Triunfo abre programação do 13º Festival de Cinema
Por Nill Júnior
Aconteceu nesta segunda-feira (05) a abertura oficial do 13º Festival de Cinema de Triunfo. O evento será realizado até o dia 10 de dezembro, no Theatro Cinema Guarany.
O festival conta com exibições de filmes, mostras competitivas de curtas e longas-metragens, além de debates e oficinas. Este ano, foram selecionados 38 filmes para as mostras competitivas nas categorias Longa-metragem nacional, Curta-metragem nacional, Curta-metragem Pernambucano, Curta-metragem dos Sertões e Curta-metragem infanto-juvenil.
Na programação desta terça-feira (06) tem debate com os realizadores dos filmes exibidos ontem na abertura, na Praça do Avião; Mostra Sesc de Cinema com o filme Manguebit; Mostra Competitiva de Curta-metragem com as obras Fantasma Neon e Andrômeda; apresentação dos documentários Nossas mãos são sagradas, Cine Aurélio, Voz do Relho; e Mostra Competitiva de Longa-metragem Nacional, com o longa Carro Rei.
A programação completa está disponível no site do Portal Cultural de Pernambuco.
Além da briga, Antônio Campos falou sobre o governo Bolsonaro e as eleições no Recife. Larissa Lira e Matheus Santos/JC Online “A briga política não é uma página virada e irá se acirrar nas eleições do Recife”, declarou Antônio Campos (sem partido), sobre a briga com o sobrinho João Campos (PSB-PE) em entrevista ao Blog […]
Antonio Campos esteve no evento do Aliança em Olinda. Foto: Twitter/Reprodução
Além da briga, Antônio Campos falou sobre o governo Bolsonaro e as eleições no Recife.
Larissa Lira e Matheus Santos/JC Online
“A briga política não é uma página virada e irá se acirrar nas eleições do Recife”, declarou Antônio Campos (sem partido), sobre a briga com o sobrinho João Campos (PSB-PE) em entrevista ao Blog de Jamildo, no II Encontro Pernambucano de Apoiadores do Aliança Pelo Brasil, neste sábado (01.02), no Centro de Convenções, em Olinda.
Tonca – como é conhecido o irmão do ex-governador Eduardo Campos – falou sobre seu apoio ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), alfinetou a ex-cunhada, Renata Campos, e opinou sobre as eleições municipais deste ano no Recife.
Antonio Campos é presidente da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) e já foi filiado ao PSB, Podemos e, atualmente, está sem partido. Sobre seu posicionamento político, ele afirmou que vinha desde a candidatura do seu irmão, o ex-governado Eduardo Campos, discordando dos governos petistas no Brasil.
“Tenho mais convergências com o presidente Bolsonaro do que divergências. O governo dele é de ruptura, por isso causa tensões e comentários. A sua eleição não coloca em risco a democracia, mas mostra como as instituições são fortes e importantes. O presidente vem respeitando e consolidando as democracias”, declarou sobre o atual governo.
Sobre as possíveis candidaturas à Prefeitura do Recife, Antônio acredita que o PSB-PE, na figura de Geraldo Julio, quer colocar prematuramente João Campos como candidato para prefeito da capital.
“João deve ser candidato. Deve enfrentar as urnas e ser julgado pelo Recife. Porém, na minha opinião, ele poderia desempenhar uma ‘deputância’ federal e esperar a maturidade do tempo”, aconselhou.
Já sobre Marília Arraes (PT-PE), sua prima, Antônio Campos afirmou que tem uma boa ligação com a deputada, que dialoga e tem respeito por ela, mas não irá voltar nela, caso sua candidatura à Prefeitura do Recife seja confirmada pelo PT. A justificativa foi por discordar do PT e do ex-presidente Lula.
Em sua fala, Antonio Campos ainda alfinetou a ex-cunhada, Renata Campos, ao dizer que o atual prefeito do Recife, Geraldo Julio, utiliza a viúva de Eduardo Campos “para fazer a vontade dele” e que, às vezes, Geraldo Julio faz os “caprichos” dela.
Mais PB Foi publicado na noite desta sexta-feira (18) o novo decreto que estabelece medidas de combate à Covid-19 em João Pessoa. De acordo com o texto, a população não está mais obrigada a usar máscaras em locais abertos. As crianças com até 12 anos estão dispensadas do uso da máscara em locais fechados, inclusive […]
Foi publicado na noite desta sexta-feira (18) o novo decreto que estabelece medidas de combate à Covid-19 em João Pessoa. De acordo com o texto, a população não está mais obrigada a usar máscaras em locais abertos. As crianças com até 12 anos estão dispensadas do uso da máscara em locais fechados, inclusive em escolas.
A medida contraria a orientação do Governo do Estado, que manteve a obrigatoriedade do equipamento em todo estado. Na semana passada, o prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD), também tinha tomado uma medida semelhante ao prefeito Cícero Lucena (PP), mas o decreto campinense foi derrubado por decisão judicial.
No texto, a gestão pessoense liberou a realização de eventos sociais ou corporativos, de forma presencial no Município de João Pessoa, tais como congressos, seminários, encontros científicos, casamentos, formaturas ou assemelhados, com o limite de até 80% (oitenta por cento) da capacidade, bem como uso obrigatório de máscaras, disponibilização de álcool 70%, exigência de apresentação de cartão de vacinação com o esquema vacinal completo, além de outros protocolos emanados da Gerência de Vigilância Sanitária do Município.
Os eventos esportivos nos estádios de futebol, arenas e ginásios esportivos estão liberados para acontecer, desde que tenham a limitação de 80% (oitenta por cento) da capacidade do local, uso obrigatório de máscaras faciais, disponibilização de álcool 70%, exigência de apresentação de cartão de vacinação com o esquema vacinal completo, além de outros protocolos emanados da Gerência de Vigilância Sanitária do Município.
Também está autorizada realização de shows no Município de João Pessoa, com ocupação de até 70% (setenta por cento) da capacidade do local, com o uso obrigatório de máscaras faciais, disponibilização de álcool 70%, exigência de apresentação de cartão de vacinação com o esquema vacinal completo, além de outros protocolos emanados da Gerência de Vigilância Sanitária do Município.
Por Júnior Ferreira* A grande interrogação continua, podem os “nobres vereadores fictícios – segundo o Ministério Público – do PSB tabirense” falarem em nome da população? O PSC entrou com uma representação contra uma suposta manobra fraudulenta que o PSB praticou nas últimas eleições (2020), na cidade das tradições, e, aguarda resposta, ou melhor, providências […]
A grande interrogação continua, podem os “nobres vereadores fictícios – segundo o Ministério Público – do PSB tabirense” falarem em nome da população? O PSC entrou com uma representação contra uma suposta manobra fraudulenta que o PSB praticou nas últimas eleições (2020), na cidade das tradições, e, aguarda resposta, ou melhor, providências contra esse crime que culminou com dois vereadores possivelmente fraudulentos, ocupando vagas que poderiam ser de pessoas idôneas e legítimas possuidoras das vagas na casa Eduardo Domingos de Lima.
Entenda o caso – Os autos do processo dão conta que o partido através do seu presidente, Raimundo Tomé, popular Pipi da Verdura, colocou uma candidata faz de conta, apenas, para fraudar a cota de gênero e poder registrar a chapa pessebista. Tudo ia muito bem, até que depois da eleição uma das candidatas do PSB apareceu com 0 (zero) votos.
Mais sinistro ainda, foi ela ter feito campanha para o próprio sogro, isso mesmo, a candidata que zerou a votação e que fez campanha para o sogro, é nora do vereador que ganhou a eleição, burlando a legislação eleitoral e fazendo o juiz da 50ª Zona Eleitoral, que agiu de boa-fé, ratificar as candidaturas dos integrantes da chapa, segundo consta nos autos do processo.
Ainda, para engrossar o caldo, o parquet tabirense, na pessoa do eminente promotor, Dr. Romero Borja, reconheceu a robustez das provas anexas aos autos do processo, e, de forma bem clara, emitiu a seguinte conclusão em parecer de conhecimento público:
“Nesta toada conclusão outra não há em afirmar que o comportamento do Partido Impugnado, inscrevendo candidaturas fictícias que possibilitaram o deferimento do seu DRAP, a recepção de votos e a consequente formação de quociente partidário, conceituado como fraude ou como abuso de poder, exige pronta atuação da Justiça Eleitoral, para desconstituir os mandatos dos titulares e dos suplentes, daí decorrentes”.
DOS PEDIDOS
“Em face do exposto, requer o Ministério Público Eleitoral que seja julgado procedente o pedido para reconhecer a prática da fraude e do abuso de poder na composição da lista de candidatos às eleições proporcionais, atribuída ao Partido Socialista Brasileiro – Diretório Municipal de Tabira, para desconstituir todos os mandatos obtidos pelo Partido, dos titulares e dos suplentes impugnados”.
Os tabirenses aguardam ansiosamente por uma decisão por parte da Justiça Eleitoral, e o mais grave, é que esses “vereadores” praticam atos sem ter a chancela da boa-fé, pois, de má-fé agiram para ingressar no legislativo municipal, segundo o PSC e Ministério Público.
G1 O governo reduziu a expectativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2019, de 2,2% para 1,6%. A revisão foi anunciada nesta quarta-feira (22) pelo Ministério da Economia. Apesar da queda, a expectativa ainda é mais otimista do que a do mercado financeiro, que espera uma alta de 1,24% no PIB em […]
Secretário-especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues.
