Abastecimento de água e perspectiva da Compesa para 2014 foram tema hoje no Debate das Dez

Passado o período mais critico no abastecimento de água, causado pela seca na região do Pajeú, nos estúdios da Rádio Pajeú, Washington Jordão, coordenador regional de distribuição de água da Compesa, falou sobre os momentos críticos, os problemas da Adutora, como está o abastecimento de água no inicio de 2014 e sobre as perspectivas.
Jordão avaliou como positiva, a situação do abastecimento de água no inicio do ano, disse acreditar que a fase mais complicada passou apesar de algumas intermitências que ainda acontecem na Adutora.
“A gente acredita que a fase mais complicada já passou, estamos com algumas intermitências na adutora, mas assim que forem resolvidas acreditamos que tudo se normalizará”, disse Jordão.
Jordão informou ainda que Afogados já está bem melhor e que o rodízio está menor agora.
Jordão informou ainda que as chuvas que andaram caindo na região, ainda não mudaram em nada o cenário e que os reservatórios que estavam em colapso continuam.
Washington disse que ainda esta havendo muitos estouramentos na Adutora, mas que eram esperados por estarem ainda na fase de testes e acredita que a partir do momento que derem sequência os problemas irão diminuir gradualmente.
“A gente sabia que neste primeiro período estes problemas iriam acontecer”, disse Washington.
Washington disse que por se tratar de uma obra complexa com 220km de extensão, que segue margeando estradas desde Floresta, qualquer problema que aconteça neste percurso paralisa o abastecimento.
Jordão disse que apesar da obra ser de responsabilidade do Dnocs, a Compesa segue dando apoio a qualquer intervenção e que estão tentando montar equipes para que estes problemas sejam resolvidos o mais rápido possível.
Washington disse ainda que a vazão ideal é entre 100mm a 120mm e que estão recebendo 90mm, o que já é muito bom já que a previsão seria de receber 50mm de água da Adutora e informou que desses 90mm, 50mm esta sendo enviado para Tabira.
Sobre os poços que na época da crise estavam com baixa vazão, Washington informou que após manutenção feita à época, os mesmos estão operando com vazão normal.
Washington informou que a Adutora foi projetada para ser um complemento na produção e que sozinha a mesma não tem como resolver a longo prazo o problema de distribuição de água para a região.
Questionado sobre algumas comunidades rurais que ainda não estão recebendo água da Adutora, Washington disse que por não poder distribuir água bruta, isto é, sem tratamento a água do “Velho Chico” não chega a estas comunidades, já que as mesmas não tem interligação com a ETA.
Washington disse que a escassez de água ainda existe e que por este motivo teria pessoas tentando roubar água da Adutora e destacou que esta pratica, além de perigosa é crime.
Sobre a segunda etapa, Jordão disse que esta parte ainda é do Governo Federal e que a Compesa não teria informações sobre a mesma.
“Quanto mais reservatório a gente tiver melhor, uma barragem de grande porte aqui na região é imprescindível”, disse Washington.
Sobre as obras do saneamento global, Jordão disse que é preciso ter paciência e que é um serviço necessário que apesar do transtorno momentâneo, no futuro será colhido bons frutos.
Washington informou ainda que assim que a Brotas voltar a ter água e estiver cheia serão iniciados os testes da Comporta.
Os ouvintes e internautas da Pajeú, aproveitaram para tirar dúvidas e fazer questionamentos à Washington, que se dispôs a responder a todos prontamente.
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A partir de 4 de julho de 2026 (três meses exatos antes do primeiro turno), a governadora Raquel Lyra não pode comparecer a inaugurações de obras públicas. A
Sandrinho Palmeira tomou a decisão correta ao manter o teto de AMUPE e MP e só contratar artistas de até R$ 350 mil. Mas paga um preço por ver vizinhos ignorarem o definido. Matheus e Kauan estiveram em Sertânia da prefeita Pollyanna Abreu, com cachês de R$ 700 mil. E na Expocose, só Xand Avião e Wesley Safadão custam juntos mais de R$ 2 milhões. E é só um exemplo. Aí a população de Afogados pergunta: porque lá pode e aqui, não?
Como anunciado, o instituto Múltipla recorreu para derrubar a liminar que busca segurar, até o julgamento do mérito, a divulgação da pesquisa divulgada na última segunda. O MDB alegou questões de ordem formal que segundo o instituto serão facilmente dirimidas. Em duas décadas de atuação, o instituto não tem nenhuma condenação na justiça.
A teoria da mais engraçada propagada para tentar descredenciar a pesquisa foi a de que “Múltipla, Datafolha e Raquel Lyra combinaram pra saírem com três dias entre uma e outra” e dar impressão de resultado verossímil.
Depois da pneumonia, Sandrinho Palmeira oxigenou as redes. Agora, começa a divulgar ações que muitos nem conheciam. Falta bombar e fortalecer o diálogo nos veículos de massa, como o rádio. Em nenhuma cidade com a dimensão de Afogados, a comunicação tem uma estrutura tão diminuta, praticamente nas costas de um homem só, Rodrigo Lima. Isso cobra um preço.
Ninguém ainda têm certeza do que fez a Câmara de Arcoverde dar uma guinada de 360 graus, ou um duplo twist carpado, para depois de tantas promessas de cassação pelo G9, abortarem o projeto “Luciano Pacheco fora”. Há quem diga que pesou a pressão da opinião pública nas redes e do movimento de vereadores de todo o Nordeste, sob articulação de Pacheco. E corre a informação de que teria havido um acordão pra enterrar a história, que já havia desenterrado outros podres da Casa James Pacheco. Os vereadores negam.
Só o jogo baixo da política pode explicar críticas que foram levadas à imprensa sobre a atuação do Secretário de Administração de Serra Talhada, Renan Pereira, em relação à condução de processos seletivos da sua pasta. Renan respondeu com equilíbrio provando não haver gato na tuba. De tão correto, sempre buscou discrição e nunca buscou holofotes para querer aparecer mais que a gestora Márcia Conrado, como fazem tantos. Tem um ditado que diz que, na política como ela é hoje, há pessoas tão boas que não prestam para esse universo. Renan se aplica bem a essa definição.
Frase da semana:














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