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Vídeo de Doido de Zé Vicente agredindo mulher após flagra chega ao MP

Por Nill Júnior

 

Em São José do Egito, o Ministério Público foi informado de um vídeo com o candidato a vereador José Vicente Souza, o Doido de Zé Vicente, flagrado em suposta compra de votos.

No vídeo é possível ver a pessoa que filma o ato sendo agredida com dois socos pelo candidato que depois toma rumo ignorado. Doido tem 65 anos, é ex-presidente da Câmara de Vereadores de São José do Egito e candidato à reeleição pelo PSB. Segundo o MP, a orientação é para a vítima registrar a ocorrência na Delegacia e fornecer o vídeo à Polícia Civil.

Outras Notícias

Ação de Improbidade mantem bens de Dêva Pessoa bloqueados

O bloco governista em Tuparetama diz que o ex-prefeito de Tuparetama, Dêva Pessoa, continua tendo problemas após durante a audiência de instrução e julgamento na ação civil de improbidade administrativa 0800169-02.2017.4.05.8303 a que responde na Justiça Federal. Marcílio Torres, filho de Sávio, usou as redes sociais para criticá-lo. Uma testemunha do ex-prefeito teria entrado em contradição […]

Informação foi passada por Dêva Pessoa, do IPA

O bloco governista em Tuparetama diz que o ex-prefeito de Tuparetama, Dêva Pessoa, continua tendo problemas após durante a audiência de instrução e julgamento na ação civil de improbidade administrativa 0800169-02.2017.4.05.8303 a que responde na Justiça Federal. Marcílio Torres, filho de Sávio, usou as redes sociais para criticá-lo.

Uma testemunha do ex-prefeito teria entrado em contradição ao dar depoimento diferente da declaração que havia sido apresentada pelos advogados de defesa, e disse ter assinado o documento a pedido do advogado de Dêva Pessoa, mas, que a informação contida no documento não era a verdade.

“Com isso, o Juiz Federal chamou imediatamente o Delegado da Polícia Federal de plantão para fazer acareação com a outra testemunha de defesa e, por pouco, o depoente não foi preso pelo crime de falso testemunho”, diz a nota.

A questão tem relação com o último dia do mandato do ex-prefeito Dêva Pessoa, quando emitiu um cheque no valor de R$ 2.850,00 (dois mil e oitocentos e cinquenta reais) para pagamento da locação de um carro Corsa Classic.

“O cheque, endereçado a um empresário de Iguaraci, foi trocado no comércio local com o pai da então secretária de saúde em 2016 e no começo de 2017 a prefeitura de Tuparetama recebeu ofício do empresário cobrando o pagamento que já havia sido realizado, ou seja, o dinheiro não teria chegado ao destinatário”.

Na declaração produzida pela defesa de Dêva no processo, o empresário afirmava ter autorizado um intermediário a receber o pagamento, mas, desmentiu na frente do juiz.

Acidente mata quatro pessoas da mesma família em São José do Belmonte

Atualizado às 18h30 Um grave acidente no início da tarde deste domingo (10) matou quatro pessoas da mesma família  na PE 430, nas imediações do Sitio Tamboril, em São José do Belmonte. No carro estavam  a professora Constância Carvalho, três filhos, um neto e um genro. Constância é muito conhecida na cidade, onde leciona na Escola […]

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Tragédia choca Belmonte. Ocupantes não usavam cinto e animal na pista causou acidente, realidade comum em estradas sertanejas. Foto: Blog do Irmão Geo

Atualizado às 18h30

Um grave acidente no início da tarde deste domingo (10) matou quatro pessoas da mesma família  na PE 430, nas imediações do Sitio Tamboril, em São José do Belmonte. No carro estavam  a professora Constância Carvalho, três filhos, um neto e um genro. Constância é muito conhecida na cidade, onde leciona na Escola Professor Manoel de Queiroz. Ela formou-se na Fafopst, em Serra Talhada.

Informações preliminares indicam que a família seguia para Brejo Santo, no Ceará, onde morava o genro da professora. Seria uma comemoração conjunta do dia das mães. Parte dos filhos veio de João Pessoa encontrar a mãe e seguir de Belmonte para a cidade cearense.

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Lilian Carvalho perdeu filho. Grávida, escapou da tragédia.
Lilian Carvalho perdeu filho. Grávida, escapou da tragédia.

Na tragédia os seus filhos Jennifer Carvalho, 27 anos,  John Carvalho, 32 anos e seu neto de menos de dois anos faleceram. O genro da professora, identificado como Isaac Souza, 22 anos, esposo de Jennifer, ainda foi levado para o Hospam em Serra Talhada, mas não resistiu aos ferimentos e também morreu, elevando para quatro o número de vítimas fatais.

Jeniffer e Isaac haviam casado há pouco tempo. Ela estudava na Faculdade de Integração do Sertão. O marido Isaac era de Brejo Santo no Ceará e chegou a estudar em Serra Talhada. João Carvalho morava em João Pessoa, onde cursava Engenharia Civil na Unipê.

