Notícias

Tuparetama inaugura nova sede da Secretaria de Educação

Por Nill Júnior

A Prefeitura de Tuparetama entregou a nova sede da Secretaria Municipal de Educação, que homenageia a professora Lúcia Aparecida Feitoza Batista.

Segundo a gestão, o prédio foi completamente reformado e readequado para abrigar as equipes de trabalho da secretaria. O prefeito Sávio Torres comemorou a entrega da obra nas redes sociais.

“A ameaça da chuva não foi capaz de tirar a felicidade da nossa gente, que marcou presença na inauguração do prédio que abriga a Secretaria Municipal de Educação e leva o nome da saudosa professora Lúcia Aparecida Feitoza Batista. Após uma grande e merecida reforma, o espaço foi todo readequado para garantir a continuidade do brilhante trabalho que vem sendo realizado com muita dedicação para fortalecer o ensino municipal, referência no Estado de Pernambuco”, disse Sávio.

Segundo o gestor, além da inauguração do prédio, também foi feita a entrega de veículos para a Educação e Saúde, assinada ordem de serviço para pavimentação de ruas e instalação de luminárias de LED na cidade. “O momento também foi marcado pela entrega de um veículo 0km para a Educação, mais um pedido atendido pelo ex-secretário Nacional de Desenvolvimento Urbano, Tiago Pontes. Entregamos uma nova ambulância Semi UTI, conquistada através de uma emenda parlamentar do senador Jarbas Vasconcelos, por intermédio do nosso vice-prefeito, Diógenes. Assinamos ordens de serviços para a pavimentação de diversas ruas e a troca de toda iluminação pública por lâmpadas de LED”.

Na ocasião o prefeito esteve acompanhado do deputado federal Ricardo Teobaldo; do ex-secretário Nacional de Desenvolvimento Urbano Tiago Pontes; do ex-deputado estadual Zé Marcos de Lima; da equipe da Educação Municipal, dos secretários de governo e dos Vereadores Vandinha, Luciana, Valmir, Tanta e Arlan.

Outras Notícias

Radialista questiona autorização de fogueiras juninas em Afogados

A crítica é de Anchieta Santos, em nota ao blog: o promotor de Justiça, Lúcio Luiz de Almeida Neto, que se apresenta como defensor da ciência, defendeu na manhã de ontem em entrevista a Rádio Pajeú, terça (8), que as fogueiras durante o período junino na região sigam o mesmo modelo do ano passado (2020), […]

A crítica é de Anchieta Santos, em nota ao blog: o promotor de Justiça, Lúcio Luiz de Almeida Neto, que se apresenta como defensor da ciência, defendeu na manhã de ontem em entrevista a Rádio Pajeú, terça (8), que as fogueiras durante o período junino na região sigam o mesmo modelo do ano passado (2020), onde puderam ser acesas na zona rural.

De acordo com o promotor, uma reunião entre o MPPE e o prefeito do município acontecerá para fechar os detalhes, no tocante ao acendimento das fogueiras. Com essa decisão fica claro que não dá para levar a sério o MP em Afogados da Ingazeira.

Será que o Prefeito Sandrinho Palmeira vai ceder a mais uma concessão do Promotor? Antes já houve concessão em plena pandemia a festas travestidas de lives; no carnaval houve concessão a personagens de momo para desfilar quando tudo estava proibido, sem falar em quebra de TAC em carnaval fora de época.

O discurso é fácil. Só discurso. Há não ser que o MP de Afogados tenha algum estudo feito por um cientista indicando a fumaça da fogueira na zona rural não afeta quem tem doenças respiratórias.

Danilo Cabral defende prisão de Daniel Silveira

A bancada do PSB na Câmara Federal votou a favor da ratificação da prisão do deputado Daniel Silveira (PSL-RJ). “Não podemos assistir inertes à gestação de uma ruptura da ordem democrática no Brasil. A prisão do parlamentar representa um basta ao extremismo e ao autoritarismo”, afirmou Danilo Cabral, líder da bancada na Casa durante a […]

A bancada do PSB na Câmara Federal votou a favor da ratificação da prisão do deputado Daniel Silveira (PSL-RJ).

“Não podemos assistir inertes à gestação de uma ruptura da ordem democrática no Brasil. A prisão do parlamentar representa um basta ao extremismo e ao autoritarismo”, afirmou Danilo Cabral, líder da bancada na Casa durante a votação nesta sexta-feira (19). A prisão foi confirmada pela maioria dos deputados, com 364 votos.

Para Danilo Cabral, a decisão de hoje não se restringe à análise jurídica sobre os fundamentos que embasaram a prisão de Silveira. Também deve-se considerar as repercussões dessa deliberação sobre o funcionamento das instituições e a defesa da democracia.

“A imunidade é uma garantia constitucional fundamental à independência do Parlamento, mas isso não significa que os parlamentares têm carta branca para atacar a tudo e a todos. São inconstitucionais as condutas e manifestações que atentem para destruir o regime democrático e suas instituições republicanas, pregando a violência e o arbítrio”, discursou.

