Notícias

TSE divulga calendário eleitoral de 2022

Por André Luis

Eleições serão realizadas no dia 2 de outubro; eventual segundo turno será no dia 30

Aprovada pelo Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Resolução nº 23.674/2021 disciplina o Calendário Eleitoral de 2022 com as principais datas a serem observadas pelos partidos e candidatos.

As eleições estão marcadas para o dia 2 de outubro, quando os brasileiros vão às urnas para eleger presidente da República, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais. Eventual segundo turno será realizado no dia 30 de outubro.

Alguns prazos já começaram a valer desde o dia 1º de janeiro, como a obrigatoriedade de registro de pesquisas eleitorais, a limitação de despesas com publicidade dos órgãos públicos federais, estaduais ou municipais e a proibição da distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios a cidadãs e cidadãos por parte da Administração Pública. Há exceção em casos de estado de calamidade ou emergência pública e programas sociais que já estavam em andamento.

Janela partidária

Entre 3 de março e 1º de abril, acontece a janela partidária, período em que deputadas e deputados federais, estaduais e distritais poderão trocar de partido para concorrer às eleições sem perder o mandato.

Registro de estatutos no TSE

Dia 2 de abril, seis meses antes do pleito, é data-limite para que todas as legendas e federações partidárias obtenham o registro dos estatutos no TSE. Este também é o prazo final para que todas as candidatas e candidatos tenham domicílio eleitoral na circunscrição em que desejam disputar as eleições e estarem com a filiação deferida pela agremiação pela qual pretende concorrer. Presidente da República, governadoras ou governadores de Estado e prefeitas ou prefeitos que pretendam concorrer a outros cargos em 2022 têm até esta data para renunciar aos respectivos mandatos.

Formação de coligações

O órgão de direção nacional do partido político ou federação devem publicar, do Diário Oficial da União (DOU), as normas para a formação de coligações nas eleições majoritárias até 5 de abril, 180 dias antes das eleições. Entre este dia e a data da posse das eleitas e dos eleitos, é vedado aos agentes públicos realizar reajuste de servidoras e servidores públicos que exceda a recomposição da perda de poder aquisitivo ao longo do ano da eleição.

Transferência do título

No dia 4 de maio, 151 dias antes do pleito, vence o prazo para que eleitoras e eleitores realizem operações de transferência do local de votação e revisão de qualquer informação constante do Cadastro Eleitoral. Quem tem mais de 18 anos e ainda não possui título eleitoral também tem até este dia para solicitar a emissão do documento pelo sistema TítuloNet.

Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida que queiram votar em outra seção ou local de votação da sua circunscrição têm entre os dias 18 de julho e 18 de agosto de 2022 para informar a Justiça Eleitoral.

Quantitativo do eleitorado

Em 11 de julho, o Tribunal Superior Eleitoral publicará, na internet, o número oficial de eleitoras e eleitores aptos a votar. Esse número servirá de base para fins de cálculo do limite de gastos dos partidos e candidatos nas respectivas campanhas.

Teste de Confirmação do TPS e lacração dos sistemas

Entre os dias 11 e 13 de maio de 2022 acontece, na sede do TSE, em Brasília, o Teste de Confirmação. No evento, as investigadoras e os investigadores participantes do Teste Público de Segurança do Sistema Eletrônico de Votação (TPS), ocorrido no período de 22 a 27 de novembro do ano passado, voltam ao Tribunal para conferir se as soluções aplicadas pela equipe técnica foram suficientes para corrigir os achados encontrados durante a realização do TPS. No dia 30 de maio, o TSE publicará toda a documentação e as conclusões produzidas pela Comissão Avaliadora do TPS 2021.

Em 12 de setembro termina o prazo para que os sistemas eleitorais e programas de verificação desenvolvidos pelas entidades fiscalizadoras sejam lacrados, mediante apresentação, compilação, assinatura digital e guarda das mídias pelo TSE em Cerimônia de Assinatura Digital e Lacração dos Sistemas.

Financiamento coletivo

Em 15 de maio, pré-candidatas e pré-candidatos poderão iniciar a campanha de arrecadação prévia de recursos na modalidade de financiamento coletivo, desde que não façam pedidos de voto e obedeçam às demais regras relativas à propaganda eleitoral na internet.

Fundo Eleitoral

Dia 1º de junho marca o prazo final para que partidos políticos comuniquem ao TSE a renúncia ao Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC). A quantia a ser disponibilizada deverá ser divulgada pelo TSE até 16 de junho.

Composição da mesa receptora de votos

Entre 5 de julho e 3 de agosto, juízas e juízes eleitorais nomearão eleitoras e eleitores que farão parte das mesas receptoras de votos e de justificativas. Também serão escolhidas as pessoas que darão apoio logístico nos locais de votação.

