Temer assina decreto definindo salário mínimo de 2018 em R$ 954
Por Nill Júnior
Foto: José Cruz/Agência Brasil
Foto: José Cruz/Agência Brasil
G1
O Presidente da República, Michel Temer, assinou nesta sexta-feira (29) decreto que fixa em R$ 954 o valor do salário mínimo em 2018, aumento de R$ 17 em relação ao valor em vigor. Atualmente, o salário mínimo está em R$ 937.
A medida será publicada ainda nesta sexta em edição extra do “Diário Oficial da União”. O reajuste valerá a partir de 1º de janeiro.
O reajuste do salário mínimo é menor do que a estimativa que havia sido aprovada pelo Congresso Nacional, de R$ 965. O valor é definido por um cálculo que leva em conta a inflação do ano anterior e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) dos dois anos anteriores.
O decreto presidencial estabelece ainda que o valor diário do salário mínimo corresponderá a R$ 31,8, e o valor horário, a R$ 4,34.
Por Anchieta Santos O que é a política? – meses antes, mesmo com o Prefeito Luciano Duque com um pé fora do PT e não descartando trocar a legenda até pelo DEM, o senador Humberto Costa visitava Serra Talhada, inaugurava obras ao lado do gestor e fazia juras de amor. Foi Luciano armar o andor para […]
O que é a política? – meses antes, mesmo com o Prefeito Luciano Duque com um pé fora do PT e não descartando trocar a legenda até pelo DEM, o senador Humberto Costa visitava Serra Talhada, inaugurava obras ao lado do gestor e fazia juras de amor. Foi Luciano armar o andor para Marilia Arraes e a candidatura própria que Humberto Costa se afastou.
O distanciamento é tanto que o senador falando a Rádio Vila Bela FM alfinetou o prefeito por votar em deputados fora do PT: “Quantas pessoas que estão com esse fervor todinho pela defesa de uma candidatura própria, já não têm compromisso com candidatos de outros partidos para deputado federal, para deputado estadual. A gente também está vendo esse tipo de coisa e eu acho que se isso acontecer também é uma incoerência”.
E seguiu: A verdade é que o PT tem hoje uma bancada de 11 parlamentares e nós estamos correndo o risco de ter uma redução significativa da nossa bancada. Então, essas coisas têm que ser levadas em consideração”, completou. Está claro que a amizade entre Duque e Humberto azedou de vez.
Com o placar de 30 a dez, o Plenário da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) derrubou o Veto Parcial feito pela governadora Raquel Lyra a dispositivos do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) para o ano de 2024. O texto do Executivo buscava rejeitar todas as emendas feitas pela Alepe durante a tramitação da […]
Com o placar de 30 a dez, o Plenário da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) derrubou o Veto Parcial feito pela governadora Raquel Lyra a dispositivos do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) para o ano de 2024.
O texto do Executivo buscava rejeitar todas as emendas feitas pela Alepe durante a tramitação da matéria na Casa, alegando inconstitucionalidade e contrariedade ao interesse público. Com a derrubada do dispositivo, o texto — conforme aprovado pelos parlamentares em setembro — será enviado à governadora para promulgação. Se isto não ocorrer dentro de 48 horas, o presidente da Alepe o fará.
As mudanças feitas ao PLDO incluem a obrigatoriedade do pagamento das emendas parlamentares pelo Estado até junho de 2024, antes do período eleitoral. Também determinam que, em caso de superávit em 2023, o Executivo distribua o valor da arrecadação extra aos demais Poderes.
Os deputados ainda incluíram na PLDO uma série de novos setores aptos a receber recursos da Agência de Fomento do Estado de Pernambuco S/A e estabeleceu que a abertura de créditos adicionais pelo Executivo seja solicitada ao Parlamento por meio de projeto de lei.
Durante a discussão do veto, o presidente da Casa, deputado Álvaro Porto (PSDB) declarou voto pela derrubada do dispositivo, alegando que, “infelizmente, os acordos encaminhados à Casa pelo Governo não foram favoráveis”. Já João Paulo (PT) explicou o apoio à proposta da governadora Raquel Lyra. “Votei com minha consciência, porque acho que o entendimento e a negociação são o melhor para esta Casa e para Pernambuco”, disse.
De acordo com o Regimento Interno da Alepe, seriam necessários 25 votos (maioria absoluta) para a manutenção do veto. Os dez votos registrados neste sentido partiram de Antônio Moraes (PP), Débora Almeida (PSDB), France Hacker (PSB), Izaías Régis (PSDB), Jarbas Filho (MDB), João Paulo (PT), Joaquim Lyra (PV), Joãozinho Tenório (Patriota), Renato Antunes (PL) e Socorro Pimentel (União).
Por André Luis Na Manhã desta sexta-feira (18), a Justiça Eleitoral realizou cerimônia de diplomação dos eleitos de Tabira no pleito eleitoral que foi disputado este ano. A solenidade ocorreu no plenário da Câmara Municipal e foi conduzida pelo juiz Jorge William Fredi. Em função da pandemia, o público pode acompanhar apenas por emissoras de […]
Na Manhã desta sexta-feira (18), a Justiça Eleitoral realizou cerimônia de diplomação dos eleitos de Tabira no pleito eleitoral que foi disputado este ano.
