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Tadeu Alencar declara-se a favor da abertura de processo contra Temer

Por Nill Júnior

Membro titular da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, por onde começará a tramitar a denúncia feita pela Procuradoria Regional da República (PGR), e encaminhada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), contra o Presidente Michel Temer, o deputado federal Tadeu Alencar (PSB-PE) diz que seu voto será favorável à abertura da investigação, tanto na CCJ quanto numa provável votação no plenário da Casa.

Salientando que ao Presidente está sendo oferecido o amplo direito de defesa, Tadeu aponta que as provas reunidas até o momento e que motivaram o oferecimento da denúncia por si só justificam a abertura da investigação.

“Em sintonia com o PSB e com a sociedade brasileira, sou a favor da abertura do processo e do afastamento do Presidente, por entender que desde o surgimento de diálogos de teor nada republicano, ele perdeu as condições éticas e políticas para permanecer à frente do cargo máximo do País”, comenta Tadeu. O deputado pernambucano também tem se posicionado firmemente a favor da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que sugere a realização de eleições diretas, após o afastamento de Temer.

Para Tadeu, o Congresso Nacional deve exercer plenamente o seu papel e encaminhar, com rigor e responsabilidade, o debate sobre as denúncias contra o Presidente da República. “O Congresso deve garantir à população brasileira que este grave momento político será superado com a maior brevidade possível. Para que isto aconteça, o melhor caminho é votarmos favoravelmente pela abertura do processo pelo STF”, defende Tadeu Alencar.

Outras Notícias

Luto na cultura: morre Mestre Inácio Pedro, do Coco de Roda do Leitão

Faleceu no Hospital Regional Emília Câmara o Mestre Inácio Pedro da Silva, Patrimônio Vivo de Pernambuco com o Coco Negros e Negras do Leitão. Ele tinha 79 anos. No período junino ele começou a alegar falta de ar e incômodo abdominal leves. Foi levado à Sala Vermelha do Hospital Regional Emilia Câmara em Afogados da […]

Faleceu no Hospital Regional Emília Câmara o Mestre Inácio Pedro da Silva, Patrimônio Vivo de Pernambuco com o Coco Negros e Negras do Leitão. Ele tinha 79 anos.

No período junino ele começou a alegar falta de ar e incômodo abdominal leves. Foi levado à Sala Vermelha do Hospital Regional Emilia Câmara em Afogados da Ingazeira-PE. De lá, conseguiu um leito de UTI.

Chegou a apresentar melhora, mas teve complicações nas últimas horas e faleceu. O corpo deve ser velado no Leitão da Carapuça. Uma homenagem com os seus remanescentes e nomes do atual Coco está sendo preparada.

História

Reconhecida como remanescente de quilombolas pela Fundação Palmares, em 2005, a comunidade de Leitão da Carapuça, em Afogados da Ingazeira, Sertão do Pajeú pernambucano, surgiu a partir da década de 1920, conforme nos conta a história oral vinda de seus moradores. Cerca de 30 famílias habitam a região, e mantêm uma atividade econômica baseada sobretudo na agricultura familiar. A localidade é um verdadeiro tesouro, repleto de riquezas culturais e arqueológicas: guarda um pedaço da pré-história nordestina, o Sítio Arqueológico da Serra do Giz, além do Grupo de Coco de Roda Negras e Negros do Leitão da Carapuça, cujo surgimento acompanha, por sua vez, o surgimento da história da comunidade.

As primeiras ocupações territoriais da Carapuça vieram com a migração de trabalhadores que sofriam exploração de mão de obra não remunerada, análoga à escravidão, em Custódia, município vizinho, os quais decidiram tentar uma vida melhor na agricultura, trabalhando por conta própria. Os primeiros que ali se estabelecerem foram os antepassados de Sebastião José, coordenador do Grupo Negras e Negros; bem como os dos Mestres do Coco, Inácio Pedro da Silva e Manoel Miguel da Silva. Conforme foram se, radicando no local, desenvolveram práticas culturais e laços de solidariedade próprios, como o coco de roda, que se enraizou e gerou frutos, já que o grupo é mantido com muita resistência e orgulho pelos descendentes.

