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Sicoob Pernambuco participa do Festival Moda Center em Santa Cruz do Capibaribe

Por Michael Andrade

Cooperativa manteve estande durante os dois dias de programação do evento, que reuniu empreendedores, empresários e representantes do Polo de Confecções.

O Sicoob Pernambuco participou, nos dias 22 e 23 de setembro, do Festival Moda Center, realizado em Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste de Pernambuco.

Durante os dois dias de programação, a cooperativa manteve um estande no evento para atendimento ao público, relacionamento com empresários e apresentação de seus serviços.

O Festival Moda Center reuniu empreendedores, comerciantes, parceiros e visitantes ligados principalmente ao setor de confecções, uma das principais atividades econômicas de Santa Cruz do Capibaribe e dos municípios que integram o Polo de Confecções do Agreste.

Segundo a gerente Izabelita Tavares, a participação da cooperativa em eventos do setor busca aproximar a instituição dos empreendedores que atuam na região.

“Estar presente em eventos que movimentam a economia e aproximam empreendedores é uma forma de reforçar o nosso compromisso com o desenvolvimento das regiões onde atuamos”, afirmou.

Ao longo da programação, representantes do Sicoob receberam visitantes no espaço montado pela instituição e apresentaram informações sobre a atuação da cooperativa.

Foto: Divulgação

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Outras Notícias

“Reforma não pode tirar direitos dos trabalhadores”, diz Armando no LIDE-PE

O senador Armando Monteiro (PTB) participou, nesta segunda-feira (27), de um seminário promovido pelo LIDE-PE, em que tratou de temas ligados à Reforma Trabalhista. O evento, presidido por Drayton Nejaim, contou com a presença do ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, que ministrou palestra sobre os desafios de uma nova legislação trabalhista no Brasil. Para Armando, […]

O senador Armando Monteiro (PTB) participou, nesta segunda-feira (27), de um seminário promovido pelo LIDE-PE, em que tratou de temas ligados à Reforma Trabalhista.

O evento, presidido por Drayton Nejaim, contou com a presença do ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, que ministrou palestra sobre os desafios de uma nova legislação trabalhista no Brasil. Para Armando, o País precisa enfrentar uma agenda de reformas, de modo que possa gerar mais empregos e assegurar a retomada do econômico, mas sem retirar direitos dos trabalhadores.

Sobre o olhar da Reforma Trabalhista, Armando Monteiro defende que o Brasil precisa moldar as instituições para que o mercado de trabalho seja mais dinâmico, gere empregos e possa assegurar o crescimento econômico. “Mas tudo isso sem ferir os direitos dos trabalhadores. Isso é um ponto fundamental. Não se pode promover reformas para precarizar ou para subtrair direitos dos trabalhadores”, assinalou o parlamentar.

O petebista afirmou que é preciso promover mudanças na legislação de modo a oferecer um marco jurídico e ambiente de maior flexibilidade, de forma que o Brasil possa ter um sistema mais dinâmico.

“No ambiente das relações do trabalho, todos reconhecem que o País precisa promover uma modernização das relações porque o mundo do trabalho mudou em função do impacto de novas tecnologias, das novas formas de trabalho, da especialização crescente, da fragmentação do trabalho. É evidente que temos que atualizar o marco legal. O que se constata é que a lei não tem mais a capacidade de poder se moldar às mudanças que ocorrem com grande velocidade no mundo do trabalho. Eu considero absolutamente necessário que o Brasil avance nessa agenda”, disse.

Armando Monteiro pontuou, por fim, que o Congresso Nacional terá um papel fundamental nessa agenda de reformas, de modo a aperfeiçoar as propostas e promover um debate amplo.

Tabirenses se despedem de jovem assassinada em Recife

por Anchieta Santos Foi velado ontem em Tabira por duas horas o corpo da jovem Maria Daiana Carneiro Sena, 22 anos, assassinada com 50 facadas no Recife. Daiana havia morado e estudado em Tabira. Em seguida o féretro seguiu para Imaculada na Paraíba de onde é a jovem para ser sepultada na comunidade rural de […]

dai

por Anchieta Santos

Foi velado ontem em Tabira por duas horas o corpo da jovem Maria Daiana Carneiro Sena, 22 anos, assassinada com 50 facadas no Recife. Daiana havia morado e estudado em Tabira.

Em seguida o féretro seguiu para Imaculada na Paraíba de onde é a jovem para ser sepultada na comunidade rural de Palmeiras. Muitos tabirenses compareceram ao velório de Maria Daiana, cujo assassinato teve repercussão nacional.

O acusado Jefferson Pereira da Conceição, 26 está preso.

