Tuparetama: Sávio Torres diz que Tupã Folia está mantido
Por Nill Júnior
Foto: Fábio Rocha
Foto: Fábio Rocha
O Prefeito de Tuparetama Sávio Torres garantiu ao radialista Anchieta Santos agora a pouco no programa Cidade Alerta, da Cidade FM, que está mantida a programação do Tupã Folia 2017, nos dias 15 e 16 de abril, mesmo com a vigência de liminar impedindo a utilização de recursos públicos expedida pela Juiza Mirella Patricio da Costa Neiva, em exercício cumulativo da Comarca de Tuparetama, que acatou parcialmente a Ação Cautelar ajuizada pelo Ministério Público.
Segundo o comunicador, o prefeito teria alegado como circunstâncias que favorecem a realização do evento dotação orçamentária própria, ajuda da iniciativa privada e bandas com preço reduzido. O gestor disse ainda que respeitaria a orientação da justiça.
Não ficou claro, portanto, se o gestor está disposto a utilizar recursos quando afirma “haver dotação”, pois a liminar vigente impede qualquer aplicação. Também vai de encontro à própria linha adotada pelo MP que interpretou o contrário, não haver dotação específica. Outrossim, não há impedimento algum caso o eveto seja custeado por patrocinadores, por exemplo. O Tupã Folia tem atrações como Saia Rodada e Mareta é Massa.
A Juiza autorizou a realização do evento, desde que respeitada a não aplicação de recursos públicos. No questionamento o promotor Aurinilton Carlos Sobrinho havia alegado que uma planilha preliminar indicava gastos públicos de R$ 86 mil com o evento. O Prefeito não quis falar ao vivo e não informou uma nova previsão de custos do evento.
Quando procurado pelo blog ontem, informou que estava resolvendo a questão e que informaria tão logo houvesse um desfecho, como, por exemplo, a cassação da liminar.
Ouça a reprodução da fala de Sávio pelo comunicador:
Em meio à agitação do cenário político e jurídico no país com o julgamento da chapa Dilma-Temer, uma notícia importante do rádio no Estado não passou despercebida. O Jornalista Magno Martins anunciou no programa Frente a Frente da última terça (6) que o jornalista Adriano Roberto não mais integrava os quadros do programa Frente a […]
Magno e Adriano no Frente a Frente: fim da parceria
Em meio à agitação do cenário político e jurídico no país com o julgamento da chapa Dilma-Temer, uma notícia importante do rádio no Estado não passou despercebida. O Jornalista Magno Martins anunciou no programa Frente a Frente da última terça (6) que o jornalista Adriano Roberto não mais integrava os quadros do programa Frente a Frente, da Rede Nordeste de Rádio, gerado para várias emissoras.
Diferente de agosto de 2014, quando a saída foi planejada, inclusive com o anúncio da substituta Eduarda Feitosa, chamou a atenção a aparente decisão abrupta. Não houve despedida do profissional. Some-se a isso o fato de Magno estar em uma semana agitada, conduzindo programa e em meio ao lançamento de seu livro Histórias de Repórter na capital federal, o que não bate com uma saída programada.
Adriano apresentou o programa normalmente na segunda (5) e não fez nenhuma despedida. Na terça, Magno fez o anúncio. “O jornalista e radialista Adriano Roberto não integra mais os quadros de minha empresa nem do programa Frente a Frente. A partir de agora e pelos próximos próximo dias vou ficar sozinho na bancada. Vamos procurar um profissional que possa dividir o programa comigo até por que estou em Brasília nesse corre-corre de lançamento de livro, de crise nacional… Mas estamos aí. A vida é assim mesmo. Desejamos ao Adriano Roberto boa sorte”, concluiu sem se estender.
Magno apresentou ontem mais um programa de Brasília, cobrindo os desdobramentos do julgamento da chapa Dilma-Temer e comemorando o sucesso do lançamento do seu livro. Nesta quinta, voltou a apresentá-lo direto dos estúdios em Recife. Nos blogs que os dois conduzem, não houve nenhuma referência ao episódio.
Foi a segunda passagem de Adriano Roberto pelo programa.
