dentro do bloco governista, muitos são os secretários e diretores da gestão tabirense que não fazem segredo do apoio ao nome de Flávio.

Enquete – Enquanto isso, enquete rápida durante o programa Cidade Alerta da Rádio Cidade FM ouviu dez ouvintes sobre os nomes que o Partido dos Trabalhadores vai pesquisar para definir o seu candidato a prefeito para a sucessão de Sebastião Dias.

Diante da pergunta: qual o nome do PT mais preparado para governar Tabira? – José Amaral, Djalma das Almofadas, Aristóteles Monteiro ou Nenhum Deles? – Venceu “Nenhum Deles” com sete citações; Djalma das almofadas recebeu dois votos e Aristóteles Monteiro, um. José Amaral não foi lembrado. As informações são de Anchieta Santos para o blog.

“Não podemos aceitar que o crime organizado continue destruindo famílias”, diz Lula 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, na noite desta quarta-feira (30), que determinou ao ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, e ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, que viajassem ao Rio de Janeiro para se reunir com o governador Cláudio Castro e discutir ações integradas de combate ao crime organizado. “Não podemos aceitar […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, na noite desta quarta-feira (30), que determinou ao ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, e ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, que viajassem ao Rio de Janeiro para se reunir com o governador Cláudio Castro e discutir ações integradas de combate ao crime organizado.

“Não podemos aceitar que o crime organizado continue destruindo famílias, oprimindo moradores e espalhando drogas e violência pelas cidades”, declarou o presidente em publicação nas redes sociais.

Lula destacou a necessidade de um trabalho coordenado entre União e estados para enfraquecer o tráfico de drogas e outras atividades criminosas. Segundo ele, as ações devem ser firmes, mas sem colocar “policiais, crianças e famílias inocentes em risco”.

O presidente lembrou ainda a operação realizada em agosto, classificada como a maior da história do país contra o crime organizado, que atingiu o “coração financeiro de uma grande quadrilha envolvida em venda de drogas, adulteração de combustível e lavagem de dinheiro”.

Lula também citou a PEC da Segurança, enviada ao Congresso Nacional, como instrumento para permitir integração das forças policiais no enfrentamento às facções criminosas.

“Com a aprovação da PEC da Segurança, vamos garantir que as diferentes forças policiais atuem de maneira conjunta no combate ao crime organizado”, afirmou.