Triunfo retoma o Drama da Paixão

Após paralisação devido à pandemia, um dos mais antigos espetáculos ao ar livre do Sertão pernambucano volta a ser encenado na Semana Santa Sebastião Araújo – Especial para o blog Fotos: Magno Celestino/Divulgação Um dos maiores espetáculos ao ar livre do Sertão pernambucano, a Paixão de Cristo em Triunfo será encenada novamente, após a paralisação de […]

Após paralisação devido à pandemia, um dos mais antigos espetáculos ao ar livre do Sertão pernambucano volta a ser encenado na Semana Santa

Sebastião Araújo – Especial para o blog

Fotos: Magno Celestino/Divulgação

Um dos maiores espetáculos ao ar livre do Sertão pernambucano, a Paixão de Cristo em Triunfo será encenada novamente, após a paralisação de dois anos devido à pandemia.

São mais de 50 participantes, entre atores e técnicos, envolvidos naquela que é considerada a segunda mais antiga do Estado, ficando atrás apenas da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém.

Com adaptação de Teco de Agamenon, o Drama da Paixão será apresentado pelo Grupo de Teatro Nós em Cena, nos dias 6 e 7 de abril, às 19h, no espaço do parque Iaiá Gastão, conhecido como Via Verde, na região central da cidade, e é gratuito.

A cada ano, são feitas interferências contemporâneas na encenação sem deturpar a história original. As 13 cenas da atual montagem trazem os tumultos que a presença de Cristo causou ao redor do Templo sagrado, os atritos com os fariseus, a Última Ceia, a traição, prisão, julgamento, flagelação, Crucificação e Ressurreição. A estrutura cenográfica natural da Via Verde permite que o público acompanhe a peça ao ar livre, desfrutando da temperatura amena de Triunfo, que pode chegar aos 18 graus à noite, nesta época do ano.

“A nossa proposta é levar ao público a emoção de tudo o que Cristo sofreu, ressignificando o verdadeiro sentido de todas as dores vividas e de tudo o que Ele passou para salvar a humanidade do pecado”, afirma Bruno Alves, coordenador geral da Paixão de Cristo.

Além do viés artístico, o espetáculo tem um cunho social, pois o Grupo de Teatro Nós em Cena mobiliza a comunidade triunfense em oficinas preparatórias de teatro, dança e música. A intenção é aproveitar os artistas da própria cidade, valorizando-os e abrindo caminho para a revelação de talentos nas artes cênicas. A direção da montagem é compartilhada entre Teco de Agamenon, Renata Lima, Ranison Queiroz e Roberto Araújo.

O Nós em Cena já tem um tempinho de estrada. Foi fundado em 2012, com a montagem da peça “O rico avarento” de Ariano Suassuna. De lá para cá, não parou mais, sendo o espetáculo da Paixão atualmente o seu carro-chefe. O grupo também monta, a cada ano, no Natal, o musical “Jesus, o Messias esperado”, de Teco de Agamenon, com direção geral de Bruno Alves.

O início de tudo

Os primeiros passos na encenação do Drama da Paixão de Cristo, em Triunfo, começaram a ser dados em 1975, quando o Frei Humberto, pároco local à época, reuniu os integrantes do grupo Jovens Vivendo o Ideal de Cristo (Jovic), missionários e seminaristas na peça que passou a ser encenada durante oito anos no sítio do Convento São Boaventura, localizado na região central da cidade.

Depois, a Paixão de Cristo saiu do convento e passou a ser apresentada em outros locais de Triunfo, como na Praça 15 de Novembro e na área verde existente por detrás da Escola Monsenhor Luiz Sampaio, onde foram montados cenários naturais para o espetáculo, que passou a ser exibido durante vários anos pelo Grupo de Teatro de Amadores de Triunfo.

Atração turística

Durante a Semana Santa, a Paixão de Cristo é uma atração imperdível para o público de todas as idades. Em abril, quando o frio ainda não é tão intenso, a temperatura amena da cidade leva o turista a desfrutar de várias atividades ao longo do dia, aproveitando para conhecer os principais pontos turísticos, como a Cachoeira do Pinga, a Furna dos Holandeses, o Museu do Cangaço, o Engenho São Pedro e o Pico do Papagaio, ponto mais alto do Estado com 1.260 metros de altitude, entre uma infinidade de atrações. Sem falar no obrigatório passeio de teleférico, além da gastronomia típica, que inclui, entre outras delícias, a famosa cachaça Triunfo, os licores e doces artesanais, os biscoitos garra e Nicolau, e pratos como o mungunzá salgado e o arroz vermelho.

O turista vai encontrar uma excelente rede hoteleira, com destaque para as pousadas Baixa Verde (87-3846.1103), Calugi (87-98166.8282) e Alpes (87-3846.1371), entre várias outras e hotéis. Juntando o clima agradável às atrações turísticas, gastronomia e um povo acolhedor, o espetáculo da Paixão de Cristo torna-se essencial na Semana Santa em Triunfo. O Drama da Paixão tem patrocínio da Prefeitura Municipal de Triunfo, através da Secretaria de Turismo, Desenvolvimento e Lazer, Grupo Tambaú, Pousada Calugi e Pousada Baixa Verde. Contando ainda com os seguintes apoios: Água Mineral e Refrigerante Santa Joana, Rádio Triunfo FM e Pousada Alpes.