A COMPESA voltou a comunicar que o sistema da Adutora do Pajeú está parado devido a um estouramento ocorrido próximo a ETA de Afogados da Ingazeira. Por tal motivo, esclarece que o abastecimento está suspenso nas cidades de Flores, Carnaíba, Quixaba, Tuparetama, Iguaracy, Ingazeira e o distrito de Jabitacá e redução de vazão em Afogados da Ingazeira […]
A COMPESA voltou a comunicar que o sistema da Adutora do Pajeú está parado devido a um estouramento ocorrido próximo a ETA de Afogados da Ingazeira.
Por tal motivo, esclarece que o abastecimento está suspenso nas cidades de Flores, Carnaíba, Quixaba, Tuparetama, Iguaracy, Ingazeira e o distrito de Jabitacá e redução de vazão em Afogados da Ingazeira e São José do Egito
“Assim que for resolvido voltaremos a comunicar”, informou a empresa. É o 26º comunicado de parada no sistema Adutor, que sofre com eventuais estouramentos e panes elétricas. É assinado por Eduardo José de Brito, Coordenador de Produção – GNR Alto Pajeú.
A Prefeitura de Itapetim e a Compesa deram início a um estudo para levar a água do São Francisco à comunidade do Ambó e localidades próximas. A ação vai beneficiar mais de 150 residências com água de qualidade nas torneiras. O local já conta com um sistema instalado pela prefeitura o que vai facilitar ainda […]
A Prefeitura de Itapetim e a Compesa deram início a um estudo para levar a água do São Francisco à comunidade do Ambó e localidades próximas. A ação vai beneficiar mais de 150 residências com água de qualidade nas torneiras.
O local já conta com um sistema instalado pela prefeitura o que vai facilitar ainda mais o serviço para que a população possa contar com esse bem tão essencial para vida, principalmente em uma área considerada como a região mais seca do município.
O prefeito Adelmo Moura juntamente com o gerente regional da Unidade de Negócios da Compesa, Gustavo Serafim, estiveram visitando o local. “A ação vai acabar com o sofrimento da população e tornar realidade um sonho antigo dos moradores”, destacou Adelmo.
Segunda maior cidade do Sertão, Serra Talhada apresenta redução nos números de homicídios em relação ao mesmo período de 2021. São 16 homicídios em 2022, dois a menos que o ano anterior e 15 a menos que 2020, quando foram contabilizadas 31 mortes na capital do xaxado. Os dados foram confirmados pelo delegado regional Marcos […]
Segunda maior cidade do Sertão, Serra Talhada apresenta redução nos números de homicídios em relação ao mesmo período de 2021. São 16 homicídios em 2022, dois a menos que o ano anterior e 15 a menos que 2020, quando foram contabilizadas 31 mortes na capital do xaxado.
Os dados foram confirmados pelo delegado regional Marcos Virgínio em entrevista à Rádio Cultura FM, neste sábado (10). Com relação às sete cidades que integram a área da 21ª Delegacia Seccional, houve uma redução de 23% no número de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) neste ano de 2022. Foram 43 homicídios na região em 2021.
“Nós contabilizamos o ano passado de forma geral uma redução de vinte por cento em toda a área em termos de Crimes Violentos Letais Intencionais e esse ano nós estamos atualmente com vinte e três por cento de redução sobre o que já foi reduzido no ano passado, então hoje a gente está na casa dos trinta e poucos homicídios e o ano passado a gente teve quarenta e nove. A gente está reduzindo em torno de dez ou onze em relação ao mesmo período do ano passado”, afirmou.
No tocante aos homicídios cometidos em Serra Talhada durante o ano, o delegado informou que a Polícia Civil já conseguiu elucidar cerca de 60%. São dois homicídios a menos que em 2018, quando foram registradas 18 mortes, e 15 a menos que no ano de 2020, que terminou com 31 mortes. “Até o momento nós temos cerca de sessenta por cento desses crimes já resolvidos, outros deles são um pouco mais complexos, mas todos esses casos que aconteceram aqui estão tramitando, estão tendo a sua sequência, nenhum deles está parado, todos os crimes estão sendo investigados independente de ser mais complexo ou menos complexo”, disse.