Convenções partidárias e registros de candidatura

Entre 20 de julho e 5 de agosto é permitida a realização de convenções partidárias para deliberar sobre coligações e escolher candidatas e candidatos à presidência da República e aos governos de Estado, bem como aos cargos de deputado federal, estadual e distrital. Legendas, federações e coligações têm até 15 de agosto para solicitar o registro de candidatura dos escolhidos. Todos os pedidos de registro aos cargos de presidente e vice-presidente devem ser julgados pelo TSE até 12 de setembro.

Propaganda eleitoral

Dia 12 de agosto é a data final para que o TSE publique tabela com a representatividade do Congresso Nacional, decorrente de eventuais novas totalizações do resultado das últimas eleições gerais efetivadas até 20 de julho de 2022, para fins de divisão do tempo de propaganda eleitoral gratuito no rádio, na televisão e também dos debates entre candidatas e candidatos. A realização de comícios, distribuição de material gráfico, caminhadas ou propagandas na internet passa a ser permitida a partir do dia 16 de agosto.

Data da eleição

O primeiro turno do pleito acontecerá no primeiro domingo de outubro, dia 2. Eventual segundo turno será realizado no dia 30 do mesmo mês. A votação começará às 8h e terminará às 17h, quando serão impressos os boletins de urna. Em 2022, a hora de início da votação será uniformizada pelo horário de Brasília em todos os estados e no Distrito Federal.

Prestação de contas

Partidos e candidatas ou candidatos têm entre 9 e 12 de setembro para apresentar a prestação de contas parcial da campanha, com registro de movimentação financeira ou estimável em dinheiro ocorrida desde o início da campanha até o dia 8 de setembro. A respectiva documentação será divulgada pelo TSE na internet no dia 15 de setembro. Dia 1º de novembro é a data final para o envio das prestações de contas referentes ao primeiro turno das eleições. A prestação de contas final daqueles que participarem do segundo turno devem ser encaminhadas à Justiça até 19 de novembro, 20 dias após o pleito.

Datas de diplomação e posse

Eleitas e eleitos serão diplomados pela Justiça Eleitoral até 19 de dezembro. Para os cargos de presidente e vice-presidente da República, bem como de governador, a posse ocorre em 1º de janeiro de 2023. Parlamentares assumem os mandatos em 1º de fevereiro do próximo ano.

Confira aqui a íntegra do Calendário Eleitoral de 2022.

Outras Notícias

Novo aciona TSE para tentar suspender shows de apoio a Lula em três capitais

O Partido Novo acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) neste sábado (17) para pedir a suspensão de atos musicais previstos para domingo (18), no Rio de Janeiro, Salvador e Porto Alegre. A legenda alega que os eventos configurariam showmícios em apoio à candidatura de Lula (PT), prática proibida pela legislação eleitoral. O pedido envolve o […]

O Partido Novo acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) neste sábado (17) para pedir a suspensão de atos musicais previstos para domingo (18), no Rio de Janeiro, Salvador e Porto Alegre. A legenda alega que os eventos configurariam showmícios em apoio à candidatura de Lula (PT), prática proibida pela legislação eleitoral.

O pedido envolve o chamado Ato Musical pela Democracia, que terá apresentações de artistas em apoio ao presidente Lula durante a campanha do segundo turno.

Entre os eventos citados estão uma manifestação em Copacabana, no Rio de Janeiro, com Caetano Veloso e Djavan; um ato com trio elétrico em Salvador, com Daniela Mercury; e uma mobilização no Parque da Redenção, em Porto Alegre.

Na ação apresentada ao TSE, o Novo sustenta que as apresentações teriam caráter eleitoral e poderiam ser enquadradas como showmícios. A avaliação, no entanto, ainda depende de decisão da Justiça Eleitoral.

Além da suspensão dos eventos, o partido pede que os organizadores forneçam informações sobre contratos, pagamentos feitos aos artistas, gastos com divulgação e origem dos recursos utilizados nas apresentações.

O Novo também solicita multa de R$ 100 mil em caso de descumprimento de eventual ordem judicial.

Presidente nacional do partido, Eduardo Ribeiro afirmou que a legenda busca esclarecer a finalidade dos eventos e a origem dos recursos utilizados.

Os organizadores do ato previsto para Copacabana, 342 Artes e Mídia Ninja, afirmaram ao Metrópoles que a iniciativa tem como objetivo promover união em torno de temas como democracia, direitos, tolerância e valorização da cultura brasileira.

Até a publicação da matéria, não havia decisão do TSE sobre o pedido apresentado pelo Novo.