O coco de roda na comunidade surgiu em três espaços-tempos fundamentais: durante a árdua construção das casas de taipa, feita coletivamente; nos festejos de São João, ciclo ao qual a manifestação se integra; e nas Casas de Farinha, espaços onde os agricultores produziam produtos derivados da mandioca por eles cultivada, e que, segundo os brincantes, era o único espaço onde as mulheres podiam puxar o Coco. Os Mestres nos contam: “era tudo muito pobre, não tinha essas casas de hoje em dia. A gente se juntava às sete, oito da noite, e o samba de coco durava a noite inteira pra pisar o piso e reboco”, relembra Manoel Miguel. As loas cantadas eram ritmadas pelo pisar do barro. O tamanco, elemento comum em alguns grupos do Coco, não integra esta brincadeira. Mestre Manoel conta que começou a brincadeira com 12 anos, “observando os mais velhos, mas eles não ensinavam, porque só eles queriam a fama. Eu que fui aprendendo de olho, mas hoje faço questão de ensinar”. Atualmente, sabe-se que, sem a transmissão de saberes, não há continuidade das tradições, muitas vezes ameaçadas.

Sebastião José da Silva é o responsável legal pelo grupo, símbolo de resistência e tradição. É em sua casa onde ocorrem, semanalmente, os ensaios. Liderados pelos Mestres Inácio Pedro da Silva (ganzá; 77 anos) e Manoel Miguel da Silva, a brincadeira é formada por por cerca de 20 pessoas, dentre as quais, mulheres, homens e jovens. Fernanda Silva, de 15 anos, afilhada do mestre Manoel Miguel, é uma das promissoras apostas do grupo para manter-se vivo e atuante por muito tempo. É ela que, às vezes, puxa o Coco e anima os brincantes.

O Coco de Roda Negras e Negros do Leitão da Carapuça tem um disco gravado, cujo lançamento, em 2003, culminou com a visita do então Ministro da Cultura, Gilberto Gil. O evento fez com que o grupo viajasse para realizar apresentações em diversas cidades do país. Além disso, tem suas músicas disponíveis na plataforma digital Spotify, e participam de festivais que ocorrem, principalmente, no Sertão do estado de Pernambuco.

No coco de roda, duas pessoas cantam, e os demais complementam a melodia, seguida pela pisada firme no chão e/ou na batida da palma da mão. Os instrumentos manuseados são pandeiro, ganzá e triângulo. Difícil é não se embalar nos sons dessa brincadeira, que une territorialidade, afirmação das raízes afrodescendentes, valorização da cultura popular e tantos outros fatores. Com o registro de Patrimônio Vivo de Pernambuco em 2023, o grupo seguirá mais firme e forte na transmissão de saberes e na pisada da cultura popular pernambucana.

Delegado Israel sobre LW: “tenho muito a revelar. Quero vê-lo me processar”

Prezado amigo Nill Júnior, Ontem, o prefeito de Arcoverde gravou um vídeo, e o levou às redes sociais, vitimizando-se, dizendo que estava sendo alvo de ataques, e que a partir de agora nada iria ficar sem resposta.  Que se fosse preciso iria à Justiça para corrigir as pessoas que estão criticando a gestão dele. Estive […]

Prezado amigo Nill Júnior,

Ontem, o prefeito de Arcoverde gravou um vídeo, e o levou às redes sociais, vitimizando-se, dizendo que estava sendo alvo de ataques, e que a partir de agora nada iria ficar sem resposta.  Que se fosse preciso iria à Justiça para corrigir as pessoas que estão criticando a gestão dele.

Estive bem atento à sessão da Câmara de Arcoverde, quando a vereadora Célia Galindo descascou o prefeito, com seu discurso, usando a Tribuna da Casa Legislativa. Célia acusou Wellington da LW de estar devendo dinheiro ao filho da ex-prefeita Madalena Britto.

Em determinado ponto, Célia falou que o prefeito não tinha coragem de falar mal de mim, pois teria contas a pagar. Ela não errou. O processo da Justiça Eleitoral da nossa cassação, no TRE/PE, depois revisto pelo TSE, resultou-me na aplicação de uma multa de quase R$ 100 mil, que foi dividida em 60 meses, em prestações de quase R$ 1.700.

O Prefeito Wellington da LW me prometeu que iria me ajudar a pagar essa multa, pois sabia que tinha sido uma penalidade injusta para mim, já que meu nome só aparecia no processo no pólo da parte ré. Não existia uma linha que relatasse uma irregularidade cometida por mim, e ele sabe disso. Tanto é que me fez essa promessa, um dia que estávamos no apartamento dele, em Boa Viagem, na capital do Estado, antes de uma das viagens que fizemos à Brasília, para tratar sobre o processo com os advogados. E reiterou depois do trânsito em julgado. Promessa esta nunca cumprida, assim como outras também feitas a mim.

Atualmente, preciso tirar do meu orçamento familiar mensal os R$ 1.700 para pagar as parcelas da multa, sem ter praticado nenhuma irregularidade, e para Wellington da LW ser prefeito. Não apenas eu, mas Madalena Britto também. Como vice-prefeito, eu estava pagando para desempenhar o mandato. O que Célia Galindo diz na Tribuna, tem muito de verdade, e na hora certa vamos falar com nossa própria boca. Pelo menos eu o direi, quando for o momento.

Fico indignado em ver o prefeito dar uma vítima, de valentão, querendo intimidar com processo. Não fez medo nem à minha filha de 15 anos, quanto mais a mim. Eu tenho muita coisa a revelar. Eu quero ver se ele vai me processar. Quanto mais ele der uma de vítima, mas fatos eu vou relatando. Remédio de um doido é outro batendo na porta.

Delegado Israel

Ex vice-prefeito de Arcoverde

Morte de tio de vereador: Câmara suspende sessão

O tio do vereador Vicente Ferreira Zuza, o Vicentinho, identificado como Alcenir Oliveira, o Nêgo, 55 anos, foi assassinado neste domingo, na comunidade de Boqueirão, no Estado da Paraíba. “O meu tio estava na residência de seu cunhado, que é sogro do assassino. Ele apareceu com o revolver em punho. Meu tio partiu para tentar […]

vicentinho2O tio do vereador Vicente Ferreira Zuza, o Vicentinho, identificado como Alcenir Oliveira, o Nêgo, 55 anos, foi assassinado neste domingo, na comunidade de Boqueirão, no Estado da Paraíba.

“O meu tio estava na residência de seu cunhado, que é sogro do assassino. Ele apareceu com o revolver em punho. Meu tio partiu para tentar apaziguar e recebeu um tiro no pescoço. Ainda tomou a arma do indivíduo. Comenta-se que o assassino iria matar a sua esposa e tinha problemas depressivos”, disse ao blogueiro Júnior Finfa. Ele ainda foi socorrido para o Hospital de Poção, mas não resistiu.

Ele era irmão da mãe de Vicentinho, dona Auxiliadora Zuza. A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira anunciou em, nota que a sessão programada para esta segunda foi suspensa, em solidariedade ao parlamentar.

O sepultamento acontecerá hoje na cidade de Pesqueira. O vereador e familiares estão na cidade para providencias relacionadas ao caso.

Essa é do fundo do baú

Do Blog Cauê Rodrigues, com foto melhorada por IA Quem viveu os anos 90 e acompanhava a programação da antiga Rádio Pajeú de Educação Popular Ltda. AM, de Afogados da Ingazeira, certamente se lembra de uma geração de jovens apaixonados pelo rádio que começava a escrever sua história ao lado de profissionais já consagrados da comunicação […]

Do Blog Cauê Rodrigues, com foto melhorada por IA

Quem viveu os anos 90 e acompanhava a programação da antiga Rádio Pajeú de Educação Popular Ltda. AM, de Afogados da Ingazeira, certamente se lembra de uma geração de jovens apaixonados pelo rádio que começava a escrever sua história ao lado de profissionais já consagrados da comunicação pajeuzeira.

Na foto, um verdadeiro registro histórico reúne nomes que marcaram e continuam marcando o jornalismo e o rádio regional: Tony Medeiros, Nill Júnior, Cauê Rodrigues e Alysson Thiago.

Naquela época, ainda adolescentes, Nill Júnior, Cauê Rodrigues e Alysson Thiago davam os primeiros passos na comunicação, dividindo espaço com comunicadores experientes que serviam de inspiração para quem sonhava em viver dos microfones como Celso Brandão e Anchieta Santos.

Tony Medeiros, vindo da região do Silvestre, já era uma peça fundamental da emissora. Responsável pela operação da mesa de som de praticamente toda a programação, tornou-se uma das figuras mais respeitadas dos bastidores do rádio, função que exerce até hoje, somando mais de cinco décadas de dedicação à comunicação.

Nascido em Brasília, Nill Júnior também passou a integrar o elenco da Rádio Pajeú, iniciando uma trajetória de muito sucesso. Com talento e dedicação, conquistou novos espaços, apresentou diversos programas, assumiu por muitos anos a direção da emissora e participou do processo de modernização que levou a rádio da frequência AM para a FM. Atualmente, continua na emissora, participa de outras rádios da região e administra o portal de notícias que leva seu nome, consolidado como uma das principais referências do jornalismo no Sertão do Pajeú.

Já Cauê Rodrigues havia conquistado sua oportunidade após ser aprovado em dois testes para comandar os programas esportivos Bola na Rede e Esportes no Ar. Posteriormente, passou a dividir a apresentação das atrações esportivas com Nill Júnior e, em diversas ocasiões, também ao lado de Aldo Vidal. A rotina exigia esforço: todos os dias saía de Carnaíba rumo a Afogados da Ingazeira para cumprir sua jornada na emissora.

Pouco tempo depois, a morte de seu pai, Josa Rodrigues, mudou os rumos da sua vida. Aos 16 anos, mudou-se para São Paulo, onde trabalhou na Rádio Digital FM, do comunicador Osmar Mazieiro. Também integrou equipes de produção de importantes programas da televisão brasileira, como o extinto Casos de Família, apresentado por Regina Volpato no SBT, e posteriormente o programa Márcia, da TV Bandeirantes, comandado por Márcia Goldschmidt.

Após cerca de duas décadas em São Paulo, Cauê retornou a Carnaíba. Atuou na Secretaria Municipal de Cultura e Esportes durante a gestão do ex-prefeito Anchieta Patriota e seguiu investindo na comunicação. Atualmente é editor do Blog do Cauê Rodrigues, repórter do programa A Hora das Broncas, da Rádio Afogados FM, além de exercer a função de diretor de programação da Rádio Quixaba FM.

Outra grande revelação daquela geração foi Alysson Thiago. Chegou discretamente à Rádio Pajeú para substituir Celso Brandão durante um período de férias no tradicional programa Tarde Total. O desempenho chamou a atenção do então diretor Rogério Menezes, que rapidamente lhe confiou a apresentação de um programa nas manhãs da emissora.

Com o passar dos anos, Alysson seguiu outro caminho profissional ao assumir a função de Agente Comunitário de Saúde, mas nunca abandonou a paixão pelo rádio e pelo jornalismo. Hoje também mantém um blog de notícias que leva seu nome, permanecendo ativo na comunicação regional.

O tempo passou, mas a paixão continua

Décadas depois, muita coisa mudou. Os cabelos dos meninos ficaram brancos, algumas rugas surgiram e novas tecnologias transformaram a forma de fazer rádio e jornalismo. No entanto, o compromisso com a comunicação permaneceu intacto.

A fotografia representa muito mais do que um simples registro do passado. Ela eterniza o início da trajetória de profissionais que ajudaram a contar a história do Pajeú e que continuam contribuindo diariamente para informar a população.

É a prova de que grandes carreiras começam com sonhos, dedicação e oportunidades — e que o rádio, mesmo diante das transformações da comunicação, continua formando talentos e construindo histórias que atravessam gerações.

O Blog e a História: o dia em que Lula veio como “esperança” ao Pajeú

Em 1998, Fernando Henrique era presidente e se preparava para nova disputa contra Lula. Havia vencido o então líder das esquerdas em 1994  após consolidar-se como pai do Real, depois de empossado Ministro da Fazenda por Itamar Franco, que havia assumido a presidência após a queda de Collor, que bateu Lula em 1989 após o […]

Em 1998, Fernando Henrique era presidente e se preparava para nova disputa contra Lula. Havia vencido o então líder das esquerdas em 1994  após consolidar-se como pai do Real, depois de empossado Ministro da Fazenda por Itamar Franco, que havia assumido a presidência após a queda de Collor, que bateu Lula em 1989 após o polêmico debate editado da Globo.

O então líder maior das esquerdas no país já participava das caravanas da cidadania, percorrendo o Brasil. Naquele 6 maio de 1998, veio a Afogados da Ingazeira e Tabira, no Pajeú. A vinda a Afogados da Ingazeira era estratégica para o petista por contar com um PT formado pouco depois da criação da legenda no país e por ter como Bispo um crítico do chamado modelo neo-liberal, Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho, a quem Lula faz referência em seu discurso.

Curioso ver a formatação política de Afogados da Ingazeira à época.  Giza Simões era prefeita do município e Afogados tinha na sua totalidade a união da chamada Frente Popular. No outro bloco, ligado ao PFL e FHC, estava o Deputado Antonio Mariano de Brito. Juntos no mesmo barco, Giza, Totonho, José Patriota (então vice-prefeito) e Francisco Alberto de Moura, então presidente do PT.

Radialista eufórico com a cobertura de um presidenciável de peso, lembro que o celular que transmitia a fala de Lula e dos demais para a Rádio Pajeú era do  então prefeito tabirense Josete Amaral (ter um daqueles tijolões era para poucos).

Na chegada de Lula ao aeroporto, conduzi uma entrevista com ele. Pelo horário, considerando que tinha que chegar logo ao local do falatório, fui entrevistando Lula até o carro de Alberto Moura, uma famosa D-20 preta .

Na conversa, uma das perguntas a Lula foi se ele iria apoiar Arraes contra Jarbas em Pernambuco. Jarbas havia se aliado ao Governo Fernando Henrique. Aquele seria o ano da maior derrota de Arraes, com mais de um milhão de votos de frente pró Jarbas.  Lula sinalizou que sim, pela proximidade com o líder pernambucano.

Após a entrevista, Alberto Moura historiou a situação de flagelados da seca e das famílias pobres no município, que não tinham assistência do governo de Fernando Henrique. Estávamos eu, Beto e Lula no carro. Lula criticou FHC, a quem acusou de só fazer propaganda e sem a preocupação de quem estava a pouco ao microfone soltou no carro. “Esse Fernando Henrique é um filho da puta mesmo”.

Pouco depois, Lula chegou para o ato público na Casa Paroquial ao som de seu eterno jingle de campanha de 89, com o “Lula-lá, nasce a esperança”. O evento foi apresentado pelo radialista Anchieta Santos, voz que embalou comícios históricos de Lula e Arraes.

O resto da história que o tempo escreveu para todos esses personagens você já sabe…

No canal do blog no Youtube, a NJTV, , você pode ver os outros dois vídeos da visita, com falas de Giza Simões, Francisco Alberto de Moura e José Patriota, cedidos por Petrônio Pires, após digitalização do arquivo de Braz Emigdio de Vasconcelos.