G1
O governo reduziu a expectativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2019, de 2,2% para 1,6%. A revisão foi anunciada nesta quarta-feira (22) pelo Ministério da Economia.
Apesar da queda, a expectativa ainda é mais otimista do que a do mercado financeiro, que espera uma alta de 1,24% no PIB em 2019.
“Essa previsão foi feita há algumas semanas, próxima ao que o mercado estimava na ocasião. Sabemos que ela se alterou, com viés de baixa, para 1,24%. Mas, em função da necessidade de termos de preparar várias informações, envolvendo várias instituições, mantivemos essa estimativa para 2019”, afirmou o secretário-especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues.
Além disso, ao contrário do que era esperado, o anúncio da revisão da expectativa para o PIB não veio acompanhado de um novo bloqueio de gastos.
O crescimento menor da economia implica em uma arrecadação de impostos menor que a prevista. Isso faz com que o governo tenha mais dificuldade para cumprir a meta fiscal. Para este ano, a meta é déficit (despesas maiores que receitas) de R$ 139 bilhões.
Mais verba para Educação e Meio Ambiente
Ao invés do bloqueio, para compensar a perda na arrecadação de R$ 2,16 bilhões, o governo anunciou que vai usar uma parte da chamada “reserva de contingência” – uma margem de precaução para cumprimento da meta fiscal – para acomodar esse valor.
Além disso, o governo também resolveu liberar gastos em R$ 1,587 bilhão, para o Ministério da Educação, e de R$ 56 milhões, para o Ministério do Meio Ambiente. Com isso, a reserva de contingência, que era de R$ 5,37 bilhões, caiu para R$ 1,562 bilhão.
Segundo Rodrigues, a decisão de não efetuar novo bloqueio, e de liberar mais recursos para a Educação e para o Meio Ambiente, foi de governo. Apesar de questionado, ele não respondeu se a liberação de recursos está relacionada com os protestos da população do dia 15 de maio.
“O governo tem de estabelecer prioridades. Uma prioridade deste momento é de recomposição desses dois ministérios e de não contingenciamento de outros. As decisões são tomadas em colegiado”, declarou ele.
Em março, o governo anunciou um contingenciamento de R$ 29,7 bilhões em despesas previstas para o ano de 2019, justamente para tentar atingir a meta fiscal. Desse total, R$ 5,8 bilhões foram cortados da Educação, R$ 5,1 bilhões na Defesa e R$ 2,9 bilhões em emendas parlamentares.
Além disso, no começo de maio, por meio de uma portaria, o governo retirou mais R$ 1,6 bilhão da Educação e destinou a outros ministérios. Esse valor está sendo recomposto, neste momento, com a liberação dos recursos anunciada nesta quarta-feira (22).
Por conta do bloqueio, a verba para custeio e investimentos estimada para este ano é a menor desde 2008, quando começou a série história do Tesouro Nacional, em todas as áreas, não somente para Educação.
O limite dos gastos discricionários (não obrigatórios) caiu de R$ 129 bilhões para R$ 86,1 bilhões em 2019. O governo afirma que buscará reverter o bloqueio no decorrer de 2019 e, com isso, tentar elevar o limite dos gastos com custeio e investimentos.
A Prefeitura Municipal de Itapetim-PE na forma da Lei Federal nº 8.666/1993 e demais normas pertinentes, abriu Leilão Público para a venda de um veículo usado, sendo objeto do leilão 01 veículo Mitsubishi Pajero HPE 3.2 D, ano 2017, modelo 2018, placa PCK-2613, diesel, cor prata, cinco portas. O veículo de uso no serviço de […]
A Prefeitura Municipal de Itapetim-PE na forma da Lei Federal nº 8.666/1993 e demais normas pertinentes, abriu Leilão Público para a venda de um veículo usado, sendo objeto do leilão 01 veículo Mitsubishi Pajero HPE 3.2 D, ano 2017, modelo 2018, placa PCK-2613, diesel, cor prata, cinco portas.
O veículo de uso no serviço de representação do governo está com 163.205 quilômetros rodados. Não existem avarias importantes na lataria e para-choques. O motor e caixa de marcha estão em perfeito funcionamento.
De acordo com Procedimento Administrativo instaurado por meio da portaria nº 248/2021, onde através de Laudo de Vistoria e Avaliação foi determinado o valor mínimo do veículo em R$ 169.355,34.
O Leilão será realizado no dia 12 de julho de 2021, a partir das 10h, por vídeo conferência, pelo link: https://meet.google.com/xfi-vppt-cgc ou disque: +1 240-803-5718 PIN: 670151638.
As informações também estão disponíveis no site oficial da Prefeitura através do link: http://itapetim.pe.gov.br/
Você precisa fazer login para comentar.