Se Serra Talhada não voltar a registrar homicídio até o fim do ano, 2022 será o ano mais tranquilo desde 2004. “É um número muito significativo tendo em conta que em outras épocas já se contabilizou mais de trinta, quarenta homicídios aqui, e esse ano se as projeções se mantiverem como estão nós teremos o segundo melhor ano da série histórica aqui em Serra Talhada, o segundo ano mais tranquilo de toda a série, só perdendo para 2004 quando nós tivemos 14 homicídios”, completou o delegado.
O Ministério Público Eleitoral (MPE) apresentou, nesta semana, as alegações finais na Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) nº 0600476-31.2024.6.17.0045, protocolada na 45ª Zona Eleitoral de Belo Jardim, no Agreste de Pernambuco. A ação, ajuizada pela coligação “Belo Jardim para Todos”, acusa o atual prefeito e candidato à reeleição, Gilvandro Estrela de Oliveira (PSD), e […]
O Ministério Público Eleitoral (MPE) apresentou, nesta semana, as alegações finais na Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) nº 0600476-31.2024.6.17.0045, protocolada na 45ª Zona Eleitoral de Belo Jardim, no Agreste de Pernambuco. A ação, ajuizada pela coligação “Belo Jardim para Todos”, acusa o atual prefeito e candidato à reeleição, Gilvandro Estrela de Oliveira (PSD), e seu vice, José Lopes Silveira, de abuso de poder político e econômico nas eleições de 2024.
Segundo o documento, os representados teriam se valido da máquina pública para obter vantagem indevida no pleito. As condutas apontadas incluem o uso promocional dos canais oficiais da prefeitura, a utilização de bens públicos — como veículos e o próprio gabinete do prefeito — em atos de campanha, além da cessão de servidores públicos durante o horário de expediente para atividades eleitorais.
O MPE afirma que a instrução processual reuniu provas, que demonstram tanto a materialidade dos fatos quanto a responsabilidade direta dos representados. Entre os elementos listados estão portarias de nomeação e concessão de férias, contratos de veículos, vídeos e imagens de campanha, comprovantes de pagamento da prefeitura e depoimentos colhidos em audiência.
Mesmo diante de tentativas de desqualificar os indícios, como explicações evasivas de testemunhas e alegações de participação “voluntária” fora do expediente, o Ministério Público entende que há uma prática sistemática e organizada de uso da estrutura pública em favor da candidatura à reeleição.
Entre os depoimentos destacados, estão:
Joedna de Souza Santos, secretária de Obras e delegada da coligação, que admitiu o uso de veículo oficial em campanha, mas tentou negar vínculo com sua pasta, o que o MPE considerou sem credibilidade.
Paulo Victor de Espíndola Fernandes, diretor de Comunicação da prefeitura, afirmou que atuou fora do expediente, mas foi contraditório ao admitir que o prefeito tinha acesso às redes sociais da campanha.
Maria Eduarda Leite Vilar, auxiliar administrativa, alegou que participou de vídeos de campanha durante o período de férias, mas não conseguiu comprovar a regularidade dessa ausência do trabalho.
Tiago Manso Holanda da Silva, servidor de apoio de pátio, negou participação em atos de campanha, o que contraria provas documentais apresentadas no processo.
Para o MPE, essas contradições apenas reforçam a gravidade dos atos ilícitos: “A tese da atuação voluntária dos servidores não se sustenta diante da sistematicidade das ações, todas ocorrendo dentro do expediente e com estrutura pública à disposição”, registra o parecer final.
Com base nos artigos 22 da Lei Complementar nº 64/90 e 73, incisos I e III, da Lei nº 9.504/97, o Ministério Público Eleitoral requer a cassação do diploma de Gilvandro Estrela e José Lopes, a declaração de inelegibilidade de ambos por oito anos, além da imposição de multa a Gilvandro Estrela. O órgão também solicita o envio de cópias dos autos ao Ministério Público com atribuição criminal para apuração de falso testemunho e possível falsidade documental nos registros de férias dos servidores.
O caso agora segue para decisão da Justiça Eleitoral, que poderá confirmar ou rejeitar os pedidos do Ministério Público com base nas provas constantes nos autos. A sentença poderá ter impacto direto na composição política do município e na elegibilidade dos atuais gestores. Leia aqui a íntegra da Manifestação do MP.
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