Notícias

Urna eletrônica completa 30 anos com novas funções de acessibilidade e segurança

Por Michael Andrade

A urna eletrônica completa 30 anos em 2026 consolidada como o principal instrumento de votação no Brasil. Utilizado pela primeira vez nas eleições municipais de 1996, o equipamento passou por sucessivas mudanças tecnológicas e, neste ano, chega ao pleito com novos recursos de acessibilidade e orientação ao eleitor.

O desenvolvimento do sistema começou em 1995, com a participação de especialistas de diferentes órgãos públicos. Na estreia, em 1996, a votação eletrônica foi adotada parcialmente e o equipamento recebeu oficialmente o nome de Coletor Eletrônico de Votos (CEV).

A utilização foi ampliada nos anos seguintes. A partir das eleições municipais de 2000, todos os eleitores brasileiros passaram a votar eletronicamente.

Ao longo das três décadas, o equipamento incorporou diferentes recursos. Em 1998, passou a apresentar a fotografia dos candidatos. Em 2002, foram instituídos a cerimônia pública de lacração dos sistemas e o teste de integridade. Dois anos depois, os códigos-fonte começaram a ser submetidos a auditorias.

A identificação biométrica começou a ser utilizada em 2006 e posteriormente foi ampliada pelo país. Em 2022, uma nova geração das urnas aumentou em 18 vezes a capacidade de processamento e incorporou tela sensível ao toque no terminal utilizado pelos mesários.

Para as eleições de 2026, o equipamento ganhou novos recursos. A tela apresenta intérprete de Libras para indicar voto nulo, voto em branco e voto de legenda, além de uma barra que mostra o avanço do processo de votação. A urna também informa a quantidade de dígitos esperada para cada cargo.

Segurança e auditoria

Segundo a Justiça Eleitoral, o processo de votação passa por mais de 40 mecanismos de auditoria antes, durante e depois das eleições.

Para o pleito deste ano, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) abriu em outubro de 2025 o acesso aos códigos-fonte dos sistemas para instituições autorizadas, entre elas partidos políticos, Polícia Federal e Ministério Público. A inspeção permaneceu disponível até a lacração dos sistemas, realizada em setembro.

Entre os procedimentos de fiscalização estão o Teste Público de Segurança, os testes de integridade, o Registro Digital do Voto (RDV), o Boletim de Urna e a publicação de arquivos relacionados aos resultados.

As urnas não são conectadas à internet nem possuem conexão por Wi-Fi ou Bluetooth. Depois do encerramento da votação, os votos são armazenados em mídia com dados criptografados e protegidos por assinatura digital.

Cada equipamento também imprime o Boletim de Urna, documento que apresenta o resultado daquela seção eleitoral e permite a comparação com os dados posteriormente recebidos pelo sistema de totalização.

De acordo com a Justiça Eleitoral, não houve registro de fraude comprovada envolvendo a urna eletrônica ao longo dos 30 anos de utilização do sistema.

Antes da informatização, a votação era feita por meio de cédulas de papel e a apuração manual podia levar vários dias. Entre as fraudes registradas nesse período estava a chamada “urna grávida”, quando cédulas já preenchidas eram colocadas na urna antes do início da votação.

O Brasil não é o único país que utiliza tecnologia eletrônica nas eleições. Segundo a Agência Brasil, pelo menos 34 países utilizam ou já utilizaram algum tipo de sistema eletrônico para computar votos, e 17 adotam urnas eletrônicas em diferentes graus.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr⁠

Outras Notícias

Bombeiros mostram despreparo e falta de suporte em ocorrência em área rural

Municípios também não tem suporte de unidades de Defesa Civil Mais uma vez, as unidades dos Bombeiros em Afogados da Ingazeira e Serra Talhada – na verdade pertencentes a uma única regional – não conseguiram dar resposta a uma demanda de incêndio em área rural de Afogados da Ingazeira. Foi na comunidade Curral Velho. Segundo […]

Imagens do início do incêndio enviadas ao blog

Municípios também não tem suporte de unidades de Defesa Civil

Mais uma vez, as unidades dos Bombeiros em Afogados da Ingazeira e Serra Talhada – na verdade pertencentes a uma única regional – não conseguiram dar resposta a uma demanda de incêndio em área rural de Afogados da Ingazeira.

Foi na comunidade Curral Velho. Segundo relatos de  ouvintes do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, o fogo começou pela manhã. Chamados por várias vezes desde as dez da manhã, os bombeiros de Afogados da Ingazeira chegaram às duas da tarde e alegaram difícil acesso à área. Mas dizem ouvintes, o foco estava a cinco quilômetros da pista. “Quando foram chegar lá já era mais de duas da tarde”.

Mais tarde, chegou uma unidade de Serra Talhada, mas segundo moradores, não tinha a menor condição de atender a demanda. Só a noite uma unidade de São José do Egito chegou para dar suporte ao pleito.

A situação também denuncia que a Defesa Civil municipal, que poderia montar uma rede de prontidão com carros pipa, não funciona. Prova é de que após contato com autoridades do município, até o prefeito José Patriota e o vice Sandrinho, dizem que houve alegação de dificuldades para articular uma solução porque não era fácil articular pipeiros. Uma extensa área foi atingida.

Hospam foi sim notificado por descarte irregular de lixo, diz Agência

Nota A Agência Municipal de Meio Ambiente de Serra Talhada (AMMA) esclarece, mais uma vez, que notificou o Hospital Regional Prof. Agamenon Magalhães (Hospam) pelo descarte irregular de lixo, assim como convocou a direção do hospital a comparecer à agência ambiental para devida regularização e esclarecimentos, uma vez que o mesmo não apresentou a Licença […]

Nota

A Agência Municipal de Meio Ambiente de Serra Talhada (AMMA) esclarece, mais uma vez, que notificou o Hospital Regional Prof. Agamenon Magalhães (Hospam) pelo descarte irregular de lixo, assim como convocou a direção do hospital a comparecer à agência ambiental para devida regularização e esclarecimentos, uma vez que o mesmo não apresentou a Licença Ambiental obrigatória, nem o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos – PGRS.

Apesar da notificação entregue e assinada pelo hospital no último dia 19 de junho de 2017, o HOSPAM não procurou a Agência Municipal de Meio Ambiente de Serra Talhada (AMMA) para a devida regularização e esclarecimentos, assim como continuou descartando lixo comum e hospitalar no mesmo local proibido (como mostram as imagens feitas na sexta-feira, 25 de agosto, por fiscais da AMMA).

O hospital também não pagou a multa aplicada pelo descarte irregular de lixo, que foi enviada e protocolada via Correios e recebida pelo hospital, como demonstram os comprovantes de rastreamento e recebimento em anexo.

Diante desta realidade, não cabe à XI Geres tentar justificar o descarte irregular de lixo, contaminando o meio ambiente e oferecendo riscos à saúde da população. O HOSPAM foi procurado e notificado da irregularidade, deve, portanto, procurar a AMMA para regularização e adequação.

Agência Municipal de Meio Ambiente de Serra Talhada (AMMA)

Circuito Pedal do Cooperativismo passou por Itapetim e São José do Egito

Aconteceu neste domingo (23) o Circuito Pedal do Cooperativismo, organizado pelo Sicoob Pajeú/Agreste, atravessou o coração dos municípios de Itapetim e São José do Egito, em uma trilha de 50 Km, ida e volta. A organização se preocupou com tudo, paramédicos, aferição de pressão e um café da manhã na Churrascaria de Andréia de Zome […]

10420259_595325947257205_8768418958644679416_n

Aconteceu neste domingo (23) o Circuito Pedal do Cooperativismo, organizado pelo Sicoob Pajeú/Agreste, atravessou o coração dos municípios de Itapetim e São José do Egito, em uma trilha de 50 Km, ida e volta.

1508511_595325990590534_5302895650669399126_n

A organização se preocupou com tudo, paramédicos, aferição de pressão e um café da manhã na Churrascaria de Andréia de Zome de Binhas, em Itapetim, e no sitio das Cacimbas outra equipe de apoio, na Praça Rogaciano Leite com outro café da manhã, dessa vez a base de frutas e energéticos, na volta em São José do Egito, novamente na churrascaria de Andréia, um almoço regado a Feijoada e um bom bate-papo.

Advocacia pernambucana define lista sêxtupla para o Quinto Constitucional

Do Causos & Causas Nesta segunda-feira (18), advogados e advogadas de Pernambuco participaram de uma votação importante, além da eleição para a presidência da OAB-PE. Os profissionais escolheram a lista sêxtupla para o Quinto Constitucional, que indicará um novo desembargador ou desembargadora para o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). Os seis eleitos foram: Adriana […]

Do Causos & Causas

Nesta segunda-feira (18), advogados e advogadas de Pernambuco participaram de uma votação importante, além da eleição para a presidência da OAB-PE. Os profissionais escolheram a lista sêxtupla para o Quinto Constitucional, que indicará um novo desembargador ou desembargadora para o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).

Os seis eleitos foram:

Adriana Caribé – 6.273 votos. Veja aqui o seu currículo. Relembre como foi a sua sabatina aqui.

Carlos Gil – 5.983 votos (mais votado entre os homens). Veja aqui o seu currículo. Relembre como foi a sua sabatina aqui.

Diana Câmara – 5.293 votos. Veja aqui o seu currículo. Relembre como foi a sua sabatina aqui.

Taciana de Castro – 5.213 votos. Veja aqui o seu currículo. Relembre como foi a sua sabatina aqui.

Alexandre Bartilotti – 4.429 votos. Veja aqui o seu currículo. Relembre como foi a sua sabatina aqui.

Paulo Artur Monteiro – 976 votos (pela cota racial). Veja aqui o seu currículo. Relembre como foi a sua sabatina aqui.

A carnaibana Janielly Nunes, obteve 4.222, mas não conseguir entrar na lista sêxtupla. Janielly foi majoritária em Afogados da Ingazeira.

Agora, a lista sêxtupla será encaminhada ao TJPE, que reduzirá os nomes para uma lista tríplice. Essa será submetida à governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), responsável pela escolha final e nomeação do novo desembargador ou desembargadora.

A seleção reforça o papel da advocacia no fortalecimento do Judiciário e dá continuidade ao processo de renovação de quadros no TJPE, garantindo diversidade e representatividade.

Teresa Leitão diz que Marília Arraes não sofre boicote do PT-PE

Blog da Folha A deputada estadual Teresa Leitão (PT) afirmou que não concorda com a tese de que Marília Arraes (PT)tem sido vítima de um boicote interno. Durante a entrevista à Rádio Folha FM 98.7, a parlamentar reforçou que vários membros do partido não querem que Marília deixe o PT. Na última quinta-feira (17), começaram os rumores de a neta […]

Blog da Folha

A deputada estadual Teresa Leitão (PT) afirmou que não concorda com a tese de que Marília Arraes (PT)tem sido vítima de um boicote interno.

Durante a entrevista à Rádio Folha FM 98.7, a parlamentar reforçou que vários membros do partido não querem que Marília deixe o PT.

Na última quinta-feira (17), começaram os rumores de a neta do ex-governador Miguel Arraes estaria de malas prontas para se mudar para o Solidariedade a fim de garantir sua candidatura ao Senado Federal.

“É importante ouvir o que ela tem a dizer. Seu nome não foi posto como possível candidata ao Senado pela Frente Popular por ela mesmo. É um nome natural porque tem um forte apelo eleitoral. A gente não quer que ela saia do PT. Isso não só sou eu que digo, vários petistas dizem isso. Então eu acho que o momento agora é de conversas. O que eu vou dizer a ela é isto. Quando Lula (o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva) veio ao Recife, todos nós falamos que o foco estratégico nosso nesta eleição seria garantir o palanque dele para a eleição presidencial”, argumentou.

Para Teresa Leitão, os problemas internos em que Marília esteve envolvida já foram resolvidos.

“A própria Marília acha que seus problemas em relação à bancada federal, por exemplo, foram superados”, concluiu a parlamentar, referindo-se à eleição da mesa diretora da Câmara dos Deputados – quando a neta do ex-governador Miguel Arraes disputou o cargo de segundo secretário com o outro representante petista, João Daniel (PT-SE), e acabou levando a melhor.