Tanto Jennifer quanto o irmão Jonh eram evangélicos. A última mensagem de John em sua página social convocava: “Vou orar por todas as pessoas que curtirem”. Já entre as últimas de Jennifer, a que diz: “Jesus, eu sigo, curto e não canso de compartilhar”.

Dos ocupantes do veículo, além da professora, internada em estado grave, apenas Lilian Carvalho, outra das filhas de Constância, sobreviveu e recupera-se no Hospam. A Polícia diz que Lilian era a que guiava o veículo, mas a informação baseia-se no relato de testemunhas. Ela está grávida.

Jennifer e Isaac eram casados há pouco mais de um ano.
Jennifer e Isaac eram casados há pouco mais de um ano.

Lilian Carvalho é formada em Odontologia. Em sua página de relacionamento, ela age como ativista em defesa de animais, principalmente cães abandonados.

A condutora do veículo Sandero, placas DEU-1194, de João Pessoa, perdeu o controle do automóvel ao tentar se desviar de um animal na pista, vindo a capotar o carro varias vezes. A situação da via, com muitos buracos ate a divisa com a Paraíba, pode ter contribuído par agravar a tragédia. O socorro foi prestado por populares,  além de uma ambulância da cidade e outra do Samu. A cidade está em choque com a tragédia.

Acima, Jennifer Carvalho e o marido Isaac Souza, ao lado do irmão João Carvalho. Além deles, uma criança de três anos também morreu;Todos comemoravam o Dia das Mães da professora Constância Carvalho e da filha Lilian. Apenas elas escaparam. A professora está em estado grave no Hospam. Fotos: Irmão Geo/Facebool
Acima, Jennifer Carvalho e o marido Isaac Souza, ao lado do irmão de Jennifer, John Carvalho. Além deles, uma criança de três anos, filha de Lilian Carvalho, também morreu;Todos comemoravam o Dia das Mães da professora Constância Carvalho, matriarca da família.  Apenas ela e a filha Lilian escaparam. A professora está em estado grave no Hospam. Fotos: Irmão Geo/Facebool
Quase duas mil cidades não se sustentam, revela índice de gestão fiscal da Firjan

O Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF) revela que 1.856 cidades brasileiras não se sustentam, já que a receita gerada localmente não é suficiente nem para custear a Câmara de Vereadores e a estrutura administrativa da Prefeitura. Em média, esses municípios gastaram, em 2018, R$ 4,5 milhões com essas despesas e geraram apenas R$ 3 […]

O Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF) revela que 1.856 cidades brasileiras não se sustentam, já que a receita gerada localmente não é suficiente nem para custear a Câmara de Vereadores e a estrutura administrativa da Prefeitura. Em média, esses municípios gastaram, em 2018, R$ 4,5 milhões com essas despesas e geraram apenas R$ 3 milhões de receita local.

O estudo é elaborado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), com base em dados fiscais oficiais de 2018, e aponta que 3.944 municípios (73,9% do total analisado) registram situação fiscal difícil ou crítica, incluindo nove capitais: Florianópolis, Maceió, Porto Velho, Belém, Campo Grande, Natal, Cuiabá, Rio de Janeiro e São Luís. Foram avaliadas pelo IFGF as contas de 5.337 cidades, que declararam suas contas à Secretaria do Tesouro Nacional até a data limite prevista em lei e estavam com os dados consistentes. Nelas, vive 97,8% da população.

A análise geral dos dados mostra que o indicador de Autonomia – que verifica a relação entre as receitas oriundas da atividade econômica do município e os custos para manutenção da estrutura administrativa – teve o pior resultado. A Firjan destaca que, para garantir pelo menos a autonomia em relação aos custos de existência, seria preciso que as cidades que não se sustentam aumentassem os recursos próprios em 50%. Porém, de acordo com os cálculos do estudo, isso é pouco provável especialmente no cenário em que elas experimentaram aumento real de apenas 9,6% de sua receita local nos últimos cinco anos.

O segundo principal problema das cidades, de acordo com o IFGF, é a alta rigidez do orçamento por conta dos gastos com pessoal. O indicador mostra que 821 prefeituras estão fora da lei por comprometer em 2018 mais de 60% da Receita Corrente Líquida (RCL) com a folha de salário do funcionalismo público. Outras 1.814 gastaram mais de 54% da receita com esse tipo de despesa e já ultrapassaram o limite de alerta definido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

O indicador de Liquidez aponta que 3.054 cidades (57,2% do total analisado) não planejaram o orçamento de forma eficiente. Entre elas, 1.121 terminaram o ano de 2018 sem recursos suficientes em caixa para cobrir as despesas postergadas para o ano seguinte. Em relação aos Investimentos, a conclusão é que 2.511 prefeituras (47% do total analisado) destinaram, em média, apenas 3,1% de sua receita total para essa finalidade.

Diante dos resultados, o presidente da Firjan, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, reforça a importância de se avançar com as reformas estruturais do país. “Não podemos perder a oportunidade de aprofundar o debate a respeito da estrutura federativa brasileira. Isso inclui, por exemplo, a reforma tributária contemplando os municípios, além da revisão das regras de distribuição de receita entre os entes, das regras de criação e fusão de cidades e de competências municipais. Sem isso, toda a sociedade continuará sendo penalizada com serviços públicos precários e um ambiente de negócios pouco propício à geração de emprego e renda”.