O líder do PSB destacou que o país precisa de estabilidade para superar as crises sanitária, social e econômica. “O Brasil precisa de diálogo e harmonia entre os poderes. Precisa das instituições funcionando plenamente. O extremismo e a polarização estão drenando nossas energias, quando o povo mais precisa de nós. Precisamos superar isso”, afirmou Danilo Cabral.

A Constituição estabelece que deputados e senadores são invioláveis, civil e penalmente, por opiniões, palavras e votos e não poderão ser presos, salvo em flagrante de crime inafiançável. Nesse caso, os autos serão remetidos à Casa respectiva, para que a maioria absoluta decida, em voto aberto, sobre a prisão.

Daniel Silveira foi preso em flagrante, na última terça-feira (16), pela Polícia Federal no âmbito de inquérito no Supremo Tribunal Federal que investiga notícias falsas. Ele gravou e divulgou vídeo em que faz críticas aos ministros do STF e defende o Ato Institucional nº 5 (AI-5), considerado um fato gravíssimo e para qual ser “imprescindíveis medidas enérgicas para impedir a perpetuação da atuação criminosa de parlamentar visando lesar ou expor a perigo de lesão a independência dos Poderes instituídos e ao Estado democrático de Direito”, segundo o ministro Alexandre de Moraes.

Apagão no Norte e Nordeste foi causado por falha humana, diz ONS

Ajuste de proteção indevido somado com um problema adicional na Usina Hidrelétrica de Paulo Afonso foi responsável por potencializar problema no Nordeste Da Agência Brasil O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou nesta sexta-feira (6) que o apagão que atingiu 70 milhões de pessoas no Norte e Nordeste, em 21 de março, foi causado […]

Apagão deixou mais de 70 milhões de pessoas sem energia e deixou 98% das linhas de transmissão do Nordeste sem funcionar Foto: Fred Figueiroa/ DP

Ajuste de proteção indevido somado com um problema adicional na Usina Hidrelétrica de Paulo Afonso foi responsável por potencializar problema no Nordeste

Da Agência Brasil

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou nesta sexta-feira (6) que o apagão que atingiu 70 milhões de pessoas no Norte e Nordeste, em 21 de março, foi causado por uma falha humana. Segundo a primeira versão da nota técnica elaborada pelo órgão, havia um ajuste de proteção indevido no disjuntor da Subestação Xingu, no Pará.

Segundo o diretor-geral, Luiz Eduardo Barata, a empresa Belo Monte Transmissão de Energia (BMTE) não informou ao ONS que havia estabelecido o limite de segurança no disjuntor. Como desconhecia o ajuste, o operador determinou a passagem de uma carga superior ao limite, e o sistema interrompeu a circulação de corrente entre os dois lados da subestação, causando um excesso de geração de energia elétrica de um lado e falta do outro.

“A falha é humana, porque alguém programou o ajuste, e esse ajuste foi um ajuste indevido”, explicou Barata. Quando o disjuntor interrompeu o fluxo entre os dois lados da subestação, toda a energia que chegava da Usina de Belo Monte, e que deveria seguir para o Nordeste, permaneceu na Região Norte, causando uma geração acima da necessária. O Nordeste, que nesta época do ano recebe a energia de Belo Monte para compensar a menor geração eólica, ficou com menos geração do que carga.

O problema desequilibrou o sistema e gerou o desligamento em cascata, que apagou 98% das linhas de transmissão do Nordeste e 86% do Norte. Das 480 linhas de transmissão nas duas regiões, 458 saíram do sistema.

A abertura do disjuntor se deu às 15h48, e em questão de segundos os sistemas de energia elétrica do Norte, Nordeste e Sudeste/Centro-Oeste se separaram.

A recomposição do sistema começou na Região Norte por volta de dez minutos depois do incidente, e foi concluído às 17h50. Na Região Nordeste, a recomposição teve início às 16h16 e só foi concluída às 21h25.

Um problema adicional fez o blecaute tomar dimensão maior na região Nordeste: duas unidades na Usina Hidrelétrica de Paulo Afonso, na Bahia, foram desligadas por descoordenação no sistema de proteção.

O desligamento ocorreu depois que a frequência do sistema já havia sido normalizada no Nordeste, derrubando-a novamente, o que ativou a proteção de usinas térmicas na região e também as desligou.

O relatório foi encaminhado aos agentes envolvidos, incluindo a empresa Belo Monte, e, dentro de 15 dias, no máximo, a versão final será apresentada à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). É a agência reguladora que vai responsabilizar e definir possíveis punições aos envolvidos.

Segundo o ONS, o problema que originou o blecaute já foi solucionado. A Subestação de Xingu passou a ter dois disjuntores desde o fim de semana posterior ao apagão, e eles funcionam com um sistema de alarmes, em vez de desligarem em caso de possibilidade de sobrecarga.