Fonte: Metrópoles
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

José Sarney recebe alta após cirurgia abdominal no Maranhão

O ex-presidente José Sarney, de 96 anos, recebeu alta médica neste sábado (17), após permanecer nove dias internado no UDI Hospital, em São Luís. Ele passou por uma cirurgia abdominal para tratar uma obstrução intestinal. Sarney estava internado desde a sexta-feira (9), quando deu entrada no hospital com dores abdominais. Após avaliação clínica e exames […]

O ex-presidente José Sarney, de 96 anos, recebeu alta médica neste sábado (17), após permanecer nove dias internado no UDI Hospital, em São Luís. Ele passou por uma cirurgia abdominal para tratar uma obstrução intestinal.

Sarney estava internado desde a sexta-feira (9), quando deu entrada no hospital com dores abdominais. Após avaliação clínica e exames de imagem, o ex-presidente foi submetido a um procedimento cirúrgico para reversão de uma obstrução intestinal.

Depois da cirurgia, ele permaneceu inicialmente na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para acompanhamento pós-operatório. O procedimento, segundo boletim médico divulgado na ocasião, transcorreu sem intercorrências.

Neste sábado, a equipe médica informou que Sarney apresentou evolução clínica satisfatória e estava em condições de deixar o hospital. A orientação é que ele continue sob acompanhamento médico ambulatorial.

Esta foi a terceira internação do ex-presidente desde setembro. No dia 13 daquele mês, Sarney foi internado no mesmo hospital, em São Luís, para tratamento de uma pneumonia. Em 24 de setembro, ele deu entrada no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para dar continuidade ao tratamento.

José Sarney foi presidente da República entre 1985 e 1990, no início do período de redemocratização do país. Também exerceu mandatos como governador do Maranhão e senador.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Mariana Campos/CB/D.A Press

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

Coligação de Lula aciona ONU, PGE e PF e pede apuração sobre atuação da Meta nas eleições

A coligação Brasil Pronto pra Mais, que apoia a reeleição do presidente Lula (PT), anunciou neste sábado (17) que levou questionamentos sobre a atuação da Meta nas Eleições 2026 à ONU, à Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) e à Polícia Federal (PF). O grupo pede a apuração de possíveis irregularidades envolvendo as plataformas da empresa e de […]

A coligação Brasil Pronto pra Mais, que apoia a reeleição do presidente Lula (PT), anunciou neste sábado (17) que levou questionamentos sobre a atuação da Meta nas Eleições 2026 à ONU, à Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) e à Polícia Federal (PF). O grupo pede a apuração de possíveis irregularidades envolvendo as plataformas da empresa e de suspeitas relacionadas à campanha de Flávio Bolsonaro (PL).

Segundo nota divulgada pela coligação, o caso foi encaminhado a um relator da Organização das Nações Unidas e aos órgãos brasileiros para que sejam investigadas situações envolvendo o Instagram, Facebook e WhatsApp, plataformas controladas pela Meta.

Entre os pontos apresentados estão restrições enfrentadas pela campanha de Lula no impulsionamento de conteúdos no Instagram e diferenças identificadas no funcionamento de ferramentas de inteligência artificial da empresa.

A coligação afirma que a Meta AI teria recusado determinados pedidos para criação de conteúdos relacionados a Lula enquanto permitia solicitações semelhantes envolvendo Flávio Bolsonaro. A campanha também questiona o alcance de publicações e possíveis mecanismos de promoção de conteúdos relacionados ao candidato do PL.

Os acionamentos à PGE e à Polícia Federal incluem ainda pedidos de apuração sobre suspeitas de financiamento eleitoral irregular relacionado a conteúdos favoráveis a Flávio. As suspeitas, entretanto, ainda precisam ser investigadas e não significam comprovação de irregularidade.

A Meta nega ter atuado para favorecer ou prejudicar qualquer candidatura. A empresa atribuiu episódios relatados durante a campanha a falhas técnicas e contestou as acusações de parcialidade.

O tema já chegou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Nesta semana, a Corte determinou medidas relacionadas a restrições aplicadas à conta de anúncios da campanha de Lula, à análise de perfis considerados suspeitos e ao tratamento dado pela ferramenta de inteligência artificial às duas candidaturas.

Na decisão, o ministro Marco Aurélio Bellizze afirmou que não havia, naquele momento, elementos suficientes para concluir que a Meta tivesse manipulado deliberadamente a distribuição de conteúdos para favorecer um candidato.

A comunicação à ONU amplia a discussão para o âmbito internacional, enquanto PGE e PF deverão avaliar se existem elementos que justifiquem novas providências ou investigações no Brasil.