A solenidade ocorreu no plenário da Câmara Municipal e foi conduzida pelo juiz Jorge William Fredi. Em função da pandemia, o público pode acompanhar apenas por emissoras de rádio e redes sociais.
Foram diplomados, além da prefeita eleita, Nicinha Melo (MDB), o vice-prefeito, Marcos Crente (DEM) e os vereadores: Kleber Paulino (PSB), Pipi da Verdura (PSB), Socorro Veras (PT), Didi de Heleno (MDB), Djalma das Almofadas (PT), Edmundo Barros (MDB), Valdemir Filho (MDB), Ilma de Cosme (MDB), Vianey Justo (MDB), Eraldo Moura (REDE) e Dicinha do Calçamento (MDB).
“É chegada a hora de colocarmos na gaveta as bandeiras de cor vermelha e azul, para hastearmos juntos a bandeira de Tabira. Dessa forma, peço a todos que, junto a mim, governamos nossa cidade com uma política sem partidarismos”, disse Nicinha, que esteve acompanhada do marido e ex-prefeito Dinca Brandino.
G1 O ex-governador Sérgio Cabral pediu desculpas ao juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, durante audiência nesta terça-feira (8) no Rio. Na última audiência com o juiz, o clima ficou tenso depois que o ex-governador citou que a família do juiz era envolvida com o negócio de joias, o que foi visto como […]
Interrogatório de Sérgio Cabral ao juiz Marcelo Bretas
G1
O ex-governador Sérgio Cabral pediu desculpas ao juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, durante audiência nesta terça-feira (8) no Rio. Na última audiência com o juiz, o clima ficou tenso depois que o ex-governador citou que a família do juiz era envolvida com o negócio de joias, o que foi visto como ameaça pelo magistrado.
“Até me exaltei naquela situação, peço desculpas”, disse Cabral. “Está superado”, respondeu Bretas.
“Não há nada meu contra o senhor, essa história de dossiê. Pode acreditar em mim, ainda mais preso. Jamais faria isso. Acredite em mim. Isso é um terrorismo praticado por alguém maldosamente”, afirmou Cabral, sobre a investigação da Polícia Federal que apura supostos dossiês que teriam sido financiados pelo ex-governador. “Se é que existe não está comigo”, respondeu o juiz.
“Não espero que o senhor chegue aqui feliz da vida, o que não afasta o respeito que deve a mim. Em relação ao senhor partindo de mim e vice versa”, acrescentou Bretas.”O senhor nunca faltou o respeito comigo”, respondeu Cabral.
Bretas também afirmou que a decisão de pedir a transferência de Cabral a um presídio federal- negada pelo juiz Gilmar Mendes no STF – foi motivada por informações anteriores ao desentendimento na audiência.
Caixa 2: Cabral também afirmou que a campanha do governador Luiz Fernando Pezão recebeu recursos em caixa 2 do empresário Miguel Iskin.
Cabral foi perguntado pelo juiz se o ex-governador tinha conhecimento de que o ex-secretário Sérgio Côrtes angariou recursos com Iskin. “Foi uma coisa que não participei, mas em 2013 procurei o Iskin para a campanha de 2014. Para eu coordenar a campanha. Fui o coordenador de diversas campanhas. Temos uma parada dura pela frente, majoritária da minha sucessão, vou sair em abril de 2014 precisamos pagar a pré-campanha. Não falo com nenhum orgulho”, disse o ex-governador.
“Nunca pedi propina, sempre pedi apoio à campanha. Nesse caso ele foi receptivo a ideia e nos apoiou com alguma coisa em torno de R$ 3 milhões, entre 2013 e 2014. Sendo R$2,5 milhões em caixa dois e R$ 500 mil para um dos partidos da coligação da minha sucessão”, acrescentou.
Perguntado pelo G1 sobre o suposto caixa 2 em sua campanha, Pezão afirmou que nunca ouviu falar sobre o tema.
O avião que estava no Recife (PE) e iria buscar 2 milhões de doses da vacina de Oxford contra a Covid-19 em Mumbai retornou a Campinas (SP) na madrugada deste sábado (16), após o fracasso nas negociações entre o governo brasileiro e a Índia para a importação do imunizante. Com o adiamento da viagem, ele será usado para […]
O avião que estava no Recife (PE) e iria buscar 2 milhões de doses da vacina de Oxford contra a Covid-19 em Mumbai retornou a Campinas (SP) na madrugada deste sábado (16), após o fracasso nas negociações entre o governo brasileiro e a Índia para a importação do imunizante.
Com o adiamento da viagem, ele será usado para levar cilindros de oxigênio aos hospitais de Manaus (AM), que vive um colapso na saúde.
A aeronave da Azul Linhas Aéreas A330neo, a maior da empresa, decolou às 3h58 de Recife e pousou às 06h43 no Aeroporto Internacional de Viracopos. A previsão da companhia aérea é que a decolagem para a capital amazonense ocorra por volta das 14h deste sábado, enquanto que a chegada deve ser às 18h50, considerando-se o horário de Brasília (DF).
Por meio de nota, a Azul informou que o pedido para levar oxigênio para a capital do Amazonas foi feito pelo Ministério da Saúde. De acordo com a companhia, serão enviados dentro da aeronave 80 cilindros, além de 60 concentradores de oxigênio e uma tonelada de máscaras. O volume de oxigênio em metros cúbicos não foi informado pela empresa.
Você precisa fazer login para comentar.