No Senado, Aécio defende investigação do “petrolão”

do Diário de Pernambuco O candidato derrotado à Presidência da República, senador Aécio Neves (PSDB-MG), afirmou nesta quarta-feira que qualquer tentativa de conversa entre o governo da presidente Dilma Rousseff (PT) e a oposição está condicionado à investigação e à punição das denúncias de corrupção que atingem a Petrobras. Em pronunciamento de meia hora da […]

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do Diário de Pernambuco

O candidato derrotado à Presidência da República, senador Aécio Neves (PSDB-MG), afirmou nesta quarta-feira que qualquer tentativa de conversa entre o governo da presidente Dilma Rousseff (PT) e a oposição está condicionado à investigação e à punição das denúncias de corrupção que atingem a Petrobras. Em pronunciamento de meia hora da tribuna do Senado, o tucano disse que os governos do PT foram “intolerantes” durante 12 anos e agora defendem o diálogo. Ele disse que é preciso saber se as propostas do governo atendam as necessidades dos brasileiros.

“Qualquer diálogo tem que estar condicionado ao aprofundamento das investigações e exemplares punições daqueles que protagonizaram o maior escândalo de corrupção do país conhecido como petrolão”, afirmou, quando foi efusivamente aplaudido em plenário. Segundo o tucano, o esquema só veio à tona porque não foi possível abafar os delatores do esquema da Petrobras. Aécio disse que esconder e camuflar foi a tônica do atual governo, embora não tenha conseguido esconder a corrupção. Ele mencionou que a corrupção chegou a níveis nunca antes atingidos no País.

Aécio Neves disse ainda que o governo escondeu que havia a urgência da necessidade de se fazer ajustes econômicos. Citou que, dias depois da eleição, houve um aumento da taxa básica de juros da economia e deu aval para reajuste do preço dos combustíveis. Durante a campanha, ele lembrou que Dilma negava que havia a alta de preços e a carestia.

Na quarta-feira da semana passada (29), em uma decisão totalmente inesperada, o Banco Central decidiu elevar a taxa básica de juros, para 11,25% ao ano, na primeira ação depois da reeleição da presidente Dilma Rousseff. Desde abril, a Selic estava em 11,00% ao ano. No comunicado que se seguiu à decisão, a diretoria da instituição avaliou que seria oportuno ajustar as condições monetárias para garantir, a um custo menor, a prevalência de um cenário mais benigno para a inflação em 2015 e 2016.

Após reconhecer a derrota das urnas, o tucano PSDB destacou os “mais pobres” e os nordestinos no discurso. Ele criticou o fato de que o a campanha de Dilma tentou dividir o País entre ricos e pobres, Norte e Nordeste. “Travamos nessas eleições uma disputa desigual, em que os detentores do poder usaram despudoradamente o aparato estatal para se perpetuarem por mais quatro anos”, afirmou o tucano. O tucano disse ter se colocado nos últimos meses como alternativa de um estado mais eficaz e moderno. Disse ainda que propôs a reaproximação do Brasil com o resto do mundo, ao qual “demos as costas”. “E que hoje os brasileiros convivem com um modelo econômico estagnado e pesado”.

Aécio disse que subia à tribuna após as eleições com a carga de responsabilidade que teve com a votação e o projeto político do qual faz parte. Mas criticou, em vários momentos, a candidatura adversária. “A mentira foi a principal arma. Mentira sobre o passado, para desviar a atenção do presente”, afirmou, ao dizer que a oposição foi acusado de propostas que nem sequer fizeram.

CPI pede que Alexandre de Moraes avalie medidas para barrar “mentiras de Bolsonaro”

Por André Luis Após entregar o relatório da CPI da Pandemia ao Procurar-Geral da República, Augusto Aras, nesta quarta-feira (27), os parlamentares apresentaram o relatório ao ministro Alexandre de Moraes, no Supremo Tribunal Federal – STF. Em sua conta no Twitter, o senador Fabiano Contarato (Rede-ES), informou que os parlamentares solicitaram do ministro que avalie […]

Por André Luis

Após entregar o relatório da CPI da Pandemia ao Procurar-Geral da República, Augusto Aras, nesta quarta-feira (27), os parlamentares apresentaram o relatório ao ministro Alexandre de Moraes, no Supremo Tribunal Federal – STF.

Em sua conta no Twitter, o senador Fabiano Contarato (Rede-ES), informou que os parlamentares solicitaram do ministro que avalie medidas para barrar a disseminação de mentiras por parte do presidente Jair Bolsonaro nas redes sociais.

“Também fomos ao ministro Alexandre de Moraes, no STF, apresentar o relatório da CPI e solicitar que avalie medidas pertinentes contra a disseminação de mentiras por Bolsonaro nas redes sociais, a exemplo da falsa afirmação que associa a vacina da Covid à Aids”.