Fonte: Metrópoles
Foto: Cheng Xin/Getty Images

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

Richarlison acusa Flávio Bolsonaro de envolvimento em disputa por ilha em Angra e pede investigação da PF

O atacante Richarlison acusou neste sábado (17) o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) de envolvimento na disputa pela posse de um imóvel em uma ilha de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Em vídeo publicado nas redes sociais, o jogador pediu que a Polícia Federal investigue o caso. Segundo Richarlison, uma […]

O atacante Richarlison acusou neste sábado (17) o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) de envolvimento na disputa pela posse de um imóvel em uma ilha de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Em vídeo publicado nas redes sociais, o jogador pediu que a Polícia Federal investigue o caso.

Segundo Richarlison, uma empresa ligada a ele adquiriu direitos de ocupação do imóvel entre 2020 e 2021, durante a pandemia de Covid-19. O negócio teria sido realizado em parceria com Alencar da Silveira Júnior, então presidente do América-MG, e Renato Velasco.

O jogador afirmou ter recebido propostas para vender o imóvel, inclusive de Flávio Bolsonaro, mas disse que recusou a negociação. Na versão apresentada por Richarlison, posteriormente a posse passou para uma empresa ligada ao advogado Willer Tomaz, amigo do senador.

“Eu não quis vender a ilha para ele. Como não quis, os caras pegaram na mão grande lá na Justiça”, afirmou Richarlison. O atacante disse ainda ter investido cerca de R$ 10 milhões no local e alegou não ter recebido de volta o valor aplicado.

A disputa judicial começou depois que uma empresa ligada ao jogador adquiriu direitos de ocupação da área. Posteriormente, a posse ficou com uma empresa vinculada a Willer Tomaz. Em junho de 2025, o Superior Tribunal de Justiça manteve entendimento favorável à empresa do advogado. As ações foram encerradas depois que os autores desistiram do processo.

Flávio Bolsonaro não aparece como parte no processo judicial. Em manifestações anteriores sobre o caso, a assessoria do senador negou qualquer vínculo dele com o imóvel e classificou as acusações como infundadas.

Richarlison pediu que a Polícia Federal apure as circunstâncias da disputa e afirmou que, caso consiga recuperar o dinheiro que diz ter investido, pretende destinar parte do valor ao hospital de Nova Venécia, no Espírito Santo, sua cidade natal.

Até o momento, não há informação de que a Polícia Federal tenha aberto investigação a partir do pedido feito pelo jogador.

Fonte: Folha de S.Paulo
Foto: Reprodução/Redes Sociais

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

 

Intelectuais e ex-ministros, entre eles Ricupero e Reale Jr., assinam manifesto de apoio a Lula

Um grupo de intelectuais, economistas, acadêmicos e ex-integrantes de governos divulgou neste sábado (17) um manifesto de apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O documento reúne 15 signatários e apresenta críticas à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL). Intitulado “Pela democracia, pela estabilidade, pelo desenvolvimento com justiça social e ambiental e […]

Um grupo de intelectuais, economistas, acadêmicos e ex-integrantes de governos divulgou neste sábado (17) um manifesto de apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O documento reúne 15 signatários e apresenta críticas à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL).

Intitulado “Pela democracia, pela estabilidade, pelo desenvolvimento com justiça social e ambiental e pelo Brasil”, o documento foi apresentado durante encontro realizado no Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo, na capital paulista.

Participaram da agenda o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e os ex-ministros Fernando Haddad (PT), Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB).

Entre os signatários estão o ex-ministro da Fazenda Rubens Ricupero, o jurista e ex-ministro da Justiça Miguel Reale Jr., o ex-ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes Ferreira, a economista Claudia Costin, o climatologista Carlos Nobre e o economista Eduardo Giannetti.

Também assinam o documento Beatriz Bracher, Beatriz Cardoso, Fabio Feldman, Floriano Pesaro, José Carlos Carvalho, José Carlos Dias, Izabella Teixeira, Rosiska Darcy de Oliveira e Oscar Vilhena.

No manifesto, o grupo afirma considerar que a reeleição de Lula oferece melhores condições para preservar o equilíbrio institucional, os direitos e as liberdades democráticas. Os signatários também apresentam críticas ao projeto político de Flávio Bolsonaro e apontam, na avaliação deles, riscos de retrocessos sociais e institucionais.

O texto ressalta, porém, que o apoio ao presidente não representa concordância integral com o atual governo. Os autores afirmam manter diferenças em relação a Lula e críticas à gestão, além de defenderem independência para continuar expressando essas posições.

Entre as prioridades mencionadas no documento estão crescimento econômico, geração de empregos, recuperação da capacidade industrial, inovação, agricultura de baixo carbono, educação, ciência e tecnologia.

O manifesto também aborda preservação ambiental, proteção de florestas e recursos hídricos, diversidade, direitos fundamentais e defesa do diálogo entre diferentes setores da sociedade.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Hyndara Freitas

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr