Na madrugada deste Domingo, por volta das 00h10, Serra Talhada registrou o o primeiro homicídio do ano no município. Um homem de 51 anos, foi morto após ser agredido a chutes dentro de um bar, no bairro Vila Bela, na cidade de Serra Talhada.
Segundo a Polícia Militar, a vítima foi identificada como José Carlos do Nascimento, 51 anos, natural da cidade de Triunfo-PE, residente no bairro Vila Bela. O mesmo foi morto durante uma briga, por motivos desconhecidos, no “Bar de Arnaldo”, no bairro Vila Bela.
A vítima entrou em luta corporal com um homem não identificado e levou a pior, foi atingido com um ‘chute’, caiu e bateu a cabeça no meio fio da calçada, vindo a óbito no local. O agressor se evadiu do local, tomando destino ignorado. Populares disseram a polícia que o agressor era desconhecido e não era da localidade.
Este foi o primeiro homicídio registrado esse ano na cidade de Serra Talhada. Aconteceram duas tentativas no mês de janeiro.
A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nota, nesta terça-feira, 11 de outubro, na qual lamenta “a intensificação da exploração da fé e da religião como caminho para angariar votos no segundo turno” das eleições deste ano. Os bispos recordam que a manipulação religiosa desvirtua valores do Evangelho e tira o […]
A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nota, nesta terça-feira, 11 de outubro, na qual lamenta “a intensificação da exploração da fé e da religião como caminho para angariar votos no segundo turno” das eleições deste ano. Os bispos recordam que a manipulação religiosa desvirtua valores do Evangelho e tira o foco dos reais problemas que precisam ser debatidos e enfrentados no país. Leia o pronunciamento na íntegra:
“Existe um tempo para cada coisa” (Ecl. 3,1)
Lamentamos, neste momento de campanha eleitoral, a intensificação da exploração da fé e da religião como caminho para angariar votos no segundo turno. Momentos especificamente religiosos não podem ser usados por candidatos para apresentarem suas propostas de campanha e demais assuntos relacionados às eleições. Desse modo, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lamenta e reprova tais ações e comportamentos.
A manipulação religiosa sempre desvirtua os valores do Evangelho e tira o foco dos reais problemas que necessitam ser debatidos e enfrentados em nosso Brasil. É fundamental um compromisso autêntico com a verdade e com o Evangelho.
Ratificamos que a CNBB condena, veementemente, o uso da religião por todo e qualquer candidato como ferramenta de sua campanha eleitoral. Convocamos todos os cidadãos e cidadãs, na liberdade de sua consciência e compromisso com o bem comum, a fazerem deste momento oportunidade de reflexão e proposição de ações que foquem na dignidade da pessoa humana e na busca por um país mais justo, fraterno e solidário.
Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte (MG)
Presidente da CNBB
Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre (RS)
Primeiro Vice-presidente da CNBB
Dom Mário Antonio da Silva
Arcebispo de Cuiabá (MT)
Segundo Vice-presidente da CNBB
Dom Joel Portella Amado
Bispo auxiliar da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ)
No último sábado (11/10), a Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou mais de 300 atendimentos voltados à saúde da mulher na Policlínica Municipal, com destaque para a oferta de mamografias, ultrassonografias, exames preventivos e consultas com ginecologista. A ação integra as atividades do Outubro Rosa, mês de conscientização e […]
No último sábado (11/10), a Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou mais de 300 atendimentos voltados à saúde da mulher na Policlínica Municipal, com destaque para a oferta de mamografias, ultrassonografias, exames preventivos e consultas com ginecologista. A ação integra as atividades do Outubro Rosa, mês de conscientização e combate ao câncer de mama e câncer de colo de útero, e reforça o compromisso da gestão em garantir o acesso das mulheres aos cuidados de prevenção.
De acordo com a secretária de Saúde, Lisbeth Rosa, o município vem ampliando os atendimentos neste período para suprir a alta demanda. “A mamografia é um exame de competência do Estado, mas o município de Serra Talhada tem atuado para suprir essa necessidade, já que a quantidade de exames disponibilizada pelo Governo do Estado não é suficiente diante da demanda existente. Por isso, intensificamos essa oferta, garantindo que nossas mulheres tenham acesso a um diagnóstico precoce e a um cuidado humanizado”, destacou.
A prefeita Márcia Conrado ressaltou o compromisso da gestão em cuidar da saúde das mulheres serra-talhadenses. “O Outubro Rosa é um momento de mobilização e acolhimento. A Prefeitura tem feito um grande esforço para ampliar os atendimentos, levando exames, consultas e ações educativas que salvam vidas. Seguiremos investindo para que as mulheres tenham acesso à prevenção e ao tratamento com qualidade, fortalecendo a rede municipal de saúde”, afirmou a gestora.
Durante a ação, foram realizados 34 exames de ultrassonografia de mamas, 48 ultrassonografias transvaginais e pélvicas, 22 consultas com ginecologista, 36 atendimentos no odontomóvel e 16 exames citológicos. Além disso, foram agendadas 100 ultrassonografias de mama, 10 mamografias e 17 novas consultas com ginecologista. A programação contou ainda com sorteios de brindes, palestras, testagens, lanches e atividades de prevenção. Nos casos em que a ultrassonografia mamária indicou necessidade de punção, a Secretaria de Saúde também vai buscar garantir o atendimento especializado via Estado. A ação acontece até o fim do mês e tem por objetivo atender mais de 500 mulheres.
O líder do PT no Senado, Humberto Costa, voltou a negar nesta segunda-feira, 24, as acusações feitas a ele por Paulo Roberto Costa, mas admitiu que teve com o ex-diretor da Petrobras “contatos institucionais”. O senador disse que ele e outros políticos de Pernambuco mantinham contato com o ex-diretor por causa das obras da Petrobras […]
O líder do PT no Senado, Humberto Costa, voltou a negar nesta segunda-feira, 24, as acusações feitas a ele por Paulo Roberto Costa, mas admitiu que teve com o ex-diretor da Petrobras “contatos institucionais”. O senador disse que ele e outros políticos de Pernambuco mantinham contato com o ex-diretor por causa das obras da Petrobras no Estado, como a refinaria de Abreu e Lima. “Líderes políticos e empresariais participaram fortemente desse processo e mantiveram com o senhor Paulo Roberto muitos contatos. No meu caso, contatos institucionais”, disse em entrevista à Rádio Estadão.
Em depoimento que faz parte de sua delação premiada, Paulo Roberto Costa afirmou que o esquema de propinas e corrupção na Petrobras repassou R$ 1 milhão à campanha de Humberto Costa para o Senado em 2010. O petista integra uma extensa lista de políticos acusados pelo ex-diretor da Petrobras na delação, por meio da qual espera ter sua pena reduzida.
Humberto Costa classificou as acusações de Paulo Roberto de “inconsistentes” e questionou o fato de o ex-diretor dizer que a doação de R$ 1 milhão para a campanha era uma exigência do PP, partido de Paulo Maluf. “Não acredito que sobrasse dinheiro ao PP”, diz, ressaltando não ver motivos para que um partido financiasse a candidatura de um político de outra legenda. “Dinheiro não nasce de geração espontânea. Ele (Paulo Roberto) não diz quem fez e como foi feita a contribuição”, afirma.
Outro ponto questionado pelo petista foi a fala de Paulo Roberto de que poderia perder o emprego caso não repassasse o dinheiro. O pernambucano lembrou que não tinha cargo na época. “Que poder eu teria de demitir um diretor da Petrobras?”
O senador colocou seus sigilos telefônico, fiscal e bancário à disposição e disse que pretende colaborar com as investigações. “Todas as doações foram feitas de forma legal e transparente. Fiz todas as declarações na prestação de contas que foram aprovadas e são públicas”, reiterou.
Imagem ilustrativa Segundo as investigações, o delegado teria envolvimento com grupo suspeito de crimes como roubo, extorsão, concussão e abuso de autoridade Um delegado e mais três policiais civis foram presos durante uma operação deflagrada pela Polícia Civil de Pernambuco, na manhã dessa terça-feira (25). Joaquim Braga Neto, que durante anos comandou investigações de homicídios […]
Segundo as investigações, o delegado teria envolvimento com grupo suspeito de crimes como roubo, extorsão, concussão e abuso de autoridade
Um delegado e mais três policiais civis foram presos durante uma operação deflagrada pela Polícia Civil de Pernambuco, na manhã dessa terça-feira (25). Joaquim Braga Neto, que durante anos comandou investigações de homicídios no Estado, é suspeito de integrar uma organização criminosa.
A Operação Espórtula, como foi denominada, cumpriu quatro mandados de prisão preventiva e outros três de busca e apreensão.
O delegado atualmente está aposentado. Além dele, outros três policiais civis (incluindo um que foi demitido em 2019 pela acusação de roubar mercadorias e dinheiro após invadir a casa de um chinês) também foram presos na operação.
De acordo com a Polícia Civil, a investigação conduzida pelo Grupo de Operações Especiais (GOE) foi iniciada após a denúncia de um comerciante em 2016, com o objetivo de identificar e desarticular um grupo criminoso voltado à prática dos crimes de roubo, extorsão, concussão (se utilizar do cargo público para exigir vantagem indevida) e abuso de autoridade.
“Esses policiais, à época lotados na Delegacia de Água Fria, passaram a perseguir comerciantes do ramo tabagista e a confiscar as cargas que eles comercializavam, sabendo que ali havia uma quantia expressiva de dinheiro. Após selecionar a dedo suas possíveis vítimas, os agentes de segurança pública perseguiam as vítimas e arrebatavam as cargas sob pretexto de que elas seriam falsificadas”, explicou o delegado Jorge Pinto, responsável pela investigação.
“O que se deveria esperar em um caso desse é que o procedimento fosse conduzido até a delegacia, onde fosse formalizado. Mas, não. A carga era revendida para outros comerciantes. Os agentes públicos lucravam duas vezes, porque as vítimas posteriormente eram conduzidas às delegacias e eram constrangidas a pagar propina como forma de se evitar uma prisão em flagrante”, pontuou o delegado.
Ainda segundo o delegado, vários comerciantes chagaram a se mudar do bairro de Água Fria, na Zona Norte do Recife, porque não aguentavam mais as investidas dos policiais. “Começamos a investigar o caso após uma vítima procurar o GOE porque não aguentava mais a situação. Era muito dinheiro que esses agentes de segurança conseguiam. A gente imagina uma média de R$ 30 mil por carga”, disse Pinto.
As investigações foram assessoradas pela Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco (Dintel), contando ainda com o apoio operacional da Corregedoria Geral da Secretaria de Defesa Social.
OPERAÇÃO CONTOU COM 40 POLICIAIS
Os mandados de prisão foram expedidos pela Vara de Crimes Contra a Administração Pública e Ordem Tributária da Capital.
Na operação foram empregados 40 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães.
“O delegado (preso) tinha muita má fama na corporação. Os inquéritos presididos por ele sempre chegavam com problemas e isso já chamada a atenção”, revelou uma fonte da Polícia Civil. A reportagem é de Raphael Guerra/JC Online.
A 17ª Vara da Justiça do Trabalho do Recife bloqueou R$ 13.008.568,51 repassados pelo Governo do Estado para a empresa Líber Conservação e Serviços Gerais LTDA, umas das empresas responsáveis pelo trabalho terceirizado nos hospitais de Pernambuco. A informação foi repassada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Asseio e Conservação de Pernambuco (Stealmoaic–PE). A medida é […]
A 17ª Vara da Justiça do Trabalho do Recife bloqueou R$ 13.008.568,51 repassados pelo Governo do Estado para a empresa Líber Conservação e Serviços Gerais LTDA, umas das empresas responsáveis pelo trabalho terceirizado nos hospitais de Pernambuco. A informação foi repassada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Asseio e Conservação de Pernambuco (Stealmoaic–PE).
A medida é para arcar com as verbas rescisórias de mais de 1.900 funcionários que foram demitidos da empresa na semana passada. Desde o começo do ano, os trabalhadores terceirizados vêm recebendo o pagamento dos salários com atraso, além da falta de pagamento de benefícios, como tíquete alimentação e vale transporte.
A Líber alega que o contrato foi cancelado por conta do atraso no repasse das verbas públicas. Na última segunda-feira (14), a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego multou em mais de R$ 500 mil nove terceirizadas por atraso nos salários. O presidente da Força Sindical Pernambuco, Rinaldo Júnior, afirmou à Rádio Jornal que o dinheiro das rescisões foi garantido.
A empresa de terceirização prestava serviços à Secretaria de Saúde do Estado de Pernambuco. No mês de julho, comunicou ao Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Asseio e Conservação de Pernambuco (Stealmoaic–PE) que devido aos atrasos mensais e a falta de repasses dos valores, foi obrigada a finalizar a prestação dos serviços de apoio administrativo (Lotes II e III) e também aos serviços que se refere à limpeza e desinfecção hospitalar (Lote II).
Liber no Pajeú: Funcionários da empresa Liber que trabalham no Hospital Regional Emília Câmara e Hospam, no Pajeú, também reclamaram que não havia previsão de recebimento de sua rescisão. Foram demitidos sem perspectiva de receber ou voltar a trabalhar. São pessoas da limpeza e cozinha na área de serviços gerais, como denunciou o blog.
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