Vídeo: Helicóptero da PRF causa danos durante tentativa de pouso no Pátio do Sesc Serra Talhada

Por André Luis Um incidente inusitado chamou a atenção na tarde desta sexta-feira (21), no Pátio do Sesc Serra Talhada, local onde acontece a 23ª ExpoSerra. O vento gerado por um helicóptero da Polícia Rodoviária Federal de Pernambuco (PRF-PE) que tentava pousar no local causou estragos nas barracas e na estrutura dos shows artísticos (veja […]

Por André Luis

Um incidente inusitado chamou a atenção na tarde desta sexta-feira (21), no Pátio do Sesc Serra Talhada, local onde acontece a 23ª ExpoSerra.

O vento gerado por um helicóptero da Polícia Rodoviária Federal de Pernambuco (PRF-PE) que tentava pousar no local causou estragos nas barracas e na estrutura dos shows artísticos (veja o vídeo no final da matéria).

O helicóptero, parte da mostra que comemora o aniversário da instituição em Pernambuco, teve dificuldades para aterrissar por conta das estruturas montadas. Infelizmente, a intensidade dos ventos resultou no deslocamento das barracas e na danificação da estrutura dos shows. Apesar do susto, não houve relatos de feridos durante o incidente.

89 morreram ou desapareceram após reunião relatada pela CIA em que Geisel autoriza mortes; veja lista

Memorando da CIA revela que ex-presidente permitiu a continuidade de ações contra opositores. Levantamento do G1 com base em dados da Comissão da Verdade identificou quantos foram alvo dessa política. Do G1 Oitenta e nove pessoas morreram ou desapareceram no Brasil por motivos políticos, a partir de 1º de abril de 1974 e até o […]

Memorando da CIA revela que ex-presidente permitiu a continuidade de ações contra opositores. Levantamento do G1 com base em dados da Comissão da Verdade identificou quantos foram alvo dessa política.

Do G1

Oitenta e nove pessoas morreram ou desapareceram no Brasil por motivos políticos, a partir de 1º de abril de 1974 e até o fim da ditadura, segundo levantamento do G1 com base nos registros da Comissão Nacional da Verdade (CNV). Foi a partir desta data que o general Ernesto Geisel, então presidente do Brasil, autorizou execução de opositores, segundo documento da CIA tornado público recentemente pelo governo americano.

De acordo com o levantamento do G1, além dos 89 casos confirmados, há outras 11 pessoas que podem ter morrido ou desaparecido a partir de 1º de abril de 1974 – a data não foi esclarecida pela CNV. Além disso, pode haver mortes e desaparecimentos durante esse período da ditadura que não foram registrados.

Entre as vítimas desse período estão o jornalista Vladimir Herzog, assassinado em 25 de outubro de 1975 após se apresentar voluntariamente ao Centro de Operações de Defesa Interna, um órgão militar da ditadura; o metalúrgico Manoel Fiel Filho, que foi torturado até a morte, em 17 de janeiro de 1976, nas dependências do Destacamento de Operações de Informações (DOI) do II Exército, em São Paulo.

As informações sobre as vítimas do regime militar estão nos relatórios da CNV, que foi criada para apurar violações de diretos humanos entre 1946 e 1988.

Embora tenha feito uma extensa pesquisa histórica, não foi essa comissão que revelou o reconhecimento explícito de que decisões sobre morte de opositores foram tomadas pelo Planalto.

A confirmação está um memorando da CIA (a agência de inteligência americana), descoberto pelo pesquisador Matias Spektor, da Fundação Getulio Vargas (FGV). Com data de 11 de abril de 1974, ele foi tornado público em 2015 pelo governo americano.

O documento foi elaborado pelo então diretor da CIA, William Egan Colby, e endereçado ao secretário de Estado dos EUA Henry Kissinger. Colby relata um encontro que teria acontecido em 30 de março de 1974. Você pode ver a lista completa clicando aqui.

Dele, participaram Geisel e João Batista Figueiredo, que era chefe do Serviço Nacional de Informações (SNI) e que viria a ser presidente entre 1979 e 1985, além dos generais Milton Tavares de Souza, que comandava o Centro de Inteligência do Exército (CIE), e Confúcio Danton de Paula Avelino, que viria a subistitui-lo no CIE.

O general Milton, segundo o documento, disse que o Brasil não poderia ignorar a “ameaça terrorista e subversiva”, e que os métodos “extra-legais deveriam continuar a ser empregados contra subversivos perigosos”.

No ano anterior, 1973, 104 pessoas “nesta categoria” foram sumariamente executadas pelo CIE. Segundo o diretor da CIA, Figueiredo apoiou a política e pediu a sua continuidade.

Geisel pediu para pensar durante o fim de semana. No dia 1º de abril, Geisel e Figueiredo decidiram seguir com ações, mas destacaram que apenas “subversivos perigosos” deveriam ser executados. Figueiredo concordou que, quando o CIE apreendesse alguém, ele seria consultado e aprovaria ou não a execução.