Sem orçamento aprovado, operação com carros-pipa está parando no Nordeste

O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) informou que não está sendo possível realizar os repasses integrais e regulares para a Operação Carro-Pipa federal (OCP) em decorrência do Projeto de Lei Orçamentária Anual 2021 (PLOA) ainda não ter sido aprovado pelo Congresso Nacional. Nos meses de janeiro e fevereiro, a Pasta – por meio da Defesa […]

O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) informou que não está sendo possível realizar os repasses integrais e regulares para a Operação Carro-Pipa federal (OCP) em decorrência do Projeto de Lei Orçamentária Anual 2021 (PLOA) ainda não ter sido aprovado pelo Congresso Nacional. Nos meses de janeiro e fevereiro, a Pasta – por meio da Defesa Civil Nacional – conseguiu realizar o repasse emergencial de R$ 89,7 milhões, que foram descentralizados ao Exército Brasileiro (EB), responsável pela execução do serviço.

Em decorrência do atraso no repasse, 260 municípios já tiveram o atendimento suspenso e, a partir de 1º de março, a Operação poderá ter suas atividades paralisadas em 100% dos municípios. O MDR e o Ministério da Economia buscam alternativas no âmbito do governo federal para possibilitar a execução da Operação em sua integralidade e evitar prejuízos à população.

A OCP Federal é executada em toda a região rural do semiárido, abrangendo os estados do Nordeste e parte de Minas Gerais e Espírito Santo. No ano de 2020, a média mensal de atendimento foi de cerca de 2 milhões de pessoas em 600 municípios, o que equivale a uma média de 4,2 mil carros-pipa contratados por mês. No total, foram investidos R$ 603 milhões para o serviço.

Tadeu do Hospital e Aldo da Clipsi seguem como mais atuantes, diz Opinião

Os dois também lideram intenção espontânea, com o opositor a frente do governista O Instituto Opinião quis saber: qual é o vereador mais atuante e trabalhador de São José do Egito? Lidera o levantamento Tadeu do Hospital, com 10,3%, seguido de Aldo da Clipsi, com 8,3%. Gerson Souza vem com 5,8%, seguido de Patrícia de […]

Os dois também lideram intenção espontânea, com o opositor a frente do governista

O Instituto Opinião quis saber: qual é o vereador mais atuante e trabalhador de São José do Egito? Lidera o levantamento Tadeu do Hospital, com 10,3%, seguido de Aldo da Clipsi, com 8,3%.

Gerson Souza vem com 5,8%, seguido de Patrícia de Bacana (5,3%), João de Maria (caiu para 4,8%), Beto de Marreco (4,3%), Albérico Thiago e Maurício do São João (4%), Vicente de Vevéi (3,8%), Henrique Marinho (2%), Prato de Papa (1,8%), Alberto de Zé Loló (1,3%), David de Deus e Jota Ferreira (0,5% cada). Não sabem ou não responderam 26%. Indecisos ou não sabem, 17,3%.

O Opinião perguntou: se a eleição fosse hoje, em quem você votaria para vereador em São José do Egito? Curiosamente, as posições se invertem, com Aldo da Clipsi com 6,8%, seguido de Tadeu do Hospital com 4%.

Beto de Marreco tem 3,8%. O nome do falecido Flávio Jucá é citado por 3,3%. Isso se explica porque a pesquisa é instantânea e o legislador que morreu em dezembro do ano passado ainda é lembrado por parcela da população.

Na sequência, Gerson Souza (3%), Albérico Thiago (2,8%), Maurício do São João (2,8%), João de Maria (2%), Rômulo Júnior (1,8%), Henrique Marinho (1,3%), Prato de páp (1,3%), Vicente de Vevéi (1,3%), Adeilton de Braz (1%), Patrícia de Bacana (1%), Raimundo Eufrásio (1%), Rona Leite (1%), Alberto de Zé Loló (0,8%), Bau Brito (0,8), David (0,5%), Jota Ferreira (0,5%), Beto Leite (0,3%), Cauê Patriota (0,3%), Damião de Carminha (0,3%) e Doido de Zé Vicente (0,3%).

Como é esperado, esse perfil de pesquisa espontânea é muito fragmentado. Prova disso é que mais da metade ou não sabe ou não opinou (44,3%), ou vai de branco, nulo ou nenhum (13,5%).

Dados técnicos: foram ouvidas 400 pessoas dias 12 e 13 de setembro. As entrevistas com os moradores da zona urbana foram realizadas nos seguintes bairros: Alto Boa Vista, Antônio Marinho, Boa Vista, Centro, Distrito Riacho do Meio, Distrito Bonfim, Ipiranga, Jardim Bela Vista, Junior Valadares, Loteamento Cassiano, Loteamento Morada Nobre, Loteamento Rita Viana, Novo Horizonte, Planalto, São Borja, São João e Vila da COHAB. E com os moradores da zona rural foram realizadas nas seguintes localidades: Baraúnas, Batatas, Espirito Santo, Juazeirinho, Mundo Novo, Povoado Curralinho, Povoado dos Grossos, Povoado Olho D’agua, São Sebastião do Aguiar e Serra do Machado.

O intervalo de confiança estimado é de 90,0% e a margem de erro máxima estimada é de 4,1 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra. A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação.